Canal Pavablog no Youtube
Pavarini

Pavarini

(7 comments, 1789 posts)

This user hasn't shared any profile information

Posts by Pavarini

Diários de Bordo do Aqueronte

0

Douglas, no Cafeína Literária

diarios-de-bordo-do-aqueronte

O PROJETO

Desde que o site foi fundado, em 2013 a equipe do Cafeína tem ensaiado, lapidado, preparado o lançamento de algum título próprio. Se você nos acompanha há algum tempo, vai perceber certos indícios deste “passo a passo” em nossos posts. Eis que após todos estes meses de preparo, vêm à tona o fruto, a magnum opus, incorporando todo conhecimento que pelo portal Cafeína Literária temos divulgado.
Diários de Bordo do Aqueronte é uma coletânea de contos escritos por Doug Pereira – membro fundador do Cafeína. São histórias perturbadoras, onde seus personagens são postos em situações extremas de tensão com uma semiótica toda voltada para induzir o leitor ao medo. Um prato cheio para aqueles que adoram literatura de suspense e terror.

OS CONTOS

O Bom Filho à Casa Torna narra um história dupla, alternando os pontos de vista entre dois personagens: o primeiro é um escravo do Brasil colonial que recebe a missão de encontrar o filho do Marquês de Villaça, desaparecido durante a guerra do Paraguai. O segundo, o próprio filho do Marquês, preso e torturado por um desconhecido psicopata meticuloso.

Em O Templo de Gomorra é explorada a linha tênue entre a paixão e a obsessão. A elasticidade que tem nossa dignidade, brincando com os limites de até onde pode ir um homem em prol de uma mulher tão fascinante e lasciva que lembra o demônio em pessoa. Este conto foi publicado originalmente na coletânea Mentes Inquietas, pela Editora Andross e foi vencedor do prêmio Sesc Amazonas em 2012, publicado no livro A Rocha em que Vivemos e Outras Histórias.

Cada um de nós tem sua idealização do instante da morte e, talvez, do julgamento final de nossas ações em vida. O Guia é uma representação desse momento, construindo, porém, um anti-herói que inverte as velhas expectativas pitorescas de um anjo celestial para uma criatura sarcástica e cruel que vem dar a sentença final.

O mundo visto pelos olhos de uma criança pode ser tão fantástico quanto tenebroso. As crianças têm mais dificuldade que os adultos para distinguir a realidade. A história em Uma Noite de Desventuras é narrada da perspectiva de um menino cuja distinção errônea entre realidade e imaginação pode lhe custar a vida.

No conto No Átrio do Paraíso é abordado o improvável encontro de dois icônicos personagens da história real. A batalha dialética aborda a filosofia da política e da guerra, áreas em que ambos foram considerados mestres.

O arauto da morte está sempre às voltas com mais uma visita a ser feita. Em O Guia II ele retorna com toda sua impaciência e ironia para reclamar mais uma alma.

Uma bela pincelada de sensualidade dá o tom para Rua dos Timbiras, 216. Os devaneios de uma profissional bastante peculiar ao cumprir seu papel na sociedade.

A vida nem sempre se curva aos nossos desejos, por mais que nos achemos merecedores. A paixão muitas vezes pode ser mais amarga que doce. Em Escreva Para Ela estes sentimentos são retratados em seus diversos prismas. Mesmo aquele menos provável.

As lembranças são bens valiosos que temos. Mesmo aquelas que não são agradáveis são peças que compõem nossa experiência de vida e conhecimento. Mexer com elas, entretanto, pode ser perigoso. No conto Apenas Uma Memória, é abordado o reflexo das lembranças em nosso ego e porque algumas vezes o melhor é que certas memórias permaneçam no passado.

E se você descobrisse que está mentalmente doente? Que sofre de alucinações e que tudo que você entende como realidade pode ser falso? E se… Você descobrisse que você é a alucinação na cabeça de alguém? Pelos Bigodes do Coelho traz à baila essas questões e a tensão de suas respostas.

Bullying é um assunto antigo com nome recente. Uns acreditam que é exagero condenar. Outros nem tanto. O certo é que só quem esteve sob a pele de alguém que sofreu. Riu por Último é um breve relato, narrado de forma indireta livre, de uma criança que poderia ter sido qualquer um de nós.

PREPARAÇÃO E REVISÃO

Nossa expert em preparação e revisão, discípula de grandes nomes do mercado editorial como Jiro Takahashi, Ibraíma Dafonte Tavares e André Conti, Cristine Tellier fez um trabalho minucioso de preparação e revisão. Ela possivelmente leu estes textos muito mais do que o próprio autor.
Não obstante, recrutou mais um time de pessoas de conhecimento abastado na Língua Portuguesa para que polissem até a última letra de cada texto. O Cafeína Literária tem uma dívida de gratidão para com esses profissionais.
O resultado é um texto certeiro e belissimamente estruturado, sem desvios, entretanto, no lirismo da prosa e nos objetivos do autor.

ddba-capa

ARTE GRÁFICA

Doug Pereira assumiu a produção de capa e diagramação. A temática do livro é suspense e terror. No que diz respeito à diagramação, foi utilizada a ferramenta InDesign. O formato de página escolhido foi de 15×22. Pensamos que seria mais prático ao leitor um livro menor, prático de carregar no metrô/ônibus.
A fonte no miolo é a padrão: Times New Roman, espaçamento simples. As caveirinhas utilizadas na abertura de contos ou como separadores de cenas são caracteres na fonte Old Skull Hellron. Já a fonte para as letras capitulares (aquelas letras grandes no início de cada texto) é a Christensen Caps.
Já para a capa, a encantadora pintura do espanhol José Benlliure Gil, La Barca De Caronte caiu como uma luva tanto em relação às suas cores mórbidas quanto ao título que remete ao mito do rio Aqueronte, onde navega o barqueiro de Hades. Com um plano de fundo destes, bastou adicionar um trabalho de tipografia para o título e alguns detalhes. A fonte da capa e da folha de rosto é a refinada Rothenburg Decorative.

FERRAMENTAL

Para a produção deste volume, o processo envolveu algumas ferramentas – aplicativos de computador – que são comuns no dia a dia da maioria, mas que, sem elas, o trabalho seria inviável.

Microsoft Word: diga o que disserem sobre a Microsoft, mas algo precisa ser admitido: o Word é a melhor ferramenta de edição de texto disparadamente. Atualmente todo trabalho de escrita de originais é feita no MSWord, bem como são utilizados os recursos de revisão que ele provê para o trabalho de preparação, revisão e forma de registro da comunicação entre autor e revisor.

Adobe InDesign: esta aplicação possibilita moldar o texto em livro de uma maneira simples, bem como realizar o trabalho artístico da macha de texto. É ótima para alinhar imagens e oferece uma série de recursos.

Adobe Photoshop: ao falarmos em capa, inevitavelmente falamos de imagens. Por melhor que seja o trabalho com InDesign, o foco daquele é o texto e deste as imagens. O trabalho de tipografia, criação de logo, criação de detalhes nas imagens, sobreamento e etc foi feito por aqui.

O piloto e o pequeno príncipe

0

Douglas, no Cafeína Literária

O piloto e o pequeno príncipe – A vida de Antoine de Saint-Exupéry
Peter Sís

Mundialmente conhecido como o autor de O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry foi piloto de profissão. Ele nasceu na França, em 1900, justamente na época em que foram inventados os aviões, e foi uma das primeiras pessoas no mundo a entregar correspondências via aérea.
Nesta biografia escrita e ilustrada por Peter Sís, os leitores vão descobrir como Antoine ajudou a criar novas rotas para lugares distantes, os acidentes que sofreu e as suas reflexões enquanto estava nos céus – que depois o inspiraram a escrever sobre suas experiências -, além de muitas outras histórias dessa figura tão apaixonante.
(fonte: companhiadasletras.com.br)

(mais…)

Correr, de Drauzio Varella

0

Cristine, no Cafeína Literária

Correr
Drauzio Varella

Drauzio Varella é médico oncologista, autor de best-sellers, voluntário na penitenciária feminina de São Paulo e pesquisador, tendo se tornado célebre por suas intervenções na TV e na mídia impressa. Mas consegue há mais de vinte anos, conciliar esse atribulado dia a dia com a prática regular de exercício físico.
Para Drauzio, correr não é apenas um hobby: é o que lhe dá o equilíbrio, a força e a serenidade necessária para enfrentar os desafios da vida.
(fonte: quarta capa do livro)

(mais…)

Editoras mais populares no Facebook (15)

0

Ranking Julho

.
1.   2.400.000 Chiado

2.      952.000 Intrínseca

3.      885.000 Saraiva

4.      688.000 Record

5.      565.000 Arqueiro

6.      487.000 Rocco

7.      476.000 Cia das Letras

8.      443.000 Darkside Books

9.      330.000 Novo Conceito

10.    272.000 Sextante

11.    219.000 Universo dos Livros

12.    208.000 Leya Brasil

13.    203.000 Impetus

14.    184.000 CPAD

15.    175.000 Suma de Letras

16.    162.000 Casa Publicadora

17.    155.000 Mundo Cristão

18.    148.000 Galera Record

19.    144.000 L&PM Editores

20.    121.000 Hagnos

ranking atualizado em 31/7

Mexicana superdotada é psicóloga mais jovem do mundo

0
Aos 13 anos, Dafne Almazán segue os passos dos irmãos mais velhos e pretende ajudar outros superdotados a alcançarem seu potencial (Foto: Cedat/BBC)

Aos 13 anos, Dafne Almazán segue os passos dos irmãos mais velhos e pretende ajudar outros superdotados a alcançarem seu potencial (Foto: Cedat/BBC)

Juan Paullier, no BBC Mundo [via UOL]

Ela terminou o ensino primário aos seis anos e o ensino secundário um ano depois. Começou a universidade aos 10 anos e no próximo mês, aos 13, será a psicóloga mais jovem do mundo.

A mexicana Dafne Almazán é superdotada, assim como seu irmão Andrew, de 20 anos, e sua irmã Delanie, de 17. Recentemente, ela foi incluída na lista das 50 mulheres mais poderosas do México, o que considera “impressionante”.

“Disseram que foi porque meu caso era inspirador”, contou à BBC Mundo.

Em agosto, quando ela terminar seus estudos à distância no Instituto Tecnológico e de Estudos Superiores de Monterrey, no entanto, ela não começará imediatamente a atender pacientes.

Dafne pretende fazer um mestrado e já pensa em um doutorado.

“Todos estes conhecimentos vão me servir para ajudar crianças superdotadas, que é a área à qual eu quero me dedicar. Quero que minha história abra novas portas às crianças e destrua o mito de que nós não temos infância.”

‘Atividades normais’

Apesar de estudar 12 horas por dia, Almazán afirma conseguir levar a vida como uma garota normal de 13 anos. Ou quase.

“Não é porque estou na universidade que não posso continuar me divertindo, então quando minhas amigas vêm, vemos filmes, conversamos, brincamos, (fazemos) atividades normais”, explica.

Mas isso acontece quando ela não está estudando, fazendo taekwondo – já é faixa amarela – pintando, tocando piano ou dando aulas de mandarim a outros superdotados. A garota também já praticou balé clássico, natação e patinagem artística no gelo.

Mas seus próximos passos não serão no mundo dos esportes e das artes. “Tenho que me desenvolver profissionalmente para depois ter as ferramentas necessárias para ajudar as crianças, para que elas não sofram e vejam que é possível fazer tudo isso”, afirma.

Dafne dá aulas para alguns dos 250 alunos do Centro de Atenção ao Talento (Cedat), uma instituição fundada por seus pais com o objetivo de acolher crianças e jovens com capacidade intelectual acima da média no México.

“Alguns deles tem dificuldades para escrever os caracteres ou pronunciar as palavras (em chinês), então decidi ajudá-los”, diz a jovem psicóloga, que também fala inglês, francês e latim.

“Quando eu terminar o doutorado, gostaria de dar aulas a crianças. Eu gosto muito de ensinar.”

O modelo

O pai da garota, Asdrúbal Almazán, diz que o Cedat se baseia em um modelo educacional desenvolvido pelo irmão mais velho de Dafne, Andrew – que é, até o momento, o psicólogo mais jovem do mundo, segundo a organização World Record Academy.

O modelo psicopedagógico é chamado de teoria nomênica e se baseia na segregação total das crianças superdotadas. A chave do sucesso, segundo ele, é deixá-las principalmente longe dos adultos. “As crianças se desajustam”, afirma Almazán.

Em seus estudos no centro, Dafne também seguiu o modelo de “aceleração radical”, que seu pai explica como “deixar que a criança aprenda sem nenhum freio”.

“Às vezes pode parecer que estamos tirando a infância deles. Uma menina de 13 anos que estuda chinês, francês, inglês, piano, robótica, e artes plásticas. As pessoas pensam que não dá tempo.”

“Mas não é assim. É simplesmente organização, porque eles também jogam, brincam.”

Dafne vai falar sobre sua experiência com a “aceleração radical” em agosto, na Dinamarca, durante um congresso do Conselho Mundial de Crianças Superdotadas e Talentosas (WCGTC, na sigla em inglês).

Em família

Almazán também diz que a estabilidade emocional e a unidade do núcleo familiar são importantes para que os superdotados se desenvolvam. No entanto, ele reconhece que, na sua família, o caminho não foi fácil.

“O primeiro, Andrew, nos deu mais trabalho. Foi porque nos vimos sem respostas, pensávamos que tinhamos um filho diferente que não se ajustava em nenhum lugar”, relembra.

“Essa foi a razão para abrirmos o centro. Para poder atender crianças que, como ele, aprendem muito rápido e não têm as pessoas adequadas para guiá-los e ver como sofrem por serem diferentes.”

No princípio, ele afirma que “tiveram muitos diagnósticos errados” sobre o que havia de diferente com seu filho. “Nos rebelamos, assumimos que ele era uma criança superdotada e começamos a nos preparar para entender o fenômeno.”

Aos 20 anos, Andrew não só é psicólogo como também se formou em medicina, tem um mestrado em educação, está terminando um doutorado e é pesquisador.

Segundo dados do Cedat, 93% das crianças superdotadas são diagnosticadas erroneamente com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), o que pode gerar tratamentos inadequados e provocar a perda de suas capacidades.

Mesmo preparados, os pais de Dafne não queria que, porque seus irmãos eram superdotados, ela se sentisse pressionada.

No entanto, a garota mostrou ser precoce ainda antes de um ano, quando aprendeu a caminhar. Seus pais davam giz de cera para que ela pintasse, mas ela insistia em pedir lápis.

Observando sua irmã e usando os lápis para escrever em um guardanapo que escondia, aprendeu a ler e a escrever aos dois anos e meio.

“Ela queria os lápis porque, com os giz de cera, não podia escrever. Quando vimos que ela aprendeu a ler, pensamos: ‘Não podemos lutar contra isso'”, diz o pai.

Segundo ele, entre os irmãos havia competição e ciúme, algo comum entre crianças com capacidade intelectual acima da média.

“Todos são muito competitivos, querem ser os melhores. Então na dinâmica familiar, os pais devem focar sobretudo em ensiná-los respeito.”

Mesmo assim, as brincadeiras dos irmãos também eram oportunidades de aprendizado.

“Os três brincavam de Revolução Francesa, imprimindo os retratos dos personagens e jogando em um mapa. Para nós, era muito bom ver que estavam aprendendo.”

Pavarini's RSS Feed
Go to Top