Joao Marcos

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Varejo de livros no Brasil começa a sentir os efeitos da pandemia

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Foto: Dayvison Nunes / JC Imagem

 

Publicado no Estadão

O varejo do mercado de livros no Brasil começou a registrar o impacto da pandemia do novo coronavírus na mais recente parcela da pesquisa Painel do Varejo de Livros no Brasil, com dados apurados pela Nielsen e divulgados pelo Sindicado Nacional de Editores de Livros (SNEL) nesta segunda-feira, 6. Na última semana analisada, no fim de março, foi registrada uma queda de 40% nas vendas.

No total do terceiro período de 2020, foram vendidos 2,82 milhões de livros e o faturamento registrado pelo mercado foi de R$ 128,63 milhões, o que representa uma queda de 4,09% em volume e 4,44% em valor, quando comparado ao mesmo período do ano passado.

O período é marcado pelos primeiros impactos da covid-19, que fechou a maior parte das lojas físicas nas grandes cidades brasileiras. Em nota, o gestor da Nielsen Bookscan, Ismael Borges, explica ainda que o mercado deve entender os desdobramentos da crise nas próximas semanas : “O terceiro período já experimenta o impacto da pandemia e mais uma vez o mercado editorial vê a interrupção da retomada do crescimento em função de um evento alheio”, disse.

“Os números do 3T (março) começaram muito bem, particularmente na semana 10, quando as vendas do Dia da Mulher apresentaram crescimento de 29% em relação a 2019. Mas a chegada da crise é um motivo de enorme preocupação para o mercado, já que a semana 12 apresentou uma queda de 40% nas vendas. Nossa previsão é que este número deva piorar no próximo Painel, pois as lojas físicas estão com faturamento praticamente zerado”, afirma Marcos da Veiga Pereira, presidente do SNEL, também em nota.

No acumulado de 2020, o setor ainda apresenta resultados positivos, segundo os dados da pesquisa, com 9,58 milhões de livros vendidos e faturamento de R$471,37 milhões. Em percentuais, o crescimento foi de 2,69% em volume e 1,68% em valor.

Os números têm como base o resultado da Nielsen Bookscan Brasil, que apura as vendas das principais livrarias e supermercados no País. Para a realização do Painel, os dados são coletados diretamente do “caixa” das livrarias, e-commerce e varejistas colaboradores. As informações são recebidas eletronicamente em formato de banco de dados.

Mapa online mostra livrarias abertas no Brasil durante a quarentena

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Publicado no UOL

Um mapa online criado pela gerente de vendas Beatriz Alves conecta leitores e livrarias físicas próximas em todo o Brasil. A ideia é mostrar quais lojas estão funcionando durante a quarentena causada pelo novo coronavírus.

O mapa é colaborativo, o que significa que ele está em constante construção e pode receber novas livrarias de outros internautas em qualquer região do País.

A Ideia de Beatriz é que o consumidor possa encontrar livrarias próximas a ele e que estejam fazendo entregas.

Ela conta ao site Publish News que “pelas redes sociais, tenho visto o tremendo esforço de livrarias como a Livraria Simples, de São Paulo, e a Realejo, de Santos, que se arriscam pelas ruas para entregar livros a seus leitores. Por outro lado, estou farta de ler tantas notícias ruins sobre o setor”.

Cuidados

Com a covid-19 tirando vidas no Brasil, é importante adotar as medidas necessárias para impedir a proliferação do vírus; uma delas é lavar a mão com frequência, especialmente quando houver contato com objetos externos, como encomendas:

5 livros que narraram epidemias como a do coronavírus

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Nove anos depois de estrear nos cinemas, o filme Contágio, de Steven Soderbergh, voltou a ser um dos 10 filmes mais buscados no iTunes em janeiro. Os números são consequência do surto de coronavírus.

No entanto, o cinema não é o único que retratou de forma bem semelhante a nova pandemia. Além de Contágio, o livro A Peste(1947), de Albert Camus, no momento faz sucesso na Europa e no Japão, de acordo com o Estadão.

Esse é apenas um exemplo dentre outras obras que contaram sobre histórias parecidas com a do COVID-19. O Estadão selecinou 5 livros que narraram epidemias como a do coronavírus. Confira a lista:

O Último Homem (1826), de Mary Shelley

A autora de Frankstein escreveu este livro de ficção científica focada no mundo apocalíptico. Na obra, um território é destruído por uma praga.

Eu Sou a Lenda (1954), de Richard Matheson

Antes de ser protagonizada nos cinemas por Will Smith, a história foi contada em livro. Depois de uma terrível pandemia que transforma as vítimas em zumbis, o único sobrevivente precisa achar uma cura.

A Dança da Morte (1978), de Stephen King

Stephen King, o maior escritor de terror da atualidade, não poderia estar de fora da lista. O livro mostra um mundo apocalíptico, dizimado por uma praga.

Ensaio Sobre a Cegueira (1995), de José Saramago

Na obra acompanhamos um grupo de pessoas afetados por uma epidemia que deixa os infectados cegos.

Guerra Mundial Z (2006), de Max Brooks

A história do livro mostra uma pandemia que assolou a humanidade e transformou todos os infectados em zumbis incontroláveis e sedentos por sangue.

7 livros sobre tecnologia para começar a ler neste Carnaval

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Publicado no CIO

O feriado pode ser o momento ideal para refletir não só sobre a carreira, como inspirar uma nova lista de livros para o ano

O ritmo das inovações tecnológicas tem sido exponencial. De descobertas que beneficiam desde a medicina a revoluções que impactaram o varejo e outras verticiais e, claro, o comportamento humano, as transformações alimentadas por tecnologias devem se tornar ainda mais intensas na próxima década.

Para refletir o impacto da revolução tecnológica, preparamos uma seleção de livros que discutem essas mudanças a partir de diferentes perspectivas. Confira nossa lista abaixo.

“The Everything Store”, de Brad Stone
“The Everything Store” conta a história de como a Amazon passou de uma pequena loja de livros online para se tornar uma gigante global em constante crescimento.

“O Dilema da Inovação”, de Clayton M. Christensen
O livro apresenta o caminho para que as empresas lidem com a inovação e alcancem o sucesso, explorando a influência do consumidor nas operações.

The Innovators, de Walter Isaacson
“The Innovators” é um livro que fala sobre mentes criativas, que pensam fora da caixa e são capazes de reinventar a forma como os processos são feitos.

“Bad Blood”, de John Carreyrou
A obra mostra como acontecem as operações no Vale do Silício. O autor também discute as falhas dos projetos de quem deseja construir uma empresa bilionária a qualquer custo sem pensar em inovação.

“O Ambiente de Trabalho de 2020”, de Jeanne C. Meister e Karie Willyerd
Para auxiliar as empresas na adaptação aos talentos do futuro, o título apresenta quais medidas devem ser tomadas para atrair e reter os melhores profissionais.

“Sapiens”, de Yuval Noah Harari
O autor apresenta a história da humanidade, desde os ancestrais até os dias de hoje. Ao longo do livro, o leitor acompanha as mudanças da raça humana e cria uma perspectiva sobre o por que somos quem somos.

“As Superpotências da Inteligência Artificial”, de Kai-Fu Lee
O livro explica como a inteligência artificial é aplicada aos negócios e de que forma a China está utilizando a tecnologia para o seu benefício. Kai-Fu Lee também explica as diferenças entre o Vale do Silício e o ecossistema chinês de startups.

Suzane Richthofen aciona STF após se irritar com livro sobre assassinato

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Publicado em A Gazeta

Suzane von Richthofen conseguiu ler o livro “Suzane – Assassina e Manipuladora”, de Ulisses Campbell, no último fim de semana, mas a bonita ficou irritada com tudo o que está na obra, segundo informações do colunista Amaury Jr.

Ao colunista, o autor confidenciou que um dos principais trechos que revoltou Suzane foi o capítulo 10, em que estão divulgados alguns laudos do caso. O capítulo diz: “Nesses processos, os especialistas a descrevem com adjetivos típicos de vilã de novela: manipuladora, dissimulada, egocêntrica, infantilizada, simplista, insidiosa, narcisista, além de ter agressividade camuflada. Ainda segundo esses pareceres, a criminosa utiliza procedimentos primitivos e pouco elaborados na vida, tem fantasia de onipotência e é desvalorizadora do ser humano”.

Suzane achou o livro que fala do planejamento que ela mesma fez para matar seus pais, Manfred e Marísia von Richthofen, ofensivo, de acordo com Amaury Jr, e recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que a publicação fosse recolhida das livrarias.

“A publicação do livro afronta a própria Administração da Justiça e o Poder Judiciário, pois a publicação se utiliza de dados obtidos de processo de execução penal em tramitação sob segredo de justiça e trechos de laudos médicos psiquiátricos e psicológicos acobertados pelo sigilo profissional”, alegou Suzane por meio da Defensoria Pública de São Paulo.

Segundo o colunista, o STF não aceitou os pedidos da herdeira e o lançamento e comercialização do livro estão mantidos.

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