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JK Rowling irá lançar 4 novos livros da saga Harry Potter

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Os contos serão publicados em versão digital no Pottermore

Bruna Dolores, na Poltrona Nerd

JK Rowling vai lançar quatro novos livros eletrônicos da saga Harry Potter no mês que vem, oferecendo aos fãs a chance de “se aprofundar na rica história da magia”.

O site de Rowling Pottermore publicará as histórias de não-ficção, que serão dedicadas a todas as coisas do “mundo bruxo”. Cada um deles terá como tema as lições estudadas na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Os contos são inspirados em uma exposição da British Library sobre Harry Potter.

A série terá o nome Harry Potter: A Journey Through…, adaptado do audiobook Harry Potter: A History of Magic e inspirado no nome da exibição da biblioteca de 2017.

“Prepare-se para aprofundar na rica história da magia (seja a nossa própria história dos trouxas ou o mundo mágico criado por JK Rowling) com esta nova série de contos em e-books”, disse um comunicado no site Pottermore.

“Além de explorar as origens da magia através da história e do folclore, os contos em eBook também trazem notas, páginas manuscritas e esboços encantadores, como visto anteriormente em Harry Potter: A History of Magic.”

Os dois primeiros livros, que serão lançados em 27 de junho, irão explorar Defesa Contra as Artes das Trevas, bem como Poções e Herbologia. O terceiro e quarto livros, que serão divulgados logo depois, irão focar em Adivinhação e Astronomia, juntamente com Trato das Criaturas Mágicas.

Todos os quatro foram ilustrados pelo artista londrino Rohan Daniel Eason e estarão inicialmente disponíveis em inglês, francês, italiano e alemão.

Pessoas que leem são mais felizes, aponta pesquisa global

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Pesquisa encomendada pela Amazon entrevistou 27.305 pessoas em 13 países. Entre os leitores frequentes, 71% se declararam felizes.

Publicado no Publishnews

Entre o fim do ano passado e início desse, o instituto Kelton Global entrevistou, a pedido da Amazon, 27.305 pessoas com mais de 18 anos de 13 países (EUA, Canadá, México, Brasil, Alemanha, Reino Unido, Espanha, França, Itália, Austrália, Índia, China e Japão) com o objetivo de traçar o hábito e o comportamento e leitura em diferentes aspectos. A conclusão é que a leitura aumenta a felicidade e também pode ajudar o leitor a conectar uns com os outros e melhorar seus relacionamentos.

Entre os leitores frequentes (semanais), 71% declararam que se sentem felizes. A taxa entre os leitores esporádicos para essa mesma pergunta é de 55%. Isso porque, segundo a pesquisa, pessoas que leem são mais relaxadas.

Ainda de acordo com a pesquisa, quase metade dos participantes em todo o mundo (45%) tem como meta de desenvolvimento pessoal para este ano ler mais. No entanto, a pesquisa mostrou que a hiperconectividade pode ser um inimigo da leitura. O medo de estar perdendo algo nas redes, as constantes notificações no celular e a necessidade de sempre limpar a caixa de e-mails são apontadas como fatores que dificultam o tempo para a leitura. A pesquisa diz ainda que 34% dos respondentes leem para fugir das distrações digitais. Fora do mundo virtual, 70% dos respondentes declararam ter cancelado ou adiado atividades sociais para dedicar tempo para si com um livro.

Aficionados por livros de todos os lugares concordam que entrar de cabeça em um bom título ajudou a fomentar relacionamentos. Mais de 80% credita à leitura melhoras em seus relacionamentos e 81% ficam ansiosos em discutir pelo menos um aspecto de algum livro com outros. E nesse aspecto, os clubes do livro são ferramentas poderosas. Cerca de 45% dos participantes da pesquisa sentem que a leitura deu algo importante para discutir com os outros. E, pasme, mais de 60% dos participantes preferem discutir obras em um clube do livro, a beber vinho!!

E a leitura, veja só, pode influenciar relacionamentos românticos. A maioria (65%) dos respondentes em todo o mundo concordam que a leitura é um hábito que gera atração e 41% deles disseram que discutir livros foi uma das coisas que os fizeram se apaixonar por seus pares. E a pesquisa vai além: quase um terço (30%) dos leitores casados ou em um relacionamento dizem que questionariam sua relação com base nos tipos de livros ou gêneros escolhidos por seu parceiro. Além disso, quase o mesmo percentual (29%) diz que questionaria seu relacionamento caso o parceiro não fosse um leitor. Quando esses relacionamentos enfrentam problemas, um em cada três leitores recorrem a livros para resolver suas questões amorosas.

Livraria Blooks abrirá loja no Paço Imperial, onde funcionava a Arlequim

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Livraria Arlequim, no Paço Imperial, fecha as portas no dia 18 de maio Foto: Gustavo Miranda / Agência O Globo

Anúncio foi feito no dia 28 nas redes sociais; loja inicia suas atividades dia 1º de julho

Publicado em O Globo

RIO — O Paço Imperial terá uma nova livraria a partir do próximo 1º de julho. Após o fechamento da tradicional Arlequim no último dia 18 de maio, o centro cultural abrigará uma loja da Blooks. O anúncio foi feito pelo antigo dono da Arlequim, Ronald Iskin, e a dona da Blooks, Elisa Ventura, em suas redes sociais.

A Blooks ficará no mesmo espaço em que a Arlequim funcionou nos últimos 25 anos.

“Num momento em que acompanhamos livrarias e outras atividades voltadas à produção cultural encerrando suas atividades, é motivo de muito otimismo sabermos que o Paço Imperial segue dedicando sua área de lojas à difusão de produtos culturais de alto nível e relevância”, escreveram Ronaldo e Elisa.

O Centro do Rio, cuja tradição de livrarias remete aos tempos de Machado de Assis — frequentador da Garnier, na Rua do Ouvidor — vem sofrendo com o fechamento de importantes lojas do ramo nos últimos anos . Em março deste ano, a Travessa teve que fechar sua loja na Avenida Rio Branco, pois o espaço, que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, avisou que o prédio vai entrar em obras.

No ano passado, a Livraria Cultura da Rua Senador Dantas encerrou as atividades após seis anos funcionando no local. O fechamento ocorreu pouco antes de a rede entrar com pedido de recuperação judicial, devido à crise do mercado editorial. Também fecharam as portas nos últimos anos o tradicional sebo Al-Farábi, point cultural localizado na Rua do Rosário, e a Livraria Marins, na praça Tiradentes .

Brasil está em 8º lugar no ranking dos países que mais lêem

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Foto Blog do eGestor

Dielin da Silva, na OCP News

Mesmo diante da popularização da internet, os livros continuam sendo uma importante fonte de informação sobre o mundo. Apesar da atual crise do mercado editorial brasileiro, o gosto pela leitura parece mais vivo do que nunca.

Ao menos, é o que revela o levantamento realizado em abril pelo Picodi.com, que traz o Brasil na oitava posição do ranking dos países que mais leem.

Segundo a pesquisa, 74% dos brasileiros compraram pelo menos um livro ao longo do último ano. O país só perde para a Eslováquia, Malásia, Romênia, Tailândia, Espanha, Rússia e Turquia, esta última tendo apresentado 87%.

Meses mais populares

No Brasil, as vendas de livros nas lojas online ocorrem justamente nos primeiros quatro meses do ano, período em que as aulas voltam.

Março é o mês com o maior número de transações efetuadas, 15% do total. Também vale mencionar novembro, período em que ocorre a Black Friday, representando 9%.

Em relação à frequência, 6% dos brasileiros compram livros ao menos uma vez por semana, 10% uma vez a cada duas semanas e 38% uma vez ao ano. A maior parcela, 46%, opta por realizar compras uma vez a cada mês.

Formato

Os livros impressos adquiridos em lojas físicas continuam sendo a escolha predominante para 58% dos leitores brasileiros. Livros de papel em lojas online somam 48%, download de fontes gratuitas 28% e ebooks em lojas online 15%. Os audiobooks em lojas online, muito comuns no exterior, representam somente 1%.

Preços

Para 36% dos leitores, o preço do livro impacta na hora da compra. Dentre os entrevistados, 53% acreditam que os valores estão adequados, enquanto 23% acham baixos, 14% excessivos e 10% demasiadamente altos.
Fonte: Money Times

Netflix anuncia série sobrenatural baseada em livro do Oriente Médio

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Victor Tadeu, no Desencaixados

A inclusão da Netflix é bastante percebida pelos assinantes, é frequente a empresa lançar títulos de outras nacionalidades, saindo um pouco de todo o universo de Hollywood. Com isso, nesta segunda-feira (27) foi revelado para a Variety mais uma produção do Oriente Médio.

Paranormal é o terceiro título dessa cultura que será lançada dentro da plataforma de streaming, inspiradas no autor Ahmed Khaled Tawfik, já falecido, a história será ambienta no Egito onde o protagonista Dr. Refaat Ismail lidará com uma série de eventos sobrenaturais.

O livro que dá origem à série é um best-seller árabe e foi um marco na década de 60. O Egito é uma potência muito forte para as produções árabes, trazendo uma representatividade muito grande ao catálogo.

“Estamos empolgados em continuar nosso investimento em produções do Oriente Médio, adaptando os romances ‘Paranormais’ altamente aclamados em uma nova série emocionante”, disse Kelly Luegenbiehl, vice-presidente de originais internacionais da Netflix , em um comunicado. “Também temos o prazer de colaborar com o proeminente produtor Mohamed Hefzy e o diretor Amr Salama , cuja visão criativa estamos ansiosos para trazer ao nosso público global.”

A série não tem previsão de lançamento e os livros não são publicados no Brasil.

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