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A biografia autorizada de Steve Jobs

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Publicado originalmente no Querido Leitor, da Rosana Hermann


Acabei de receber o release avisando que a nova “biografia de Steve Jobs, a única que contou com sua colaboração e que abordará seu afastamento da Apple, terá aproximadamente 632 páginas e custará R$49,90. A data do lançamento mundial, inclusive no Brasil, está mantida: 21 de novembro. O livro já está em pré-venda nas livrarias Cultura, Travessa, Fnac, Saraiva, da Folha e Submarino.”

Eu já fiz a encomenda do ebook na Amazon, há um tempo. Será que sai no mesmo dia ou antes? Dúvida.

Nunca li um livro

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Texto escrito por Camila Kehl no Livros Abertos

Tem muita gente que nunca leu um livro — e isso não é motivo de vergonha. É, e em especial no nosso país, uma situação comum. Faltou incentivo, vontade, oportunidade. Faltou leitura, ponto. O motivo, para este texto, não é importante.

O importante é que alguém que nunca leu um livro pode ter clicado aqui; ou está lendo este post por recomendação. Isso atesta que existe interesse e existe também noção da importância da literatura. É esse o meu objetivo.

Você já entrou em uma livraria ou sebo? Já frequentou uma biblioteca? São universos simples e estão longe de carregar essa aura de hostilidade que você imagina. Em primeiro lugar, considerando a importância da cultura, o livro não é, em geral, um objeto caro. Existem edições ótimas a preços acessíveis: são os chamados livros de bolso. Eles costumam ser vendidos por uma média de preço de R$ 15,00. Se procurar bem e dependendo do exemplar, encontra até por menos. Já os sebos são lugares especializados em vender livr­­os usados por valores logicamente menores; as obras, nesse caso, também têm um custo muito baixo — podem chegar a R$ 1,00. Por último, as bibliotecas são ­­­opções gratuitas que estão ao alcance de um cadastro simples.

Por onde começar? Não exija demais de si mesmo nesse início. O ideal é buscar obras fáceis e descomplicadas.

À medida que avança na leitura, pesquisar palavras desconhecidas no dicionário é fundamental. Ler devagar também é essencial para absorver e assimilar a história no seu tempo. Não há pressa: tudo bem se você demorar meses para chegar à última página.

A leitura, como muitas coisas, é um hábito; adquiri-lo exige perseverança — aí a importância de não desistir no meio do caminho.

A seguir, uma pequena lista de boas opções para aqueles que nunca leram um livro, ou que leram poucos durante a vida. Todos são best-sellers.

Sophie Kinsella

Já ouviu falar em Becky Bloom? É a personagem mais famosa e carismática criada por Sophie. As histórias que a incluem (é uma série de livros!) falam basicamente sobre consumismo, moda e relacionamentos — mas de um jeito açucarado e divertido. Ótimo começo para as românticas.

Sidney Sheldon

Mestre do suspense e best-seller mundial. Vai agradar em cheio aos apaixonados pelos enredos obscuros, misteriosos e eletrizantes. E aos curiosos. Um bom começo antes de mergulhar em Arthur Conan Doyle.

Helen Fielding

Autora dos livros que deram origem aos filmes de Bridget Jones. Semelhante a Sophie Kinsella, mas com uma dose extra de humor ácido. As aventuras da famosa personagem são contadas em forma de diário. Fácil e gostoso de ler. Bom antes de partir para Jane Austen.

Marian Keyes

Divertida, criativa, perspicaz. Marian Keyes é uma ótima escritora para os iniciantes. Sua escrita é fácil, ágil, empolgante. Há vários livros disponíveis. Escolha a sinopse que mais lhe agrada e boa leitura. Prepare-se para Sveva Casati Modignani.

Dan Brown

Com uma escrita envolvente, aborda temas históricos e tem o poder de deixar o leitor constantemente preso à leitura por um fio trançado com curiosidade e expectativa.

Martha Medeiros

Escritora gaúcha de destaque nacional. Seus livros são gostosos de ler e abordam temas diversos. A linguagem tende a fazer com que o leitor se sinta muito próximo da autora. Leia, depois, outra gaúcha: Lya Luft.

É importante dizer que o comodismo nunca é benéfico. Se você passou pelos primeiros livros tranquilamente (e gostou deles), parta para outros que representem um desafio um pouco maior. E sempre adiante.

Ressalva: sim, muitos são considerados literatura girly, ou mulherzinha. Como feminista, sinto certa dor ao recomendá-los — principalmente Sophie Kinsella, que aborda o consumismo desenfreado de forma muito pungente e nada crítica. Mas considero que o hábito da leitura se dê em constante crescimento, que, com o tempo, expande a visão do mundo e, consequentemente, das possibilidades da vida. São válidos, portanto, como um começo.

Aumenta a venda de livros porta a porta em todo o país

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Publicado originalmente no Correio do Povo

Venda de livros porta a porta chega a 20% do mercado: participação dobrou

O setor de vendas diretas nem precisou se reinventar para ganhar uma segunda vida com os livros. De 2007 a 2010, a participação do porta a porta no total de vendas no Brasil aumentou de 9% para 21,66% –um em cada cinco livros vendidos.

“O Brasil tem mais de 5.000 municípios e menos de 2.000 livrarias. A venda porta a porta acaba suprindo essa lacuna”, afirma Diego Drumond e Lima, presidente da ABDL (Associação Brasileira de Difusão de Livros) e diretor-geral da Editora Escala.

O diretor de vendas da Editora Rideel, Mário Amadio, afirma que o resultado das vendas está ligado à criação do produto. “Procuramos criar um produto diferenciado para o mercado porta a porta, buscando atributos que sejam argumentos de venda, como os brindes.

A Avon, conhecida pela venda de cosméticos, descobriu esse segmento há 18 anos e, com seu exército de 1,1 milhão de revendedoras, é a líder de mercado. A negociação de grandes volumes com as editoras reduziu significativamente o preço dos livros para os clientes.

“O volume vendido de alguns títulos em uma de nossas campanhas, que tem duração de 20 dias, corresponde ao que o mercado vende no ano todo dos mesmos títulos”, diz Adriana Picazio, gerente da Avon no Brasil.

Não por acaso, a Hermes, tradicional empresa de vendas diretas do Rio de Janeiro, começou a fazer testes com a venda de livros há quatro anos. “Vimos que esse nicho podia ser melhor explorado”, afirma Silvio Zveibil, diretor de vendas da Hermes.

A venda de enciclopédias, que deu origem ao segmento, também não vai mal.

A líder de mercado Barsa, controlada pela Editora Planeta, espera vender 70 mil coleções de enciclopédias em 2011, 7% a mais que em 2010. As equipes são treinadas para atender a determinados nichos de consumidores no país.

O borracheiro dos livros

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Texto de Galeno Amorim publicado originalmente no Brasil Wiki

Marcos Tulio Damascena - sonhador do mundo literário - Foto: WEB

Onde já se viu misturar livros com pneus?! E com graxa, ainda por cima?!? Isso vai dar certo não… Escolado na vida, Seu Joaquim, do alto dos seus 40 anos na profissão, deu o veredicto: não havia a menor chance de aquilo dar certo. Era como água e vinho… Seu Joaquim borracheiro só não contava com a teimosia do filho, cabeça dura como o pai. Coração mole como é, acabou fazendo vistas grossas. Quando viu, lá estava ela: era uma estante modesta, com seus setenta e pouco exemplares hermeticamente enfileirados (até parecia que o menino levava mais jeito para trabalhar em biblioteca, não na borracharia, ele pensou).

Mas daí a pouco já eram 600 livros. Com o tempo, chegaram a 3 mil. Hoje em dia, passam, seguramente, de 10 mil obras, dos mais variados gêneros.

A Borrachalioteca de Sabará, uma inusitada experiência na cidade histórica no entorno de Belo Horizonte, começou assim. Tudo muito simples. De forma bem natural. Tal qual, afinal, seu criador, Marcos Túlio, o filho turrão do seu Joaquim Damascena.

Quando tomou a decisão de dar uma mão para o velho pai no pequeno negócio da família, montado num pequeno salão alugado na periferia de Sabará, Marcos só não abriu mão de levar junto seus livros. Nas horas de folga, ele aproveitava para ler. Lia de tudo. E achou que devia compartilhar aquela experiência que tão bem fazia a ele com a vizinhança.

Quem primeiro aderiu foi a meninada da redondeza, mais interessada na sua coleção de gibis. Em seguida, apareceram uns marmanjos. Logo aquela invencionice já era sucesso de público e crítica. A freguesia, a princípio, se espantou.

Como assim?! Livros em plena oficina, rodeados por pneus, borrachas e ferramentas?!?

Mas a clientela logo se acostumou. E aprovou! Tanto que muitos acabam aproveitando o tempo de espera, enquanto aguardam que o pneu furado seja devidamente remendado, para… ler um pouco. Isso! Para muitos daqueles clientes apressados e estressados, essa é uma das raras vezes que fazem isso no seu dia a dia: ler um livro!

(mais…)

Schwarzenegger prepara livro de memórias para lançar em 2012

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Publicado originalmente no Terra
Arnold Schwarzenegger está escrevendo um livro de memórias sobre a sua improvável história de vida, de campeão de fisiculturismo nascido na Áustria a astro de Hollywood e governador da Califórnia, anunciou sua editora na quinta-feira.
Schwarzenegger, de 64 anos, que em maio anunciou ter se separado da mulher, Maria Shriver, após admitir ter tido um filho fora do casamento, está “fazendo uma crônica sobre a sua personificação do sonho americano” em sua segunda autobiografia, disse a editora Simon & Schuster.

O livro de memórias, chamado “Total Recall: My Unbelievably True Life Story”, foi adquirido pela Simon & Schuster depois que Schwarzenegger começou a escrever o livro no ano passado. Ele será lançado em outubro de 2012.

Quatro meses depois de deixar o governo da Califórnia, Schwarzenegger disse em maio que encerrava as discussões para um novo filme O Exterminador do Futuro e todos os outros projetos de Hollywood a fim de centrar o foco em questões pessoais, depois de reconhecer que teve um filho há 13 anos com a empregada da família.

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