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Página do Facebook une literatura com memes e resultado é hilário

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Giuliana Viggiano, na Galileu

Se você é fã de literatura, mas também não perde a oportunidade de dar uma boa risada com memes, a página do Facebook Obras literárias com capas de memes genuinamente brasileiros é tudo o que você procurava.

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A página surgiu em 2016 e foi ideia de Luis Miguel: “A ideia é dar umas risadas e incentivar o pessoal a ler mais, tornar a literatura mais inclusiva, de modo que se identifique com o modo de vida do século 21, principalmente em relação a livros de épocas passadas”, disse em entrevista à GALILEU.

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Funcionou. Em outubro de 2017 o perfil contava com quase 300 mil curtidas e um grupo na própria rede social no qual os fãs mais “assíduos” podem publicar o que quiserem.

“Eu sempre procuro postar no grupo da página para ver a reação do pessoal em relação ao meme, mas não compactuamos com opiniões ofensivas a minorias”, contou a outra administradora, Isabelle Lara Campos.

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Cuidar do perfil virou quase um trabalho para os organizadores da página, tarefa que Giovanne Lima às vezes acha complexa. Contudo, ele concorda com a colega Marcia Abreu quando diz que eles “simplesmente se divertem”.

Para ver mais memes geniais, clique aqui.

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Pela família e pelas crianças! Sete livros que o Brasil precisa banir

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Rodrigo Casarin, no Página Cinco

Exposição cancelada após manifestações em Porto Alegre, peça censurada em Jundiaí, quadro apreendido em Campo Grande… Finalmente honrados cidadãos de bem estão conseguindo acabar com a depravação e a baixaria que tomam conta da arte no país. É mesmo necessário que os bons modos se sobreponham à insensatez de muitos de nossos artistas – se é que podemos chamar de artista alguém que não consegue desenvolver um trabalho que leve a reflexões positivas.

Aproveitando o ótimo momento para a moral e os bons costumes, listo aqui sete livros que, pelo bem de nossas famílias, precisam ser urgentemente banidos do Brasil. Manter as pessoas, principalmente as crianças, afastadas desses embustes literários com certeza nos transformará em uma sociedade melhor:

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Lolita”: é a história de um professor que se apaixona e tenta conquistar uma aluna para quem dá aulas particulares. O problema é que a menina, a ingênua e frágil Dolores, tem 12 anos, e o professor, 40. Ou seja, estamos diante de um claro caso de pedofilia. Não surpreendente que o livro seja de Vladimir Nabokov, um russo que viveu durante a época da União Soviética. Com certeza era um desses comunistas depravados.

O Caderno Rosa de Lori Lamby”: claro que mais cedo ou mais tarde alguém no Brasil tentaria copiar a depravação desse russo que falei acima. Hilda Hilst conseguiu ser ainda pior do que Nabokov e criou uma história erótica protagonizada por uma criança. Sim, uma criancinha de 8 anos. Nojento! Não basta banir o livro, o ideal seria exumarmos o corpo da autora para que pudéssemos prendê-la.

O Ateneu”: não quero me alongar muito nessas apologias à pedofilia, mas também preciso falar desse disparate do Raul Pompeia que virou um clássico da literatura em língua portuguesa. Aqui há o incentivo para que garotos mais fortes protejam os mais fracos em troca de sexo gay (que, graças à justiça, agora poderá ser combatido com tratamento psicológico). O absurdo maior é que esse livro costuma ser trabalhado ou mencionado em sala de aula, impactando diretamente na criação de uma degenerada geração.

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Biga Jato”: olha o que Xico Sá escreve nesse panfleto da zoofilia: “Estava lesado brincando com uma vara de pescar no quintal de casa, ensaio para uma pescaria de responsa, e no volteio da linha de náilon, o anzol, maldita interrogação do universo, dá duas voltas em torno do sol e de mim mesmo, crec, e vai direto para o meu pequeno membro, atravessando o prepúcio, se é que podemos falar com tanta grandeza de uma coisa insignificante e judiada de tanto sexo com cabras, cactos e bananeiras”. Sim, isso mesmo que você leu: sexo com cabras, cactos e bananeiras, animais e plantas. Já pensou se um pai desavisado lê isso para seus filhos? Essa “arte” apenas nos envergonha, não serve para nada. Fogueira nela!

O Evangelho Segundo Hitler”: esqueça aquela história de que não devemos julgar um livro pela capa. Neste caso, fica muito claro o que um tal de Marcos Peres deseja fazer: contar a história de Jesus segundo a ótica do mentor do nazismo. Heresia das bravas. Tomara que quando esse autor morrer a alma dele seja recebida pelo próprio Hitler, que sem dúvidas estará acompanhado do Capiroto em um lugar bem quente.

Jesus Cristo Bebia Cerveja”: heresia não falta na literatura contemporânea em língua portuguesa. Nesse livro, o Afonso Cruz, um lusitano, insinua que Jesus não teria transformado água em vinho, mas em cerveja. Acha que Jesus é um pau d’água que consome essas bebidas bárbaras servidas em botecos sujos, seu Afonso? Vai falar que ele bebia cachaça também?

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Bíblia”: não ia nem falar deste livro, que me parece o pior de todos, mas é preciso evidenciar aquilo que precisamos combater. No tijolo tem de tudo: incentivo para que pais matem seus filhos, filhas fazendo sexo com o pai, sodomitas, um monte de gente recorrendo às imorais prostitutas para se satisfazer e, no ápice, um dos protagonistas sendo torturado até a morte em uma cruz. Um horror, um horror, apologia a tudo o que existe de mais nefasto e cruel. Pior, me parece que crianças são expostas a esse conteúdo em aulas que chamam de catequese. Espero que isso seja apenas um boato.

Precisamos combater tudo isso, honrados cidadãos de bem. Afinal, já estamos em 1321 e a Idade Média não comporta mais essas coisas.

Esta página transformou memes em capas de livros clássicos

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Publicado no Catraca Livre

A página Obras literárias com capas de memes genuinamente brasileiros conseguiu unir o que de melhor há na internet com livros clássicos nacionais e internacionais. As releituras bem-humoradas dos livros estão fazendo sucesso. Com mais de 180 mil fãs, a página afirma que um de seus objetivos é despertar no público a vontade de ler.

Confira as melhores capas com memes:

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Clique aqui para ver mais capas postadas na página.

Créditos: Reprodução/Obras literárias com capas de memes genuinamente brasileiros

Ator Alec Baldwin prepara ‘livro de memórias’ satírico de Trump

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O ator Alec Baldwin interpreta o presidente Donald Trump (Reprodução)

O ator Alec Baldwin interpreta o presidente Donald Trump (Reprodução)

 

Ator incorpora um Trump com ego inflado e viciado em Twitter no ‘Saturday Night Live’

Publicado na Veja

O ator americano Alec Baldwin está levando sua imitação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no programa Saturday Night Live das telas para as páginas de um livro de memórias satírico que deve ser lançado no final deste ano. A paródia política escrita em parceria por Baldwin e pelo romancista e radialista Kurt Andersen está programada para chegar às livrarias no dia 7 de novembro, segundo a editora Penguin Press.

A audiência do Saturday Night Live, o humorístico semanal mais longevo do canal NBC, disparou desde que Baldwin começou a imitar Trump em uma série de esquetes nos quais debocha do bilionário ex-apresentador de reality show que virou presidente. As paródias, nas quais Baldwin retrata Trump como um comandante-em-chefe com dificuldade de concentração, um ego inflado e viciado em Twitter, tornaram-se uma constante do SNL, ao mesmo tempo em que atraíram a ira nada fictícia de Trump.

Trump criticou a atração da NBC em dezembro, classificando-a de “totalmente inassistível” e um “crime de encomenda”. “Ele foi eleito porque foi o candidato presidencial mais franco da história, um homem sempre disposto a dizer a verdade nua e crua sobre os defeitos dos outros, assim como sobre sua própria excelência”, disse a Penguin a respeito de Trump em um comunicado anunciando o livro de memórias paródico. “Agora essa franqueza… revigorantemente compulsiva se aplica a seu período como líder do mundo livre.”

O anúncio veio um dia depois de uma editora do mesmo grupo, a Penguin Random House, comunicar que fechou um acordo para publicar dois livros futuros do ex-presidente americano Barack Obama e da ex-primeira-dama Michelle Obama. Os termos do acordo não foram revelados, mas o jornal Financial Times noticiou uma disputa acirrada pelos direitos globais das duas obras na qual o lance vencedor superou o valor recorde de 60 milhões de dólares.

(Com agência Reuters)

E se ‘Harry Potter’ tivesse seus títulos inspirados em Hermione?

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(Reprodução/Giphy)

(Reprodução/Giphy)

 

‘Hermione Granger e a Vez em que Eu Ajudei o Harry a Não Morrer ou Passar Vergonha no Tribruxo e Fui Notada por um Astro Internacional’.

Giovana Feix, no M de Mulher

Quem é fã de Harry Potter sabe que, se não fosse a presença da amiga Hermione Granger em sua vida, o protagonista estaria em sérios ~apuros~.

Pensando no quão incrível é a personagem – uma das maiores garotas da ficção que você respeita -, o site Potterish reinventou os títulos de todos os sete livros da série. Olha só:

(Reprodução/@Potterish/Facebook)

(Reprodução/@Potterish/Facebook)

 

Não é maravilhoso?

“Se a série se chamasse ‘Hermione Granger’, só teria três livros, porque ela teria dado um jeito no Voldemort sem precisar passar sete anos”, comentou uma fã no Facebook. Quem aqui concorda com ela?

(Reprodução/Giphy)

(Reprodução/Giphy)

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