Contando e Cantando (Volume 2)

listas

O que levar para ler nas férias?

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No Dia do Leitor, uma lista de livros sugeridas pela equipe do Segundo Caderno

O livro 'Uma escuridão bonita', do angolano Ondjaki, é uma das sugestões de eleituras para as férias - Divulgação

O livro ‘Uma escuridão bonita’, do angolano Ondjaki, é uma das sugestões de eleituras para as férias – Divulgação

Mariana Filgueiras e Maurício Meireles em O Globo

RIO — Dia 7 de janeiro é o dia de celebração da Cabanagem, a revolta popular do Pará que em 1789 exigia a autonomia da província brasileira; é o dia em que, em 1890, foi decretada a separação entre a Igreja e o Estado no Brasil; é o dia do aniversário do cantor e compositor Luís Melodia e, mais do que importante para saber tudo isso, é o Dia Nacional do Leitor. Para celebrar a data, os repórteres Mariana Filgueiras e Maurício Meireles sugerem uma lista de leitura para as férias com alguns de seus livros prediletos. Obras de ontem e de hoje, lançamentos ou clássicos, romanções ou quadrinhos, que tenham aquele apelo inevitável das férias, do verão — o livro que não pesa na bolsa de praia e que é muito melhor se lido ao ar livre. Confira:

1. “A vida descalço”, Alan Pauls (Cosac Naify)

As lembranças das férias de infância do autor argentino em Cabo Polônio, praia uruguaia. Um livro perfeito para se ler na praia, apesar de a edição ser de luxo — dá uma certa pena de enfiá-lo numa bolsa cheia de protetor solar, farelo de biscoito e areia. Mas o risco vale a pena. Principalmente quando o autor descreve as espécies de sonhos que temos quando estamos na praia, e só nela e as conclusões que também só temos ali, pés fincados na areia quente.

2. “Pavões misteriosos, 1973-1984: A explosão da música pop no Brasil”, André Barcinski (Ed. Três estrelas)

Verão combina com música pop, texto solar e revelações inesperadas. Impossível não levantar da rede e partilhar com os amigos as histórias sensacionais que o jornalista André Barcinski conta dos ícones da nossa música popular que fazem muita gente torcer o nariz, como Sidney Magal, Gretchen ou Benito de Paula — e as lições de quanto eles contribuíram para a história da MPB.

3. “O professor do desejo”, Philip Roth (Companhia das Letras)

O filho de um dono de hotel de veraneio em Nova York toma lições de vida com uma espécie de faz-tudo artístico do estabelecimento. E usa todas as histórias, artimanhas e manemolências aprendidas com o sujeito para “passar o rodo” (e a expressão aqui é exatamente esta, se me faço entender), nas mulheres que encontra pela vida. Humor existencial da pena fina de um dos maiores romancistas americanos.

4. “Uma escuridão bonita”, Ondjaki (Ilustrações de António Jorge Gonçalves, editora Pallas)

“Histórias sem luz elétrica” é o subtítulo deste romance delicioso do angolano Ondjaki. Escrito no escuro, narrado no escuro, onde as pessoas só veem sorrisos e perdem pirilampos de vista — para se ler bem longe das luzes econômicas de escritórios, numa noite de janeiro fresca e sem pressa.

5. “A invenção de Morel”, Adolfo Bioy Casares (Cosac Naify)

Outro argentino, este um clássico. Talvez a história de amor mais bonita escrita em espanhol, e quem diz não sou eu, mas o escritor cubano Guillermo Cabrera Infante. Jorge Luís Borges chamava esta novela de “perfeita”. São pouco mais de 100 páginas numa viagem que vai da poesia à ficção científica, passando pelo romance policial e realismo fantástico sem paradas — que farão o leitor economizar (ou aprender a pinçar bem) nos adjetivos quando ficar viciado em nova série de TV americana…

6. “Cartas de viagem e outras crônicas”, Campos de Carvalho (José Olympio)

Parece despropositado o livro nesta lista, mas é um artifício sensorial: as cartas escritas por um mal-humoradíssimo (e ainda mais genial) Campos de Carvalho de Londres, nos anos 70, para o jornal Pasquim. Ele reclama tanto do inverno duríssimo daquelas paragens, e o faz com tanto humor involuntário (”Em Londres, há um jornal chamado The Sun, só sai duas vezes ao ano”, era uma das piadas recorrentes), que é impossível que o leitor não sinta ao menos uma brisa gelada no rosto.

7. “O mar”, John Banville (Rocco)

Simplesmente porque não há descrição do mar mais bela. São páginas e páginas a vencer o desafio, num romance que também volta às férias de infância — e ainda há quem subestime a importância das redações escolares com o tema… Vencedor do Booker Prize, encerra esta lista de livros que te dão o mundo inteiro numa tarde de sol.

Maurício Meireles

1. “Obras completas”, Bruno Schulz (Cosac Naify)

m escritor para entrar na lista de favoritos de muita gente. Bruno Schulz é um dos maiores nomes da literatura polonesa, mas se tornou injustamente pouco conhecido fora dos meios literários. Morto pelo nazismo, suas obras completas — com a bela tradução de Henryk Siewierski — são curtas e valem sobretudo pelo livro “Lojas de canela”, no qual Schulz trabalha suas memórias de infância com uma prosa poética que tende ao fantástico e à fabulação. Livro capaz de enternecer os brutos.

2. “O Aleph”, Jorge Luís Borges (Companhia das Letras)

Este livro é uma maravilha. Serve para mostrar que a obra de Borges, cuja grande erudição o tornou um dos autores favoritos da academia, sustenta-se por conta própria — e não é preciso bagagem acadêmica para desfrutá-la. O argentino desenvolve as grandes abstrações típicas de sua obra, deixando o leitor trêmulo. Se você for impressionável, evitar ler antes do dormir, porque a mente fica funcionando a mil.

3. “Palmeiras selvagens”, William Faulkner (Cosac Naify)

Faulkner ficou com fama de “difícil”, em partes por conta da prosa experimental de “O som e a fúria”, seu livro mais famoso. Pois este aqui é uma ótima introdução à sua obra. O livro reúne duas novelas, “Palmeiras selvagens” e “O velho”, que se alternam — mas podem ser lidas separadamente. Todos os elementos faulknerianos já estão no livro: a dimensão trágica dos personagens, o peso da escravidão e da Guerra de Secessão, a melancolia e a própria arquitetura do romance. Apesar da dimensão sombria do escritor, as duas novelas falam sobre dois tipos de amor. A primeira, em especial, sobre um amor proibido.

4. “O complexo de Portnoy”, Philip Roth (Companhia das Letras)

Um dos clássicos que surgiram durante a liberação sexual nos Estados Unidos. Neste que é um dos primeiros — e melhores — livros de Philip Roth, o escritor já nos apresenta um dos seus personagens típicos: Alexander Portnoy, um homem neurótico, irônico, mulherengo e obcecado pela mãe. Para chorar de rir com as histórias familiares do protagonista: o pai com uma prisão de ventre crônica, a mãe que oprime a todos (inclusive a si mesma) com o próprio amor — e relação com a masturbação, tema que chocou muita gente à época do lançamento.

5. “Odisseia”, Homero (Várias)

Há quem se assuste em ler 24 cantos de um poema épico, mas pode esquecer toda a reputação de grande clássico da literatura ocidental: a saga de Ulisses é antes de tudo uma grande história. Além disso, ela já faz tanto parte do nosso imaginário que dá a sensação de já ter sido lida antes. Então vale aproveitar as férias para acompanhar o herói grego em suas aventuras com ninfas, sereias, feiticeiras, ciclopes — e contra a própria ira dos deuses. Também é uma feliz surpresa para quem gosta de cinema, TV ou literatura: afinal, tudo que se faz hoje em termo de estrutura narrativa já tem suas bases neste épico de quase 3 mil anos.

6. “Antologia do conto húngaro”, Paulo Rónai (org. e tradução, Topbooks)

Drummond dizia que este livro era o “mel de agosto”. Paulo Rónai, em um dos maiores legados que nos deixou, o descrevia como “um retrato poético da Hungria”, terra onde cresceu, foi feliz e sofreu — e de onde precisou fugir com a ascensão do nazismo. Aqui, o intelectual húngaro reúne escritores que lhe foram fonte “alegrias e deslumbramentos”. É uma antologia feita com muito carinho, uma ótima chance para conhecer uma literatura feita na região central da Europa, palco de conflitos entre religiões e impérios, pouco conhecida no Brasil.

7. “O gosto do cloro” (HQ), Bastien Vivès (Leya)

Esta história em quadrinhos ganhou o Prêmio Angoulême de 2009, principal troféu do gênero na França. Ela traz uma história de muitos silêncios e grandes significados. O protagonista tímido, desengonçado, vai a uma piscina por recomendação do fisioterapeuta. Lá, encontra uma garota. Os dois conversam, riem, flertam, marcam um encontro para dali em breve — e nunca mais se veem. É um pequeno relato, para ler em uma hora, sobre a solidão.

5 livros para quem gosta de pensar “fora da caixa”

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Josie Conti, no Conti Outra

As convenções sociais e obrigações diárias te deixam entediado (a)? Nem todas as pessoas são capazes de entender as suas piadas? Você é aquele tipo de pessoa que sempre enxerga a realidade por um terceiro e quarto ângulo?

Os livros e escritores mencionados abaixo oferecem diferentes olhares sobre as realidades com as quais estamos acostumados. Confesso que eles fizeram parte de horas muito interessantes dentre as minhas leituras dos últimos anos. Tente acompanhá-los!

1Fora de Série – Outliers

Malcom Gladwell

O que torna algumas pessoas capazes de atingir um sucesso tão extraordinário e peculiar a ponto de serem chamadas de ‘fora de série’? Costumamos acreditar que trajetórias excepcionais, como a dos gênios que revolucionam o mundo dos negócios, das artes, das ciências e dos esportes, devem-se unicamente ao talento. Mas neste livro você verá que o universo das personalidades brilhantes esconde uma lógica muito mais fascinante e complexa do que aparenta.

Baseando-se na história de celebridades como Bill Gates, os Beatles e Mozart, Malcolm Gladwell mostra que ninguém ‘se faz sozinho’. Todos os que se destacam por uma atuação fenomenal são, invariavelmente, pessoas que se beneficiaram de oportunidades incríveis, vantagens ocultas e heranças culturais. Tiveram a chance de aprender, trabalhar duro e interagir com o mundo de uma forma singular. Esses são os indivíduos fora de série – os outliers.

Para Gladwell, mais importante do que entender como são essas pessoas é saber qual é sua cultura, a época em que nasceram, quem são seus amigos, sua família e o local de origem de seus antepassados, pois tudo isso exerce um impacto fundamental no padrão de qualidade das realizações humanas. E ele menciona a história de sua própria família como exemplo disso. Outro dado surpreendente apontado pelo autor é o fato de que, para se alcançar o nível de excelência em qualquer atividade e se tornar alguém altamente bem-sucedido, são necessárias nada menos do que 10 mil horas de prática – o equivalente a três horas por dia (ou 20 horas por semana) de treinamento durante 10 anos. Aqui você saberá também de que maneira os legados culturais explicam questões interessantes, como o espantoso domínio que os asiáticos têm da matemática e o fato de o número de acidentes aéreos ser significativamente mais alto nos países onde as pessoas se encontram a uma distância muito grande do poder.

1Freakonomics – O Lado Oculto e Inesperado de Tudo que nos Afeta

Stephen J. Dubner; Steven D. Levitt

O livro-destaque do ano, segundo o New York Times.

Considerado o melhor livro do ano pelo The Economist, pela New York Magazine, pela Amazon.com e pela Barnesandnoble.com
Vencedor – Prêmio Quill 2005 para o melhor livro do ano sobre negócios
Finalista ? Prêmio Financial Times/Goldman Sachs para o melhor livro do ano sobre negócios

“Se fosse economista, Indiana Jones seria Steven Levitt… Um caçador de tesouros ímpar, cujo sucesso se deve à sua verve, coragem e ao seu menosprezo pela sabedoria convencional… Freakonomics se parece com uma história de detetive… Fiz força para descobrir nele algo do que reclamar, mas desisti. Criticar Freakonomics seria como falar mal de um sundae de chocolate. A cereja do arremate, Stephen Dubner… nos faz rir num momento e levar um susto em seguida. O senhor Dubner é uma pérola das mais raras”.
(Wall Street Journal)

“Freakonomics é um livro esplêndido, cheio de detalhes históricos improváveis, porém impressionantes, que diferencia o autor da massa de cientistas sociais em voga”.
(New York Times)

“O cara é interessante! Freakonomics cativa e é um livro sempre interessante, rico em sacadas, cheio de surpresas… [e] abarrotado de idéias fascinantes”. Washington Post Book World “Levitt utiliza ferramentas estatísticas simples, mas elegantes. Chega ao âmago da questão e escolhe tópicos fascinantes. Todos os cientistas sociais deveriam indagar de si mesmos se os problemas em que estão trabalhando são tão interessantes ou importantes quanto os abordados neste livro fantástico”.
(Los Angeles Times Book Review)

1A arquitetura da felicidade

Alain de Botton

De Botton acredita que o ambiente afeta as pessoas de tal modo que não seria exagero dizer que a arquitetura é capaz de estragar ou melhorar a vida afetiva ou profissional de alguém. Uma de suas teses é a de que o que buscamos numa obra de arquitetura não está tão longe do que procuramos num amigo.

Ao construir uma casa ou decorar um cômodo, as pessoas querem mostrar quem são, lembrar de si próprias e ter sempre em mente como elas poderiam idealmente ser.

O lar, portanto, não é um refúgio apenas físico, mas também psicológico, o guardião da identidade de seus habitantes. Seguindo esse raciocínio, o autor conclui nesta obra que quando alguém acha bonita determinada construção, é porque a arquitetura reflete os valores de quem a elogia. Pode até mesmo expor as idéias de um governo. Cada obra de arquitetura expõe uma visão de felicidade.

Nota da página: Infelizmente esse livro está esgotado. Esperamos que haja uma nova edição em breve.

1Rápido e devagar: duas formas de pensar

Daniel Kahneman

Eleito um dos melhores livros de 2011 pelo New York Times Book Review.

O vencedor do Nobel de Economia Daniel Kahneman nos mostra as formas que controlam a nossa mente em Rápido e devagar, as duas formas de pensar: o pensamento rápido, intuitivo e emocional e o devagar, lógico e ponderado.

Comportamentos tais como a aversão á perda, o excesso de confiança no momento de escolhas estratégicas, a dificuldade de prever o que vai nos fazer felizes no futuro e os desafios de identificar corretamente os riscos no trabalho e em casa só podem ser compreendidos se soubermos como as duas formas de pensar moldam nossos julgamentos.

Daniel nos mostra a capacidade do pensamento rápido, sua influência persuasiva em nossas decisões e até onde podemos ou não confiar nele. O entendimento do funcionamento dessas duas formas de pensar pode ajudar em nossas decisões pessoais e profissionais.

1Contestadores

Edney Silvestre

A obra reúne entrevistas de grande profundidade com pensadores e celebridades, divididas nas categorias – boxeadores, tempestuosos, cordiais, militantes e visionários. Entre eles Norman Mailer, Camille Paglia, Paulo Francis, Noam Chomsky, Salman Rushdie, Edward Albee, Nan Goldin, Gloria Steinen e Paulo Freire

Bispo ameaça roubar o brilho das estrelas

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Alta nas vendas, empate na vice-liderança do ranking das editoras e promoções marcam o início de dezembro na lista

Cassia Carrenho, no PublishNews

1Black Friday, décimo terceiro, o espírito (consumista) natalino ou muitos lançamentos? Uma junção de tudo resultou numa semana com muitos números. Comparada com a lista geral da semana passada, a atual cresceu quase 55%. Na semana passada foram 133.847 exemplares vendidos, nessa semana foram 207.351. Nada a perder v.3 (Planeta), primeiro lugar isolado, e que nessa semana vendeu 115.157, ajudou muito, mas mesmo desconsiderando suas vendas nas duas semanas, ainda tivemos um aumento de mais de 25% na lista geral.

No ranking das editoras, a disputa foi lance a lance. Em primeiro lugar, com 12 títulos, ficou a Sextante. Mas, logo atrás, com dez, tivemos um empate entre quatro editoras: Companhia das Letras, Intrínseca, Novo Conceito e Record. Contabilizando os livros do grupo Companhia-Objetiva, ficaria em segundo lugar, com onze.

A Novo Conceito recebeu uma ajuda de seis livros de Nicholas Sparks na lista de ficção, que já não apareciam há algum tempo, e do O desafio de ferro, da série Magisterium, que entrou na lista pela primeira vez.

Na lista anual, a vitória que era praticamente garantida do livro A culpa é das estrelas (Intrínseca), começa a ser ameaçada. Até essa semana o livro soma 632.201 exemplares vendidos em 2014. Nada a perder v.3 (Planeta) chegou a 545.913, e se manter o padrão da última semana, pode levar o caneco de ouro. Por essa o céu na esperava.

Outra disputa na lista anual era entre Destrua este diário (Intrínseca) e Ansiedade (Saraiva). Nessa semana Ansiedade passou de vez, e deve levar o terceiro lugar na disputa anual.

Editoras mais populares no Instagram (7)

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kimkarda

Sérgio Pavarini

Final de ano chegando, começam a pipocar as enfadonhas tradicionais retrospectivas. Hoje ficamos sabendo que a foto mais curtida de 2014 no Instagram foi a do beijo de casamento da socialite Kim Kardashian. O selinho teve estrepitosos 2,4 milhões de likes.

Os brasileiros mais seguidos:

1.  Neymar Jr.: @neymarjr

2.  Wellington Campos: @camposwell

3.  David Luiz: @davidluiz_4

4.  Bruna Marquezine: @brumarquezine

5.  Dani Alves: @danid2ois

Num período repleto de manifestações de ódio variadas, a hashtag mais usada do ano novamente foi #love. Há esperança. <3

Por fim, vamos conferir como anda a popularidade das editoras. Tivemos três alterações durante as últimas semanas. A Panelinha subiu uma posição e agora ocupa a vice-liderança. A Mundo Cristão saltou duas posições e está em 8º lugar. Por fim, a Globo Livros voltou ao ranking na 20ª posição.

Que dezembro seja repleto de projetos e que cada um deles seja concretizado em 2015. 🙂
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Ranking Novembro

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#1:   55.900 Intrínseca intrínseca

#2:   47.800 Panelinha editorapanelinha

#3:   44.600 Rocco editorarocco

#4:   31.700 Casa dos Espíritos casadosespiritos

#5:   27.800 Novo Conceito novo_conceito

#6:   12.200 Cia das Letras companhiadasletras

#7:   11.800 Arqueiro editoraarqueiro

#8:   11.100 Mundo Cristão mundocristao

#9:   10.800 Gutenberg editoragutenberg

#10: 10.100 Galera Record galerarecord

#11:   7.200 Editorial Record grupoeditorialrecord

#12:   5.900 Sextante editorasextante

#13:   5.200 Central Gospel editora_centralgospel

#14:   4.600 Cosac Naify cosacnaify

#15:   4.000 WMF Martins Fontes editorawmfmartinsfontes

#16:   3.000 Saraiva editora_saraiva

#17:   2.700 CPAD editora_cpad

#18:   2.600 Univdoslivros universodoslivros

#19:   2.400 Editorazahar editorazahar

#20:   2.200 Globo Livros globolivros

atualizado em 3/12

Garimpo Literário #3

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Fernanda Rodrigues, no Nosso Clube do Livro

Olá!

newsBem-vindo à terceira edição do Garimpo Literário, nossa coluna com os posts mais bacanas que encontramos por aí, nesta blogsfera tão rica! 😀

Vamos aos links de hoje?

Sobre o livro: Leia isto se quiser tirar fotos incríveisCoisas de Aléxia
Neste post a Aléxia mostra a sua visão sobre o livro escrito por Henri Carroll, Leia isto se quiser tirar fotos incríveis. A forma como ela descreve a obra faz com que todos os amantes de fotografia se interessem pelo livro.

Sem títuloOvo mexido
Os versos da postagem trazem ao leitor de maneira singela como os sentimentos femininos podem se contradizer e se completar.

Entrevista com Catherine MckenzieUp!Brasil
O site Up!Brasil entrevistou a autora de Desaparecida. Na conversa, ela fala sobre a criação de seus personagens e suas influências literárias.

A dança do universoJairo Sarfati
A vida precisa de poesia e o nosso garimpo encontrou esta, do autor cearense Jairo Sarfati. Com seus versos confessionais, o eu-lírico mostra uma persistência amorosa doce e sincera.

Crônicas e crônicas – Colorida vida
Neste post a Ana conta sua experiência lendo Antônio Prata e Martha Medeiros.

Bem, é isto!
Esperamos que vocês se divirtam.

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