arte

Contos em caixas de fósforos

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Publicado por OBVIOUS.

Samir Mesquita é um curitibano que se define como alguém de poucas palavras; talvez seja por esta característica que possa transitar com com tanta desenvoltura pelo mundo dos microcontos.

 

Samir Mesquita caixa fosforo conto hemingway

Definir o que seria um microconto não é muito fácil; embora encontrando consenso entre os escritores e especialistas das Letras de todo mundo, de que são prosas curtíssimas que se valem apenas de poucas palavras para começarem a existir. Porém eles acabam esbarrando em alguns preceitos da poética e mesmo da prosa, se não esbarrando, misturando-se a eles. Um exemplo disso é que, eventualmente, pequenos contos são confundidos com os famosos haikais, textos poéticos cujo formato é sempre conciso e objetivo.

Mas, discussões à parte, o que todos concordam é que a difícil arte de contar histórias usando pouco mais ou pouco menos de cinqüenta palavras é algo que Samir Mesquita faz bem. Nascido em Curitiba, cidade sulista brasileira, mas que vivendo hoje em São Paulo, o escritor lançou recentemente o seu livro “Dois Palitos” onde rapidíssimas e impactantes histórias nos apresentam bêbados, suicidas, divórcios, mulheres da vida e algum amargor.

E, no estilo do autor, “Dois Palitos” é também um livro micro porque os contos vêm empilhados dentro de uma simpática caixinha de fósforos (que inclusive funciona). Para comprar o livreto e conhecer o microblog de Samir Mesquita, é só visitar a página do autor onde também estão disponíveis contos rápidos numa apresentação bastante interessante. Alguns deles você pode conferir logo aqui abaixo.

Samir Mesquita caixa fosforo conto hemingway

 

Samir Mesquita caixa fosforo conto hemingway

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Samir Mesquita caixa fosforo conto hemingway

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Samir Mesquita

 

Leia para uma criança!

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Publicado por KIDS INDOORS

É mágico!!!
Essa ONG que leva livros para criança que mais precisam de um!
Segue o link: http://bookpeopleunite.org
Ou no twitter: #bookpeopleunite
Vamos ler mais, gente!

Construções em lápis de jennifer maestre

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Publicado por Obvious

Ao admirar a obra do biólogo Ernst Haeckel (1834-1919), Jennifer Maestre  aprendeu que as possibilidades que a natureza oferece à arte não se esgotam.  Pegando na forma do ouriço-do-mar, a artista sul-africana desenvolveu esculturas  orgânicas feitas de lápis-de-côr e fio de costura.

animais, escultura, jennifer, lapis, maestre, marinhos, ouriço, picos © Jennifer Maestre, “Kraken”.

Quando se olha de relance para uma escultura de Jennifer Maestre, parece que  vemos um ser vivo marinho longe do seu habitat natural: o fundo escuro sobre o  qual as suas peças são fotografadas ajuda à ilusão óptica. Coloridas e de  aspecto orgânico, as peças de Maestre são, afinal, compostas por lápis de côr  afiados e entrelaçados uns nos outros.

Na verdade, a ideia que inspirou o conceito deste projecto veio precisamente  das profundezas oceânicas. Quando estava a terminar a faculdade, ocorreu-lhe a  ideia de criar uma caixa com um compartimento secreto para uma pérola. A caixa  teria a forma de um ouriço-do-mar feito de prata. O objecto suscitaria emoções  contraditórias no espectador: seria belo, sem que houvesse o desejo de  tocar-lhe.

Apesar de esta ideia nunca ter sido desenvolvida, Maestre centrou-se na ideia  do ouriço e começou a utilizar pregos como espinhos, adicionando vários  elementos aleatórios às suas esculturas, como fechos-de-correr. A dado momento,  apercebeu-se de que o prego não era o melhor material para trabalhar, já que  Maestre queria criar formas mais complexas. Descobriu então os lápis afiados e  desenvolveu técnicas de costura para uni-los um a um.

animais, escultura, jennifer, lapis, maestre, marinhos, ouriço, picos © Jennifer Maestre, “Circumbendibus” (imagem  esquerda).© Jennifer Maestre, “Tiamat” (imagem  direita).

Hoje, Maestre utiliza centenas de lápis coloridos para produzir as suas  esculturas. Corta-os em pedaços de 2,5cm e perfura cada um deles,  transformando-os numa espécie de contas. Depois, afia-os e cose-os (usando a  técnica peyote) para dar forma à estrutura, criando objectos cada vez mais  complexos que se assemelham a ouriços-do-mar. Quando o trabalho está terminado,  as suas peças chegam a valer €6000. (mais…)

Sobre linhas entre espaços

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Publicado por Obvious

A forma de Arte que dispensa galerias, museus e prestigio. A Arte marginal,  criativa e surpreendente. Do movimento underground a exemplo de sustentabilidade  espacial. A Street Art. (Arte de Rua)

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Arte de rua não precisa de tempo, espaço, movimento cultural nem tão  pouco de reconhecimento para acontecer, ela só precisa da rua. E assim ela  acontece, nos lugares menos esperados, nos guetos, nos lixões, debaixo de  pontes, em paredes estragadas e em lugares abandonados.

Acontece e prova que a conspeção de arte é atemporal e social. E que ela à  arte sobrevive por si só. Entretanto a  Street Art, tem uma pegada mais  despretensiosa, seu foco principal é falta de um foco, seu elemento é o  dia-a-dia e a ironia e criatividade existente em cada um de nós, com este olhar  ela retrata com bom humor o contexto social, politico, ambiental e surreal de  nossa “insana” sociedade. Mostrando   uma nova estampa, para lugares comuns e  por vezes marginalizados pelo contexto urbano existente.

A expressão Arte Urbana surge inicialmente associada aos pré-urbanistas  culturalistas como John Ruskin ou William Morris e posteriormente ao urbanismo  culturalista de Camillo Sitte e Ebenezer Howard (designação “culturalista” tem o  cunho de Françoise Choay). O termo era usado (em sentido lato) para identificar  o “refinamento” de determinados traços executados pelos urbanistas ao  “desenharem” a cidade. (mais…)

Era uma vez um manga que saiu do papel…

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Publicado por Peculiarizar

Não é apenas quanto aos livros digitais que circulam muita discussão e polêmica. A banda desenhada também vem enfrentando essa transformação. Uma dessas questões gira em torno da ”tela infinita” de quadrinhos digitais que não se pode fazer com papel e tinta tradicional.

Vale lembrar, no entanto, que existem coisas que você pode fazer com essas ferramentas tradicionais, assim como Yusuke Murata fez.

Murata, do seguimento Hetappi Manga Research Lab R, usa papel dobrado, recortes, e até mesmo luzes mostradas através de papel para criar uma história pastelão tridimensional de um artista de manga literalmente fugindo de seus prazos.

O resultado é lúdico e cheio de ação!

(mais…)

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