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Após ler 560 livros, garota de 11 anos cria biblioteca em SP

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Simone Machado, na Folha de S.Paulo

RESUMO Aos 11 anos, Kaciane tornou-se conhecida pela paixão por livros: já leu 560. Moradora de um bairro pobre de São José do Rio Preto (SP), ela promoveu campanhas e construiu sua própria biblioteca –um quarto no fundo de casa, com cerca de 5.000 títulos. Os próximos passos são uma biblioteca móvel e lançar um livro.

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Minha paixão pelos livros começou bem antes que eu pudesse me dar conta. Minha mãe diz que, com três, quatro anos, eu já era apaixonada por livros e cadernos, e a minha brincadeira preferida era de escolinha.

No quintal de casa, com meus irmãos mais velhos, aprendi a ler e a escrever. Aos sete, na escola, conheci o que era uma biblioteca. Incentivada por uma professora, li meu primeiro livro, “As Aventuras de Pedro, o Coelho”, da autora Beatrix Potter.

Tinha mais ou menos cem páginas, cheias de desenhos, que li em poucas horas. Ali começava a minha paixão. Adorei a sensação de poder entrar na história, conhecer personagens e viajar para lugares que jamais imaginei.

Na mesma semana voltei para a biblioteca e peguei outros livros. Desde então, esse é meu principal passatempo.

Todos os dias, não vejo a hora de chegar da escola e fazer meu dever, depois fechar a porta do quarto e abrir meu mundo particular. Hoje leio, em média, cem livros por ano. E já li 560 títulos.

O SONHO

Quando eu tinha nove anos, minha família saiu do aluguel e se mudou para a nossa casa própria, em um conjunto habitacional de baixa renda. A maioria das crianças não tinha muito lazer e ficava a maior parte do tempo nas ruas, ociosas.

Foi então que surgiu a ideia de construir uma biblioteca no quintal, nos fundos de casa. Assim eu poderia apresentar para todas as crianças da vizinhança aquele universo tão fantástico.

Aos poucos fui contando para as pessoas meu projeto e pedindo doações de livros, mas recebi apenas 40 títulos.

Aí pensei: como meu aniversário estava próximo, fiz um vídeo e publiquei na internet. Em vez de presentes comuns, pedi livros para montar a biblioteca.

Meu vídeo chegou até um empresário da cidade. Foi ele quem doou todo o material para a construção da biblioteca. Em poucos meses, meu sonho virou realidade.

A biblioteca é toda colorida, tem mesinhas e um espaço para as crianças. São cerca de 5.000 títulos, livro para todos os gostos e idades.

Como ela fica no fundo de casa, para chegar tem que passar por dentro da nossa cozinha. Mas nada disso importa para mim. Minha mãe e minha irmã me ajudam a receber as crianças do bairro.

O LIVRO

Assim como nos livros, quero que minha história vá além. Agora em outubro estou prestes a realizar mais sonhos: lançar meu primeiro livro e criar uma biblioteca itinerante. Minha vontade é que crianças de outros bairros carentes também tenham a oportunidade de viajar pelo mundo da leitura.

Já ganhei materiais e acessórios para montá-la e ela já está quase pronta. Está ficando linda! Já meu livro, sou suspeita para falar, mas ele também está lindo. Estou completamente apaixonada por ele.

Chamado “Tanto Faz ou Qualquer Coisa: Histórias de Kaciane”, fala da minha história, de preconceito, de amizade, entre outros temas.

Ele já está na pré-venda e vai ser lançado no mês das crianças, em outubro. E assim eu vou seguindo, sonhando, realizando e escrevendo um capítulo novo a cada dia.

Menina de 11 anos diagnosticada com tumor cerebral realiza sonho de virar escritora em São Francisco do Sul

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Beatriz Peres de Oliveira já lançou seu primeiro livro e planeja outras duas publicações

Beatriz tem 11 anos e sempre cultivou dois sonhos: cuidar de cachorros e escrever livros Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS

Beatriz tem 11 anos e sempre cultivou dois sonhos: cuidar de cachorros e escrever livros
Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS

Luiza Martin, no Diário Catarinense

Em São Francisco do Sul mora a “menina das três certezas”. Beatriz Peres de Oliveira, de 11 anos, sempre cultivou dois sonhos: cuidar de cachorros e escrever livros. Com cinco anos, já decodificava as palavras. O carinho aos pais era declarado em bilhetes e mensagens de celular. Cartinhas chegavam por debaixo da porta enquanto a menina corria para longe.

Toda essa intimidade com as palavras fez com que ela escrevesse, aos seis anos, seu primeiro livro, Tob, um Cão Campeão, um sonho lançado no dia 25 de setembro que marca a vida recomeçada após um tumor cerebral.

Você deve estar se perguntando qual é a primeira certeza de Beatriz. No início de 2013, seus pais, a dona de casa Fabiane Peres e o estivador Artur Oliveira, descobriram que a menina teria de enfrentar um tumor de grau quatro no cérebro.

O diagnóstico veio depois de seis meses de fortes dores de cabeça, manchas pelo corpo, ínguas, palidez e mudança na fisionomia. Síndrome de filho único, artrite e virose foram algumas das inconclusões médicas, desmentidas pela insistência da mãe, que pediu a recomendação de uma tomografia até ser atendida. A primeira certeza de Bia se tornou a de que um dia ela iria morrer.

Mas a menina continua a contrariar a própria certeza e se recupera em casa. Boa parte do dia ela passa recostada em uma poltrona, como aquela reclinável “cadeira do papai”. A cadeira vem depois da fisioterapia, da equoterapia, do estudo de inglês e do aprendizado das matérias escolares que acontecem em casa mesmo.

Assim como se mantém estudando, Bia está sempre bem vestida e de unhas feitas. Roupas e maquiagens das bonecas Monster High, inspiradas em monstros lendários e personagens de filme de terror, não podem faltar para a escritora.

Beatriz tem “tiradas” de deixar qualquer artilheiro das palavras procurando a bola – ou as vírgulas. Mas o maior drible da escritora foi o chapéu que ela deu na vida. Ou seria a maior boina da Monster High, para combinar mais com o estilo dela? Em abril de 2014, ela permaneceu 31 dias em coma, internada na UTI pela segunda vez, com infecção generalizada. Desacreditada pelos médicos, Bia voltou.

—Uma menina do hospital chegou a perguntar: Mas a Beatriz não tinha morrido?—, contou Fabiane.

—A-ham. Olha aqui—, ironizou Bia, interrompendo a fala da mãe, apontando para si mesma e revirando os olhos de enfado.

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Da UTI para a Academia Francisquense de Letras

Bia saiu da UTI não para as mesmas possiblidades que tinha antes do câncer, mas para a carreira de escritora, com livro lançado e planos para mais duas publicações. A continuação de Tob está por vir. Wendy na Selva é sua nova criação. Do tumor, resta a cicatriz, além de sequelas na fala e movimentos. Depois do segundo susto, a menina não andou mais e também não pronunciava uma só palavra.

— Ela tinha consciência. Nos entendia, mas estava presa no próprio corpo—, lembra a mãe.

Depois de três meses de tratamento com os mais diversos médicos e especialistas, Bia voltou a falar. O presente no dia das mães de Fabiane em 2014 foi um sonoro: “m-ã-e”.

Quando a certeza parecia se concretizar, Bia pediu aos paisque não deixassem seu sonho morrer. Nem eles nem os médicos que a trataram deixaram de lutar pelo sonhos dela. A Beatriz que enfrentou o câncer agora é “escritora renomada” e, para ela, todos a volta são “sonhadores”. Em 2015, Bia entra oficialmente para Academia Francisquense de Letras, a convite da professora Lúcia Helena Bezerra.

E as duas outras certezas da menina, quais são? De que todo fim de ano, até acabar a eternidade, existirão a música da Rede Globo e o show do Roberto Carlos.

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A história de Tob

Beatriz não teve um cachorro Tob. A mascote da família era a Minnie, que está afastada do lar, na casa dos avós da menina, por causa do tratamento em casa. A história foi uma adaptação de folhas manuscritas em papel almaço e letra de forma.

Em 2011, Bia passou a história a limpo assim que ficou com a letra cursiva bem desenhada. Na terceira versão da história, o sonho se materializou. O texto diminuiu e perdeu alguns diálogos para dar espaço a ilustrações.

Assim como Beatriz queria que os pais vendessem a casa em que moram para comprar um sítio, onde haveria espaço para ela resgatar vários cães, o livro narra a história de Tob, que é adotado e se torna um campeão.

O engajamento de Bia sempre foi presente, a ponto de os textos escritos por ela e entregues aos pais se transformarem em dinheiro para os cães abandonados. Cada linha era vendida a Fabiane e Artur por dez centavos. Hoje, quem quiser comprar o livro paga R$ 15 e pode encomendá-lo pela página de Bia no Facebook.

Lançamento de livro tem o intuito de mudar a vida das crianças

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Publicado por R7

Crer é o primeiro passo para que os sonhos sejam realizados. Beatriz Peres de Oliveira, de apenas 11 anos, natural de São Francisco dos Sul, nunca deixou de acreditar em seu sonho: ser escritora. Mesmo na luta constante pela vida, Bia, como é carinhosamente chamada por todos, foi diagnosticada em 19 de março de 2013 com tumor cerebral maligno, de grau 4 – meduloblastoma.

De lá para cá, foram cerca de 10 cirurgias na cabeça, dois meses sem conseguir falar e comer (alimentação era apenas por sonda), sessões de radioterapia e quimioterapia, três internações em UTI – Unidade de Terapia Intensiva (a última ocorreu entre abril e maio deste ano, devido a uma infecção generalizada).

Foi exatamente, na véspera de uma internação para a realização de quimioterapia, ainda em 2013, que Bia resolveu resgatar uma história que escreveu quando tinha apenas 6 anos. “Aos 5 anos de idade, a Bia já estava alfabetizada. O seu sonho sempre foi publicar um livro para ajudar os animais de rua e, aos 6 anos, ela deu vida ao Tob, o personagem de seu livro. Um cachorrinho de rua que encontrou um lar com muito amor para morar”, relata a mãe, Fabiane Peres.

A intenção da Bia foi levar o livro para que a professora Fabiana Goldmann, responsável pela pedagogia do Hospital de Santo Antônio, instituição hospitalar em que seu tratamento foi realizado, pois seria a pessoa certa para ajudar a realizar seu sonho. E foi assim, com o apoio da professora em conjunto com Secretaria de Educação de Blumenau e muitos outros parceiros que o livro tomou forma e foi lançando durante o Encontro de Pedagogia Hospitalar, em 25 de setembro de 2014.

Lançamento Oficial

Mas Bia pediu para ir além. Afinal, seu anseio agora é que o livro possa ser um exemplo para todas as crianças. “Desejo que meu livro mude a vida das crianças, que minha história possa servir de motivação para que nenhuma criança desista, por mais difícil que seja a caminhada”, comenta Bia.

Por isso, no dia 17 de novembro, às 19h30min, o lançamento do livro “TOB, o cachorro campeão” será realizado em sua terra natal, São Francisco do Sul, no Cine Teatro X de Novembro, na rua Hercílio Luz, 50.

O exemplar pode ser adquirido ao valor de R$ 15,00 e o kit, com livro e o TOB de pelúcia, por R$ 40,00. A renda obtida com as vendas será destinada para a realização de tratamento alternativo de reabilitação da Bia, obtenção de fundos para a edição de outros livros (sim, a Bia já tem outro livro escrito e muitas outras histórias para contar) e para ajudar os animais de rua, seu principal sonho.

E, claro, que agora outros sonhos estão presentes na vida da Bia. Hoje ela sonha em poder ver seu livro divulgado no Domingão do Faustão e conhecer pessoalmente o cantor Thiaguinho. Alguém tem dúvida de que ela chegue lá? Acho que não, não é mesmo?!!

O que? Lançamento do livro “TOB, o cachorro campeão”
Onde?
Cine Teatro X de Novembro
Rua Hercílio Luz, 50
Centro
São Francisco do Sul (SC).
Quando? Dia 17/11, segunda-feira, às 19h30min

Escritora de 11 anos divulga seu livro na Flipinha

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Mariene Lino diz que começou a escrever nas paredes de casa.
Atração voltado para as crianças faz parte da programação da Flip.

Mariene Lino, de 11 anos, divulga seu livro durante a Flipinha (Foto: Paola Fajonni/G1)

Mariene Lino, de 11 anos, divulga seu livro durante a Flipinha (Foto: Paola Fajonni/G1)

Paola Fajonni, no G1

A jovem escritora Mariene Lino, de 11 anos, subiu ao palco da Flipinha no fim da manhã desta quinta-feira (4) para mostrar o livro que escreveu há dois anos. “O som misterioso”, nome do livro, foi uma ideia que, segundo ela, simplesmente surgiu. “Foi do nada. E se um búfalo ficasse preso no banheiro?” A menina conta que o primeiro local em que imprimiu suas palavras foi em casa.

“Comecei a escrever nas paredes. Depois meus pais pintaram, mas ainda tem uma com meus textos, minhas coisas”. A programação oficial do braço da Festa Literária Internacional de Paraty voltado para o público infantil não mostrava bate-papo com autores, mas quem passou no fim da manhã pela tenda montada ao lado da Praça da Matriz pôde conferir a atração.

Com a programação adiantada, o evento ofereceu, entre apresentações teatrais, um espaço para escritores divulgarem seus trabalhos e conversar com aqueles que estavam no local.

O búfalo da história de Mariene ganhou vida na tinta e no papel graças aos pais da jovem escritora, que bancaram a publicação da obra. Lúcia Lino conta que o investimento valeu a pena, pois realizou um dos sonhos da filha. Bibliotecária, a mãe de Mariene diz sempre buscou colocar os livros na vida da menina, o que considera muito importante na formação de uma criança.

“A Mariene começou nas pareces de casa, rabiscava tudo. Quando aprendeu a escrever, começou a passar para o papel. Ela começou muito cedo, mas também estudava em uma escola que estimulava a leitura, o que é fundamental”.

Além da mãe, o pai de Mariene também acompanhava a filha. Enquanto ela estava no palco, ele não parou de fotografar. Foi lá que a jovem escritora respondeu a questões sobre como surgiu a história de seu livro, como conseguiu publicar uma obra com apenas nove anos e de quem são as ilustrações.

“Foi um amigo que estudava comigo que fez, o Caio Pacheco. Na hora de publicar me perguntaram se eu não tinha um amiguinho que desenhava bem, aí lembrei dele”, conta a menina, que pretender lançar seu segundo livro em novembro.

Depois dela, a paranaense Adriana Maria Zanetta subiu ao palco da Flipinha. Ela mostrou suas obras também voltadas para o público infantil, que publicou no ano passado. De acordo com a escritora, que trabalhava como professora de alfabetização, “Sopa é boa com as vogais” era usada com seus alunos em sala de aula. “O livro trata da alfabetização e alimentação saudável, uma história contada pela Bruxa Cueca, uma personagem que criei”, revela Zanetta.

Ela também mostrou o livro “A menina que agora vende sapatos”, inspirado em fatos vividos por ela.

A programação da Flipinha segue até domingo (7), dia em que também será encerrada a 11ª edição da Flip.

Estudante transgênero vai à justiça pelo direito de usar banheiro feminino

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Caso contra escola primária foi parar no mais alto tribunal de Maine, EUA.
Nicole nasceu menino, tem irmão gêmeo, mas se identifica como menina.

Nicole Maines (à direita), ao lado do irmão gêmeo Jonas, luta pelo direito de usar banheiro feminino (Foto: Robert F. Bukaty/AP)

Nicole Maines (à direita), ao lado do irmão gêmeo Jonas, luta pelo direito de usar banheiro feminino (Foto: Robert F. Bukaty/AP)

Publicado por G1

O caso envolvendo um estudante transgênero e uma escola primária foi parar no mais alto tribunal do estado de Maine, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (12). Os advogados de Nicole Maines, de 15 anos, que nasceu menino, batizado com o nome de Wyatt, mas se reconhece como menina, entraram em ação contra a escola que proibiu a aluna de frequentar o banheiro feminino quando ela era criança.

Nicole tem um irmão gêmeo idêntico, Jonas, mas desde pequena se identificava como uma menina. Quando criança, enquanto o irmão colecionava carrinhos e se fantasiava de super-heroi, Nicole preferia se vestir de princesa e brincar de bonecas. Aos quatro anos, perguntou à mãe quando iria se tornar uma menina. Aos 11 anos, Nicole passou por um tratamento médico que inibe a ação dos hormônios da puberdade.

Na escola primária os problemas começaram. Nicole começou a usar o banheiro das meninas. Os funcionários da escola, inicialmente, deixaram. Mas depois que o avô de um menino da quinta série reclamou, Nicole foi proibida. A direção da escola então mandou Nicole usar um banheiro separado.

Nicole dá entrevista na saída do tribunal ao lado do pai (Foto: Robert F. Bukaty/AP)

Nicole dá entrevista na saída do tribunal ao lado do
pai (Foto: Robert F. Bukaty/AP)

O caso foi parar na justiça. Na primeira instância, o juiz determinou que o colégio agiu dentro da lei determinando que Nicole usasse um banheiro pessoal. A família recorreu para a instância superior. O caso voltou à corte na cidade de Bangor, no Maine, e a família de Nicole (pai, mãe e irmão) passou a atuar como ativistas pelo direito dos transgêneros.

A questão é saber se a escola violou a Lei de Maine dos Direitos Humanos, que proíbe a discriminação com base no sexo ou orientação sexual. Mas a lei estadual também exige banheiros separados para meninos e meninas nas escolas. A advogada da escola alegou que enquanto a lei sobre os banheiros separados não mudar, é direito da escola não violá-la.

Após a audiência, Nicole, que agora está no segundo ano do ensino médio de uma escola no sul do Maine, disse que não desejaria a sua experiência de ninguém. “Espero que os juízes tenham entendido que tudo o que um estudante quer é ir para a escola se divertir e fazer amigos, e não sofrer bullying dos alunos ou da administração do colégio”, disse à agência de notícias Associated Press.

A presença de crianças transgêneras é um tema que os administradores escolares estão enfrentando em todo o país. Políticas sobre transexuais adultos ainda estão evoluindo, e as escolas ainda não sabem como lidar com crianças que se identificam com o sexo oposto do que nascem.

No ano passado, a Associação Norte-Americana de Psiquiatria removeu o “transtorno de identidade de gênero” de sua lista de doenças mentais. E a Academia Americana de Pediatria solicitou que as escolas permitam que as crianças transsexuais de usar o banheiro de sua escolha.

O pai de Nicole, Wayne Maines, espera um desfecho favorável do caso. “Tem sido difícil, mas estou muito feliz por estar aqui neste júri e esperançoso por um bom resultado.”

Nicole ao lado da mãe e do irmão durante audiência nesta quarta-feira (Foto: Robert F. Bukaty/AP)

Nicole ao lado da mãe e do irmão durante audiência nesta quarta-feira (Foto: Robert F. Bukaty/AP)

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