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Passageiros de barca do litoral de SP terão biblioteca gratuita em 2012

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Projeto da Dersa e do IBL prentende estimular a leitura entre os usuários. Iniciativa já existe em estações de trens, ônibus e Metrô.

Publicado originalmente no G1

Projeto de bibliotecas gratuitas para passageiros á existe em estações de trens e metrô (Foto: Instituto Brasil Leitor/ Divulgação)

Os passageiros que utilizam barcas para travessia em praias do litoral de São Paulo poderão utilizar o tempo da viagem para ler. A partir do início de 2012, estações do litoral sul receberão bibliotecas gratuitas para os usuários. O projeto, divulgado nesta quinta-feira (1°), foi feito pela Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa) e pelo Instituto Brasil Leitor (IBL).

Segundo a Dersa, a primeira biblioteca será instalada na estação de Vicente de Carvalho, no Guarujá. Pela estação circulam cerca de 13,5 mil pessoas diariamente. A unidade deve contar com acervo inicial de

Estação Vicente de Carvalho, no Guarujá, será a primeira a ter biblioteca no Litoral de São Paulo (Foto: Divulgação/ Dersa)

2.600 livros para empréstimo gratuito.

Laurence Casagrande Lourenço, presidente da Dersa, diz que o acervo é atual e diversificado e deverá conquistar os usuários.

As bibliotecas farão parte do projeto Ler é Saber, que tem 140 mil sócios e acumula cerca de 1,3 milhão de livros emprestados, com bibliotecas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte e outros 17 municípios.

O projeto já está presente em terminais de trens, de ônibus e Metrô. Para o diretor-geral do IBL, William Nacked, chegar às barcas era o que faltava para completar o “ciclo”.

Serviço
O passageiro que quiser pegar um livro deverá se cadastrar na biblioteca. Para isso, ele deverá apresentar:
– RG: original e cópia;
– CPF: original e cópia;
– Comprovante de residência: original e cópia;
– Foto 3×4

Com isso, ele poderá pegar a carteirinha utilizada na retirada dos livros. Passageiros menores de idade deverão estar acompanhados dos pais na hora da inscrição. Depois, para retirar os livros, poderão estar sozinhos.

Editora lança livro de HTML para bebês

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É de pequeno que se programa o Arduino (sim, péssima piada…)

Texto de Kao ‘Cyber’ Tokio publicado originalmente no Geek

É fato comum perceber que boa parte da chamada Geração Baby Boomers e sua ancestralidade têm um sério problema de interface e compreensão quando o assunto é informática.

Como também é sabido, as gerações mais jovens (como X a Y) praticamente nasceram com um teclado à mão e dão um show na hora de usar os recursos técnicos dos gadgets ou as redes sociais online, deixando quarentões em geral mortos de vergonha.

Agora vai ser a vez da próxima geração (que ainda nem tem letra definida…) dar um baile nos mais velhos, quando o assunto for programação. Ao menos é o que se imagina, ao atentarmos para o novo lançamento da editora Cody Babies, qua acaba de lançar o mimoso livro HTML for Babies.

O livreto, de apenas 16 páginas, não tem historinhas para ninar, mas apresenta várias frases de sugestivo positivismo, embaladas por inúmeras Tags de codificação para os jovens petizes irem se acostumando com o que lhes reserva o futuro (palavras encorajadoras e muitos, muitos bugs).

O produto é simples e agradável, confeccionado em material cartonado com acabamento em proteção plástica (de modo que pode ser babado sem comprometimento do conteúdo informativo) e cores vivas que tornam o resultado atraente para os pequenos.

Já disponível à venda em sites como o Amazon, por US$8,99.

Crédito das Imagens:Wawyaa.com

 

Tumulto marca sessão de autógrafos de Hilary Duff na Bienal do Livro, no Rio

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Publicado originalmente no Correio 24 horas.

Quantidade de fãs maior do que a esperada causou transtornos na tarde deste domingo, 4.

A atriz e cantora Hilary Duff distribuiu autógrafos na Bienal do Rio na tarde deste domingo, 4, em meio a um clima de tumulto.

A sessão de autógrafos, que a princípio seria realizada no estande da editora, acabou transferida para o “Espaço Jovem” por conta do número de pessoas presentes.

Hilary Duff na Bienal do Livro, no Rio

Hilary Duff na Bienal do Livro, no Rio

Mais cedo a atriz e cantora havia postado foto da multidão de fãs em seu twitter

Mais cedo a atriz e cantora havia postado foto da multidão de fãs em seu twitter

Os fãs que estavam desde as 8h da manhã aguardando a estrela no local inicial, no entanto, não gostaram nada da mudança, pois perderam seus lugares na fila, o que causou grande revolta, tumulto e muita gritaria.

Mais cedo, ao chegar ao Riocentro – onde acontece o evento – Hilary já tinha se surpreendido com a multidão. Aproximadamente 2 mil fãs foram ver , que está na cidade para divulgar seu livro “Elixir”. As informações são do Ego

Editora anuncia nova série dos Peanuts para novembro

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Histórias serão as primeiras sem a participação de Charles M. Schulz, morto em 2000

Publicado originalmente no IG
 

Capa do número 0 da nova série dos "Peanuts" / Foto: Divulgação

Charles M. Schulz despediu-se dos leitores por meio de uma tirinha. Publicada em 13 de fevereiro de 2000, um dia após sua morte, aos 77 anos, a tira mostrava o cão Snoopy escrevendo uma mensagem do cartunista para os fãs. Nela, Schulz anunciava sua aposentadoria e afirmava que, a pedido da família, a série “Peanuts” não continuaria nas mãos de outras pessoas.

Até o início deste ano, ninguém além do autor havia ilustrado uma história em quadrinhos estrelada por Snoopy e sua turma. Isso mudou com o lançamento, em abril, de “Happiness is a Warm Blanket”, da editora BOOM! Studios.

O gibi, baseado na animação de mesmo nome lançada em março, adaptava diversas ideias de Schulz em uma história sobre as inseguranças de Linus e seu cobertor azul. De acordo com o filho do autor, Craig Schulz, que também escreveu o roteiro da nova história, 95% do material foi extraído de tiras publicadas por seu pai.

Agora, além da reprodução do traço de Schulz, a BOOM! Studios vai trabalhar em roteiros inéditos dos Peanuts. A editora anunciou nesta semana que lança em novembro o número 0 da nova série mensal “Peanuts”.

“Montamos uma equipe especial e contamos com a orientação dos responsáveis pelo espólio de Charles Schulz. Estamos confiantes que ofereceremos aos fãs a melhor série mensal dos Peanuts que alguém pode imaginar”, explicou Matt Gagnon, editor-chefe da BOOM!.

O primeiro número de “Peanuts”, que será publicado pelo selo “KABOOM!”, que abrange as revistas infantis da editora, vai custar US$ 1 (R$ 1,60) e chega às bancas e livrarias dos Estados Unidos em janeiro de 2012.

Livros mais baratos para atrair a classe C na Bienal do Rio

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Publicado originalmente no Último Segundo IG.

Editores promovem preços especiais em livros vendidos na feira literária

O livro “1822” (Nova Fronteira), de Laurentino Gomes, pode ser encontrado nas livrarias com preço que varia em torno de R$ 45,00. Na Bienal do Livro, que acontece no Rio de janeiro até o dia 11 de setembro, o mesmo título é encontrado por R$ 23,90. Os preços estão mais em conta.

A ideia é atrair um novo tipo de público consumidor, com um poder esquisito que até então não permitia se dar ao luxo de gastar com leitura. É a classe C o principal alvo dos livreiros e editores que expõem no Riocentro, local do evento.

Thalita Alvarez, gerente de marketing da Planeta, afirma que a editora dará 30% de desconto em preço de capa de todos os 400 títulos de livros vendidos no estande. “Queremos aumentar o faturamento, aproveitando que o mercado está aquecido e que tem mais gente ganhando melhor”, afirma. Na prateleira, a maior aposta é pelo “Tempo de esperas”, do padre Fabio de Mello, que custava R$ 19,90 e está saindo por R$ 15,00.

Na editora Record, a promoção é para quem leva mais livros. O primeiro sai com 10% de desconto. O segundo, com 20%, o terceiro por 25% e quatro ou mais por 30%. Na Leya editora, comprando acima de R$ 149,00, o consumidor leva para casa uma bolsa personalizada.

O nível de leitura do brasileiro, entretanto, ainda é muito baixo. Ainda que a projeção do futuro seja promissora. Segundo Sônia Machado Jardim, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), tirando os livros didáticos, o brasileiro lê menos de dois livros por ano. “Quero salientar que jovens lendo mais é uma amostra do que vem por aí. São eles que estão impulsionando o mercado, além de serem os leitores do futuro. São cidadãos que já crescem com o hábito da leitura”, diz.

Basta uma volta pela Bienal, em meio aos três pavilhões e 950 expositores, para se verificar os cartazes chamativos de livros custando a partir de R$ 1,00. Para quem dava como desculpa pela falta de leitura o alto preço dos livros, agora é só questão de pechinchar um bom título.

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