Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged 10 livros

Conheça 10 Livros prediletos de estrelas do rock

0

1

Douglas Eralldo, no Listas Literárias [via Literatortura]

Todos sabem que muitos músicos acabam se inspirando na literatura ao compor novas canções.

Talvez, uma boa dose de leitura seja uma das principais fontes de inspiração na composição de uma bela canção.

E é claro, muito além destas composições, muitos músicos tem seus livros de cabeceira que, muito além do trabalho, influenciam suas vidas e seu cotidiano.

Nesta lista você verá alguns livros que inspiram e que não saem da cabeceira de alguns grandes nomes da música!

01 – Vagabundos Iluminados, de Jack Kerouac

1

O autor era um dos prediletos do astro Kurt Cobain, sendo que este livro acabou produzindo efeitos interessantes ao longo da vida do roqueiro, inclusive servindo de base para a canção “beans”;

2 – O Livro dos Porquês

1

Diz-se que Raul Seixas era fascinado por este livro quando jovem, e vivia trancando lendo-o na biblioteca. Bem, parece ter influenciado bastante o músico, tanto que se tornou um dos maiores questionadores que conhecemos;

03 – O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger

1

O livro é um dos mais influentes de todos os tempos, e é um dos preferidos do vocalista do Green Day, Billie Joe Armstrong. Em 1992 a banda inclusive lançou uma música chamada “Who Wrote Holden Caufield?”

4 – Neuromancer, de William Gibson

1

O músico Billy Idol curtiu tanto este clássico da Ficção Científica que chegou a declarar que sequer precisaria ter lido o livro, pois o teria absorvido por osmose;

5 – O Mestre e Margarida, de Mikhail Bulgakov

1

O livro seria o predileto de ninguém mais, ninguém menos que Mick Jagger comprovando que para suas escolhas literárias ela não dá tanto azar como no futebol. O livro teria inclusive servido de inspiração para “Sympathy For The Devil”;

6 – Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley

1

Te dou um doce se vocês descobrirem qual roqueira brasileira tem entre suas leituras preferidas este clássico da Ficção Científica? Moleza essa, não é? O livro é um dos queridinhos da baiana Pitty;

7 – O Estrangeiro, de Albert Camus

1

Guitarrista e compositor do The Cure tem neste livro um de seus prediletos, que inspirou a banda inclusive a compor a polêmica música “Killing an arab”

08 – Dia D: A Batalha pela Normandia, de Anthony Beevor

dinho

Nem só de ficção vivem nossos roqueiros. Dinho Ouro Preto, vocalista do Capital Inicial declarou estar entre suas leituras prediletas este livro que fala dos horrores da segunda guerra;

9 – O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway

1

Este clássico da literatura está entre os livros prediletos do vocalista do Cold Play Chris Martin, conforme declarado à revista Billboard;

10 – As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky

1

Um livro contemporâneo nesta lista repleta de clássicos. A dica aqui é de Hayley Williams, vocalista da Paramore:

10 livros mais caros já vendidos

0

Natalie Robehmed, na Forbes Brasil

Apesar de ser uma das artes de mais fácil acesso, em qualquer lugar, para qualquer um, a literatura raramente arrecada montanhas de dinheiro. Entretanto, às vezes, isso muda e a casa dos milhões é atingida com apenas um grupo. Nos últimos 31 anos, governos, bilionários e colecionadores desembolsaram enormes quantias em leilões por manuscritos raros. Ficou curioso? Conheça na galeria os 10 livros mais caros já vendidos no mundo:

10º) “First Folio de William Shakespeare” (1623)

O “First Folio” é a primeira coleção de peças teatrais de William Shakespeare e foi chamado pela casa de leilões Christie’s de “o livro mais importante da literatura inglesa”. O livro foi vendido para um comprador anônimo. Valor: US$ 8.200

1

9º) “Constituição dos Estados Unidos” (1797)

A Constituição norte-americana e outros documentos do primeiro congresso em 1789 como a Carta dos Direitos pertencem a Mount Vernon Ladies Association, uma associação sem fins lucrativos que preserva o Mount Vernon, propriedade onde viveu George Washington. Valor: US$ 10,2 mil.

1

8º) “Os Contos da Cantuária” (1387)

Escrito por Geoffrey Chaucer, o livro é supostamente o primeiro a ser impresso na Inglaterra. Valor: US$ 11.000

1

7º) “The Birds of America” (“As Aves da América” – entre 1827 e 1838)

O livro reúne centenas de ilustrações do naturalista John James Audebon e foi vendido para Michael Tollemache.Valor: US$ 12.600

1

6º) “The Rothschild Prayerbook” (1505)

O manuscrito iluminado mais caro já vendido, o “Rothschild Prayerbook” fazia parte de uma coleção confiscada pelo exército nazista em 1938.Valor: US$ 13,9 mil.

1

5º) “Bay Psalm Book” (“Livro de Salmos da Baía”, em tradução livre 1640)

Este foi o primeiro livro impresso na América do Norte. O bilionário David Rubenstein arrematou uma das 11 cópias restantes. Valor: US$ 14.500

1

4º) “St. Cuthbert Gospel” (“Evangelho de São Cuterbeto”, em tradução livre – em torno de 698)

O livro do século VII, uma cópia em latim do evangelho de João, foi encontrado junto ao corpo de São Cuteberto em eu caixão há mais de 900 anos – acredita-se que este é o livro intacto mais antigo da Europa. Hoje em dia pertence à Biblioteca Britânica. Valor: US$ 15.000

1

3º) Magna Carta (1215)

Um das 17 cópias ainda existente do documento histórico do século XIII, a Magna Carta passou de um bilionário (Ross Perot) para outro (David Rubenstein), em 2007.Valor: US$ 24,5 mil.

1

2º) “The Gospels of Henry the Lion Order of St. Benedict” (“Os Evangelhos de Henrique, o Leão”, em tradução livre – 1188)

O livro de orações encomendado pelo Duque da Saxônia Henrique, o Leão é patrimônio do governo alemão. Valor: US$ 28.000

1

1º) “Codex Leicester Leonardo da Vinci” (entre 1508 e 1510)

O bilionário Bill Gates é o proprietário do livro de desenhos científicos de Leonardo da Vinci. Valor: US$ 49.400

1

10 livros que estão na lista de favoritos de Carl Sagan

0
Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

André Jorge de Oliveira, na Revista Galileu

Poucos foram os cientistas que conseguiram ocupar um lugar tão especial na vida de tanta gente como Carl Sagan. A série Cosmos que ele produziu e apresentou em 1980 ficou marcada não apenas na memória intelectual de muitas pessoas, mas também se firmou como uma verdadeira recordação afetiva, uma experiência pessoal capaz de transformar o jeito como se enxerga a realidade. O programa influenciou toda uma geração a refletir de forma mais profunda e filosófica sobre o universo e também sobre o papel que desempenhamos nele. A forma poética como o astrônomo compartilhava sua paixão pela ciência com os telespectadores inspirou muita gente a seguir por carreiras científicas.

É de se imaginar que o gosto literário de alguém que mescla tantas áreas do conhecimento em suas análises também reflita esta tendência à multidisciplinaridade – e é justamente isso o que vemos na lista de leitura que o pessoal do site Brain Pickings encontrou. Escrita no outono de 1954, quando Sagan tinha apenas 19 anos, as obras incluídas vão além das áreas em que atuava diretamente, como astrofísica e cosmologia, e abrangem referências de história, filosofia, religião, artes, ciências sociais e psicologia.

Confira alguns títulos:

Ilusões Populares e a Loucura das Massas – Charles Mackay (Extraordinary Popular Delusions)

Saiba mais aqui. Baixe em inglês aqui.

The Uses of the Past: Profiles of Former Societies – Herbert Joseph Muller (Os Usos do Passado: Perfis de Sociedades Antigas, em tradução livre – sem edição em português)

Saiba mais aqui.

O Imoralista – André Gide (The Immoralist)

Saiba mais aqui.

Education for Freedom – Robert Maynard Hutchins (Capítulo um: “The Autobiography of an Uneducated Man”. Educação para a Liberdade / A Autobiografia de um Homem Ignorante, em tradução livre – sem edição em português)

Saiba mais aqui.

Young Archimedes and Other Stories – Aldous Huxley (O Jovem Arquimedes e Outras Histórias, em tradução livre – sem edição em português)

Saiba mais aqui.

Timeu – Platão

Baixe em português aqui.

Who Speaks for Man? – Norman Cousins (Quem Fala Pelo Homem?, em tradução livre – sem edição em português)

Saiba mais aqui.

A República – Platão

Baixe em português aqui ou em inglês aqui.

A History of Western Philosophy – W. T. Jones (Uma História da Filosofia Ocidental, em tradução livre – sem edição em português)

Saiba mais aqui.

But We Were Born Free – Elmer Holmes Davis (Mas Nós Nascemos Livres, em tradução livre – sem edição em português)

Saiba mais aqui.

E a lista completa, escrita à mão pelo próprio Sagan:

LISTA DE LEITURA COMPLETA ESCRITA À MÃO POR CARL SAGAN EM 1954 (FOTO: REPRODUÇÃO)

LISTA DE LEITURA COMPLETA ESCRITA À MÃO POR CARL SAGAN EM 1954 (FOTO: REPRODUÇÃO)

10 livros que vão te dar vontade de fazer as malas e desbravar o mundo – Parte 2

0

Publicado por Nômades Digitais

“O mundo é um imenso livro do qual aqueles que nunca saem de casa lêem apenas uma página”. A frase é de Agostinho de Hipona e é um bom ponto de partida para o que aqui queremos mostrar. Ainda que ela nos lembre que não basta ler – é preciso ir -, porque não existem duas viagens iguais (como não existem dois seres humanos ou dois lugares desse imenso livro exatamente iguais), ela faz uma analogia que nos lembra que ler é uma forma de viajar. Pelo menos na nossa mente. E essa já é uma viagem imperdível.

Há uns meses, reunimos 10 livros que dão vontade de desbravar o mundo, mas qualquer leitor e/ou viajante atento deve saber que não existem apenas 10. Aliás, se tentássemos reunir todas as obras que tocam aquela parte da mente onde guardamos planos de viagens, a sensação da descoberta, acompanhada da brisa do mar, do calor de uma tarde de verão ou das pessoas que nunca tínhamos visto antes, mas que nos abrem um sorriso fácil no primeiro contato, precisaríamos criar um novo site só para isso.

Confira as nossas novas sugestões para você viajar sem necessariamente sair de casa:

1. “A arte da viagem”, de Paul Theroux
Vem em primeiro porque é mais do que um livro de viagens: é a própria literatura de viagens condensada em uma só obra. Paul Theroux é, possivelmente, o mais consensual escritor vivo deste gênero literário e oferece desta vez uma viagem dentro da viagem, um roteiro de histórias, autores, citações e situações singulares sobre a arte de botar o pé na estrada. Aqui o medo e a adrenalina dão lugar ao espírito curioso do leitor, que ao invés de entrar nos cenários de um determinado lugar, transita entre o que há de mais importante em sair do lugar a que chamamos casa. Um conjunto de histórias, lançados para celebrar os 50 anos de viajante do autor, e em que ele nos dá a lição dos 10 mandamentos da viagem: “1. Sair de casa; 2. Ir sozinho; 3. Viajar leve; 4. Levar um mapa; 5. Ir por terra; 6. Atravessar a pé uma fronteira nacional; 7. Fazer um diário; 8. Ler um romance que não esteja relacionado com o local onde se está; 9. Se tiver de levar um celular, evitar usá-lo; 10. Fazer um amigo”.

Foto 1 © DR/William Furniss; Foto 2 © Quetzal

Foto 1 © DR/William Furniss; Foto 2 © Quetzal

2. “Na Natureza Selvagem”, de John Krakauer
Quando fizemos a primeira lista e não incluímos uma das obras maiores de Krakauer, o mundo (ou a caixa de comentários) ficou indignada com a gente. A explicação: havíamos feito dias antes uma lista de filmes onde a adaptação ao cinema deste livro, feita por Sean Penn, era atração principal. Mas admitimos – não dá pra fazer uma lista de livros de viagens sem incluir um dos que mais inspirou os novos viajantes, muitos dispostos a seguir a filosofia de Christopher McCandless, deixando pra trás empregos, bens e ideias pré-concebidas sobre sociedade, sem destino e com a natureza como fim.

McCandless tinha 22 anos quando se entregou ao único desafio que realmente o interessava, mas hoje, passados precisamente 22 anos sobre esse abril de coragem mil, são muitos e de todas as idades os que não resistem ao apelo de uma viagem sozinho.

Foto via

Foto via

3. “As Mulheres do Meu Pai”, de José Eduardo Agualusa
Escritor angolano, Agualusa tem a capacidade de fugir aos lugares comuns quando falamos de África, da selva à pobreza. Elas estão lá, existem, mas a África de Agualusa é mais do que isso. O poder das mulheres e a musicalidade do povo e das ruas, mesmo em meio ao caos, são destaque numa obra guiada por uma filha em busca dos lugares (e das mulheres!) pisados pelo pai. Faustino Manso é um famoso compositor angolano falecido e um homem com uma relação peculiar com o sexo oposto. Pai de 18 filhos, deixou sete mulheres viúvas. A mais nova das filhas, Laurentina, é quem nos leva da capital angolana, Luanda, até ao outro extremo, em Maputo, Moçambique, atravessando a África Austral com paragens na Namíbia e África do Sul. Pelo meio, um enredo de personagens complexo e cenários que prometem dançar na sua mente durante muito tempo.

Foto via

Foto via

4. “Noturno Indiano”, de Antonio Tabucchi
Não é fácil visitar a Índia e sair ileso. Por isso, caro leitor, se prepare para um choque de realidade com a narrativa do italiano Tabucchi. Ele, narrador e personagem, em busca de um amigo perdido, que não vê há anos, pode facilmente passar de um hotel de luxo para um quarto na beira da estrada (ou para a própria beira da estrada) e ainda assim não estar preparado para a “moldura” de miséria humana que vai encontrar. Em Bombaim ou em qualquer outra parte desse país de excessos, o narrador descreve 12 noites, 12 pontos diferentes da Índia, cada um com seus infinitos recantos, e nos oferece uma carga de suspense que achavamos só ser possível em policiais.

Foto via

Foto via

5. “De vagões e vagabundos – Memórias do submundo”, de Jack London
O autor norte-americano Jack London é outro clássico da literatura que parece levar a adrenalina colada a cada página. Nesta obra, que foi entretanto reeditada no Brasil com o título de “A Paixão pelo Socialismo”, em que se juntam outros textos, London vagueia pela própria juventude, marcada pela pobreza e pela ideia de sobrevivência. O texto tem muito de autobiográfico e percorre o submundo americano, os pobres e sem-teto que usavam a rede ferroviária em expansão no país como abrigo itinerante.

London era um dos que subia em trens de carga, em imagens que percorrem a mente de vários viajantes de hoje, ainda que em muito melhores condições do que aquelas que o autor nos descreve. “Deixando de lado os possíveis imprevistos, um bom vagabundo, jovem e ágil, pode resistir até o fim num trem, apesar de todos os esforços da tripulação a bordo para “despejá-lo” – tendo é claro, a noite como condição essencial”.

Nota: se o tema te interessa, a reedição “A Paixão do Socialismo” junta outras histórias à experiência nos trens. O livro reúne reflexões sobre o capitalismo, a injustiça social e a pobreza de que London foi testemunha ao longo de seus 40 anos de vida.

Retrato do autor via

Retrato do autor via

6. “Nápoles 1944”, de Norman Lewis
Uma das melhores sugestões para quem quer entender o maior conflito do século XX, a Segunda Guerra Mundial, além de viajar por entre as descrições de quem a viveu. Norman Lewis serviu no Corpo de Inteligência Britânico na Itália entre o final do ano de 1943 e 1945 e, 30 anos mais tarde, lança uma obra onde relata suas experiências no sul de Itália. Em Nápoles, Lewis toma contato com a devastação da guerra, a vulnerabilidade da condição humana, mas também a solidariedade que pode unir os homens, independente dos conflitos ou da cor dos uniformes. Para juntar aos problemas da pobreza, a erupção do vulcão Vesúvio, em março de 1944, cobriu de lava uma aldeia próxima e exigiu ainda mais esforços da população.

Mas, por ser nestas situações que a essência de uma cidade e das suas pessoas mais se revela, é inevitável citar uma das mais famosas frases do autor britânico: “eu admirei tanto a cultura e a humanidade dos italianos no ano que lá passei, que me dei conta de que se me dessem a oportunidade de nascer de novo e escolher um país onde o fazer, escolheria Itália”.

Foto via

Foto via

7. “Viajante Solitário”, de Jack Kerouac
Sim, era possível fazer uma lista só com Kerouac (na primeira, incluímos o grande clássico “On the Road”). Autobiográfico, intenso e de tirar o fôlego, como são quase todos os livros do autor, “Viajante Solitário” está dividido em oito textos por diferentes destinos, da França ao México, de Marrocos aos Estados Unidos, com um personagem que atravessa mares, estradas e caminhos de ferro com a mesma inventividade na escrita, que o levou a ser considerado um dos principais autores do Movimento, ou Geração, Beat.

Se ainda precisar de um pretexto pra ler o livro, aqui vai um trecho em forma de conselho: “Poupei cada centavo e então torrei tudo subitamente em uma grande e gloriosa viagem à Europa ou a outro lugar qualquer e me senti leve e feliz também”.

Foto 1 via; Foto 2 via

Foto 1 via; Foto 2 via

8. “Na Patagônia”, de Bruce Chatwin
Bruce Chatwin faz parte do grupo de inquietos que não cede ao receio de deixar uma carreira e uma vida tranquilas em busca de um desconhecido. A descendência de marinheiros pode explicar o espírito aventureiro do autor, mas o que Chatwin nos conta de seus seis meses de viagem por lugares remotos é mais do que isso – são histórias intensas, umas verdadeiras, outras talvez não, que traçam um perfil intrigante e poético das pessoas com que o autor cruzou na Patagônia.

Motivado pela busca das origens de uma relíquia de família há muito guardada na sala da casa da avó, um “pedaço de brontossauro”, Chatwin acabou criando um clássico da literatura de viagens e elevando o seu nome à categoria de imprescindíveis da biblioteca de qualquer viajante.

Retrato do autor via

Retrato do autor via

9. “Recalculando a Rota”, de Alana Trauczynski
Uma odisseia pelas peripécias da vida, em que a autora (e nossa colunista aqui no Nômades Dititais) se coloca perante infinitos dilemas, com um único objetivo: encontrar um propósito na vida. Por entre cinco países, Trauczynski experimentou diversas profissões, em uma busca interior que muitas vezes a obrigou, qual GPS da mente humana, a “recalcular a rota”. A história tem emoção, aventura, tragédia e o combate por um dos valores que melhor define a espécie humana: liberdade.

10. “Nosso homem em Havana”, de Graham Greene
O cenário da Cuba pré-revolução castrista junto com o humor satírico de Greene tornam a leitura deste livro um duplo prazer. Greene foi agente do Serviço Secreto Britânico e, por isso, é capaz de nos dar uma ideia precisa do que é ser espião em uma terra estrangeira. O personagem principal do livro, desesperado por dinheiro que garanta sua sobrevivência, aproveita o clima de desconfiança exagerada para enviar para a Europa informações inventadas por ele (e ganhar mais com isso). De forma quase surreal, algumas dessas mentiras vão se tornando reais, colocando o homem em situações, no mínimo, delicadas.

O clima de Guerra Fria é descrito na perfeição, mas não é de estranhar que os viajantes de plantão foquem os sentidos na paisagem e na vida cubanas, com Havana no papel de destaque. Para isso, depois do livro, vale a pena ver a adaptação ao cinema, onde as imagens que preencherão sua mente podem, também elas, se tornar mais reais.

Foto via

Foto via

Nota final: “Diários de Motocicleta”, de Che Guevara, é mais um exemplo de clássicos livros de viagem que incluímos na lista de filmes, pela excelente adaptação ao cinema e pela interpretação de Gabriel García Bernal na pele de Che, mas que poderia, como mais do que um leitor sugeriu, figurar nesta lista.

Clique aqui para ver a Parte 1 dos livros que dão vontade de arrumar as malas e, simplesmente, ir.

E aí, que outras sugestões, que não estejam nem nesta nem na primeira lista, você daria pra gente? E desta lista, quais livros ainda não leu? Qual o surpreendeu mais? Queremos ler sua opinião nos comentários!

Go to Top