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Estudante de Caruaru é aprovada em cinco vestibulares de Medicina

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Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Jénerson Alves, especial para o Livros e Pessoas

Em Caruaru-PE, a estudante Vitória Chaves de Souza Dantas de Barros, 18 anos, é ‘pentacampeã’ de aprovações em Medicina. Isso mesmo. A garota passou em um dos cursos mais concorridos do Brasil em cinco faculdades, a saber: Facisa (Faculdade de Ciências Sociais Aplicada), UPE (Universidade de Pernambuco), UFPE (Universidade Federal de Pernambuco-Campus Acadêmico do Agreste), Unicap (Universidade Católica de Pernambuco) e Unicisal (Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas).

A garota decidiu que estudará no Campus da UFPE, o qual adotou o critério do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Ela obteve a nota de 835,2 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ficando em 15º lugar, entre 80 vagas.

Esse histórico de aprovações vem de longe. Quando concluiu o 9º ano do Ensino Fundamental, Vitória oi aprovada no curso de Direito em uma faculdade particular de Caruaru. No ano seguinte, passou no curso de Relações Internacionais. Quando estava no 2º ano do Ensino Médio, foi aprovada em Biomedicina, mas começou o intento de estudar para Medicina. Em 2013, já no 3º ano Médio, ela prestou vestibulares para Medicina, mas não conseguiu ser aprovada. Assim sendo, em 2014, dedicou-se a cursinhos. Ela conta que passou o ano fazendo muitos exercícios, dedicando-se às disciplinas nas quais tinha maior dificuldade.

A garota é motivo de alegria para os pais, o professor Arnaldo Dantas e a corretora de imóveis Nadja Chaves, os quais sempre a incentivaram a desenvolver o hábito da leitura. Ademais, Vitória menciona o papel dos educadores em sua formação. “Não posso deixar de agradecer aos professores que me apoiaram, acreditaram em mim,estiveram ao meu lado durante a rotina de estudos,tiraram minhas dúvidas, eles têm uma parcela enorme de responsabilidade na minha aprovação e serão sempre exemplos de vida pra mim”, destaca, em postagem no Facebook.

Testes de ortografia e redação eliminam candidatos a estágio

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Entre cursos com maior reprovação estão pedagogia, jornalismo e turismo.
Falta de leitura e hábitos gerados pela internet são fatores motivadores.

Marta Cavallini, no G1

Quem concorre a uma vaga de estágio precisa ficar atento ao conhecimento e domínio da língua portuguesa, pois os testes ortográficos e as redações são os que mais reprovam, de acordo com levantamento do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube). Atualmente, várias empresas estão com milhares de vagas abertas e os processos seletivos estão a todo vapor – clique aqui para ver a lista de programas de estágio e trainee.

Uma das etapas da seleção, o teste ortográfico, aplicado em forma de ditado, reprovou mais os estudantes de nível médio técnico de escolas públicas em 2012. Em relação aos universitários, a reprovação atinge mais os que estudam em instituições particulares e dos cursos de pedagogia, jornalismo e matemática (veja abaixo reprodução dos testes disponibilizados pelo Nube).

Já na redação, a reprovação foi maior entre os estudantes de 15 a 18 anos e do ensino médio no ano passado. Entre os cursos de nível superior, a maior reprovação está entre os cursos de turismo, educação física e publicidade.

Os homens tiveram desempenho pior que as mulheres tanto no teste ortográfico quanto na redação.

Teste ortográfico
O estudo realizado durante todo o ano de 2012 com 7.219 estudantes revela que 2.081 candidatos (28,8%) não tiveram êxito no teste ortográfico e foram eliminados. O teste foi aplicado na forma de ditado, com 30 palavras do cotidiano, como “seiscentos”, “escassez”, “artificial”, “sucesso”, “licença” e “censura”. Era considerado reprovado quem cometesse mais de sete erros. O índice de reprovação entre as mulheres ficou em 26,6%, e entre os homens, em 32%.

Os mais novos, com idade entre 14 e 18 anos, tiveram melhor desempenho, com 75% de aprovação, superando outras faixas como a de 19 a 25 anos (68,9%), 26 a 30 anos (69,2%) e acima de 30 anos (71,2%).
Alunos do ensino médio técnico tiveram o pior desempenho – em torno de 37% cometeram mais de 7 erros, seguidos dos estudantes do superior tecnólogo (30%), médio (29%) e superior (28,5%). Estudantes de nível médio e técnico de escola pública tiveram desempenho pior (30%) se comparados aos das instituições particulares (17%). Entre os universitários, cerca de 30% dos jovens de escolas privadas foram reprovados, contra apenas 19% das faculdades municipais, estaduais ou federais.

Os cursos com maior índice de reprovação são pedagogia (50%), jornalismo (49%), matemática (41,4%), psicologia (41%) e ciência da computação (40%). Com maior aprovação estão os cursos de comércio exterior (83%), medicina veterinária (82%), relações públicas (80%), engenharia de produção (80%), nutrição (75,5%), engenharia elétrica (74,5%) e direito (74%).

Redação
Pesquisa realizada durante todo o ano 2012 com 1.147 participantes mostra que as mulheres tiveram maior índice de aprovações na redação, com 85,5%. Entre os homens, o índice foi de 80,7%. A reprovação é maior entre os estudantes de 15 a 18 anos (27,5%) em relação a 19 a 25 anos (16,5%). No ensino médio, o índice de reprovação é de 26,1%, e no superior, de 17,4%. Os cursos de direito (90%), engenharia civil (88%) e engenharia mecânica (86%) têm o maior índice de aprovação. Já os de turismo (66%), educação física (33%) e publicidade (27,5%) têm os piores índices.

Justificativas
“Impressiona o fato de os jovens na fase da universidade registrar erros graves na grafia. Apenas 25% dos brasileiros mantêm o hábito da leitura. O reflexo é percebido antes do ingresso no mercado de trabalho. Muitos ficam pelo caminho e são excluídos das chances de construírem uma carreira, por terem pouca intimidade com as palavras”, diz Erick Sperduti, coordenador de recrutamento e seleção do Nube.

Para Sperduti, o bom desempenho das mulheres na redação pode ser explicado pelo fato de as candidatas se interessarem mais pela leitura, seja em romances ou revistas. “Assim, absorvem um maior repertório de palavras e estabelecem uma maior concordância no momento de elaborar uma redação”.

Já em relação ao fraco desempenho dos estudantes do nível médio e técnico no teste ortográfico e na redação, Sperduti afirma que “o jovem ainda não possui uma variedade de vocabulário, dificultando a elaboração de um bom texto. Somado a esse fator, temos a falta de interesse em escrever. Navegar na web, ouvir rádio e ver televisão são mais atrativos para esse público”, explica.

Com relação ao bom desempenho dos estudantes de 14 a 18 anos no teste ortográfico, o coordenador diz que esses estudantes têm mais contato com a língua portuguesa por ainda estarem no período de formação.
Entre as palavras grafas de forma errada nos testes ortográficos, Sperduti cita rejeitar com “G” no lugar do “J”, flexível com “QUIC” no lugar do “X”, assessoria com um “S” apenas, licença com “S” no lugar do “C”, exceção sem o “C”, ressaltar com um “S” apenas e transição com “C” no lugar do “S”. “Dá a entender que não conhecem as palavras”, diz.

Sperduti considera que a única saída para reverter o mau desempenho é a prática da leitura e o hábito de escrever as ideias. “O desafio para os futuros profissionais não é apenas concluir o curso, mas mostrar domínio do nosso idioma”, diz.

De acordo com o coordenador de recrutamento, é importante organizar os assuntos a serem redigidos. “Tudo precisa ter uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão, ou seja, um começo, meio e fim”, diz Sperduti. Ele afirma ainda que não se deve escrever em 1ª pessoa, com expressões como “eu acho”, “eu penso”, “eu acredito”. “Muitos são reprovados porque não releem o que escreveram, não revisam para corrigir os erros antes da entrega. A pressa, neste caso, só prejudica”, diz.

Para o coordenador, a internet pode contribuir com os erros. “Abrevia-se muito as palavras, escreve-se com rapidez, quer fazer as coisas de forma rápida, não revisa, esse sentido de urgência pode prejudicar”, diz. Entre os principais erros nas redações estão ortografia e concordância, redações curtas, com menos de 15 linhas, fuga ao assunto proposto, texto sem começo, meio e fim. “Os candidatos têm de 40 a 50 minutos para fazer a redação, dá tempo de fazer e revisar, mas muitos terminam em 15 minutos”, diz.

De acordo com Sperduti, a seleção de estagiários se dá da seguinte forma: depois de selecionar os candidatos pelo perfil técnico, por meio de triagem no cadastro da entidade, as empresas geralmente aplicam testes presenciais, que são compostos da apresentação pessoal (o candidato fala dele mesmo, de seus dados pessoais, de suas competências do currículo e de suas características); atividade em grupo, com o desenvolvimento de case e apresentação – nessa etapa é feita a avaliação de competências; e em seguida testes de raciocínio lógico, ortográfico, redação e inglês.

O que mais reprova é o teste ortográfico e redação, seguido das atividades em grupo, segundo ele. “Muitos candidatos nem sabem para qual empresa estão concorrendo. Por outro lado, outros estão ali por causa da empresa, porque têm vontade de seguir carreira nela, e isso conta bastante”, diz Sperduti.

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Teste ortográfico do Nube para o curso de administração, cujo número de acertos foi de 5 (Foto: Reprodução)

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Teste ortográfico do Nube para o curso de arquitetura e urbanismo, cujo número de acertos ficou em 9 (Foto: Reprodução)

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Teste ortográfico do Nube para o curso de recursos humanos (Foto: Reprodução)

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Teste ortográfico do Nube para o curso de engenharia de produção, cujo número de acertos ficou em 9 (Foto: Reprodução)

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Teste ortográfico do Nube para o curso de técnico em administração, cujo número de acertos ficou em 5 (Foto: Reprodução)

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Teste ortográfico do Nube para o curso de engenharia de produção, cujo número de acertos ficou em 11 (Foto: Reprodução)

Menor professor do mundo já foi confundido com um bebê

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Publicado por R7

Com 22 anos e 91 centímetros, o indiano Azad Singh da aulas de computação

Reprodução/ Mail Online Foi dando aulas de computação, numa escola só para meninas em Haryana, que conquistou o respeito da sociedade

Reprodução/ Mail Online
Foi dando aulas de computação, numa escola só para meninas em Haryana, que conquistou o respeito da sociedade

Com uma mesa de apoio, Azad Singh ensina adolescentes que têm mais que o dobro do seu tamanho. O indiano de 22 anos e 91,44 centímetros é o menor professor do mundo. Depois de ser rotulado de aberração de circo, Singh contou em entrevista ao jornal Mail Online, que foi dando aulas de computação, numa escola só para meninas em Haryana, que conquistou o respeito da sociedade.

Desde que tinha cinco anos, Singh parou de crescer por causa de um distúrbio hormonal raro, e até hoje precisa usar roupas para criança. Um guarda já confundiu Singh com um bebê num trem, quando ele tinha 18 anos.

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Quando o indiano era ainda era um estudante, sofreu bullying na escola. Outros alunos diziam que Singh seria sequestrado por um circo por ser uma aberração, e indiano ficava apavorado com as ameaças. Apesar disso, o professor diz que tudo influenciou para formação de seu caráter.

Chamado de “pequeno senhor” pelos alunos, ele precisa de uma mesa como apoio para alcançar a lousa, e foi assim que se tornou o orgulho da família.

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