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Casa onde viveu o verdadeiro “Lobo de Wall Street” está à venda e com descontão

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Anderson Antunes, no Glamurama

À venda desde março do ano passado, a mansão em que viveu o verdadeiro “Lobo de Wall Street” acaba de ganhar um descontão. A princípio, o atual dono do imóvel localizado em Long Island, no estado de Nova York, pedia US$ 3,4 milhões (R$ 13,3 milhões) para fechar o negócio. Mas, como não apareceram muitos interessados, ele baixou o preço há alguns dias para US$ 2,89 milhões (R$ 11,3 milhões), um corte generoso de 15%.

A propriedade conta com mais de 800 metros quadrados de área privativa, cinco quartos e vários espaços de lazer, como piscina, jardim, sala de jogos e quadra de esportes. Era lá que Jordan Belfort – interpretado por Leonardo DiCaprio no filme de 2013 – passava os fins de semana nos anos em que aplicou um dos maiores golpes financeiros da história, que rendeu um prejuízo de US$ 110 milhões (R$ 430,6 milhões) para centenas de pessoas.

Belfort acabou sendo preso e condenado no fim dos anos 1990, e a mansão foi leiloada em 2001 pela justiça dos Estados Unidos como parte de um plano para tentar ressarcir as quase 1,5 mil vítimas dele. O lance vencedor foi dado por um investidor imobiliário de identidade não revelada até hoje, que é o mesmo que está tentando vendê-la agora.

Apesar de não aparecer no longa, o pied-à-terre é retratado nele na cena em que o personagem da vida real vivido DiCaprio chega em casa de helicóptero, praticamente inconsciente em razão de uma alta dose de tranquilizante que tomou, tirada do livro de memórias escrito por Belfort em 2007 e adaptado para a telona por Terence Winter com direção de Martin Scorsese.

Os cinco melhores livros escritos por atrizes brasileiras

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Alguns atores brasileiros expandem sua arte para outros tipos de trabalhos; conheça os cinco melhores livros escritos por atrizes

Publicado no IG

O talento de muitos atores brasileiros é, de fato, inquestionável. E alguns possuem uma veia artística tão inquestionável que os limites da arte se expandem para outros tipos de trabalhos, além da TV , do cinema e o teatro , como a música e a literatura. Graças a isso, temos atores- escritores , com livros que causam verdadeira febre nas livrarias de todo o país.

Diversos atores brasileiros têm se aventurado pela literatura; veja os melhores livros escritos por atrizes

É o caso, por exemplo, de Fernanda Torres, que publicou dois livros – que chegaram ao posto de best-seller por semanas após seu lançamento. Isso faz parte da nova geração de atores brasileiros , que ostentam diversos talentos e, entre eles, a literatura. Apesar disso, há muitos outros exemplos de outros artistas, como músicos que também se aventuram a escrever livros – esse é o caso de Chico Buarque , com as obras ” Budapeste ” e “Leite Derramado “.

O iG fez uma seleção com os cinco melhores livros escritos por artistas do meio televisivo brasileiro. Confira os melhores livros escritos por atrizes brasileiras:
“Fim” – Fernanda Torres
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Reprodução/Facebook
Fernanda Torres lançou “Fim” em 2013 , que conta a história de cinco amigos cariocas

Embora o público tenha se acostumado a ver Fernanda Torres nas telas da TV e do cinema, antes de publicar seu livro, a atriz já havia feito contribuições para a revista piauí , além de contribuições em colunas da Veja Rio e da Folha de S. Paulo . Lançado em 2013, “Fim” conta a história de um grupo de cinco amigos, todos cariocas. Ao longo da narrativa, eles vão relembrando as passagens importantes de suas vidas.

Todos eles são figuras muito extremas, com grandes diferenças entre si – mas suas personalidades se complementam. Com temas como calor, mulheres, homens, sexo e virilidade, Fernanda Torres mostra que sua versatilidade como atriz também é válida como escritora, e cada personagem tem suas peculiaridades. Além disso, a narrativa segue uma mescla entre primeira e terceira pessoa, conforme os personagens vão se alternando entre relembrar fatos do passado e vivenciar o presente.

 

“Dedo Podre” – Nivea Stelmann

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Reprodução
Nívea Stelmann publicou “Dedo Podre”, baseado nas decepções amorosas que teve ao longo de sua vida, e enaltece o amor próprio

Nivea Stelmann escreveu “Dedo Podre” baseando-se em fatos reais de sua vida. Cada capítulo aborda uma história de amor frustrada que ela viveu. Términos, desilusões amorosas e expectativas frustradas se juntam para formar um livro de humor despretensioso sobre os fantasmas de relacionamentos passados que assombram as mulheres de hoje.

Tudo isso, porém, sem exaltar o sofrimento dos términos de relacionamento. Pelo contrário, em suas narrativas, Nivea Stelmann busca enaltecer o amor próprio, o desapego e as infinitas possibilidades que a vida nos dá de começar tudo de novo quando algum relacionamento ruiu. Ela também inclui algumas dicas para as leitoras para se livrarem do que chama de “homens-cilada” e como fazer para identificá-los.

“Dedo Podre” foi publicado no ano de 2013.
“É Duro Ser Cabra na Etiópia” – Maitê Proença

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Zô Guimarães / Revista Poder / divulgação
Maitê Proença publicou seu livro colaborativo intitulado “É Duro Ser Cabra na Etiópia” com a ajuda de internautas, que enviaram textos e ilustrações para compor a obra

“É Duro Ser Cabra na Etiópia” é um livro colaborativo de textos independentes, com organização de Maitê Proença. Nele, estão reunidos textos cômicos que a atriz recebeu, através de seu blog, de internautas e que achou “alguma graça”. Há também textos escritos pela própria atriz.

De tema livre, o livro traz um humor leve e divertido, sem grandes pretensões. Há também textos de autores reconhecidos, como Carlos Heitor Cony e Tatiana Salem Levy, costurados pelo humor e divagações da própria atriz. As imagens que estão no livro também chegaram através do blog que a atriz criou com essa finalidade.

“É Duro Ser Cabra na Etiópia” foi lançado no ano de 2013.
“Lucíola” – Vera Fischer

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Divulgação
Vera Fischer escreveu “Lucíola”, obra cuja protagonista tem algumas semelhanças e muitas diferenças com a cortesã homônima de José de Alencar

Assim como a cortesã de José de Alencar, a Lucíola de Vera Fischer também encontra no amor a sua redenção. Ambientada em um Rio de Janeiro de tons fortes, ela também dialóga sobre moral e preconceito, mesmo que viva cercada de drogas, alcool, violência e desamparo. Mesmo em meio a tanto caos, esta Lucíola consegue um equilíbrio perfeito entre a determinação e a beleza das atitudes simples.

Lucíola vive um intermédio entre o tédio e a revolta. Tudo isso é retratado de uma ótica feminina, sem rebeldia, mas com espaço para os diálogos, tentando definir limites entre o certo e o errado. Muitas das características da personagem são parte conhecida da personalidade da atriz e escritora. E, a cada nova reviravolta, temos uma personagem que se reinventa, mostrando novas facetas.

“Lucíola” foi lançado no ano de 2013, e é o segundo livro de Vera Fischer.
“Sofia” – Mayana Neiva

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Paulo Marcos
Mayana Neiva escreveu o livro infantil “Sofia”, que leva os pequenos a uma viagem sobre o conhecimento e o mundo a nossa volta

“Sofia” é um livro infantil sobre as descobertas que todas as crianças fazem na infância. A narrativa conta todos os desdobramentos e peripécias da jovem Sofia após engolir o Sol. Para compor essa aventura fantástica, a atriz teve de mergulhar fundo em sua imaginação e redescobrir o que é ser criança.

Apesar de ser um livro voltado para o público infantil, Mayana o transformou em uma bela história sobre o que significa ter conhecimento, e a forma como tudo o que sabemos pode afetar o mundo a nossa volta. Transformando sentimentos e palavras, o leitor entra em uma viagem para sentir o vento na pele de mãos dadas com a pequena Sofia.

“Sofia” é o primeiro livro da atriz e modelo Mayana Neiva, que faz parte dessa nova geração de atores brasileiros, e foi publicado no ano de 2011.

Brasil não atinge quatro de cinco metas pela educação

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Publicado no O Globo.

País avançou na ampliação do gasto e de matrículas, mas aprendizado segue insatisfatório

POR JULIANNA GRANJEIA

No 9º ano, o percentual de alunos com aprendizado adequado em 2013 foi 16,4% em matemática - Paula Giolito / Agência O Globo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/brasil-nao-atinge-quatro-de-cinco-metas-pela-educacao-16630728#ixzz3ev9gsITC  © 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

No 9º ano, o percentual de alunos com aprendizado adequado em 2013 foi 16,4% em matemática – Paula Giolito / Agência O Globo
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BRASÍLIA – Das cinco metas estipuladas pelo movimento Todos Pela Educação (TPE), quatro não foram cumpridas pelo Brasil. É o que mostra um relatório da ONG, que será lançado hoje e aponta dificuldades principalmente nos objetivos relacionados à qualidade. O documento mostra alguns dos principais desafios que o país ainda precisa enfrentar na área educacional, como incluir cerca de 2,8 milhões de crianças de 4 a 17 anos na educação básica, garantir aos alunos aprendizado adequado e combater os motivos que fazem com que apenas 54% dos jovens concluam o ensino médio na idade certa.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/brasil-nao-atinge-quatro-de-cinco-metas-pela-educacao-16630728#ixzz3ev9LOSho
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Os objetivos são para o ano de 2022, mas há metas parciais, monitoradas anualmente. Na primeira, que prevê que toda criança e jovem de 4 a 17 anos esteja na escola, o país está próximo de seu objetivo: o Brasil registrou em 2013 93,6% da população de 4 a 17 anos matriculada na educação básica. A meta para o mesmo ano era de 95,4%.

A meta 2 (“toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos”) não foi avaliada pois os indicadores de 2013 sobre a qualidade da alfabetização das crianças nos primeiros anos do ensino fundamental ainda não foram divulgados. Levantamento de 2012, entretanto, deixou o país bem longe do objetivo.

O TPE também aponta que o Brasil tem dificuldades em cumprir as metas 3 e 4. Em 2013, somente 9,3% dos alunos do 3º ano do ensino médio aprenderam o considerado adequado pelo movimento em matemática, e 27,2% em português, valores abaixo das metas intermediárias definidas pela instituição para o ano, que eram, respectivamente, de 28,3% e 39%.

No 9º ano do educação fundamental, o percentual de alunos com aprendizado adequado em 2013 foi 16,4% em matemática e de 28,7% em língua portuguesa. As metas intermediárias para essa etapa eram de, respectivamente, 37,1% e 42,9%. Já o 5º ano apresentou 39,5% de alunos com aprendizado adequado em matemática, e 45,1% em língua portuguesa. As metas intermediárias eram, respectivamente, de 42,3% e de 47,9%.

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A meta 4 não foi atingida porque pouco mais da metade dos jovens, 54,3%, conseguiu concluir em 2013 a etapa final da educação básica na idade considerada adequada. No ensino fundamental, a conclusão até os 16 anos foi alcançada por 71,7% dos jovens. As metas definidas pelo movimento para 2013 eram de, respectivamente, 63,7% e 84%.

Já a meta 5, que estipula ampliação do investimento em educação e boa gestão dos recursos, foi parcialmente alcançada: em 2013, o investimento público direto na área foi de 5,6% do Produto Interno Bruto (PIB). Os dados de investimento específico em educação básica, hoje no patamar de 4,7%, mostram uma tendência de crescimento desde 2000, quando era de somente 3,2%. Até 2022, a meta é chegar a 5% nesse setor. No entanto, ainda há dificuldades com execução e gestão do orçamento. Pesquisa que será divulgada hoje mostra que há problemas, por exemplo, na cotação e contratação de fornecedores com utilização dos recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola.

Outra pesquisa inédita, que será divulgada hoje e aponta para avanços no setor, mostra que o acréscimo de um ano no ensino fundamental garantiu maior aprendizado. Estudo promovido pelo TPE indica que de 11% a 14% do incremento observado na proficiência média dos alunos do 5º ano do ensino fundamental na Prova Brasil é atribuível à ampliação de oito para nove anos na duração do ensino fundamental.

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Os ecos dos protestos de junho de 2013 em livro e debate

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Obra traz ideias ainda em formação de nomes como Paulo Mendes da Rocha, Hans Ulrich Gumbrecht, Gilberto Gil e Fausto Fawcett

Maria Fernanda Rodrigues, no Estadão

Quando o brasileiro saiu às ruas para protestar contra o aumento da tarifa de ônibus e contra tantas outras insatisfações em junho de 2013, Natasha Felizi, pesquisadora do Portal Panfletos da Nova Era, e João Paulo Reyes, ativista formado em audiovisual, tiveram que assistir de casa porque esperavam o nascimento da filha. Mas isso não bastava. “Nervosos com essa situação, decidimos produzir um pequeno jornal com textos publicados na internet que estávamos lendo”, conta Reys. Eles então acionaram a artista Maria Borba, que pediria ajuda a uma amiga do mercado editorial para imprimir o material.

Manifestação do Movimento Passe Livre em São Paulo, realizada em 17 de junho

Manifestação do Movimento Passe Livre em São Paulo, realizada em 17 de junho

Chegaram à Rocco, e a editora, que já queria publicar um livro ali, no calor da hora, com textos de intelectuais de peso, convidou o trio para organizar essa obra. Brasil em Movimento – Reflexões a Partir dos Protestos de Junho é o resultado de meses de entrevistas e contato com nomes divers0s – de Davi Kopenawa a Fausto Fawcett, de Gilberto Gil a Hans Ulrich Gumbrecht. Um debate nesta quinta-feira, dia 15, às 19 horas, na Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, 915), com Lucio Gregori, Raquel Rolnik e Paulo Mendes da Rocha – três dos mais de 30 autores do livro – marcará o lançamento em São Paulo. A ideia não é falar da obra em si, mas, como explica Maria Borba, continuar pensando o Brasil. “Este pensamento e movimento não terminam nunca, são constantes e precisam estar sempre em transformação. A luta continua”, diz.

Trata-se de um livro datado, como os próprios organizadores colocam na apresentação, e João Paulo Reyes justifica sua publicação agora, um ano e meio depois: “Junho foi um momento de importância histórica para o País e deveria ser documentado. É uma maneira de retratar o que as pessoas estavam pensando naquele momento, e transportar essas reflexões no tempo pelo livro, que é uma mídia que alcança o futuro”. Para Maria, o objetivo é apresentar um conjunto de pensamentos abertos, em desenvolvimento – em forma de texto, entrevista e trabalho artístico, e não produzir uma análise. “Uma abertura necessária no sentido de nos permitir acompanhar o movimento de um país”, comenta.

Uma cronologia dos protestos, iniciada com a manifestação em Porto Alegre, no dia 27 de março, contra o aumento da passagem de ônibus e encerrada em 26 de agosto, com a confirmação da condenação em primeira instância do morador de rua Rafael Braga Vieira, preso no Rio durante protesto, completa a obra que reproduz, ainda, obras de Cildo Meirelles, Tunga e Carmela Gross, entre outros.

Mas a história não acaba com o lançamento, acreditam. “O debate tem que continuar ecoando para que os presos políticos, feridos, vítimas da polícia e da repressão desproporcional não tenham suas causas esquecidas ou abafadas. O objetivo maior deste livro talvez seja contribuir para que junho continue ecoando, se possível cada vez mais, até que haja justiça”, diz Natasha Felizi.

Brasil em Movimento – Reflexões a Partir dos Protestos de Junho
Org.: Maria Borba, Natasha Felizi e João Paulo Reyes
Editora: Rocco (448 págs.,R$ 59,50)

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