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6 livros de história imperdíveis para quem curte saber mais sobre o passado

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A partir de ângulos diferentes, lançamentos dão conta de eventos que ninguém esquece

Fernando Bumbeers, na Galileu

Confira os lançamentos selecionados pela GALILEU:

1

1500 > A CONQUISTA DO BRASIL

Thales Guaracy, Planeta, 254 páginas, R$ 39,90
› O autor reconta a sangrenta história do Brasil a partir de documentos que mostram uma visão nada cordial do povo brasileiro.

2

1555 > VERMELHO BRASIL: O ROMANCE DA CONQUISTA DO BRASIL PELOS FRANCESES.
Jean Christophe Rufin, Suma de Letras, 406 páginas, R$ 39,90
› Apesar de ser ficção, conta a história real do conflito entre índios e europeus, na visão de dois franceses que participam de uma expedição no Brasil recém-conquistado pelos portugueses.

3

1714 > VICTUS: A QUEDA DE BARCELONA
Albert Sánchez Piñol, Alfaguara, 605 páginas, R$ 69,90
› A obra de ficção traz mapas e personagens (mais…)

Os livros, seriados e filmes que todo nerd deveria conhecer

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(Foto: reprodução)

(Foto: reprodução)

Publicado no Olhar Digital

Feliz Dia da Toalha! Feliz aniversário do lançamento de Star Wars! Feliz dia do Orgulho Nerd, caros leitores. O dia 25 de maio marca uma confluência de datas que, quando unidas, dão origem às festividades da celebração da cultura geek.

Abaixo, listamos algumas das obras mais relevantes para a cultura nerd, abrangendo filmes, seriados e livros. Sempre há a possibilidade de termos esquecidos alguns itens, mas você é bem-vindo a deixar alguma sugestão nos comentários!

Os essenciais:

nerds

Star Wars
Não é preciso explicar Star Wars, né? Um dos maiores marcos da cultura pop, Star Wars é obrigatório para quem quer mergulhar no mundo geek. A saga teve seus pontos baixos (os episódios I, II e III), mas o otimismo para o sétimo filme está lá no alto. Além dos filmes, há um extenso material sobre o “universo expandido”, em quase todas as mídias, incluindo desenhos animados, livros, jogos.

Star Trek
Para quem considera Star Wars mais fantasia e aventura do que ficção científica, existe Star Trek, outro pilar da cultura geek moderna. Com início nos anos 1960, a franquia já foi seriado de TV, filme, livro, quadrinhos, jogos e até hoje movimenta uma legião de fãs, os trekkies.

Harry Potter
Além dos sete livros, extremamente populares, há oito filmes também altamente populares. Se, por um acaso, você perdeu o bonde de Harry Potter, você tem pela frente dias (ou semanas) de entretenimento, se optar por ler e assistir tudo relacionado à obra. Quem sabe a autora não resolve lançar algum livro novo no futuro? É uma possibilidade.

Senhor dos Aneis
Á série de livros já é bastante antiga e extremamente popular e viu um novo sopro de vida no início da década passada com a adaptação para o cinema. Diferente de Harry Potter, seus filmes nunca tiveram um tom infanto-juvenil, o que colaborou para que eles também fossem sucesso de crítica, ganhando até mesmo Oscar. Há ainda o livro e os filmes de O Hobbit, que complementam a franquia. Algum dia surgirá um filme do Silmarillion? As chances são poucas, mas a esperança é a última que morre.

Livros

livros

O Guia do Mochileiro das Galáxias – Referência no humor britânico, parodiando a humanidade ao mesmo tempo em que leva os protagonistas a viver as situações mais absurdas e engraçadas em diversas partes do universo graças ao Gerador de Improbabilidade Infinita. Graças ao livro há o Dia da Toalha, celebrado no dia 25 de maio, que é parte da celebração do Dia do Orgulho Nerd.

As Crônicas de Gelo e Fogo (Game of Thrones) – O seriado mais popular do momento veio da série de livros de George R. R. Martin. Todas as reviravoltas, as tramas, as mortes, a violência, o sexo, e tudo mais que é mostrado nos domingos pela HBO passaram antes pelas páginas do livro. Algum dia a série se tornará independente, no entanto, mas até lá, ler o livro é a melhor forma de saber o que acontecerá na TV.

Tudo de Isaac Asimov – Asimov é provavelmente a maior referência em literatura de ficção científica, principalmente pelo envolvimento com a robótica, com destaque para a série da Fundação (a trilogia original e mais quatro livros lançados posteriormente) e vários outros contos, como “Eu, Robô”. Suas previsões sobre o futuro são impressionantemente precisas.

Phillip K. Dick – Outro destaque da ficção científica literária, o seu grande destaque é o livro “Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas?” (lançado no Brasil no passado com o nome “O caçador de androides”), que deu origem ao filme Blade Runner. Entre livros e contos há ainda destaques importantes como “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”

Bernard Cornwell – Saindo da ficção científica e entrando em romances históricos, com um pé na fantasia medieval, a obra de Cornwell é um prato cheio para quem gosta deste tipo de material, com destaque para “As Crônicas de Artur” e “As Crônicas Saxônicas”.

Jogador número 1 – “Ready Player One”, escrito por Ernest Cline, conta a história de um futuro no qual as pessoas se conectam a um mundo de realidade virtual chamado OASIS. Quando seu criador morre, as pessoas descobrem que ele deixou escondido um “easter egg”; quem encontrá-lo poderá ter acesso a toda a sua fortuna. Toda a busca por este prêmio é recheada de referências a games e à cultura pop oitentista.

Seriados

seriados

Game of Thrones – Não precisa de descrição (e já falamos sobre ele na parte de livros), mas vale a pena repetir. O seriado incrível mostra toda a violência, intrigas, traições e manobras políticas por trás da disputa de poder naquele mundo fantástico.

Doctor Who – Dos anos 1960 até hoje, Doctor Who tem uma legião de fãs de todas as idades, que embarcaram na caixa policial azul que viaja no tempo-espaço, a famosa TARDIS, e acompanharam as aventuras de um alienígena humanoide, que já teve mais de uma dezena de rostos diferentes, com mais de 1 milênio de idade por todos os cantos do universo.

Monty Python’s Flying Circus – Um dos maiores humorísticos da história, com um grupo de 6 atores e escritores que tiveram uma liberdade absurda para experimentar com um novo (para a época) tipo de comédia, que beira o absurdo e o irritante na maior parte do tempo. Algumas esquetes, como a da “Piada Mais Engraçada do Mundo” sobrevive até hoje fazendo sucesso no YouTube.

Mythbusters – Além de testar a veracidade de vários mitos urbanos e ditados populares, os Mythbusters também costumam atestar a plausibilidade de diversos momentos icônicos da cultura pop. Além de interessante, o programa é um show visual, com a quantidade absurda de explosões por episódio.

Cosmos – Há dois momentos na história de “Cosmos”. A primeira geração (“A Personal Voyage”), escrita e narrada por Carl Sagan nos anos 1980, é uma incrível porta de entrada para o mundo da ciência, com explicações profundas e interessantes sobre o universo. Recentemente, o programa de TV foi revivido com o cientista Neil DeGrasse Tyson, mas com um novo nome (“A Spacetime Odyssey”).

The Big Bang Theory – O seriado que retrata basicamente todo o universo nerd/geek, abrangendo quadrinhos, filmes, seriados, mas, mais importante para esta lista, também contempla os universos de jogos, tecnologia como robótica e produtos tecnológicos mais comuns do cotidiano e ciência, abordando assuntos relacionados a física, matemática e astronomia. Tudo com curadoria de profissionais para não insultar os verdadeiros conhecedores das áreas.

IT Crowd – IT Crowd é um humor britânico, muitas vezes beirando o non-sense, que reflete a vida de profissionais de tecnologia da informação. Os personagens se veem em situações comuns no suporte ao usuário comum, muitas vezes sem conhecimento algum de como interagir com um computador.

Silicon Valley – O seriado se passa, como o próprio nome diz, no ambiente fervilhante das startups (mais…)

10 perfis do Instagram ótimos para quem ama devorar livros e curtir novas histórias!

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Chega de ficar só olhando fotos na rede social! Aproveite o tempo para conhecer mais sobre alguns livros bem legais.

Publicado no Purebreak

O Purebreak está sempre trazendo várias novidades do mundo literário, e dessa vez vamos indicar 10 perfis super lindos, criativos e interessantes pra você parar de perder tempo de ficar curtindo as selfies dos seus amigos no Instagram e descobrir vários livros incríveis através da famosa rede social de fotos!

Não é à toa que vários seriados de sucesso como “Game of Thrones”, são inspirados nos sucessos dos livros. Mas também há quem goste de saber sobre a vida dos famosos e apreciar a biografia de artistas como a Dulce María, que até dividiu o palco com Valeska Popozuda no lançamento seu livro. Não importa a sua idade, profissão ou gênero, dedique um tempo do seu dia para ler, pois como já dizia o filósofo Sêneca: “A leitura nutre a inteligência”.

1. @nerdsthat

Não precisa ser nerd para se identificar de cara com as frases postadas por esse perfil.

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2. @grifeinumlivro

Pra você que adora grifar frases em livros, nesse perfil também é possível enviar sugestões dos seus trechos favoritos!

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3. @livrogram

Quer ler uma resenha diferente daquele livro ou HQ que você tá em dúvida se compra ou não? Esse perfil te ajuda exatamente nisso!

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4. @books_secrets

O perfil é de uma blogueira chamada Bia Brito, que além de dar dicas, posta lindas imagens de livros.

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5. @blueeyedbiblio
Apesar de ser inglês, as fotos de livros e estantes são tão fantásticas, que vale muito a pena virar um seguidor.

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6. @jovemleitora

Se você curte uma leitura voltada para “jovens adultos”, esse perfil é o super indicado!

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7 Contos fundamentais para conhecer a obra de Borges

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Vilto Reis, no Homo Literatus

Obras de fácil acesso que levam você a entrar no universo do escritor argentino Jorge Luis Borges

borges

Um dos mais importantes escritores do século XX, Borges preferiu escrever ensaios, poesias e contos a dedicar-se a um romance. Como diz em O Aleph “Desvario laborioso e empobrecedor o de compor vastos livros; o de explanar em quinhentas páginas uma ideia cuja exposição oral cabe em poucos minutos.” Em outra oportunidade, sendo entrevistado por Osvaldo Ferrari, quando o jornalista elogiou o uso conciso das palavras nas narrativas do escritor, Borges respondeu que àquilo que alguns chamam de concisão também pode ser entendido como preguiça.

Antes de citar os contos da lista, gostaria ainda de esboçar uma classificação dos contos produzidos pelo argentino em três categorias: 1) Regionalista: obras que apontam para uma Buenos Aires dos fins do século XIX, tempo que precede o próprio Borges, de um tempo em que o tango ainda pertencia as classes baixas, e os cuchilleros trocavam facadas em Palermo; 2) Crítico-Literária: em que o autor cria uma história na qual um crítico, fictício, analisa outro escritor também inventado, ou de livros que falam sobre outros livros; 3) Universal: procura abarcar questões de interesse filosófico, sobre o tempo, deus e o universo.

Jorge Luis Borges

Mas vamos aos contos indicados:

O Imortal¹: relata a história de um general romano que sai a procura da imortalidade; fato que o autor aprofunda em suas reflexões filosóficas, como pode ser conferido neste trecho: “Ser imortal é insignificante; com exceção do homem, todas as criaturas o são, pois ignoram a morte; o divino, o terrível, o incompreensível é saber-se imortal”. No entanto, ao deparar-se com sua busca, toda a sua vida é alterada, não bem como ele imaginava.

O jardim dos caminhos que se bifurcam²: uma das mais importantes narrativas do autor no que se refere a falar de uma de suas metáforas preferidas: o labirinto. O protagonista do conto está sendo perseguido e foge para o lugar onde viveu seu descendente, um rei que disse que se ausentaria do mundo para construir um labirinto e escrever um livro. Contudo, o que o leitor não perde por esperar é a relação dessa história com a do próprio protagonista.

A biblioteca de Babel²: o autor fala do mundo como se este fosse uma biblioteca, tendo um dos mais impressionantes começos literários da história da literatura: “O universo (que outros chamam a Biblioteca) constitui-se de um número indefinido, e quiçá infinito, de galerias hexagonais, com vastos postos de ventilação no centro, cercados por varandas baixíssimas.”

O outro³: tema de muitas histórias literárias, a representação o duplo, do personagem que se repete, não poderia se ausentar da obra do escritor argentino. Mais do que isso, ele escolheu a si mesmo para representar nessa pequena peça narrativa que impressiona. Em um banco de uma praça, o ancião Borges encontra o jovem Borges e os dois têm um diálogo que abarca a criação literária e a vida, posto que ambas não se podem entender separadas.

À memória de Shakespeare: o protagonista desse conto encontra alguém que se diz ser portador da memória do bardo inglês. Fazem um trato, de forma que a memória possa ser passada. No entanto, as coisas não saem exatamente como o personagem narrador dessa história esperava, o que acaba sendo um exercício de reflexão sobre a memória e a criatividade.
O Aleph¹: neste conto, temos novamente Borges lidando com o tema da universalidade, pois um episódio nos leva a este ponto, lugar, ou seja lá como posso ser chamado, em que se pode enxergar todo o universo. Uma história bastante enigmática.

Os Teólogos¹: dois teólogos, Aureliano e João de Panonia, digladiam-se em suas discussões religiosas, o que Borges vai tratando com um humor que pouco aparece em outros contos; por exemplo, no trecho: “Discutiu com os homens de cuja sentença dependia a sua sorte e cometeu a grosseria máxima de fazê-lo com talento e com ironia” ( pg. 32). A discussão leva um deles à fogueira, mas eles ainda se encontrarão na eternidade, culminando em um final inesperado.
***
Se quiser saber mais sobre Borges: Marcos Peres indica Jorge Luis Borges


1. Este conto encontra-se no livro O Aleph.
2. Este conto encontra-se no livro Ficções.
3. Este conto encontra-se em O livro da areia.
4. Este conto encontra-se no livro Nove ensaios dantescos & a memória de Shakespeare.

Hitler, Jesus, assassinato: confira dez livros polêmicos

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Ao longo da história, muitas publicações foram tachados de “perigosas”, por diversas razões, como a de ter influenciado ditadores e criminosos pelo mundo

cartoonicesPublicado no Terra

Ao final de 2015, cairão em domínio público os direitos autorais do livro “Mein Kempf”, concebido pelo general nazista Adolf Hitler e cujos direitos atualmente pertencem à Biblioteca Estadual da Baviera, na Alemanha. A instituição, atualmente, se recusa a imprimir novas edições da obra, por considerá-la “perigosa demais” para ser lida pelo público.

Ao longo da história, porém, muitos outros livros além do manifesto de Hitler já foram tachados de “perigosos”, por diversas razões, a exemplo de ter influenciado ditadores e criminosos pelo mundo.  Confira a seguir, na lista produzida pelo Terra e pela Nuvem de Livros .

Mein Kempf (Adolf Hitler)

Mein Kempf ” (ou “Minha Luta”, na tradução mais aceita) foi concebido por Hitler durante o período em que o general austríaco estava na prisão, na década de 1920. Na obra, que conta detalhes autobiográficos, há ampla difusão de um conteúdo antissemita (o povo judeu é considerado um “perigo”) e racialista (racismo científico), que se tornariam a base do governo nazista de Hitler na Alemanha até a derrota do país germânico na Segunda Guerra Mundial.

O apanhador no campo de centeio (JD Salinger)

Considerado pela revista Time como um dos cem melhores romances ingleses escritos após 1923, “O apanhador no campo de centeio” pôs à tona diversos debates da vida adolescente com o personagem Holden Caufield. No entanto, a obra passou a ser tachada de “perigosa” depois de o assassino de John Lennon, Mark David Chapman, confessar que tirou do livro a inspiração para matar o ex-Beatle em 1980. O livro também teria servido dado ideia a Roberto John Bardo, assassino da modelo e atriz americana Rebecca Schaeffer, e a John Hinckley Jr., que tentou assassinar o ex-presidente americano Ronald Reagan em 1981.

O Príncipe (Nicolau Maquiavel)

Maquiavel escreveu em 1513 o livro que se tornou referência para a constituição do Estado moderno. Determinadas passagem da obra, como “os fins justificam os meios” e que “é melhor ser temido que amado” fizeram com que a expressão “maquiavelismo” se tornasse sinônimo de “perversidade” e “maldade”. Apesar de ter diversas interpretações e ser um dos livros mais estudados no mundo, “O Príncipe” teria sido também uma das fontes de inspiração de ditadores como Hitler e Stalin. Este conteúdo está disponível na Nuvem de Livros.

O Anticristo (Friedrich Nietzsche)

Trata-se de uma das críticas mais veementes ao cristianismo. Na obra, o filósofo alemão classifica a religião cristã de “maldição” e responsável por persuadir a massa com ideias pré-fabricadas. Em seu ensaio, Nietzsche questiona Jesus Cristo e aponta que “O Evangelho morreu na cruz”. Este conteúdo está disponível na Nuvem de Livros.

O Evangelho segundo Jesus Cristo (José Saramago)

O escritor português José Saramago, vencedor do Nobel de Literatura de 1998, também abordou a temática do Cristo em um de seus livros. Na obra, o autor conta uma história humanizada da vida de Jesus, deixando o mítico em segundo plano. A suposta relação com Maria Madalena também está presente no livro, que foi lançado em 1991 e recebeu fortes críticas da Igreja Católica lusitana.

Caçadas de Pedrinho (Monteiro Lobato)

Trata-se de um livro infantil, em mais uma das aventuras de Pedrinho e Narizinho no Sítio do Picapau Amarelo. No entanto, em 2010, o Conselho Nacional de Educação (CNE) havia recomendado que um dos clássicos de Monteiro Lobato deixasse de ser distribuídos nas escolas pelo Brasil por considerá-lo racista. O Ministério da Educação (MEC) rejeitou o parecer do CNE, mas, à época, apontou que há elementos racistas na obra, porém inserido em um contexto histórico. Este conteúdo está disponível na Nuvem de Livros.

Lolita (Vladimir Nabokov)

Um dos romances mais aclamados do século 20, “Lolita” também carrega em seu enredo uma enorme polêmica: a trama, ficcional, gira em torno da paixão obsessiva do intelectual de meia-idade Humbert Humbert por Lolita, uma menina de 12 anos chamada Dolores Haze. A obra é considerada imoral, e o autor chegou a ser tachado de pedófilo.

Os versos satânicos (Salman Rushie)

Na obra fantasiosa de Salman Rushdie, dois atores indianos sofrem uma metamorfose após um acidente aéreo: um vira anjo; o outro, demônio. Além de abordar uma das dúvidas mais comuns da humanidade (quem sou eu?), o autor faz diversas analogias à vida do Profeta Maomé, fundador do islamismo. O livro não agradou à cultura muçulmana, e Rushdie chegou a ser ameaçado de morte.

1984 (George Orwell)

Talvez você não saiba, mas o conceito de “Big Brother” nasceu justamente no livro 1984 – escrito em 1948 e publicado em 1949 por George Orwell e que projetava o futuro dali a alguns anos, com base política. O escritor, certamente, não pensava em reality shows, mas criou o conceito do Grande Irmão: um poder cruel, que tudo vê e tudo sabe no sombrio território ficcional de Oceânia, comandado pelo Partido e que tem como braço direito o horripilante Ministério do Amor, onde o personagem Winston sofre terríveis torturas. A obra é uma crítica ferrenha a Estados totalitários e questiona os excessos do poder incontestado.

Admirável Mundo Novo (Aldous Huxley)

Assim como “1984”, “Admirável Mundo Novo” questiona o futuro da humanidade, mas apoia-se nos vieses do avanço científico e na perda da identidade humana. No mundo inventado por Huxley, seres humanos são programados em laboratórios, a felicidade era obtida por meio de pílulas da droga Soma, Henry Ford é idolatrado, as palavras “mãe” e “pai” são repugnantes, as obras de Shakespeare são consideradas revolucionárias. Trata-se de uma projeção bastante crítica e pessimista, porém alarmante das civilizações futuras. Este conteúdo está disponível na Nuvem de Livros.

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