Joao Marcos

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Escrever ‘todxs’ ou ‘[email protected]’ atrapalha softwares de leitura, dizem cegos

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giselle

Publicado no G1

Pessoas com deficiência visual que utilizam softwares de leitura de tela podem ter dificuldade de compreender palavras como “todxs” ou “[email protected]”. Programas como o NVDA e o Virtual Vision, que buscam traduzir para áudio o que está escrito no celular e no computador, não leem corretamente as palavras e emitem sons confusos ao tentarem decifrar o “x” e o “@”.

O uso destes códigos é um recurso utilizado principalmente em redes sociais para que haja neutralidade de gênero – em vez do emprego do masculino. Adeptos de movimentos feministas e LGBTs, por exemplo, defendem a escrita de frases como “Todxs xs alunxs foram à aula”, em vez de “Todos os alunos foram à aula”.

A jornalista Giselle se queixou em seu perfil do Twitter sobre essa forma de escrita. “Essa linguagem neutra, que muitos dizem ser inclusiva, é tudo, menos inclusiva. É extremamente cruel com a pessoa que tem deficiência visual”, afirma.

Ela descobriu, há pouco tempo, que tem doença celíaca. Sua visão fica comprometida em alguns dias. “Vivo entre dois mundos, o da deficiência visual e o de enxergar normalmente”, conta. Para conseguir usar celular, ela faz uso do Google Talk Back, aplicativo do sistema Android que lê telas. “Quando são textos com muitos ‘x’, fica muito complicado, não dá para entender nada, nem o contexto. Eu não entro mais em Facebook porque é um pesadelo para a pessoa com deficiência”, afirma. “Consigo entender frases curtas, quando o significado é óbvio. Mas quando são maiores, não dá.”

Marina Yonashiro, estagiária de jornalismo na Fundação Dorina Norwill para Cegos, diz que o problema de compreensão também varia conforme a voz baixada no software de leitura de telas. “Quando a voz é mais humana, fica confuso. A versão mais robotizada tem maior espaço entre as sílabas, aí consigo entender”, conta. “Dá para regular a velocidade do áudio. Quando colocamos com ritmo menor, temos menos problemas. Mas quebra o ritmo da leitura.”

Linguagem exclui

Para ensinar os cegos a usar o computador no meio corporativo, em programas como Excel e Word, Francisco Carlos Alves Batista dá aulas na Adeva (Associação de Deficientes Visuais e Amigos). Ele tem deficiência visual e é usuário da Biblioteca Braille do Centro Cultural São Paulo (SP). “Esse tipo de linguagem realmente exclui os cegos. Nós não vamos entender. Mas temos que levar em conta que é um recurso que as pessoas utilizam e que eu, dentro da minha deficiência, não vou poder usufruir”, diz.

Ele explica que abreviações também oferecem dificuldade para os cegos, como “td” (tudo) ou “blz” (beleza). “O dicionário virtual dos leitores de tela não lê de forma fidedigna estes códigos”, afirma.
O professor esclarece que, a cada lançamento de sistema operacional, os recursos vêm inacessíveis e um desenvolvedor trabalha para tentar adaptá-lo aos cegos. “Quando fica bom, troca a versão. Espero que um dia a pessoa com deficiência visual possa comprar o computador na loja, ligar em casa e usar, sem essa espera. Mas as coisas são feitas para quem enxerga, porque o mundo é dele”, completa.

Concurso Literário Cultural (187)

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1488-20170503182622A diferença invisível

Mademoiselle Caroline, Julie Dachez (autoria), Renata Silveira (tradução)

Marguerite tem 27 anos, e aparentemente nada a diferencia das outras pessoas. É bonita, vivaz e inteligente. Trabalha numa grande empresa e mora com o namorado. No entanto, ela é diferente. Marguerite se sente deslocada e luta todos os dias para manter as aparências. Sua rotina é sempre a mesma, e mudanças de hábito não são bem-vindas. Seu ambiente precisa ser um casulo. Ela se sente agredida pelos ruídos e pelo falatório incessante dos colegas.

Cansada dessa situação, ela sai em busca de si mesma e descobre que tem um Transtorno do Espectro Autista – a síndrome de Asperger. Sua vida então se altera profundamente.

***

Em parceria com a Editora Nemo, vamos sortear 2 exemplares de “A diferença invisível”, de Mademoiselle Caroline.

Para concorrer, envie para o email [email protected] o nome do médico austríaco que dá nome a esse transtorno. Respostas na área de comentários serão deletadas.

Para ficar sempre por dentro das novidades e promoções, sugerimos que curta as páginas dos envolvidos nesta ação::

O resultado será divulgado dia 3/8 neste post.

 

ATENÇÃO PARA OS GANHADORES:

 

Rayanderson Oliveira e Ellem Lisboa

 

Entraremos em contato via e-mail.

Concurso Literário Cultural (186)

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1502-20170606123106

Os meninos que enganavam nazistas

Joseph Joffo (autoria), Fernando Scheibe (tradução)

Paris, 1941. O país é ocupado pelo exército nazista e o medo invade as casas e as ruas francesas. O poder de Hitler se mostra absoluto e brutal na França… É durante um dos períodos mais turbulentos da História que a emocionante narrativa de Joseph e Maurice se desenrola. Irmãos judeus de 10 e 12 anos de idade, eles perambulam sozinhos pelas estradas, vivendo experiências surpreendentes, tentando escapar da morte e em busca da zona livre para ganhar a liberdade.

Essa é uma história real, autobiográfica, cuja espontaneidade, ternura e humor comprovam o triunfo da humanidade e da empatia nos momentos mais sombrios, quando o perigo está sempre à espreita… Os meninos que enganavam nazistas conta a fantástica e emocionante epopeia de duas crianças judias durante a ocupação, narrada por Joseph, o mais jovem.

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Em parceria com a Editora Vestígio, vamos sortear 2 exemplares de “Os meninos que enganavam nazistas”, de Joseph Joffo.

Para concorrer, mencione na área de comentários o nome de um amigo que você quer presentear com esse livro. Os dois ganharão a obra.

Se comentar via Facebook, não esqueça de deixar seu e-mail.

Para ficar sempre por dentro das novidades e promoções, sugerimos que curta as páginas dos envolvidos nesta ação::

O resultado será divulgado dia 8/8 neste post.

 

ATENÇÃO!

Ana Cr Marini e sua amiga Daiane, parabéns! Entraremos em contato via e-mail.

Concurso Literário Cultural (185)

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1490-20170605163222Eu venho de Alepo – Itinerário de um refugiado

Joude Jassouma, Laurence de Cambronne (autoria), Fernando Scheibe (tradução)

 

Junho de 2015. A cidade de Alepo afunda no caos. Como centenas de milhares de civis, Joude Jassouma decide fugir com sua esposa, Aya, e sua filhinha, Zaine.

A guerra civil na Síria se intensifica. Os confrontos entre o exército de Bashar al-Assad e as forças rebeldes lideradas pelos jihadistas da Frente al-Nusra e do Estado Islâmico se tornam diários. Joude, jovem professor de francês, recusa-se a tomar partido numa luta absurda, que não é a sua. Com sua família, tenta se proteger, muda de residência quatro vezes para evitar os bombardeios – e acaba resolvendo se exilar.

Dos bairros pobres de Alepo ao litoral norte da França, passando por Istambul e pelos campos de refugiados da ilha grega de Leros, este livro conta o êxodo de um dos milhões de sírios atingidos pela guerra. A odisseia de um herói anônimo que, arriscando a vida, atravessou o mar Egeu a bordo de um bote inflável em busca de uma vida decente para sua família.

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Em parceria com a Editora Vestígio, vamos sortear 2 exemplares de “Eu venho de Alepo”, de Joude Jassouma.

Para concorrer, mencione na área de comentários de que forma podemos demonstrar empatia e acolher os refugiados.

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O resultado será divulgado dia 1/8 neste post.

 

Parabéns ao Carlos Júnior e Eric Silva! Entraremos em contato via e-mail. 🙂

Concurso Literário Cultural (184)

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downloadUm Sorriso ou Dois – Edição Comemorativa

Fred Elboni

Para Fred Elboni, não existe certo ou errado quando os sentimentos estão em pauta. O que importa é encontrar harmonia e equilíbrio entre quem somos e o que fazemos; entre nossas ações e nossa perspectiva diante da vida.

E, consciente de que as mulheres trazem na bagagem alguns conflitos internos em relação ao mundo e aos homens – e haja conflito! –, este jovem autor se dirige a elas: mulheres apaixonadas, decepcionadas, ingênuas, destemidas… Todas ansiosas por palavras que as façam abrir em seu rosto um lindo e incessante sorriso. Ou dois.

Em março de 2014, Frederico Elboni fez sua estreia como escritor ao lançar “Um sorriso ou dois”. Três anos e 100 mil exemplares vendidos depois, esta edição comemorativa da obra traz um presente especial para os leitores: a possibilidade de ouvir Fred narrando alguns de seus textos favoritos. Procure o ícone indicativo nas páginas para ter acesso aos áudios exclusivos. Edição Limitada

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Em parceria com a Benvirá, vamos sortear 2 exemplares de “Um sorriso ou dois”, de Fred Elboni.

Para concorrer, mencione na área de comentários um sentimento que lhe define.

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O resultado será divulgado dia 27/7 neste post.

Boa sorte. 🙂

 

E atenção para o resultado:

 

Jaqueline Penteado e Luiza Carvalho, parabéns! Entraremos em contato via e-mail.

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