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Publicado nos EUA um índice inovador para ler o Talmud judaico

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Publicado no Terra

Uma editora judaica americana acaba de lançar um inovador “índice alfabético exaustivo” para acessar o Talmud, um dos livros sagrados do judaísmo, que recompila discussões rabínicas sobre as leis, tradições, costumes, lendas e histórias da religião.

A “HaMafteach” (“A Chave”) ou “Guia de referências catalogadas do Talmud da Babilônia” é anunciada como um “feito literário notável” no site na internet da editora encarregada de sua publicação, Feldheim Publishers, com sede em Nova York e Jerusalém.

Lançado em duas edições diferentes em inglês e hebraico, o livro tem como objetivo simplificar a busca de fontes no Talmud, uma obra de vários volumes considerada a tradição oral do judaísmo, enquanto a Torá é a tradição escrita.

“É chamado o ”Mar do Talmud” por boas razões. Tantos volumes, tantos temas, tantos ditos dos Sábios, intercâmbios e expressões. Mas aqui está uma ferramenta que permitirá navegar de alto a baixo o Talmud e localizar com facilidade fontes específicas”, garante a Feldheim Publishers.

O índice tem 6.600 entradas alfabéticas principais, 27.000 subentradas e 42.000 referências de fontes talmúdicas.

Para surpresa de muitos, o autor da “HaMafteach” não é um rabino, mas um advogado de origem judaica que mora desde criança em Nova York, aonde chegou com os pais, sobreviventes do Holocausto.

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Veja o trailer de “O Hobbit: uma jornada inesperada”

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Há tempos aguardamos essa obra ser transportada para a telona, agora Peter Jackson resolveu nos presentear com esse teaser de mais uma obra prima para o cinema o Filme O Hobbit uma jornada inesperada a ser lançado no dia 14 de Dezembro de 2012.

Manifestantes egípcios incendeiam biblioteca com rara colecção de manuscritos

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Publicaddo no Público
 
O Egito perdeu este fim-de-semana documentos e mapas históricos com mais de 200 anos num incêndio causado quando se registaram confrontos no Cairo entre as forças de segurança e os manifestantes anti-Exército. Entre os manuscritos perdidos estava a cópia original da “Description de L’Egypte”, uma colecção feita por encomenda de Napoleão durante a suaexpedição ao Egito, anunciaram no domingo as autoridades
 

Depois do incêndio foram encontrados vários manuscritos espalhados elo chão (Foto: Reuters)

Segundo a CNN, o incêndio no edifício histórico do Instituto Científico Egípcio, que alberga a biblioteca que continha mais de 200 mil livros e documentos, na sua maioria científicos, terá sido causado por um cocktail molotov atirado pelos manifestantes. O incêndio, que esteve descontrolado algumas horas, deflagrou nos andares mais baixos do edifício, tendo depressa alastrado aos superiores.

De toda a colecção do museu, apenas foram retirados intactos do fogo cerca de 30 mil livros. Tudo o resto, desapareceu com as chamas, anunciou Zein Abdel-Hadi, responsável pelas bibliotecas e os arquivos egípcios.

“Perderam-se mapas e manuscritos históricos insubstituíveis que foram preservados durante muitas gerações”, disse em comunicado, citado pela CNN, o primeiro-ministro egípcio, Kamal Ganzouri, destacando a perda da “Description de L’Egypte” (“Descrição do Egipto”). “O Egito perdeu um tesouro nacional raro na história”, disse.

A “Description de L’Egypte” é uma obra composta por 24 volumes e que conta com o trabalho de 160 investigadores que acompanharam Napoleão Bonaparte na sua expedição ao Egipto entre 1798 e 1801. Como o próprio nome indica, nestes livros agora perdidos estava reunida, através de documentos, mapas e artigos, toda a descrição do Egipto, desde a identificação dos monumentos à descrição da fauna e flora do país, passando pelos hábitos, agricultura e comércio dos seus habitantes. Características que tornaram a colecção única no país e numa das mais importantes e valiosas do século XIX.

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Livro narra tédio de jovens forçados a ficar meses sem internet

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Publicado originalmente na Folha.com

A americana radicada na Austrália Susan Maushart, uma solitária mãe solteira na menopausa, achou uma boa maneira de ser odiada pelos seus três filhos: proibiu o acesso da família a computadores e celulares por seis meses.

Seu livro sobre a jornada foi publicado recentemente no Brasil, pela editora Paz e Terra (R$ 40).

Entediados, os adolescentes começaram a conversar mais com ela. A conta de telefone disparou. Sem seus iPods, o trio começou a brigar feio pelo controle do aparelho de rádio.

O desempenho escolar dos três melhorou. Acostumada a ficar sozinha lendo no sofá, Susan se surpreendeu quando Anni, 18, se uniu a ela. Susan lia “A Menina que Roubava Livros” (no Brasil, pela ed. Intrínseca), a filha preferiu “Por Que os Homens Amam as Mulheres Poderosas” (ed. Sextante).

Bill, 15, trocou o Facebook pelo saxofone. Pensar em “como ele seria um músico incrível” se tivesse utilizado as horas na internet para treinar “foi um dos testes mais difíceis que já tive como mãe”, diz Susan.

A escritora Susan Maushart e seus três filhos adolescentes

Rodrigo Souza, 18, fez algo parecido ao tentar se desligar das redes sociais, particularmente do Facebook, conforme o vestibular deste ano se aproximava. Conseguiu ficar duas semanas longe do site.

“Entrar no Facebook era automático, eu abria o navegador e começava a digitar o endereço… Aí me tocava e ia para o Guia do Estudante”, diz, rindo. “Às vezes ficava angustiado, querendo compartilhar algum link. Até usei o e-mail para isso uma vez. E-mail é tão retrô, né?”

Alunos em Uberaba lançam livro baseado em clássicos nacionais

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Projeto ‘Bibliotecando’ será apoiado pelo Criança Esperança em 2012. Estudantes trabalharam com textos de Clarice Lispector e José de Alencar.

Publicado no G1

Alunos de projeto em Uberaba lançam livro (Foto: Reprodução/TV Integração)

O projeto ‘Bibliotecando’, do Instituto Agronelli, em Uberaba, beneficiou em 2011 mais de 120 crianças e adolescentes de escolas públicas com práticas de incentivo à leitura. Os estudantes usaram duas grandes obras nacionais e o resultado foi um livro, escrito por eles, que foi lançado na última semana.

Apreciar uma boa literatura não fazia parte da rotina da sala de aula  na qual a professora Ilma Pereira Barbosa lecionava. “Os alunos mostravam muita resistência com os livros e a gente tinha que insistir muito para que eles lessem”, contou. Porém, há um ano, essa história mudou graças ao empenho da professora e do projeto Bibiotecando.

“Nossa ideia foi trabalhar com clássicos brasileiros. Inicialmente, com Clarice Lispector e José de Alencar. A partir da obra, os adolescentes produziram materiais de gêneros textuais”, explicou a coordenadora de projetos do Instituto Agronelli, Lilia Coelho.

Para os autores, a obra é um incentivo e deixou um gosto de quero mais. “Quando vi o livro fiquei até com vontade de chorar”, revelou o aluno, Danilo Marcelino. “Agora eu tenho gosto pela leitura”, contou a estudante, Carla Marcelino.

Além do livro, outro resultado do projeto é a contribuição para quem está se preparando para o vestibular. “Clássicos nunca morrem. Nas provas de vestibular sempre aparecem e dessa maneira lúdica os adolescentes podem ler sem problema algum”, disse a professora, Sônia Prata.

Esse ano, o projeto recebeu recursos do Instituto HSBC de solidariedade e beneficiou mais de 120 alunos de duas escolas públicas. Para 2012 a expectativa é audaciosa, atender até dez escolas e 300 crianças e adolescentes. Para isso já existe um novo apoio com a parceria do programa Criança Esperança, da TV Globo. “Estamos com muita energia para conquistar o mesmo sucesso que tivemos em 2011”, comemorou Lilia.

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