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Travessa: uma das melhores livrarias do Brasil chegou a Lisboa

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Fica no Príncipe Real e tem uma curadoria e programação cultural cuidada.

Ricardo Farinha, no NIT

Rui Campos tinha 19 anos quando se mudou para o Rio de Janeiro, no Brasil, vindo de Belo Horizonte. Era o ano de 1975 e a ditadura ainda era uma realidade naquele país, pelo que o trabalho de livreiro não era fácil.

Na loja tentavam comprar livros a editoras de vários países, incluindo Portugal, mas muitos autores e temas eram proibidos e os exemplares acabavam por ficar na alfândega. Essa primeira livraria onde trabalhou, a Muro, acabou por fechar. Em 1986 Rui Campos lançava o próprio negócio, na Travessa do Ouvidor, e foi assim que ficou batizada a Livraria da Travessa.

O resto, como se costuma dizer, é história. No Brasil existem oito espaços atualmente e a 18 de maio foi inaugurada a primeira fora do país — o local escolhido foi o Príncipe Real, em Lisboa. Está integrada no piso térreo da Casa-Pau Brasil, que já era conhecida por acolher várias marcas brasileiras de diferentes áreas.

São paredes e paredes com estantes com livros, num espaço de 300 metros quadrados que pretende receber apresentações e tertúlias com regularidade, entre outras iniciativas culturais.

As obras estão divididas em áreas como Literatura, Fotografia, Arquitetura, Artes, Ciências Humanas ou Biografias. Apesar de haver bastantes autores brasileiros — como Vinicius de Moraes, Machado de Assis, Chico Buarque, Caetano Veloso, Jorge Amado ou Milton Hatoum —, os portugueses também estão em destaque na Travessa.

Nas várias estantes podemos encontrar livros de nomes como Antônio Lobo Antunes, Mia Couto, Alexandra Lucas Coelho, Miguel Torga ou Eça de Queirós, entre outros.

Nas próximas semanas, vai ser instalada uma cafeteria no espaço, que será explorada pela Brigadeirando, que serve brigadeiros e vai ter sumos brasileiros naturais. A Travessa pode ser visitada todos os dias: de segunda-feira a sábado entre as 10 e as 22 horas, sendo que aos domingos abre mais tarde, pelas 11 horas, e fecha mais cedo, às 20 horas.

A tendência na capital portuguesa tem sido mais o encerramento das livrarias, mas o negócio da Travessa parece estar a correr bem. Depois desta, Rui Campos vai abrir a sua décima livraria em São Paulo.

Livraria Blooks abrirá loja no Paço Imperial, onde funcionava a Arlequim

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Livraria Arlequim, no Paço Imperial, fecha as portas no dia 18 de maio Foto: Gustavo Miranda / Agência O Globo

Anúncio foi feito no dia 28 nas redes sociais; loja inicia suas atividades dia 1º de julho

Publicado em O Globo

RIO — O Paço Imperial terá uma nova livraria a partir do próximo 1º de julho. Após o fechamento da tradicional Arlequim no último dia 18 de maio, o centro cultural abrigará uma loja da Blooks. O anúncio foi feito pelo antigo dono da Arlequim, Ronald Iskin, e a dona da Blooks, Elisa Ventura, em suas redes sociais.

A Blooks ficará no mesmo espaço em que a Arlequim funcionou nos últimos 25 anos.

“Num momento em que acompanhamos livrarias e outras atividades voltadas à produção cultural encerrando suas atividades, é motivo de muito otimismo sabermos que o Paço Imperial segue dedicando sua área de lojas à difusão de produtos culturais de alto nível e relevância”, escreveram Ronaldo e Elisa.

O Centro do Rio, cuja tradição de livrarias remete aos tempos de Machado de Assis — frequentador da Garnier, na Rua do Ouvidor — vem sofrendo com o fechamento de importantes lojas do ramo nos últimos anos . Em março deste ano, a Travessa teve que fechar sua loja na Avenida Rio Branco, pois o espaço, que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, avisou que o prédio vai entrar em obras.

No ano passado, a Livraria Cultura da Rua Senador Dantas encerrou as atividades após seis anos funcionando no local. O fechamento ocorreu pouco antes de a rede entrar com pedido de recuperação judicial, devido à crise do mercado editorial. Também fecharam as portas nos últimos anos o tradicional sebo Al-Farábi, point cultural localizado na Rua do Rosário, e a Livraria Marins, na praça Tiradentes .

Tradicional Livraria Arlequim, no Centro do Rio, vai fechar as portas

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Livraria Arlequim, no Paço Imperial, fecha as portas no dia 18 de maio Foto: Gustavo Miranda / Agência O Globo

Loja que fica no Paço Imperial está fazendo saldão de seus produtos

Jan Niklas, em O Globo

RIO — Uma das mais tradicionais livrarias do Centro do Rio de Janeiro irá fechar as portas. Em funcionamento há 25 anos, a Arlequim, que fica no Paço Imperial, se despede definitivamente dos cariocas no dia 18 de maio, confirma um funcionário da casa.

O local, onde também funciona um bistrô, é famoso por reunir um acervo de obras de filosofia, história, literatura e artes. Além disso, o espaço vende CDs de gravadoras independentes brasileiras, jazz e clássicos de selos importados e nacionais. A Arlequim contava ainda com uma programação cultural que recebia apresentações de música e lançamentos de livros.

— Aqui tem uma miscêlanea que é rara de se encontrar no Rio. Desde Thelonious Monk e Chet Baker, até Voltaire e Ingmar Bergman, de toda essa cultura você podia encontrar obras aqui — afirma o funcionário.

Até o fechamento definitivo do espaço, os produtos comprados pela loja (que não são consignados) estão sendo vendidos em um saldão com descontos de até 80%.

O Centro do Rio, cuja tradição de livrarias remete aos tempos de Machado de Assis — frequentador da Garnier, na Rua do Ouvidor — vem sofrendo com o fechamento de importantes lojas do ramo nos últimos anos . Em março deste ano, a Travessa teve que fechar sua loja na Avenida Rio Branco, pois o espaço, que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, avisou que o prédio vai entrar em obras.

No ano passado, a Livraria Cultura da Rua Senador Dantas encerrou as atividades após 6 anos funcionando no local. O fechamento ocorreu pouco antes da rede entrar com pedido de recuperação judicial, devido a crise do mercado editorial. Também fecharam as portas nos últimos anos o tradicional sebo Al-Farábi, point cultural localizado na Rua do Rosário, e a Livraria Marins, na praça Tiradentes .

Em Londres, uma livraria singular

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Persephone Books em Londres: 20 anos de existência e foco nas escritoras (Charlotte Hadden/The New York Times)

A Persephone Books se dedica, especialmente, a divulgar as excelentes obras de autoras renegadas do século 20

Publicado na Exame

Por Sarah Lyall, do The New York Times

A Lamb’s Conduit Street é agradável demais para ser real, como se a velha Inglaterra dos seus sonhos, aquela que existe em sua cabeça, de repente criasse vida. Mas parece adequado que essa rua de paralelepípedos em Bloomsbury, com lojas idiossincráticas que vendem queijo artesanal, bolos caseiros e outros artigos raros, também seja o lar da Persephone Books, uma joia de lugar, dedicado principalmente a obras negligenciadas de escritoras de meados do século XX.

Ao entrar na livraria, por um momento parecemos voltar no tempo. Há pôsteres vintage pedindo às mulheres do tempo da guerra que, por exemplo, se juntem ao serviço naval feminino britânico. Mas o presente também está aqui. Na vitrine há uma imagem ampliada das observações desagradáveis que o senador americano Mitch McConnell fez sobre a senadora Elizabeth Warren em 2017, usando uma linguagem no estilo “Jane Eyre”: “Ela foi advertida. Ouviu a explicação. No entanto, persistiu.”

A persistência é uma maneira de descrever a filosofia da loja em si, que começou há 20 anos reimprimindo sob encomenda títulos esquecidos de uma época da ficção feminina amada por sua fundadora, Nicola Beauman. Ao receber uma pequena herança de seu pai, ela abriu o negócio com uma lista de 12 livros no primeiro ano.

Persephone Books, em Londres (Charlotte Hadden/The New York Times)

Aqui você vai encontrar livros de mulheres de que provavelmente nunca ouviu falar, como Oriel Malet e Isobel English, e outras que podem ser mais familiares, como Katherine Mansfield e Frances Hodgson Burnett. (Há alguns homens nas prateleiras.)

Também vai encontrar, em um lugar de destaque, “Miss Pettigrew Lives for a Day”, obra de 1938 escrita por Winifred Watson, que veio para a Persephone depois que uma cliente mencionou que este havia sido o livro favorito de sua mãe. Publicado pela Persephone em 2000, o livro – a história de uma governanta pobre e simples que é enviada erroneamente por sua agência de emprego para trabalhar para um cantora glamourosa – tornou-se um hit inesperado, foi transformado em filme e tem venda constante desde então.

O que há em um livro da Persephone?

“Sou consideravelmente alérgica à ideia egocêntrica de que tudo está de acordo com meu gosto, mas tenho de confessar que sempre tive esse grande interesse pela ficção feminina do início do século XX – o que os acadêmicos chamariam de um gosto mediano e eu chamaria de uma boa leitura”, disse Beauman.

“O que os une é que eles foram esquecidos e que são muito bem escritos. Gosto muito de histórias que prendem a atenção. Quando termino de ler um livro, gosto de me sentir absolutamente perturbada pelo que li, de estar em um mundo diferente.”

A cada ano, cerca de seis obras se juntam à lista, de modo que agora há 132 ao todo. Todas ainda são impressas, e ainda estão à venda, por 13 libras cada; sempre que os novos títulos chegam, os livros antigos são movidos um pouco e as prateleiras são reorganizadas para dar espaço.

Depois de algumas temporadas apenas como editora, a Persephone se tornou uma livraria, deixando seu antigo escritório em Clerkenwell e vindo para seu espaço atual. O local é escritório e loja, dividido em duas salas que parecem se misturar.

A autora mais popular da loja se chama Dorothy Whipple, que tem impressionantes dez livros na lista, Persephones nº 3, 19, 40, 56, 74, 85, 95, 110, 118 e 127. Suas histórias são engraçadas, espirituosas e cheias de ponderações sobre a vida de pessoas reais.

“Gosto de livros que me contam como vivíamos. Eu me interesso muito pelo livro como história social.” E acrescentou: “A boa escrita é importante para mim, e é por isso que só temos 132 títulos.”

Nicola Beauman, fundadora da Persephone Books (Charlotte Hadden/The New York Times)

Os livros são elegantes, encadernados com papel cinza-claro e sem adornos, exceto pelo título em um retângulo branco na capa. Beauman se inspirou nas capas simples dos livros da Penguin de 1930 e no costume francês de publicar livros com capas brancas e letras vermelhas, disse ela, enquanto que as cores são um tipo de homenagem às velhas canecas de café Dean & Deluca.

“Pensei: ‘Por que um livro não pode ser parecido com isso?’”, disse ela.

Ou, como diz o site da empresa: “Os livros Persephone são todos cinza porque – bem –realmente gostamos de cinza. Imaginamos também uma mulher que chega em casa cansada do trabalho, e há um livro esperando por ela, e não importa sua aparência, porque ela sabe que vai gostar dele.”

No interior, porém, os livros são coloridos. Cada um tem uma contracapa diferente, inspirada em estampas ou tecidos associados ao ano de sua publicação original. Alguns vêm do Museu Victoria & Albert; outros podem ser tecidos cedidos por clientes. “Uma vez, uma pessoa trouxe um lenço do tempo da guerra, e você podia literalmente sentir o cheiro do pó de arroz da mãe dela”, disse Beauman.

A Persephone tem seguidores dedicados e apaixonados. Cerca de 30 mil pessoas assinam sua revista gratuita, a “Persephone Biannually”, que inclui artigos sobre os livros mais novos e outros assuntos. Seu site contém reflexões espirituosamente eruditas de Beauman, que ultimamente assumiram um tom preocupado por causa da incerteza sobre o destino das pequenas empresas com o Brexit, ou a saída do Reino Unido da União Europeia.

Em março, a empresa comemorou seu 20º aniversário com sanduíches de salmão defumado, chá, champanhe e bolo em uma festa que durou o dia todo, com o fluxo constante de visitantes dando lugar a um grupo maior à noite.

Beauman disse: “A ideia no início era que, se você gosta de um de nossos livros, vai gostar de todos eles, Isso funcionou quase totalmente. É muito raro alguém não gostar de um dos livros. Não gosto de usar a palavra ‘marca’, mas somos um tipo de marca.”

Conheça 12 livrarias inusitadas ao redor do mundo

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Lista traz lojas localizadas em países como Itália, China, Romênia, Portugal e Argentina. Destaque para a arquitetura moderna, localização e conceito histórico

 

Mariana Luchesi, no Consumidor Moderno

Visitar uma livraria muitas vezes pode ser uma experiência que vai além da simples compra de livros. Em todo o mundo, existem lojas que atraem milhares de turistas e que compartilham uma coisa em comum: são diferentes, seja pela localização inusitada, arquitetura moderna e até futurista e também pelo fator histórico. Reunimos 12 livrarias que merecem ser visitadas – muitas delas já estiveram nas listas do “NY Times”, das mais bonitas do planeta.

EL ATENEO
ARGENTINA | BUENOS AIRES
FUNDAÇÃO: 2000
POR QUE VOCÊ PRECISA CONHECER?
É a livraria mais emblemática da Argentina e uma das mais conhecidas mundialmente. O local, que já virou ponto turístico, foi eleito em 2008 pelo inglês “The Guardian” como a segunda livraria mais bonita do mundo. E não é à toa. Funciona em um prédio histórico de 1919, que já funcionou como teatro. Destaque para os afrescos no teto, pintados pelo artista italiano Nazareno Orlandi e cariátides esculpidas por Troiano Troiani – que também foi o responsável pelas obras do Palácio de la Legislatura de la Ciudad de Buenos Aires.

SELEXYZ BOOKSTORE
HOLANDA | MAASTRICHT
FUNDAÇÃO: 2006
POR QUE VOCÊ PRECISA CONHECER?
Já imaginou visitar uma livraria montada dentro de uma igreja dominicana de mais de 700 anos? A Selexyz é um prato cheio para os turistas desde a sua inauguração. Por lá, as estantes de livros ficam distribuídas entre os arcos góticos da construção, que se mantêm preservados. Destaque para o altar, que hoje abriga um café da rede Maison Blanche Dael, que produz cafés artesanais desde 1878.

CAFEBRERIA EL PENDULO
MÉXICO | CIDADE DO MÉXICO
FUNDAÇÃO: 1993
POR QUE VOCÊ PRECISA CONHECER?
O que chama a atenção dos visitantes logo de cara são as gigantes estantes de livro que chegam quase até o teto. A arquitetura moderna aliada a muito verde também são diferencial, assim como o charmoso café instalado na parte interna. Com regularidade, promove eventos culturais e artísticos, como cursos literários e até concertos. Hoje é considerado um dos centros culturais mais importantes da América Latina.

LELLO
PORTUGAL | PORTO
FUNDAÇÃO: 1906
POR QUE VOCÊ PRECISA CONHECER?
Um das livrarias mais conhecidas e importantes do mundo, a Lello leva o sobrenome de seus fundadores, os irmãos José e Antonio que escolheram um prédio neogótico na rua das Carmelitas para abrigar seu negócio. Quem é fã dos livros da série Harry Potter talvez reconheça as escadarias o local. A autora J.K Rowling usou-as como inspiração para os filmes da obra. Em função do grande número de visitas – em 2016 estima-se que ela tenha sido visitada por mais de 1 milhão de pessoas – as filas são mais do que normais. Também é necessário pagar uma taxa de 3 euros usada no processo de restauração do edifício.

SHAKESPEARE & CO
FRANÇA | PARIS
FUNDAÇÃO: 1951
POR QUE VOCÊ PRECISA CONHECER?
Instalada às margens do emblemático Rio Sena, a livraria é considerada uma das mais charmosas de toda a França. Sediou inúmeros saraus de leituras, que eram superconcorridos e com as presenças de artistas como Ernest Hemingway, Lawrence Durrell, William Burroughs e Allen Ginsberg. Muitos deles chegaram a morar no local, que serviu como hotel barato para escritores e recebeu mais de 40 mil artistas. E quem assistiu aos filmes “Antes do Pôr do Sol” e “Meia Noite em Paris”, talvez reconheça o lugar, que aparece em ambas as produções.

BART’S BOOKS
ESTADOS UNIDOS | LOS ANGELES
FUNDAÇÃO: 1964
POR QUE VOCÊ PRECISA CONHECER?
Considerada a maior livraria a céu aberto dos Estados Unidos, foi fundada por Richard Bartinsdale, um colecionador de livros. E é por isso que o lugar se tornou parada obrigatória dos apaixonados por leitura, graças a edições raras de autores como Jane Austen e John Steinbeck.

LER DEVAGAR
PORTUGAL | LISBOA
FUNDAÇÃO: 1999
POR QUE VOCÊ PRECISA CONHECER?
Foi fundada onde antes existia a Litografia de Portugal, no Bairro Alto. Além de ter um acervo com mais de 40 mil livros, também funciona como galeria de arte para exposições temporárias e local de encontro para debates literários. Foi considerada uma das dez livrarias mais belas do mundo, de acordo com o “NY Times”. Está localizada na LX Factory, um dos lugares mais modernos da capital portuguesa, que reúne lojas, restaurantes e bares.

BOOKÀBAR
ITÁLIA | ROMA
FUNDAÇÃO: 1999
POR QUE VOCÊ PRECISA CONHECER?
Bastam apenas alguns segundos dentro da livraria para se dar conta de que sua arquitetura é um espetáculo à parte. Localizada no interior do Pallazzo delle Esposizioni, foi projetada pelo arquiteto Firouz Galdo, que criou um espaço quase futurista.

ACQUA ALTA
ITÁLIA | VENEZA
FUNDAÇÃO: 2004
POR QUE VOCÊ PRECISA CONHECER?
Esqueça as tradicionais estantes de uma livraria. Aqui, o destaque fica por conta de gôndolas, banheiras e canoas, que servem de prateleira para os muitos livros. E o nome do lugar também não foi escolhido à toa. Acqua Alta é o fenômeno muito comum em Veneza, em que a alta da maré inunda casas e ruas. No período das cheias, os livros continuam preservados e flutuando, mesmo quando a água invade o interior da livraria.

CARTURESTI CARUSEL
ROMÊNIA | BUCAREST
FUNDAÇÃO: 2016
POR QUE VOCÊ PRECISA CONHECER?
O significado do nome, Carrossel de Luz, diz muito sobre o lugar, que ocupa cinco andares de um prédio histórico do séculos XIX. A livraria, que passou por uma reforma monumental, ganhou uma escadaria que te leva a todos os pavimentos. Além de mais de 10 mil títulos, você também vai encontrar um enorme catálogo de CDs e DVDs distribuídos em uma área multimídia de cair o queixo.

AVANT-GARDE
CHINA | NANJING
FUNDAÇÃO: x
POR QUE VOCÊ PRECISA CONHECER?
Apesar das poucas opções de títulos sem ser em chinês, essa livraria é parada obrigatória para quem decide viajar a Nanjing, localizada a 300km de Xangai. O local de mais de 4 mil metros é um estacionamento subterrâneo que já serviu como abrigo antibombas. Além de mais de 300 cadeiras de leitura, a livraria ainda oferece uma biblioteca pública e um café.

ZHONGSHUGE
CHINA | HANGZHOU
FUNDAÇÃO: x
POR QUE VOCÊ PRECISA CONHECER?
Esta é sem dúvida uma das livrarias mais surpreendentes do mundo. Sua arquitetura moderna e futurista foi criada com o objetivo de permitir aos visitantes uma total imersão no mundo dos livros. O uso do vidro em combinação com muitos elementos geométricos criam uma ilusão de que a livraria não tem fim. Já a seção infantil traz os livros dispostos em estruturas que imitam montanhas russas, trem e roda gigante.

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