Canal Pavablog no Youtube

notícias

Garotas leem mais e melhor que os rapazes

1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por Gazeta do Povo

Avaliações globais feitas desde 2000 com estudantes de 15 anos realçam a diferença de aprendizado entre os sexos

As habilidades em leitura de garotas de 15 anos ultrapassam de longe a dos rapazes nessa mesma faixa etária em 74 países do mundo. Esse resultado tem sido confirmado em todas as edições do Programa Internacional de Ava­­lia­­ção de Estudantes (Pisa), um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que analisa a cada três anos a qualidade e a eficiência de sistemas escolares em países que representam 90% da economia mundial.

As jovens superam os garotos nos testes de leitura desde 2000, sendo que na média geral a diferença a favor delas em 2009, últimos dados do Pisa, foi de 39 pontos. Eles, por outro lado, vencem em Matemática e Ciências, com 15 e 4 pontos a mais, nessa ordem. Participaram da pesquisa 470 mil estudantes, dos quais 20 mil eram brasileiros.

Análise

Os resultados do Pisa se unem a outros levantamentos que comprovam a existência de diferenças de aprendizagem entre meninos e meninas. Ainda que se tente explicar o fato a partir de peculiaridades biológicas e psicológicas de cada um dos sexos, especialistas admitem que ainda é preciso pesquisar mais para saber porque isso ocorre.

“A vantagem das meninas em leitura é o mais evidente. Há estudos que procuram entender esse resultado baseados em características biológicas, outros em fatores psicológicas e outros ainda indicam que talvez existam áreas de linguagem no cérebro que se desenvolvem mais cedo nas meninas. Existem ainda ensaios que estudam possíveis causas sociais, que perdem cada vez mais força”, afirma David Chadwell, consultor de escolas públicas nos Estados Unidos que separam meninos e meninas em algumas aulas.

As pesquisas costumam reiterar, no entanto, a grande interferência das diferenças biológicas entre os dois sexos. Elas são tão grandes que para Neide Noffs, diretora da faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP), os resultados do Pisa devem ser analisados com muita cautela. “Não dá para fazer uma comparação exata de meninos e meninas aos 15 anos, já que existem muitas diferenças orgânicas entre eles.” Ela exemplifica que, aos 13 anos, as garotas já estão mudando de corpo de forma marcante, enquanto os rapazes vivem diferentes fases hormonais.

“Isso faz com que as meninas sintam antes uma mudança de responsabilidade, com a maior necessidade de compreensão do mundo, enquanto que os meninos ainda não estão pensando nisso”, explica. “Por isso é importante perceber que não existe melhor ou pior, os dois sexos são diferentes e vivem experiências diferentes o que, com certeza, influenciam no seu desempenho nessas áreas”, insiste.

Educação segmentada pelo sexo

A constatação de altos índices de aprendizagem alcançados por meninos e meninas de 8 a 15 anos que estudam em escolas com turmas exclusivas para um sexo provocou o renascimento desse tipo de ensino em vários países. Como as diferenças significativas mostram-se próprias dessa faixa etária, as escolas voltam a ser mistas nos últimos anos do ensino médio. E, ao contrário do que se vê normalmente no Brasil, muitas das escolas estrangeiras não têm nenhuma motivação ideológica.

De acordo com David Chad­well, responsável por coordenar a abertura de mais de 100 escolas públicas não mistas na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, o objetivo é puramente pragmático. “Depois de atestar as vantagens do ensino para um só gênero, optamos por oferecer também essa opção para os pais interessados nesse tipo de educação. Em escolas mistas, a pedido dos pais e com a coordenação e apoio dos professores, implementamos algumas aulas só para meninos ou só para meninas”, explicou Chadwell, em entrevista por e-mail.

Na Europa, entidades favoráveis à educação separada, como a Easse (Associação Europeia de Educação para um Gênero, da sigla em inglês), reúnem escolas desse tipo em diversos países e publicam a cada ano novos levantamentos de desempenho e pesquisas de comportamento. Outras entidades começam a se preocupar com o fenômeno, como a Oidel (Organização Inter­nacional para o Desen­volvi­mento da Educação Livre), que concluiu em um estudo que entre as 50 melhores escolas do Reino Unido, 36 são de educação separada.

Evandro Faustino, presidente da Isep Consultoria Educacional em São Paulo, favorável ao que ele chama de “educação personalizada”, defende que existem muitas vantagens na separação dos sexos na sala de aula. “A educação por sexo [dos 8 aos 15 anos] ajuda a aproveitar melhor as etapas de desenvolvimento de cada um”, analisa.

Para o educador, os adolescentes não perdem nesse tipo de ensino. “Se houvesse uma separação efetiva em todos os ambientes, isso seria doentio, mas não é o que acontece. Na vida há muitas outras oportunidades de estar com o outro sexo e o custo-benefício para ambos na aprendizagem dessa forma é inegável”, continua. Entre as vantagens, o educador lista a possibilidade de trabalhar com métodos mais adequados a cada sexo.

“Pesquisas mostram que há certas áreas do conhecimento, como línguas, em que os meninos, na presença das meninas não gostam de fazer e vice-versa”, acrescenta o educador.

Outros especialistas, no entanto, como Neide Noffs, diretora da faculdade de Educação da PUCSP, não acreditam que, a longo prazo, a educação separada seja a melhor.“A relação entre os gêneros ajuda a potencializar o que é bom de cada um e superar as diferenças”, afirma. “Mas não existe um certo ou errado. O importante é que os pais escolham o que acharem melhor para os seus filhos e, ao mesmo tempo, saibam proporcionar a eles experiências diferentes. Se os filhos estudam em uma escola mista, que possam estar algum tempo em atividades só com pessoas do mesmo sexo e vice-versa”, finaliza.

Editora investe em livros multimídias para o iPad

0

Publicado por Eletrônico Blog

A poderosa editora Penguin Books parece ser a mais empolgada de seu segmento com o advento do iPad, a prancheta digital da Apple cujo lançamento está marcado para o dia 3 de abril. Os planos da Penguin são ousados. Ela quer não só transpor seus livros para o aparelho como também adicionar recursos multimídia, como vídeos, mapas, etc.
Ao invés do formato ePub, tradicional dos e-readers como Kindle, a Penguin vai usar o bom e velho HTML. Ou seja, vai dar para ler em vários outros aparelhos.
A empresa espera que 10% de suas vendas neste ano seja de e-books. IMO, essas inovações devem funcionar em livros infantis e de viagem muito bem.

Programa da FBN inclui obras suspeitas de plágio

0

Publicado por Publishnews

Cadastro para compra de livros por bibliotecas públicas tem traduções acusadas de cópia

Criado pela Fundação Biblioteca Nacional (FBN) para ampliar e renovar o acervo das bibliotecas públicas do país, o recém-lançado Cadastro Nacional de Livros de Baixo Preço inclui obras suspeitas de serem traduções plagiadas. A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Geral da República nesta semana pela tradutora Denise Bottmann, que enumerou dezenas de casos. A maior parte deles envolve livros da Editora Martin Claret. Denise publicou em seu blog uma lista de obras suspeitas, comparando-as com as versões originais. Entre os livros citados estão O médico e o monstro, de Robert Louis Stevenson, O lobo do mar, de Jack London, e A mulher de trinta anos, de Balzac,todos com traduções atribuídas a Pietro Nassetti e denunciadas há anos como plágios. Procurada pelo Globo, a FBN alega que, para que um livro seja excluído do cadastro, “é preciso que tenha sido objeto de ação judicial, com trânsito em julgado, que tenha determinado o impedimento de circulação das obras”. Responsável pelo departamento editorial da Martin Claret, Taís Gasparetti afirma que, devido às denúncias dos últimos anos, a editora está substituindo, desde o segundo semestre de 2011, as traduções que confirmou como plágios.

Professora pôs os alunos a ler contos aos pais e a ideia teve resultados surpreendentes

1

Publicado por SIC Notícias

O que pode fazer um professor quando a maioria dos alunos chega ao quinto ano a tropeçar na leitura? Em São Paio de Vizela uma professora de português decidiu pôr os alunos a ler contos aos pais. O resultado surpreendeu os alunos, os pais e a professora. Mas as crianças não se contentaram com isso e levaram a ideia ainda mais longe. Acrescenta um Conto é a Grande Reportagem SIC deste domingo.

Dica do Jarbas Aragão

Livros distribuídos pelo MEC poderão ser impressos em papel reciclado

0

A proposta é do ex-senador Renato Casagrande

Publicado por POP

Os livros dos programas de distribuição de material didático do Ministério da Educação (MEC) poderão ser impressos em papel reciclado. É o que propõe o projeto de lei do ex-senador Renato Casagrande (PSB-ES), que se encontra na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA).

De acordo com a proposta (PLS 612/07), o papel utilizado nos livros didáticos distribuídos pelos programas nacionais do Livro Didático (PNLD), do Livro Didático para o Ensino Médio (PNLEM), do Livro Didático para a Alfabetização de Jovens e Adultos (PNLA) e na Biblioteca da Escola (PNBE) – todos do Ministério da Educação – deverá conter fibras originárias de material reciclado. A proposta também determina que tais fibras sejam provenientes de matéria-prima produzida no Brasil.

O projeto determina prazos para a implantação das medidas após a promulgação da lei. Emenda do relator da matéria na CMA, senador Cícero Lucena (PSDB-PB), estabelece que, até dois anos após a publicação da lei a que o projeto der origem, esses livros deverão ser produzidos com, pelo menos, 5% de fibras provenientes de material reciclado. No terceiro ano após a publicação da lei, esse percentual aumenta para 15%. A partir do quarto ano, prevê a proposta, todos os livros didáticos adquiridos pelo MEC para distribuição deverão conter, no mínimo, 25% de fibras oriundas da reciclagem de materiais.

Ao justificar o projeto de lei, o senador Renato Casagrande destacou que a utilização de materiais reciclados contribui diretamente com a proteção do meio ambiente e reforça nos jovens a educação ambiental e o consumo de materiais provenientes de práticas corretas do ponto de vista ambiental.

Depois de aprovada na CMA, a matéria será examinada pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), em decisão terminativa.

Go to Top