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Justiça proíbe vendas de autora brasileira acusada de plagiar Nora Roberts

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Cristina Serruya foi processada pela autora Nora Roberts
Foto: Reprodução

Publicado no JC Online

Maria Fernanda Rddrigues, da Estadão Conteúdo

A escritora best-seller americana Nora Roberts ganhou a primeira batalha contra a brasileira Cristiane Ribeiro Allevato Serruya em processo de plágio aberto na semana passada, no Rio de Janeiro.

Em sua decisão, Maria Cristina de Brito Lima, da 6ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, determinou a suspensão da venda dos livros físicos, e-books e audiolivros dos títulos Royal Love, Royal Affair, Unbroken Love, Hot Winter, Forevermore e From the Baroness’s Diary, além da inclusão, na capa e nos links disponibilizados nos sites da Amazon, Saraiva, Cultura, Barnes & Noble, Kobo e E-Bay da expressão “suspensa a venda por ordem judicial”.

A juíza determinou ainda o bloqueio dos royalties advindos da venda desses livros nas livrarias citadas. Os valores devem ser depositados em conta judicial. O descumprimento da decisão judicial, por parte de Cristiane, das livrarias ou editoras, poderá acarretar multa de R$ 5 mil por exemplar de obra indevidamente vendida.

Novos rumos

“Isso representa um novo patamar de demanda judicial na área literária”, diz Gustavo Martins de Almeida, advogado de Nora Roberts. Principalmente porque envolve suportes imateriais – e-books e audiolivros – e porque Nora Roberts, estrangeira sem bens no Brasil, está dando como garantia os direitos autorais de seus livros publicados por três editoras. “É interessante ver o Judiciário se adequando às novas tecnologias”, comenta o advogado.

Cristiane Ribeiro Allevato Serruya tem 15 dias para recorrer da decisão.

O jornal O Estado de S. Paulo não conseguiu contato com a brasileira até o fechamento da matéria.

Família de Tolkien desaprova cinebiografia com Nicholas Hoult

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Nicholas Hoult em cena de ‘Tolkien’, cinebiografia do autor de ‘O Senhor dos Anéis’ (//Divulgação)

Grupo que administra o legado do autor publicou um comunicado esclarecendo que não participou da produção de nenhuma forma

Publicado na Veja

O filme Tolkien, que contará a história do criador de O Senhor dos Anéis, O Hobbit e de todo o idioma élfico contido nessas obras, não terá o apoio da família do autor, segundo informou o jornal britânico The Guardian.

Na manhã da terça-feira, 23, o Tolkien Estate, grupo que administra o legado e os direitos autorais de J.R.R. Tolkien, divulgou um comunicado informando à imprensa que não participou da elaboração da cinebiografia e que, portanto, não aprova a produção.

“A família de J.R.R. Tolkien e o Tolkien Estate estão cientes do longa-metragem da Fox Searchlight intitulado Tolkien, que será lançado em maio de 2019, e querem deixar claro que não aprovam, autorizam ou tiveram participação na realização desse filme”, diz a nota, reforçando que o grupo “não endossa a obra ou seu conteúdo de nenhuma forma”. Apesar disso, um representante da família informou ao jornal que o órgão não pretende tomar medidas legais.

O longa, previsto para estrear no dia 23 de maio no Brasil, traz Nicholas Hoult (Mad Max: Estrada da Fúria e X-Men: Primeira Classe) no papel principal e narra sua relação com um grupo de amigos, a que chama de “Sociedade” (como os protagonistas do primeiro livro da trilogia O Senhor dos Anéis), mostrando seus estudos no campo de linguística e o eventual envolvimento de todos eles na I Guerra Mundial, evento que marcaria para sempre a vida e a literatura de Tolkien.

“Notre-Dame de Paris”, de Victor Hugo, lidera vendas na internet após incêndio

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O escritor Victor Hugo concebeu o clássico “Notre-Dame de Paris” em 1831Colagem / French Government,Ministry of Culture/Zahar

Em 1831, quando o livro fez sucesso entre os franceses, movimento cidadão fez com que as autoridades reabilitassem a catedral, na época em estado de decrepitude

Publicado na Gaucha Zh

Romance do escritor Victor Hugo, o clássico Notre-Dame de Paris (1831) tornou-se número um de vendas pela internet na França desde o incêndio que destruiu parcialmente a catedral na segunda-feira (15), colocando em risco um dos pontos turísticos mais apreciados no mundo.

Em muitas livrarias, a obra está esgotada. O fenômeno também foi observado com o livro Paris é uma Festa (1964), de Ernest Hemingway, depois dos ataques de 13 de novembro de 2015, em que diversos pontos de Paris, incluindo a boate Bataclan, foram palco de atentados.

Diante da demanda pelo clássico de Victor Hugo, conhecido também por Os Miseráveis, os editores do romance em formato de bolso decidiram lançar novas tiragens e doar os lucros ao fundo lançado para financiar a reconstrução da catedral.

Escrito em 1831, Notre-Dame de Paris se passa em 1482, na época do reinado de Luís XI. O romance foi adaptado muitas vezes ao cinema. A versão mais famosa é a animação da Disney (1996).

Uma passagem no romance se tornou bastante compartilhada nas redes sociais, em vários idiomas, após incêndio: “Todos os olhares se dirigiam para a parte superior da catedral e era algo extraordinário o que viam: na parte mais elevada da última galeria, acima da rosácea central, uma grande chama subia entre os campanários com turbilhões de faíscas, uma grande chama revolta e furiosa”.

Em torno dos personagens Quasímodo e da cigana Esmeralda, Victor Hugo fez da catedral a verdadeira heroína de Notre-Dame de Paris, com o objetivo de chamar a atenção sobre o estado de decrepitude do monumento. Na época, o sucesso da obra provocou um movimento cidadão que foi capaz de fazer com que as autoridades reabilitassem a catedral.

O romance Notre-Dame de Paris (que só ganharia o nome O Corcunda de Notre-Dame após a primeira edição inglesa) também está disponível gratuitamente e legalmente, em francês, na Gallica, biblioteca digital da Biblioteca Nacional da França.

Pequenas Realidades, de Tabitha King, será lançado no Brasil

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Romance de estreia da escritora que é esposa de Stephen King

Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

A editora DarkSide anunciou que vai lançar no Brasil o livro Pequenas Realidades, de Tabitha King. O romance foi publicado originalmente em 1981, como a estreia da escritora, que também é esposa de Stephen King.

A trama gira em torno de Dorothy Hardesty Douglas, a filha de um ex-presidente dos EUA, que agora vive uma vida pacata. Entusiasta de miniaturas e maquetes, ela possui uma réplica da Casa Branca em seus mínimos detalhes. Ao conhecer um homem que trabalhou em um projeto secreto do governo, Dorothy descobre uma forma sinistra de aperfeiçoar seu hobby.

O lançamento acontece em 29 de maio.

Sucesso de Ruth Rocha, ‘Marcelo, Marmelo, Martelo’ deve virar série

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Data da foto: 12/2002 Ruth Rocha, escritora infanto-juvenil. (Divulgação/Divulgação)

A direção da adaptação do livro que teve mais de 20 milhões de cópias vendidas será de Calvito Leal e Duda Vaisman

Publicado na Veja

Marcelo, Marmelo, Martelo pode virar série. A produtora Coiote conseguiu autorização de Ruth Rocha para a adaptação, e agora busca patrocínio ou parcerias com empresas do ramo para transformar o maior sucesso da escritora em uma produção de streaming.

“É sempre um desafio, mas acreditamos que já partimos com o interesse de um grande público, de várias gerações”, afirma Margarida Ribeiro, integrante da equipe que levará para as telas o livro de mais de 20 milhões de cópias vendidas. A direção será de Calvito Leal e Duda Vaisman.

“Estou na expectativa de ver o que vai sair, como vai ser. Naturalmente, estou feliz, porque televisão é importante, as crianças adoram”, diz Ruth Rocha. “Expande a história. O público de TV que não é leitor pode ganhar interesse em ler. E o público que é leitor vai ter interesse na série.”

Na maioria das vezes, a escritora não autoriza pedidos de adaptação de seus livros. “Vem muita bobagem, o livro vira outra história. Tem de ter a essência do original.”

Ruth Rocha não acredita que os produtos audiovisuais ‘roubam’ as crianças dos livros. “A TV, os tablets roubam um pouco de tempo, sim, mas também estimulam e podem remeter aos livros”, afirma ainda. “Não devemos demonizar nada”, acrescenta.

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