Canal Pavablog no Youtube

O anticristo (1)

0

“O evangelho morreu na cruz.”

“O cristianismo é um platonismo para o povo.”

“Nietzsche nunca se pretendeu um profeta, um pastor ou um sacerdote. Pelo contrário, sempre quis que cada um fizesse a sua própria senda.”

“A vida é pulso.”

“O cristianismo não é a única interpretação do mundo, há outras.”

“Quanto maior o número de olhares, de olhares distintos que saibamos empregar para ver uma mesma coisa, tanto mais completo será nosso ‘conceito’ sobre ela, tanto mais completa será nossa ‘objetividade’…”

trechos da introdução de Mauro Araujo Sousa em O anticristo, de Friedrich Nietzsche (Martin Claret).

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

O anticristo (1)

0

“O evangelho morreu na cruz.”

“O cristianismo é um platonismo para o povo.”

“Nietzsche nunca se pretendeu um profeta, um pastor ou um sacerdote. Pelo contrário, sempre quis que cada um fizesse a sua própria senda.”

“A vida é pulso.”

“O cristianismo não é a única interpretação do mundo, há outras.”

“Quanto maior o número de olhares, de olhares distintos que saibamos empregar para ver uma mesma coisa, tanto mais completo será nosso ‘conceito’ sobre ela, tanto mais completa será nossa ‘objetividade’…”

trechos da introdução de Mauro Araujo Sousa em O anticristo, de Friedrich Nietzsche (Martin Claret).

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

Homem comum (1)

0

Cá, onde os homens vivem a gemer,
Onde cabelos brancos, ralos, tremem,
E jovens morrem, magros como espectros;
Onde basta pensar para sofrer […]

John Keats, em Ode a um rouxinol [citado por Philip Roth em Homem comum].

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

Homem comum (1)

0

Cá, onde os homens vivem a gemer,
Onde cabelos brancos, ralos, tremem,
E jovens morrem, magros como espectros;
Onde basta pensar para sofrer […]

John Keats, em Ode a um rouxinol [citado por Philip Roth em Homem comum].

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

O outro pé da sereia

0
“Ergueu os olhos para a noite como se nela procurasse chão.”

“Queria dormir, apagar o seu existir.”

“Ela, porém, já não se considerava vivente. Por isso, para deixar de viver, já nem carecia morrer.”

“Não é morrer que me dói. O que me dá tristeza é ficar morto.”

“Temos medo do pó porque é uma prova de que o Tempo existe e nos vai tornando obsoletos, quase minerais.”

“Queremos ter o gosto de usufruir sem a responsabilidade de possuir.”

“O choro é o nosso primeiro idioma.”

“O que você diria se encontrasse uns brancos proclamando o orgulho de serem brancos: não diria que eram racistas?”

“A guerra é uma serpente que matamos sem pisar a cabeça.”

Mia Couto, em O Outro Pé da Sereia (Companhia das Letras).

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

Go to Top