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Escolas britânicas afastam 3 mil alunos por ano por conduta sexual imprópria

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Bullying sexual é responsável por 15 suspensões por dia
Ações incluem bullying sexual, assédio, ataque, comportamento indevido ou pichação obscena

Imagem: Google

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Publicado em O Globo

Mais de três mil estudantes, incluindo crianças com menos de 11 anos, são suspensas ou expulsas das escolas britânicas por comportamento sexual inadequado por ano, informam os jornais “Daily Mail” e “Independent” nesta terça-feira. Em média, 15 são afastadas por dia, sendo pelo menos uma delas do ensino fundamental básico.

De acordo com dados do Departamento de Eduacação, entre o período letivo de 2010 e 2011, 3.030 crianças foram afastadas por ações como bullying sexual, assédio, ataque, comportamento obsceno ou por fazerem pichações sexuais. No ano anterior, o número foi ainda maior: 3.300.

As reportagens vêm em meio a uma preocupação crescente sobre o “sexting”, o envio de fotos de nu por celular. Para educadores, a sexualização precoce das crianças, aliada ao fácil acesso à pornografia pela internet, pode estar ligada ao alto número nas suspensões e expulsões de alunos.

Uma pesquisa realizada no Reino Unido no ano passado mostrou que 30% dos professores do ensino médio e 11% dos professores do ensino fundamental tinham conhecimento de incidentes envolvendo comportamento sexual coercitivo envolvendo seus alunos em relação aos colegas.

“As estatísticas sobre expulsões confirmam a sensação que muitos pais têm de que nossos filhos estão convivendo em uma cultura cada vez mais sexualizada que se prolonga à sala de aula”, disse Claire Perry, conselheira do primeiro-ministro sobre infância, ao “Daily Mail”.

O Departamento de Educação, no entanto, ressalvou que as exclusões por conduta sexual imprópria são “extremamente raras e estão decrescendo”. “Essas estatísticas representam menos de 0,05% dos alunos no país”, diz um comunicado do departamento.

Após gastar fortuna com aulas, “mãe-tigre” desiste de ser durona

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Britânica abandonou o método chinês de educação após perceber que a filha estava se afastando / Foto: Reprodução

Publicado por Terra

O relato de uma mãe que seguia o criticado método de educação chinês conhecido como “mãe-tigre” ganhou destaque nesta semana no jornal britânico Daily Mail. A jornalista Tanith Carey afirma que gastou uma pequena fortuna com aulas de mandarim, matemática, violino e até com um tutor que cobrava 75 libras por hora para orientar os estudos da menina de apenas 11 anos. Segundo Carey, depois de alguns anos incentivando a filha a se tornar uma “pessoa brilhante” ela percebeu que acontecia o contrário: a pequena Lily havia se tornado uma garota introspectiva e distante da mãe.
A britânica, que mora em Londres, conta que teve uma infância “negligenciada”, já que não era estimulada pelos pais a estudar. Então, quando a filha nasceu, em 2001, decidiu fazer diferente: “Eu achava que era meu dever estimular a Lily com brinquedos educativos, jogos e vídeos”, disse ao confessar que tinha se convencido, a partir de “descobertas da neurociência”, que precisava estimular o conhecimento. Na estante da jornalista estavam livros que mostrariam como “fazer dos filhos pessoas brilhantes”.

Ela conta que na creche particular onde matriculou Lily aos 3 anos, via outras mães também ansiosas para tornar seus filhos os melhores. Com o tempo, percebeu que a “disputa” pela superioridade havia se tornado algo estressante. “Se uma das mães via uma criança com a pasta das aulas de matemática do Kumon (método de ensino que estimula o raciocínio), todas corriam para fazer a matrícula porque havia medo de deixar os nossos filhos para trás (…) Mas pouco a pouco, essa viagem que tinha começado tão emocionante e gratificante foi se transformando em um jogo estressante de superioridade”.

A mãe conta que o “alarme” começou a tocar quando Lily tinha 9 anos e venceu um prêmio de ciências na escola. Enquanto ela vibrava com a conquista, a filha não parava de chorar. Nos anos seguintes a situação piorou, já que a menina não queria mais fazer as lições, pois tinha medo de errar. Os pais decidiram levar a menina a um psicólogo, que constatou o quanto a autoestima de Lily havia sido afetada. “Ela sentia que precisava ser melhor em tudo e quando sabia que não conseguiria ser, ela achava melhor se fechar e não fazer nada”. A mãe ainda conta que a filha estava se afastando dela. “Foi doloroso, mas precisei matar a mãe-tigre que existia dentro de mim”.

A decisão veio recentemente, depois de fazer a inscrição em cinco das melhores escolas de Londres. “Apesar de gastar uma pequena fortuna na inscrição para as melhores escolas de Londres, eu decidi que a minha filha pdoeria escolher a escola onde estudar. Um colégio do Estado onde ela pode não brilhar como estrelas, mas vai crescer como uma pessoa inteira, ser pressão por resultados”. A mãe ainda completa o relato afirmando que quando a filha chega em casa da escola, não pergunta mais sobre qual foi o desempenho no dia, e sim como ela está.

A Voz da Comunidade em livro: a saga do tuiteiro Rene Silva

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Felipe Patury, na Época

Aos 19 anos, Rene Silva (foto) conseguiu tal notoriedade que acabou convidado pela novelista Glória Perez para interpretar a si mesmo em Salve Jorge, da TV Globo.

Rene tinha 11 anos quando lançou o Voz da Comunidade. O título começou como um jornal escolar. Acabou contando o dia a dia do Complexo do Alemão com uma tiragem de 6 mil exemplares.

Rene ganhou no programa Caldeirão do Huck, também da Globo, uma bolsa para estudar jornalismo. Agora, divulga seu noticiário no site Vozes das Comunidades e ambiciona, no futuro, abarcar os acontecimentos de todas as favelas cariocas.

Sua saga será contada no quarto livro da jornalista Sabrina Abreu (editora nVersos).

dica do Chicco Sal

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