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Literatura e natureza: estúdio de design inglês cria belas estantes em formato de árvores

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Stephanie D’Ornelas, no Follow the Colours

Esse estúdio de design do Reino Unido cria fantásticos móveis artesanais que celebram a natureza, especialmente quando falamos em estantes com formato inspirado em árvores, seu produto que mais faz sucesso. Confira:

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Os amantes de literatura e natureza podem comemorar duas paixões com essas lindas estantes em formato de árvores. Um jeito diferente e descontraído de organizar os livros!

As criações são da BespOak Interiors, uma pequena empresa da Inglaterra que fabrica móveis feitos à mão com inspiração na natureza.

Daniel Lee, o fundador da BespOak, diz que começou a trabalhar com o material desde muito jovem, quando via seu avô em sua oficina. As estantes de madeira renderam a ele o prêmio Business Innovation of the Year de 2015, da Cirencester Business Awards, que elege projetos locais inovadores.

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De acordo com o site da marca, “trazer a natureza para dentro de casa pode criar um ambiente calmo, tranquilo, através de móveis que não precisam ser tradicionais. Nós misturamos um estilo moderno e contemporâneo com madeira natural de origem sustentável para produzir belos desenhos que tornam qualquer casa atrativa“.

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Além das estantes disponíveis na loja online, a marca produz outros projetos sob medida. “O toque pessoal é importante para nós, e é por isso que gostamos de ter tempo para conhecermos cada cliente e fazer sua peça personalizada de maneira perfeita“, contam os produtores da BespOak no site.

As prateleiras incríveis estão disponíveis em uma grande variedade de formas, tamanhos e acabamentos para complementar a sua decoração existente!

10.000 livros tomam conta de uma rua em Toronto

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Felipe Chaves, no Green Me

Um recente projeto de artístico de um grupo de intervenções urbanas chamou bastante atenção recentemente pela proposta real e tocante sob a ótica da arte. Intitulado originalmente como Literature Vs Traffic (ou “Literatura vs Tráfego” em tradução literal) a intervenção atribuiu novos valores de uso a uma movimentada via de trânsito da cidade de Toronto, no Canadá e gerou efeitos visuais memoráveis.

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A intervenção consistiu e cobrir uma rua com livros luminosos. Toda a rua foi coberta com a utilização de 10.000 livros. Luzinterruptus, grupo responsável pela intervenção urbana, recebeu os livros do Exército da Salvação. Além disso, mais de 50 voluntários trabalharam por mais de 12 dias para preencher a rua com os livros.

A visão final do trabalho é realmente impressionante, tendo aspectos magistrais da plena realização da intervenção. Em seu site, o grupo relata a experiência: “Desta maneira, uma área da cidade que é normalmente destinada à velocidade, à poluição e ao ruído, se tornará por uma noite um lugar de sossego, calma e coexistência, iluminado pelas luzes suaves que saem das páginas dos livros”.

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O grupo diz ainda que a proposta da intervenção é que as pessoas se apropriem dos livros conforme desejarem, dando vida própria às alterações da obra, “Os livros estão lá para aqueles que querem levá-los. Desta maneira a intervenção vai se reciclando e durará tanto quanto as pessoas quiserem que dure”.

Para quem pode contemplar a intervenção, não ficou dúvidas da clara genialidade do que fora proposto. Em uma fruição de aspectos mais gerais, a rua continua cumprindo seu claro papel de via, de transporte, enquanto os livros são a fonte de todo conhecimento que emanam a luz, eliminando as sombras da ignorância. Afirma-se então que este caminho só é possível através dos livros. De fato, a proposta torna a cumprir não somente o seu papel artístico, mas também um necessário papel social que a arte também pode desempenhar.

Iniciativas assim são de extrema importância para a sociedade como um todo. Quando não há espaço para a criação artística, não há espaço para o conhecimento. É importante que haja o incentivo à arte constantemente, principalmente quando lidamos com as crianças. A arte ensina a expressar, criar e principalmente a raciocinar. Assim, o projeto Literature Vs Traffic é um exímio exemplo de como a arte, sem perder o seu significado poético e própria função artística, pode atender a demandas de constatação das crises urbanas.

No vídeo, podemos ver a obra “em prática” e cumprindo seu papel objetivado. Em tempo acelerado, o vídeo mostra como lentamente os livros vão desaparecendo da instalação, reafirmando então a intenção de seus criadores. A instalação da intervenção durou por uma noite inteira:

O grupo Luzinterruptus é anônimo e é bastante conhecido por suas intervenções com luzes. Diversos outros projetos podem ser verificados em sua página com registros fotográficos. Segundo a descrição de seu site, as luzes são de fato o principal foco de seus trabalhos: “Somos um coletivo artístico anônimo, e realizamos intervenções urbanas em espaços públicos. Utilizamos a luz como matéria-prima e a noite como tela.” diz a página do grupo.

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O grupo surgiu em 2008 e é formado por pessoas que vêm de diferentes áreas, como arte e fotografia. Fizeram sua primeira intervenção em Madri, na Espanha, ou seja, realizam intervenções nos mais variados países e cidades. O nome do grupo é uma referência a palavra luz e também interrompimento, uma reafirmação de como os objetivos artísticos serão realizados, através da condução de luzes.

Artista Javier Bellomo imprime retratos em folhas de livros

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Publicado em O Beijo

Para o artista Javier Bellomo, um livro é mais do que um livro. É um suporte para impressão de fotografias. O argentino produz retratos que depois ganham dezenas de páginas de publicações diversas.

A mescla entre as imagens e as letrinhas miúdas é quase hipnótica. “O que está escrito tem relação com a expressão do personagem retratado”, é uma das perguntas que surge quando o trabalho é visto.

Em seu site, o artista conta que a fotografia surge de um processo intenso. Há muita conversa antes da câmera ser disparada. A fragmentação também é um aspecto a ser discutido, Bellomo intitula esta série de “Quebra-Cabeças”.

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Aprenda como funciona um livro pop-up

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Fabio Mourão no Dito pelo Maldito

Não importa o quão longe avance a tecnologia, os livros pop-up sempre serão fascinantes aos olhos de quem abre um exemplar, independente da sua idade. O artista Matthew Reinhart é especialista nessa forma sofisticada de contar história, e em um vídeo para o canal SciFri do youtube, ele desvenda os fundamentos dessa complicada mecânica.

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Com uma tesoura, fita adesiva, e muita criatividade, Reinhart é um engenheiro que transforma dobras de papel em criaturas fantásticas, cenários grandiosos, e diversos personagens.

No vídeo abaixo ele explica alguns aspectos técnicos que fabricam essa mágica, estabelecendo estruturas em camadas que se articulam no manipular das páginas para contar histórias que, literalmente, pulam pra fora dos livros.

Artista cria lindos cenários para seus contos de fadas usando livros antigos

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Publicado no Conexão Penedo

Su Blackwell adora criar esculturas usando livros antigos. Com muita técnica e um capricho incrível, ela transforma as páginas em objetos tridimensionais para ilustrar seus “contos de fadas”.

A artista compra livros de segunda mão, lê, e depois começa a montar suas esculturas. Seu último conto, por exemplo, envolve habitações como casas na árvore, faróis e outras estruturas que acendem quando estão habitadas.

“Como estou no processo de vender minha casa, decidi criar essas habitações diferentes. Eu estou indo embora de Londres, quero viver em uma cidade tranquila, à beira mar. O processo de comprar uma nova casa é um tanto assustador”, explicou Su.

Veja mais trabalhos da artista em seu site oficial.

Dá uma olhada:

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(mais…)

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