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Fronteiras do Universo: série baseada nos livros de Phillip Pullman ganha primeiras imagens

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Publicado no Metro Jornal

A trilogia “Fronteiras do Universo”, do britânico Phillip Pullman, vai ganhar uma adaptação para a TV, desenvolvida pela BBC e pela HBO. “His Dark Materials”, nome da saga em inglês, contará com oito episódios, que devem ser lançados ainda este ano. Na quinta-feira (24), foram divulgadas as primeiras imagens da série.

“His Dark Material” conta a história da orfã Lyra Belacqua, que vive em uma realidade paralela muito próxima a nossa. Por lá, a alma das pessoas vive fora do corpo e se manifestam na forma de um animal, chamado de “daemon”. Lyra vive na Universidade de Oxford e acaba descobrindo a existência do “pó”, uma substância misteriosa que o Magisterium – a liderança religiosa dessa realidade – diz fazer mal às pessoas.

O primeiro livro da saga, “A Bússola de Ouro”, chegou a ser adaptado aos cinemas, com Nicole Kidman (“Big Little Lies”) e Daniel Craig (“007: Contra Spectre”) no elenco, mas sofreu forte represália da Igreja Católica na época e teve recepção mista por parte da crítica especializada. Ainda assim, o longa recebeu duas estatuetas no Oscar.

A nova adaptação conta com Dafne Keen (“Logan”), Ruth Wilson (“The Affair”), James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”) no elenco. Os primeiros episódios serão dirigidos por Tom Hooper (“O Discurso do Rei”). A segunda temporada da série já foi confirmada.

Livros antigos inspiram padres a voltar a produzir cerveja na abadia na nova microcervejaria da cerveja Grimbergen

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Publicado na Exame

GRIMBERGEN, Bélgica, 22 de maio de 2019 /PRNewswire/ — A Grimbergen, conhecida por suas cervejas belgas premiadas e saborosas, anunciou que recebeu as licenças necessárias para construir uma nova microcervejaria dentro das paredes da Abadia de Grimbergen, perto de Bruxelas. A microcervejaria trará a cerveja de volta para seu local de criação e combinará métodos tradicionais de produção de cerveja de livros antigos da biblioteca da abadia com técnicas modernas e inovadoras para produzir lotes de edição limitada de cervejas de qualidade superior.

Os livros medievais estão na imensa biblioteca da abadia há séculos e, recentemente, os padres mergulharam nas suas páginas para descobrir técnicas de produção de cerveja que até agora estavam perdidas na história. A Grimbergen planeja utilizar estas informações na sua microcervejaria para criar cervejas únicas e excepcionais com sabores nunca antes conhecidos.

Os livros datam do século XII e as suas páginas revelam detalhes fascinantes sobre como as cervejas Grimbergen eram produzidas no passado. A coleção sobreviveu aos três incêndios que destruíram a abadia. O terceiro incêndio foi em 1798 durante a Revolução Francesa e ameaçou destruir completamente a coleção, mas os livros foram salvos graças à incrível coragem e engenhosidade dos padres da Abadia de Grimbergen. Eles fizeram um buraco na parede da biblioteca e secretamente removeram cerca de 300 livros antes que a abadia fosse incendiada e destruída pela terceira vez.

Os padres de Grimbergen também desempenharam um papel fundamental em tornar realidade a ideia de trazer a produção de cerveja de volta para seu local de criação. Eles escolheram o Padre Karel Stautemas como subprior da abadia, para cuidar da microcervejaria. Ele assumirá um papel a mais em sua vida cotidiana e fará um aprendizado formal em produção de cerveja. Isso lhe permitirá combinar os séculos de tradição de produção de cerveja na abadia com técnicas modernas para continuar o legado de gerações de padres anteriores a ele.

Ao falar em um evento de lançamento na Abadia de Grimbergen, Padre Karel declarou: “A cerveja sempre fez parte da vida na abadia e estamos orgulhosos das cervejas que temos atualmente. Gostamos muito de ler mais sobre as tradições passadas de produção de cerveja nas páginas destes textos antigos. Passamos horas folheando os livros, que estão escritos em latim e holandês antigo, e descobrimos listas de ingredientes que eram usados para produzir cervejas nos séculos passados, os lúpulos utilizados, os tipos de barris e garrafas, e até mesmo uma lista das cervejas produzidas séculos atrás. Este novo conhecimento agrega valor à nossa tradição de produção de cerveja e estou realmente ansioso por combiná-lo com meu aprendizado a fim de voltar a produzir cerveja na Abadia de Grimbergen. Continuaremos a estudar para aprender mais sobre os segredos não descobertos dos livros”.

Padre Karel e os padres da abadia ajudarão o mestre-cervejeiro Marc-Antoine Sochon, que está extremamente empenhado em tornar a microcervejaria uma realidade. Marc-Antoine disse: “A microcervejaria será um lugar para combinarmos métodos modernos e inventivos com a antiga tradição de produção de cerveja da Grimbergen. Estamos entusiasmados em utilizar estes livros para voltar a usar técnicas e ingredientes medievais para criar cervejas novas que complementam perfeitamente a excelente oferta e sabores das cervejas Grimbergen existentes, como a Blonde, a Blanche e a Double-Ambrée”.

No evento da abadia onde a nova cervejaria foi anunciada, a Grimbergen apresentou uma edição limitada nova da Grimbergen Triple D’Abbaye, que é um exemplo dos tipos de cerveja que serão oferecidos na nova microcervejaria. A nova cerveja de edição limitada foi envelhecida em barris de uísque durante cinco meses, uma técnica semelhante à utilizada para produzir cerveja belga nos anos 1500s.

A Grimbergen planeja abrir sua microcervejaria ao público no final de 2020. Também incluirá um centro de visitantes que dará aos mesmos a oportunidade de mergulhar no rico patrimônio da Grimbergen. O bar e o restaurante do local darão aos visitantes a chance de saborear as deliciosas cervejas e combiná-las com a culinária local.

Para assistir a um vídeo sobre a tradição de produção de cerveja da Grimbergen e a nova microcervejaria da abadia, acesse http://bit.ly/grimbergenmb.

Livro “Areia Movediça”, que inspirou série da Netflix, chega ao Brasil

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Publicado no Bahia Social Vip

A Intríseca lança no Brasil o livro “Areia Movediça”, da sueca Malin Persson Giolito. O suspense foi adaptado como uma série policial homônima da Netflix lançada em abril.

A vida de Maja Norberg parecia incrível: jovem, bonita, inteligente e popular. Nada iria dar errado. Até que um tiroteio acontece na escola: seu namorado e sua melhor amiga estão mortos e ela é a única acusada dos crimes. Aos poucos, Maja refaz os acaminhos que a colocaram naquela situação, mas, até lá, uma coisa é certa: ela é a pessoa mais odiada da Suécia.

Após nove meses na prisão, é hora do julgamento. Os advogados estão usando todos os recursos possíveis para provar sua inocência, mas a mídia e os olhares à sua volta nitidamente desejam o oposto. Com os direitos de tradução adquiridos por mais de 29 países, Areia Movediça, de Malin Persson Giolito, foi escolhido pela Swedish Crime Writers Academy como o melhor romance criminal de 2016.

Narrada do ponto de vista de Maja, que trata o leitor como um confidente, a obra entrelaça as memórias da garota a um cenário de tensão racial e econômica que, aos poucos, ajuda a revelar as peças de um surpreendente quebra-cabeças.

Panorama perspicaz de uma juventude desmoronando, o livro toca em temas como imigração, conflito de classes e o isolamento adolescente, embalados por uma ótima narrativa de crime e tribunal. A série homônima, lançada em abril pela Netflix, foi a primeira produção original sueca do streaming.

Fernandinho Beira-Mar quer lançar site para vender livros da cadeia

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Foto: Luiz Roberto Lima/ Estadão Conteúdo

Publicado no Diario de Pernambuco

Preso em regime de segurança máxima, o traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, tem planos de lançar um novo empreendimento. Desde o ano passado, está em tratativas para colocar no ar um site em que pretende divulgar sua história de vida, vender livros de sua autoria e souvenirs como camisetas, canecas e bonés sob a marca FBM.

O site seria administrado, em parte, a partir da cela que Beira-Mar ocupa na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Segundo sua advogada, Paloma Gurgel, agentes penitenciários revisam todo o material enviado ao preso, como textos e propostas de desenho das páginas. A demora na troca de correspondências seria, inclusive, motivo de demora na aprovação dos materiais.

A iniciativa foi revelada pelo site UOL e confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo com o jornalista e escritor Renato Homem, contratado para o gerenciamento de conteúdo do site. Ele diz que não há data para o lançamento, mas a expectativa é que esteja no ar até o fim deste ano.

“Vou escrever aquilo que ele, Fernando (Beira-Mar), deseja ver no site dele”, resume o escritor, que trabalhou como ghost writer no livro O Direito Penal do Inimigo, do traficante Marcio Santos Nepomuceno, o Marcinho VP. A aproximação com Beira-Mar teria ocorrido logo depois do lançamento, em outubro de 2017.

Homem pretende fazer um trabalho semelhante com o conteúdo do site e com dois livros que Beira-Mar pretende lançar. O primeiro é fruto da monografia que o traficante escreveu para a conclusão de curso em Teologia, feito à distância enquanto cumpria pena. A segunda obra é uma autobiografia. Nenhum dos livros tem título definitivo.

Somadas, as penas de Beira-Mar chegam a 317 anos de prisão. Entre outras condenações, ele foi sentenciado em 2015 a 120 anos por liderar uma guerra de facções dentro do presídio Bangu I, na qual quatro rivais foram assassinados, em 2002. Ele está fora do Rio desde 2006, e desde então passou por três unidades de segurança máxima do sistema penitenciário federal: Catanduvas (PR), Porto Velho (RO) e Mossoró (RN).

Em maio de 2017, ele foi transferido para o Rio Grande do Norte após a deflagração da Operação Epístolas, que através de investigações apontou que, mesmo do presídio, Beira-Mar ainda comandaria negócios que chegaram a movimentar R$ 9 milhões nos últimos anos. A ação da PF prendeu dez de seus parentes.

‘Projeto literário-social’

Beira-Mar chama a iniciativa do site de “projeto literário-social”, segundo Homem. O plano é encomendar o fornecimento das camisetas e bonés em parceria com uma ONG no Rio de Janeiro que trata dependentes químicos, que ficariam responsáveis pela confecção dos materiais. Uma exigência seria que os materias sejam reciclados. A reportagem questinou o nome da ONG, mas o escritor não soube informar.

O foco do site seria a divulgação de textos de Beira-Mar sobre sua trajetória no crime, com perguntas e respostas, apesar de haver previsão da venda de artigos pela internet.

“Ele pretende, nesse site, responder às perguntas que as pessoas têm curiosidade, do tipo, ‘Qual foi o primeiro carro que você roubou? Você já participou de assalto a banco? Como foi sua convivência com os guerrilheiros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia?'”, conta Homem. Beira-Mar foi preso em 2001 na Colômbia após se refugiar com o grupo guerrilheiro. “Ele garantiu que não vai ter apologia (ao crime nos textos).”

O professor Claudio Langroiva, que ensina Direito Constitucional na Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), diz que não conhece e merece análise da Justiça. Ele diz que, a princípio, a abertura do site não representa apologia ao crime, mas mesmo assim viola princípios da legislação penal.

“Acredito que isso desvirtua o princípio da medida educadora e punitiva previsto no cumprimento de pena”, diz Langroiva. “Enquanto a pessoa está institucionalizada, está presa, os seus direitos estão sob a tutela do Estado.”

Questionado sobre o monitoramento dos materiais do site enviados ao preso e sobre a legalidade dos planos, o Ministério da Justiça e Segurança Pública não respondeu até a publicação deste texto.

Barbeiro dá desconto para crianças que lerem em voz alta enquanto trabalha

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Publicado no Hypeness

A barbearia The Fuller Cut, em Michigan (Estados Unidos), ficou famosa por oferecer descontos a crianças que leem em voz alta enquanto cortam o cabelo. A iniciativa surgiu quando o barbeiro Ryan Griffin soube que outras lojas do país ofereciam um programa similar e decidiu levar a ideia à sua comunidade.

Os pequenos que leem para o barbeiro ganham um desconto de US$ 2 no corte – o equivalente a R$ 9. Como muitos não conseguem terminar a leitura durante o corte, Ryan mantém um registro para saber onde o livro parou, de forma que as crianças possam retomar a narrativa no local certo em uma próxima oportunidade.

A iniciativa existe desde agosto de 2015 e se tornou viral em 2016, o que fez com que muitas doações de livros fossem recebidas. Desde então, a barbearia informou que já teve notícias de mais 300 estabelecimentos que passaram a praticar promoções similares.

Além de estimular a leitura, a barbearia faz questão de oferecer livros que contem histórias de pessoas negras, como grande parte dos moradores da comunidade em que se situa. Assim, as crianças não só exercitam a leitura, mas também têm acesso a histórias que retratam pessoas como elas.

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