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Nova biografia brasileira de Michael Jackson chega às livrarias no dia 16

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Livro terá tiragem inicial de 20 mil exemplares

Publicado no Administradores

Depois de atingir a marca de mais de 30 mil livros vendidos com a primeira biografia brasileira sobre o Rei do Pop, Jonathan Crociatti, credenciado como elo de comunicação de Michael Jackson no Brasil, se uniu à poetisa Lara Polegati para lançar uma obra definitiva para os fãs do cantor: Michael Jackson – Ato Final. Em formato de coffee table book, o livro documentário traz notícias, impressões, dados e cronologia detalhada dos bastidores do que seria o retorno aos palcos de Michael Jackson, marcado para julho de 2009, em Londres.

Segundo os editores, o livro parte do ponto polêmico em que, em dezembro de 2008, o renomado blogueiro e jornalista de celebridades nos Estados Unidos, Ian Halperin, publica que o Rei do Pop teria mais seis meses de vida (previsão que errou por apenas um dia).

Com a edição final do jornalista e crítico musical Rafael Gonçalves, o livro traz informações inéditas sobre tudo o que aconteceu com o Rei do Pop meses antes do anúncio do que seria sua última turnê mundial, até fatos surgidos depois de sua morte.

Imagem: divulgação

Há, além de mais de 140 fotos do astro, entrevistas transcritas, entre elas com Joe Jackson, Katherine Jackson e os filhos de Michael concedida a Oprah Winfrey.

FICHA TÉCNICA:

TÍTULO: Michael Jackson: Ato Final
AUTOR: Jonathan Crociatti e Lara Polegati
ILUSTRADOR: Wagner Luís Silva
NÚMERO DE PÁGINAS: 324
EDITORA: Jonathan C. Crociatti (Crociatti Comunicações)
DISTRIBUIÇÃO EXCLUSIVA: Academia do livro
PREÇO DE CAPA: R$ 69,90
ISBN: 978-85-912854-0-2

Biografia de Steve Jobs é o livro mais vendido do ano na Amazon

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Publicado no F5

Mesmo tendo sido lançada no final de outubro, a biografia de Steve Jobs foi o livro mais vendido do ano na Amazon.

O ranking foi divulgado pelo site de compras –maior varejista do mundo– e confirmou a previsão da empresa, que em outubro já dizia que a história do empresário americano seria o livro do ano.

Escrita pelo jornalista Walter Isaacson, a biografia foi autorizada pelo ex-executivo-chefe da Apple.

O livro é baseado em mais de quarenta entrevistas com Jobs ao longo de dois anos, além de conversas com mais de cem familiares, amigos, colegas, adversários e concorrentes dele.

Os direitos do livro foram adquiridos pela Sony, que pretende lançar um filme baseado na obra.

Os atores George Clooney e Noah Wyle estão entre os cotados para o papel principal.

Divulgação
Capa da biografia "Steve Jobs", de Walter Isaacson
Capa da biografia “Steve Jobs”, de Walter Isaacson

Hábito de leitura cresce nos EUA e está cada vez mais eletrônico

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‘Em geral, a leitura tem se tornado mais popular’, diz Amazon. Loja on-line aposta em mudanças no mercado editorial.

Publicado no G1

Novo programa da Amazon, que permitirá aos usuários de Kindle ler livros gratuitamente(Foto: Reprodução)

O momento pode estar difícil para livrarias de bairro nos Estados Unidos, mas as pessoas estão lendo mais do que nunca e os livros eletrônicos estão atendendo os amantes de livros que buscam de biografias de famosos a livros de ficção.

“Só temos tido notícias boas este ano. Em geral, a leitura tem se tornado mais popular”, disse Chris Schluep, editor-sênior de livros da Amazon, maior vendedora de livros na internet dos EUA.

“Agora é muito fácil comprar um livro”, disse Schluep. “Vemos que o hábito da leitura tem crescido em meio à população”.

Em maio, a Amazon anunciou que entre 1 de abril e 19 de maio vendeu 105 livros eletrônicos para o Kindle para cada cem livros impressos.

O livro de não-ficção mais vendido da temporada, tanto em papel quanto no formato eletrônico, é a biografia “Steve Jobs”, sobre o co-fundador da Apple, de Walter Isaacson, lançada em outubro.

Um outro livro popular foi “Then Again”, da atriz Diane Keaton, no qual ela conta sua própria história vinculada aos diários de sua mãe.

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Idoso aprende a ler aos 91 anos e publica livro aos 98

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Publicado no Boas Notícias

Idoso aprende a ler aos 91 anos e publica livro aos 98

Jim Henry, ex-pescador de lagosta de Stonington (EUA), decidiu aprender a ler e escrever aos 91 anos de idade. Hoje, sete anos depois, não é só um homem literado como também acaba de publicar um livro de contos que reúne as memórias de uma vida no mar.

“É como se tivesse renascido”, afirmou Jim Henry à agência Associated Press (AP). “Deito-me todas as noites com lágrimas dos olhos, a pensar em todas as coisas boas que me aconteceram nestes últimos tempos”, acrescentou.

Jim estava no terceiro ano de escolaridade quando o pai o obrigou a desistir para ir trabalhar e ajudar a família. Aos dezoito anos, mudou-se para Stonington Borough onde se tornou capitão de um navio de pesca de lagosta.

Ao longo dos anos, foi escondendo a sua iliteracia dos amigos e familiares através de pequenos truques como pedir o que ouviu outra pessoa a pedir sempre que ia a um restaurante. A única coisa que sabia de letras era o nome. Conseguia distingui-lo entre tantas outras palavras sem sentido e ainda escrevê-lo de forma bastante legível. No entanto, tudo o que fosse além fronteiras da sua identidade era território totalmente desconhecido.

Há sete anos atrás, movido pela história de George Dawson – um neto de escravos que fez questão de conseguir o diploma de Ensino Secundário, aprendendo a ler e a escrever aos 98 anos-, Jim quis finalmente mudar a sua vida. Começou por ler livros para principiantes e por aprender o alfabeto. Por dia, dedicava inúmeras horas à escrita e num instante passou às primeiras palavras.

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O que o Google disse aos livreiros e editores brasileiros

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Publicado originalmente no Publishnews

Em apresentação oficial, empresa chamou atenção para o mercado de e-books, divulgou serviços e abriu as portas para negociações – mas não deu detalhes sobre modelo de negócios

Já faz algum tempo que o Google vem conversando com editores e livreiros brasileiros, mas hoje de manhã a empresa marcou sua presença oficialmente, ao reunir, em São Paulo, potenciais parceiros para apresentar suas ferramentas e loja digital voltadas ao mercado de livros. Num momento em que gigantes como a Amazon e a Apple têm interesse declarado pelo Brasil, o Google acelera a busca por editores e varejistas para conseguir colocar seu modelo de negócios em pé no país.

Num evento que reuniu cerca de 150 pessoas, o Google apresentou seus serviços em linhas gerais e respondeu perguntas dos participantes. Mas manteve-se calado, pelo menos publicamente, sobre os detalhes do modelo de negócios e de remuneração. “Todas essas informações serão discutidas individualmente, caso a caso” repetiu algumas vezes Newton Neto, responsável no Brasil por desenvolver as parcerias no mercado de livros. Já se sabe, porém, que o padrão usado pelo Google nos Estados Unidos determina que ele retenha 65% do valor das transações quando atua como distribuidor, e depois divida essa fatia com os varejistas, em proporções que não foram mencionadas.

Em resumo, o Google apresentou suas principais ferramentas e citou vários números para convencer os participantes de que o crescimento do mercado de e-books é um caminho sem volta. De acordo com Tom Turvey, diretor de parcerias estratégicas para serviços de busca do Google, as receitas de editoras americanas com livros digitais, que eram de apenas 0,5% e 6,2% em 2010, já chegam a 23% em 2011. “A migração é inevitável. Vocês podem lutar contra ou investir para fazer parte. É o que falamos no Google: você pode ficar na frente do ônibus ou dentro dele.”

Uma das ferramentas apresentadas, já mais conhecida por editoras e livreiros, é o Google Preview, onde as editoras parceiras disponibilizam trechos digitalizados de seus livros. Por meio dessa ferramenta, os livros passam a fazer parte dos resultados da busca tradicional do Google (sem que as editoras tenham que pagar por isso) além de poderem ser visualizados no site de varejistas e também no Google Books.

O Google Books é um serviço de busca para livros, em que o internauta digita um termo e encontra as obras que têm ligação relevante com a palavra. A ferramenta permite a compra do exemplar do livro físico redirecionando o usuário para o site de um varejista parceiro. No mundo, o serviço está disponível em cem países e tem 40 mil editoras participantes com dois milhões de livros cadastrados. No Brasil, são 200 editoras e 30 mil livros no total.

Mas o Google Books também passará a incluir e-books, e esse é o grande interesse da companhia e de onde virá a maior parte de suas receitas no negócio de livros. A aba “e-books” ainda não está disponível no Brasil, mas à medida que as parcerias forem fechadas ela será criada.

No esquema do Google eBooks, as editoras deverão entregar os arquivos dos seus livros digitalizados – em PDF ou ePub – ou então entregarão os livros físicos ao Google, que vai digitalizá-los gratuitamente “de forma mais rápida e com mais qualidade do que qualquer outra empresa”, afirma Chris Palma, responsável pelo desenvolvimento de parceiros estratégicos do Google. Os livros digitalizados ficarão na nuvem do Google, ou seja, não haverá “download” de arquivos, e sim acesso a eles.

Uma vantagem? A editora pode passar a ter seu acervo digitalizado sem custo nenhum. Uma desvantagem? O arquivo digitalizado não é entregue à editora e fica exclusivamente na nuvem do Google.

É a editora quem decidirá, ao se juntar à empresa americana, em quais territórios os e-books podem ser vendidos, os aparelhos em que podem ser acessados e quanto do livro pode ser “copiado e colado” ou impresso.

O Google não terá apenas editoras como parcerias, mas também livrarias, que poderão passar a utilizar a ferramenta do Google para fazer a venda de e-books. Vale para os varejistas que ainda não tem uma plataforma de venda do produto, e também para quem já tem. “Uma das vantagens da plataforma do Google é que ela tem recursos tecnológicos que a nossa ainda não oferece”, afirmou Mauro Widman, responsável pela área de e-books da Livraria Cultura, ao PublishNews.

No mundo, o Google já tem 600 livrarias parcerias, praticamente todas independentes. “Mas não vemos isso acontecendo no Brasil. Gostaríamos de trabalhar com os líderes de mercado aqui, funcionando como distribuidores para eles”, afirmou Neto.

Um dos itens que o Google oferece é a sincronização de leitura dos títulos comprados em diferentes dispositivos – seja tablet, smartphone, e-reader, PC etc. Por outro lado, uma das desvantagens para a livraria, segundo Widman, é que a proposta do Google prevê que a compra seja finalizada em seu ambiente. Para simplificar, o carrinho de comprar não é da livraria, e sim do Google, o que reduz o controle que a varejista tem sobre o que o cliente está comprando. É algo a ser observado na medida em que o Google avança nas conversas auqi no Brasil.

O Google também pretende lançar a sua Google Store no Brasil, acessível pela web ou por aplicativos, que funcionam no sistema operacional Android e outros, inclusive o iOS da Apple.
Segundo Newton Neto, a loja no Brasil será lançada ainda em 2012 – já há lojas em funcionamento nos EUA, Canadá, Austrália, Inglaterra.

Quanto o Google vai ganhar com tudo isso? Vários participantes fizeram a pergunta e a resposta repetida foi que serão feitas negociações individuais – e elas começam já. Mas, segundo Chris Palma, em declaração ao PublishNews, o Google tem um padrão estabelecido nos Estados Unidos: fica com 65% do valor quando atua como uma distribuidora (e depois divide essa porção com a varejista parceira) e com 55% quando atua diretamente como varejista.

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