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Expresso do Oriente, entre a nostalgia e o marketing

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Os vagões no estilo art déco do Orient-Express, na Estação do Leste de Paris, em 13 de maio de 2019 – AFP

Publicado na IstoÉ

E se o Expresso do Oriente voltasse a circular? A companhia francesa ferroviária (SNCF), que exibe em Paris seus vagões art déco recentemente reformados, planeja colocar novamente o famoso trem sobre os trilhos.

O grupo ferroviário público expõe nesta quarta-feira sete vagões dos anos 1920 na estação Gare de l’Est de Paris, após quatro anos de cuidadosa restauração. Todos os horários de visita estão lotados.

Na verdade, apenas três vagões-restaurante dos sete apresentados pertenceram ao “Orient Express”, que circulou de 1883 a 1977 entre Paris e Istambul. Esses vagões do trem mais famoso da história, junto com o Transiberiano, têm um interior decorado com muito requinte. Esses locais reuniam pessoas famosas, turistas com muito dinheiro, comerciantes, diplomatas e até espiões.

Os outros quatro vagões são ainda mais espetaculares, mas circulavam apenas até as margens do Bósforo. O material utilizado nos vagões dormitórios era diferente em cada trem.

“A empresa [que administrava a linha] não utilizava carros-salão para os grandes expressos europeus”, explica Arthur Mettetal, responsável pela área de patrimônio. “Estes compartimentos eram reservados para trajetos mais curtos, como o Trem Azul que chegava à Costa Azul”.

Mas foi um desses vagões-salão, o Pullman, que serviu de cenário para o filme “Assassinato no Expresso do Oriente”, de 1973, baseado o livro homônimo de Agatha Christie. “De repente, este vagão se converteu no ‘estilo Expresso do Oriente’ no imaginário coletivo, com o interior revestido com madeira talhada e desenhos de ramos de flores, e o piano-bar. É possível admirar os painéis produzidos na Finlândia, desenhados pelo decorador René Prou para o restaurante do Estrela do Norte (Paris-Amsterdã).

E também o Flecha de Ouro (Paris-Londres), com seus cristais e painéis de madeira de caoba de Cuba, obra do famoso mestre vidreiro e joalheiro francês René Lalique.

– Patrimônio ferroviário –

A SNCF comprou a marca Orient Express da Companhia Internacional de Vagões-Leito após a linha de conexão direta com Istambul deixar de funcionar em 1977. Mas não fez grandes investimentos até que começou a comprar os vagões do ilustre trem, em 2011.

“Para restaurá-los, nós mergulhamos em nossos arquivos para encontrar os projetos originais, padrões de tecidos, etc”, conta Guillaume de Saint Lager, diretor-executivo do Orient-Express, a empresa que cuida da gestão do patrimônio. “Recorremos a artesãos excepcionais”.

“Evidentemente, é um investimento importante, da ordem de 14 milhões de euros, mas é um investimento para o patrimônio ferroviário”, justifica o presidente da SNCF, Guillaume Pepy.

Estas peças do museu saem de vez em quando do depósito onde são guardadas, localizado na capital francesa, para algumas exposições ou convenções. Fazem parte “de um exemplo do cuidado da SNCF na conservação do patrimônio”, afirma Guillaume Pepy.

Uma exposição anterior, no Instituto do Mundo Árabe de Paris, atraiu mais de 250 mil pessoas em 2014. “Foi devido ao sucesso dessa exposição que a SNCF decidiu criar uma filial para gerar valor para a marca e iniciar um programa de renovação dos vagões”, conta Arthur Mettetal.

A SNCF espera obter lucros com o interesse renovado por esses trens. Para isso, cedeu no ano passado 50,1% do Orient-Express ao grupo Accor.

“Nosso desejo, evidentemente, é que o Expresso do Oriente volte a circular por toda Europa”, confirma Guillaume Pepy.

Funcionários da empresa encontraram vagões antigos na Polônia, que agora estão em processo de análise para se saber se é possível reformá-los e adaptá-los às novas exigências de conforto para os passageiros.

“É uma questão na qual estamos trabalhando”, explica. No momento, tudo está em fase de estudo, apesar de considerar que até o meio deste ano a companhia seja capaz de decidir sobre o lançamento ou não da linha Expresso do Oriente.

The Witcher | Rumor aponta que série de TV da Netflix estreia em dezembro

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Segundo ano começaria a ser rodado entre dezembro e janeiro

Natalia Bridi, no Omelete

Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, já garantiu que a série de The Witcher estreia ainda em 2019 e agora um novo rumor (via Comicbook) aponta que a adaptação chegar serviço de streaming em dezembro.

O rumor também diz que a segunda temporada começaria a ser rodada no mesmo período, entre dezembro e janeiro.

Analisando a grade da Netflix, o rumor sobre a estreia faz sentido, já que o serviço costuma reservar o mês de dezembro para grandes apostas, como Bird Box e Bandersnatch em 2018. Nada foi confirmado oficialmente pela Netflix então trate apenas como um rumor.

The Witcher tem Henry Cavill no papel de Geralt de Rivia. Segundo a sinopse prévia, o personagem é um “mutante caçador de monstros que luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas provam com frequência serem mais perversas que as bestas”. O programa contará com oito episódios, gravados no leste e centro da Europa – principalmente na Polônia, país de origem da franquia.

É importante ressaltar que o seriado da Netflix não será baseado nos games da CD Projekt RED e sim na série de livros escrita por Andrzej Sapkowski

Trailer oficial de “It: Capítulo 2” já chegou

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Diogo Vieira, no Cinema 7 Arte

Pennywise está de volta! A Warner Bros. lançou o primeiro trailer oficial de “It: Capítulo 2”, a continuação do filme de terror “It“, de 2017, e promete ser igualmente assustador.

O seu antecessor superou as expectativas quanto às receitas de bilheteira, tendo arrecadado cerca de 327 milhões de dólares só nos Estados Unidos, sendo que o bolo total atingiu os 700 milhões. Isto fez de “It” o filme de terror mais lucrativo de sempre, o que trará responsabilidades acrescidas ao seu sucessor.

O elenco de “It: Capítulo 2” será composto por Jessica Chastain (“A Árvore da Vida”, 2011), Bill Skarsgård (“It”, 2017), Bill Hader (“Gémeos Para Sempre”, 2014), James McAvoy, (“Fragmentado”, 2016), Jay Ryan (“Being Eve”, 2002), ou Javier Botet (“A Múmia”, 2017).

A história do filme passa-se 27 anos depois dos eventos finais do seu antecessor. Esta consiste no retorno dos membros crescidos do “Losers’ Club” à sua cidade natal Derry, Maine, depois de Pennywise (Bill Skarsgård) voltar mais forte e cruel que nunca.

O romance “It”, escrito por Stephen King, contava simultaneamente a história do “Losers’ Club” como crianças e adultos, mas a sua adaptação para o grande ecrã dividiu os dois cronogramas em dois filmes separados. Para além dos atores em versão adulta, haverá também a participação das estrelas infantis do primeiro filme, com aparições em flashbacks. Entre os atores estão Jaeden Lieberher, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs, Jack Dylan Grazer e Wyatt Oleff.

O clipe divulgado mostra Bev (Jessica Chastain) a deparar-se com uma idosa assustadora a viver na sua casa de infância, criando assim uma situação muito awkward…

Realizado por Andy Muschietti, o filme chegará às salas de cinema portuguesas no dia 6 de setembro de 2019.

Remake de Cemitério Maldito chega às telonas

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Ana Vitória Queiroz, no R7

Trinta anos depois da primeira adaptação do filme “Cemitério Maldito”, do livro de Stephen King, os diretores Kevin Kölsch e Dennis Widmyer são responsáveis pelo remake que estreia nesta quinta-feira (9) prometendo deixar os cabelos em pé de quem for assistir.

De acordo com os diretores, essa nova adaptação promete ser mais fiel ao livro, sombria e emocional. O próprio King já garantiu, em material de divulgação, que gostou do resultado do filme e o longa que começou com um orçamento de 21 milhões, já conseguiu alcançar mais de US$ 100 milhões de bilheteria mundial.

Em “Cemitério Maldito” conhecemos a história da família Creed. Após a mudança para uma cidade mais calma, Louis (Jason Clarke) viu a chance de conciliar o trabalho como médico e passar mais tempo com sua esposa, Rachel (Amy Seimetz) e seus dois filhos, Ellie (Jeté Laurence) e o pequeno Cage (Hugo Lavoie e Lucas Lavoie).

Depois de fazer amizade com o vizinho Jud (John Lithgow), a família descobre sobre um cemitério indígena próximo à propriedade, onde segundo lendas, os corpos enterrados nele são ressuscitados. Quando o gato Church, de sua filha sofre um terrível acidente, Louis decide enterrá-lo para o trazer de volta à vida, mas não tinha ideia das consequências que iria sofrer depois disso.

Diferente da versão de 1989 que é um terror mais “gore” (subgênero de terror que se concentra em representações gráficas de sangue e violência gráfica), a de 2019 possui um equilíbrio entre os “jumpscares” (técnica usada em filmes de terror para dar sustos) e o terror psicológico, causando medo, angústia e aflição de quem acompanha a trama.

Em diferentes momentos do filme, é possível perceber que sempre há sinais para o personagem principal não recorrer ao cemitério, sabendo que lá é um lugar amaldiçoado. Principalmente após enterrar o gato de sua filha e Church mudar após voltar a vida.

Game of Thrones: George R. R. Martin diz que spin-off será gravado em 2019 e outros dois estão a caminho

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George R. R. Martin está envolvido em três novas séries baseadas no universo de Game of Thrones (Foto: Evan Agostini / AP)

Enquanto a HBO ainda não confirma quais serão as continuações de Game of Thrones, o criador dos livros traz importante atualização

Publicado na Rolling Stone

A série Game of Thrones está perto do fim, mas possivelmente a saudade não vai existir por muito tempo. De acordo com uma nova notícia publicada pela CNN, pelo menos três spin-offs, ou séries derivadas, estão sendo trabalhadas pela HBO.

Quem confirmou foi o próprio George R. R. Martin, criador dos livros As Crônicas de Gelo e Fogo, que deram origem à série Game of Thrones. A diferença é que Martin não chama as novas produções de spin-offs e, sim, de “séries sucessoras”.

Em uma publicação no seu blog pessoal, Martin revelou o seguinte: “Nós tivemos cinco diferentes sucessores de Game of Thrones em desenvolvimento com a HBO. E três delas estão seguindo em frente.””

“Um deles, que eu não não posso chamar de THE LONG NIGHT [Martin escreveu desta forma, em letras maiúsculas, algo como “A Longa Noite”] será filmado ainda neste ano. Outros dois ainda estão na fase de construção de roteiro, mas estamos chegando perto do fim.”

A HBO há tempos diz que quer usufruir do sucesso de Game of Thrones o máximo possível. O fato de dividir uma temporada em duas, a sétima e a oitava, já mostrava isso.

“Estão dizendo na imprensa, todo mundo, que temos três ou quatro spin-offs e eles todos supõem que todos eles vão acontecer e que nós teremos um show novo de Game of Thrones por trimestre”, disse Casey Bloys, presidente de programação da HBO, dois anos atrás.

“Não é isso que vai acontecer. A ideia não é fazer as quatro séries. O nível estabelecido por Game of Thrones é tão alto que espero que pelo menos um desses novos seriados faça justiça à original.

Ao questionado sobre a viabilidade das novas séries, Martin diz:

“Talvez alguns de vocês [jornalistas] deveria pegar uma cópia de Fogo & Sangue [lançado recentemente por Martin, que conta a história da família Targaryen] e criar as suas próprias teorias”, ele diz, sobre o livro recente, lançado em 2018.

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