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Mexicano bate recorde com maior coleção de objetos de Harry Potter

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Menahem Asher Silva Vargas tem 3.097 objetos em sua coleção.
Advogado, ele começou a colecionar itens quando tinha apenas 12 anos.

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Publicado no G1

Fã de Harry Potter, o mexicano Menahem Asher Silva Vargas entrou para o Guinness como dono da maior coleção privada de objetos da saga. A coleção de Vargas inclui revistas, roupas e outros itens relacionados ao personagem criado pela autora J.K. Rowling.

Advogado, ele começou sua coleção de itens de Harry Potter quando tinha apenas 12 anos. Segundo o Guinness, Vargas tem 3.097 objetos em sua coleção, que está em exibição em um museu de brinquedos na Cidade do México.

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42 palavras quase impossíveis de traduzir para outra língua

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Duda Delmas Campos, no Literatortura

“A Pátria não é a raça, não é o meio, não é o conjunto dos aparelhos econômicos e políticos: – é o idioma criado ou herdado pelo povo. Um povo só começa a perder a sua independência, a sua existência autônoma, quando começa a perder o amor do idioma natal. A morte de uma nação começa pelo apodrecimento da língua.”

(Olavo Bilac)

A linda e impactante frase acima, do poeta Olavo Bilac, nos serve muito bem de mote para essa matéria, afinal, falar sobre palavras “intraduzíveis” é falar sobre as idiossincrasias e nuances de um povo; é falar sobre traços socioculturais que estão além da capacidade homogeneizante da globalização e, sobretudo, é falar de vocábulos muito poéticos (ou muito, muito engraçados).

Antes de iniciarmos a lista, no entanto, é interessante acrescentar que essas diferenças linguísticas e lexicais, além de refletirem realidades culturais muito distintas, também estabelecem com seus falantes uma fantástica relação de causalidade. Isso porque a língua que usamos para nos comunicar afeta a maneira como pensamos e, consequentemente, como agimos, o que já foi demonstrado por pesquisadores como o Professor Keith Chen (cuja palestra vale muito a pena ver no TED Talks). Resumindo, ao mesmo tempo em que criamos e moldamos a língua que falamos, ela também nos molda, em uma extraordinária simbiose que nunca poderemos perfeitamente mensurar.

Dito isso, então, o que estamos esperando? Que comecem as bizarrices!

1) Kummerspeck – Alemão: é o peso que se adquire por comer devido a problemas emocionais. Segundo o site Mental Floss, é tão simplesmente “sofrimento de bacon”.

2) Pochemuchka – Russo: é aquela pessoa que faz muitas perguntas, mas vai além do simples curioso que temos por aqui.

3) Gattara – Italiano: é aquela mulher, geralmente idosa e solitária, que se devota a cuidar de gatos de rua. Pois é, já nos deparamos com ela tantas vezes por aí, e nuca tivemos a consideração de perguntar seu nome.

4) Jayus – Indonésio: sabe aquela piada ruim, mas tão ruim, que você não consegue evitar rir? Voilà, ela tem nome, então da próxima vez que for você a contá-la, já pode explicar para todos os que te encherem que na Indonésia você seria compreendido.

5) Pana Poo – Havaiano: é o ato de coçar a cabeça num esforço para tentar lembrar-se de algo

6) Litost – Tcheco: essa é trágica – é aquele sentimento de imaginar o estado de sua miséria no futuro e ficar agoniado com as possibilidades.

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7) Waldeinsamkeit – Alemão: eu não sei com que frequência alemães passam por isso, mas é a sensação de estar sozinho na floresta.

8) Pelinti – Buli, Gana: é literalmente mover coisas muito quentes na boca. Ou seja, mordemos algo que esteja pelando e instintivamente abrimos a boca e mexemos a cabeça enquanto balbuciamos alguma coisa ininteligível, algo como um “aaaargh” de boca cheia.

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9) Gigil – Filipino: sabe quando uma coisa é tão irresistivelmente fofa que precisamos apertá-la e beliscá-la? Então, gigil.

10)Yuputka – Ulwa: a sensação fantasmagórica de que algo está rastejando na sua pele. Deve dar arrepios.

11)Zeg – Georgiano: o dia depois de amanhã. Simplesmente isso: zeg. Devíamos incorporar essa, porque parece muito útil.

12)Packesel – Alemão: é a pessoa que, em uma viagem, acaba carregando tudo. Podem começar a apontar: todo grupo tem o seu.

13)Luftmensch – Ídiche: são aqueles sonhadores sem qualquer senso de praticidade e negócio.

14)Hygge – Dinamarquês: não muito comum no Brasil, é aquela sensação de prazer e intimidade sentida quando se está ao redor do fogo, de uma lareira, com os amigos, embora possa receber a conotação de algo caloroso e amigável.

15)Boketto – Japonês: é o ato de olhar fixamente para o nada sem qualquer pensamento na cabeça, ou seja, aquele exato instante, em que estamos absortos no nada, sem ouvir as sete vezes que tentaram sem sucesso nos chamar.

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16)Culaccino – Italiano: é a marquinha do copo na mesa depois que o colocamos úmido sobre ela.

17)Plimpplamppletteren – Holandês: essa, além de gigantesca e aparentemente impronunciável, significa a capacidade de jogar uma pedra em uma superfície líquida e fazer com que ela ricocheteie o maior número de vezes possível.

18)Ya’arburnee – Árabe: do literal “você me enterrará”, significa a esperança de morrer antes da pessoa amada para que não precise viver sem ela. Dramático.

19)Umjayanipxitütuwa – Aimará, Bolívia e Peru: essa é muito boa. É a desculpa do “a culpa não é minha”, ou seja, “eles me fizeram beber”, “eles não me contaram”. Ai, ai, esses eles…

20)Kertek – Malaio: som produzido quando pisamos em folhas e galhos secos.

21)Dui niu tanqin – Chinês: falar sobre algo que o interlocutor não entenda ou para o público errado. O sensacional aqui é o sentido literal da expressão: “Tocar alaúde para uma vaca”.

22)Gumusservi – Turco: a luz do luar brilhando nas águas. Muito poético, mas nem tanto quanto a próxima.

23)Komorebi – Japonês: é aquela luz do sol que passa por entre as folhagens e cria sombras, padrões, jogos de luminosidade…

24) Razbliuto – Russo: sentimento de afeição, ao mesmo tempo dolorido e carinhoso, que nutrimos por uma pessoa que já não amamos.

25)Nedovtipa – Tcheco: pessoa incapaz de compreender uma indireta. Muito atual, muito atual. Tão atual que parece ter alcançado dimensões inimagináveis com o surto das hashtags.

26)Bakkushan – Japonês: jovem que aparenta ser bonita quando vista de trás, mas de frente… Basicamente, “de longe, são todas boas”.

27)Backpfeifengesicht – Alemão: é aquela cara, provavelmente conhecida por todos, de alguém que está pedindo para levar um soco.

28)Tartle – Escocês: aquele momento constrangedor em que você vai apresentar alguém e esquece o nome da pessoa.

29)Shlimaze – Ídiche: uma pessoa natural e cronicamente azarada.

30)Sobremesa – Espanhol: diferente de sua falsa cognata em português, a palavra refere-se àquele momento de conversa e descontração que passamos na mesa após a refeição.

31)Dépaysement – Francês: com todas as polêmicas que a França enfrenta quanto ao trato de seus imigrantes, a existência dessa palavra faz bastante sentido; é aquele sentimento de deslocamento, de não pertencimento a um país ou cultura.

32)Tsundoku – Japonês: muito conhecido dos apaixonados pela palavra escrita, é o ato de comprar livros e não os ler, juntando pilhas e pilhas de obras não lidas.

33)Tokka – Finlandês: essa não é muito útil aqui nos trópicos, mas é bastante simpática – refere-se a um rebanho de renas.

34)Schadenfreude – Alemão: é nosso “pimenta nos olhos dos outros é refresco”, ou seja, sentir prazer no sofrimento dos outros.

35)Istoriesmearkoudes – Grego: literalmente “histórias com ursos”, mas usada para referir-se à narração eventos tão loucos que não podem possivelmente ser verdadeiros. Basicamente, historinhas pra boi dormir.

36)Wabi-Sabi – Japonês: bem fatalista, é a aceitação do ciclo natural de decaimento e morte. Passa uma certa tensão pensar nas coisas desse jeito.

37)Iktsuarpok – Inuíte: é a frustração de esperar e esperar alguém aparecer, e ficar checando a todo momento o aguardado aparecimento. Se a palavra vem dos tempos remotos deste povo, realmente, essa espera devia ser meio deprê em meio à vastidão gelada do Ártico canadense.

38)Tingo – Pascuense: essa é fantástica. É o ato de roubar da casa de seus amigos todos os objetos que deseja ao gradualmente pegá-los emprestados. Talvez em não tão larga escala, muitos de nós já devem ter passado por isso.

39)Mamihlapinatapei – Yaga (Língua da Terra do Fogo): antes de mais nada, fico imaginando como deve ser a pronúncia disso. Talvez até por essa dificuldade é que seu significado seja tão difícil de ser praticado (e compreendido) nos atribulados dias atuais: é aquele olhar sem palavras, mas cheio de significação, compartilhado por duas pessoas que, embora queiram iniciar algo juntas, estão relutantes em começá-la.

40)Faamiti – Samoano: é aquele som chiado que emitimos passando o ar pelos lábios a fim de chamar a atenção de um cachorro. Ou uma criança, quando confundimos os dois.

41)Toska – Russo: para o autor de Lolita, Vladimir Nabokov, nenhuma outra palavra possui as riquezas e tons desta. Segundo ele “Em seu auge de profundidade e sofrimento, é a sensação de grande angústia espiritual, muitas vezes sem causa específica. A níveis menos mórbidos, é uma aborrecida dor da alma, um desejo sem nada a desejar, uma inquietação vaga, espasmos mentais, saudades. Em alguns casos, pode ser o desejo por alguém ou algo específico, uma nostalgia, saudade. Em seus nível mais baixo, tende ao enfado, ao tédio.”. Haja fôlego para entender e usar algo tão complexo.

42)Clixby: Só para aproveitar a deixa do número 42, significado da vida, do universo e tudo mais, uma palavra inventada por Douglas Adams e que apenas existe na língua de sua vasta imaginação – Significa algo “educadamente rude. Vivamente vago. Firmemente desinformativo”. (Confira mais AQUI !)

** Bônus! As palavras em português que figuram entre listas como esta, mas estrangeiras, são a corriqueira “saudade” e a brasileiríssima “cafuné”. Essa última é descrita como “o ato de passar os dedos carinhosamente pelos cabelos de alguém”. Interessante pensar que seja preciso explicar algo que conhecemos desde a infância, não?

A cultura abre portas

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Aprenda mais com a leitura crítica

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Muitos estudantes são treinados para automaticamente confiar em seus livros escolares ou acreditar em qualquer coisa escrita. Eles desconhecem o valor da leitura crítica. O que fazer para concertar isso?

Publicado no Universia

Edyta Pawlowska / Shutterstock.com - Sua leitura só será completa quando seus questionamentos completarem o entendimento do texto

O prazer e hábito da leitura devem começar logo cedo. Pais e professores devem ler uma grande quantidade de livros para as crianças antes que elas leiam sozinhas, e sobre os mais diferentes assuntos. Despertar a curiosidade e interesse logo cedo é essencial para o desenvolvimento desse hábito. Por isso, os alunos devem, primeiramente, ter o costume de ler.

 

Ao adquirir esse hábito, devem aprender a ler de forma crítica. Para o Dr. Mike Schmoker, educador e autor de diversos livros, “grandes quantidades de leitura atenciosa e objetiva, com debates, anotações e releituras são a essência da alfabetização autêntica”.

 

A leitura deve ser sinônimo de pensamento e reflexão. Não é possível ter um sem o outro. Ler é uma método de aprendizado ativo, oposto aos métodos passivos de ditados ou apenas ouvir o conteúdo. Para ler, os estudantes devem estar fisicamente envolvidos – o movimento dos olhos em busca das palavras, virar as páginas –, devem decodificar mentalmente os símbolos em sons com significado, enfim, toda a concentração deve estar voltada para essa atividade.

 

Para que essas atividades não sejam mecânicas ou o aluno simplesmente absorva o conteúdo sem questioná-lo ou analisá-lo, uma boa dica é fazer anotações. Enquanto lê, o estudante deve fazer notas e levantar questionamentos, marcar pontos importantes e relacionar conteúdos.

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Livros precisam de cuidados para durar mais

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Ao contrário do muita gente pensa as obras literárias precisam de atenção mesmo quando não estão sendo usadas.

Publicado no Satoweb

“O ideal é deixar os livros em um lugar onde não peguem sol, um local arejado e que não tenha umidade”, afirma a assistente administrativa de biblioteca, Nagila Guedin Abdenur.

Além do local, outra preocupação é com o manuseio e o próprio uso. “Tem que pegar com cuidado, não pegar pela capa. Enquanto está lendo o livro evite usar clips para marcar a página, pois ele pode enferrujar e manchar. Não use aqueles marcadores que vem na capa, pois danifica o livro. O certo é usar marcador avulso”, relata Nagila.

Mesmo com todos os cuidados o livro por ser danificado por acidente. Os casos mais simples podem ser resolvidos em casa. “Quando rasga na ponta da página dá para fazer uma emenda com pedaço de papel. Quando uma folha cai dá para fazer um filete de folha e unir a página que caiu no livro”, fala a assistente.

De acordo com a assistente de restauração documental, Selma Leepkaln Dassi, muitas vezes é melhor nem mexer no estrago. “Se a pessoa não sabe restaurar é melhor não tentar, pois quando um profissional for mexer isso pode dificultar”, informa.

Quando o livro é molhado é necessário seguir alguns passos. “Quando molhar o ideal é deixar o livro secar fechado com algum peso em cima”, afirma a assistente.

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