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Albert Camus e o Teólogo (1)

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Na qualidade de um dos mais conhecidos escritores existencialistas da época, Camus certamente era ateu. Pelo resto do dia, fiquei tentando avaliar o significado daquele encontro.

– Eu acreditava que os ideias do Partido nos libertariam da pobreza e da intolerância – continuou Camus. – Mas, quando vi Stalin ignorando o sofrimento de seus condidadãos, não pude mais suportar o comunismo. Muitos de meus amigos foram capazes de ignorar condutas antiéticas em favor da política abstrata, mas eu não pude. Sempre me perturbou o conflito entre a teoria e a prática.

Ele queria mais do que uma compreensão da fé. Ele queria experimentar essa fé, e tê-la agindo em sua vida.

Howard Mumma em Albert Camus e o Teólogo (Carrenho Editorial)

+
Leia um capítulo do livro

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Albert Camus e o Teólogo (1)

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Na qualidade de um dos mais conhecidos escritores existencialistas da época, Camus certamente era ateu. Pelo resto do dia, fiquei tentando avaliar o significado daquele encontro.

– Eu acreditava que os ideias do Partido nos libertariam da pobreza e da intolerância – continuou Camus. – Mas, quando vi Stalin ignorando o sofrimento de seus condidadãos, não pude mais suportar o comunismo. Muitos de meus amigos foram capazes de ignorar condutas antiéticas em favor da política abstrata, mas eu não pude. Sempre me perturbou o conflito entre a teoria e a prática.

Ele queria mais do que uma compreensão da fé. Ele queria experimentar essa fé, e tê-la agindo em sua vida.

Howard Mumma em Albert Camus e o Teólogo (Carrenho Editorial)

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Meu coração desnudado – LVI

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Por que motivo o espetáculo do mar é tão infinitamente e tão eternamente agradável?
Porque o mar oferece, a um tempo, a idéia da imensidade e a do movimento. Seis ou sete léguas representam para o homem o raio do infinito. Eis aí um infinito diminutivo. Que importa, se ele basta para sugerir a idéia do infinito total? Doze ou quatorze léguas de líquido em movimento bastam para dar a mais alta idéia de beleza que se ofereça ao homem no seu habitáculo transitório.

Charles Baudelaire, em “Meu coração desnudado” (Ed. Nova fronteira)

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Livros como presente

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Sou do tipo que costuma dar livros de presente e pular de alegria quando ganha um.

As crianças também entram no rol dos agraciados com livros e agora mais do que nunca, pois para quem não sabe o dia 12 de outubro, além de ser o dia da criança, também é o Dia Nacional da Leitura e a Semana Nacional da Leitura e da Literatura.

A data foi instituída pela Lei 11.899, assinada no dia 8 e publicada no dia 9 de Janeiro de 2009. Juntando-se as demais datas relacionadas ao livro, leitura e literatura, a saber:

– 02 de abril – Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil;
– 18 de abril – Dia Nacional do Livro Infantil;
– 23 de abril – Dia Mundial do Livro;
– 12 de outubro –Dia Nacional da Leitura e Semana da Leitura e da Literatura;
– 29 de outubro – Dia Nacional do Livro.

Quiçá essas datas sejam tão comemoradas como o carnaval, a páscoa, o natal… Graças a Deus boas ações para promoção da leitura tem se multiplicado pelo país e feito “nascer” novos leitores a cada dia.

Mas essa causa tem que ser literalmente abraçada por todos. Conhece um amigo que não gosta de ler? Que tal abrir a porta desse maravilhoso mundo para ele? Comece aos poucos, uma crônica aqui, um quadrinho ali, um conto acolá e logo ele será mais um viciado!

E vamos mudar o mundo! Tudo bem, o Brasil… e mais tarde o universo! rs

Bem quem quiser me mandar um livro de presente em cada uma das datas acima não precisa ficar constrangido(a). risos

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Meu coração desnudado – LVI

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Por que motivo o espetáculo do mar é tão infinitamente e tão eternamente agradável?
Porque o mar oferece, a um tempo, a idéia da imensidade e a do movimento. Seis ou sete léguas representam para o homem o raio do infinito. Eis aí um infinito diminutivo. Que importa, se ele basta para sugerir a idéia do infinito total? Doze ou quatorze léguas de líquido em movimento bastam para dar a mais alta idéia de beleza que se ofereça ao homem no seu habitáculo transitório.

Charles Baudelaire, em “Meu coração desnudado” (Ed. Nova fronteira)

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