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Posts tagged 2016

Man Booker Prize tem dois ex-vencedores entre os finalistas de 2018

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Vencedora do Man Booker International Prize em 2016, Han Kang concorre novamente com ‘The white book’ – Lee Jin-man / AP

A sul-coreana Han Kang e o húngaro László Krasznahorkai concorrem novamente ao prêmio

Publicado em O Globo

RIO — O Man Booker Prize anunciou a lista de finalistas para sua edição de 2018, focando em obras de editoras independentes e romances que vão de uma versão de Frankenstein ambientada em Bagdá ou sobre meditação, vindos de países como Iraque, Coreia do Sul, França, Espanha, Hungria e Polônia.

Entre os finalistas, estão dois vencedores do Man Booker Prize. A sul-coreana Han Kang (“The White Book”, que ) foi premiada em 2016 por “A vegetariana” e o húngaro László Krasznahorkai (“The World goes on”) levou no ano anterior, pelo conjunto da obra.

Os outros finalistas de 2018 são o iraquiano Ahmed Saadawi (de “Frankenstein in Baghdad”, que aborda, por meio do mito do monstro, a vida no país após a invasão americana), a francesa Virginie Despentes (“Vernon subutex 1”), o espanhol Antonio Muñoz Molina (“Like a fading shadow”) e a polonesa Olga Tokarczuk (“Flights”).

— A lista é muito representantiva das várias aventuras da ficção, da escrita à leitura. Temos histórias estridentes, sexies, de comentário social, de meditação e atos ousados de imaginação — destacou Lisa Appignanesi, presidente do corpo de jurados.

Um dos maiores prêmios literários do mundo, o Man Booker Prize é voltado para ficção e autores de qualquer língua, desde que tenha edição em inglês. O vencedor (e ganhador das 50 mil libras) do prêmio será anunciado dia 22 de maio.

Mogli: O Menino Lobo 2 | Filme vai explorar mais elementos do livro original

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Pedro Vieira, no Observatório do Cinema

A Disney está planejando uma sequência para Mogli: O Menino Lobo, sucesso de 2016 que venceu o Oscar de Efeitos Visuais em 2017. Agora, as primeiras informações do novo longa foram divulgada pelo roteirista Justin Marks, que trabalhou no primeiro filme.

“No segundo filme, a ideia é ir mais a fundo no livro de [Rudyard] Kipling [autor do livro que originou o filme], mas também ter alguma coisa do filme da Disney de 1967 também possa aparecer” explicou Marks em entrevista ao MovieWeb.

“Há tanta coisa de Kipling para adaptar. Eu só finalizei um rascunho” explicou o roteirista, que acredita que o próximo filme possa se aproximar ainda mais do final visto no longa de 1967 e no livro original de Rudyard Kipling.

Mogli: O Menino Lobo 2 ainda não tem dada de estreia confirmada.

74% da população brasileira nunca comprou um livro

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Pesquisa ‘Retratos da Leitura no Brasil’ aponta que brasileiros leem em média 4,96 livros ao ano

Isabela Alves, no Observatório do Terceiro Setor

De acordo com a 4ª edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, desenvolvida em março de 2016 pelo Instituto Pró-Livro, mais da metade da população brasileira se considera leitora, porém apenas 4,96 livros são lidos por ano. Deste total, 2,43 foram terminados e 2,53 lidos em partes.

A pesquisa considera que é leitor quem leu, inteiro ou em partes, pelo menos 1 livro nos últimos 3 meses. No entanto, os estudos mostram que 74% da população nunca comprou um livro e 30% dos entrevistados nunca leram uma obra.

Entre as principais motivações para a leitura estão gosto (25%), atualização cultural (19%), distração (15%), motivos religiosos (11%), crescimento pessoal (10%), exigência escolar (7%), atualização profissional ou exigência do trabalho (7%).

A Bíblia é o livro mais lido em qualquer grau de escolaridade. Outros títulos que foram citados como mais recorrentes foram: A Culpa É Das Estrelas, A Cabana, O Pequeno Príncipe, Cinquenta Tons de Cinza, Diário de um Banana, Crepúsculo, Harry Potter e Dom Casmurro.

Pesquisa mostra que o e-book ainda não emplacou no Brasil

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Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

Uma pesquisa encomendada pela CBL (Câmara Brasileira do Livro) e pelo Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) mostrou que os e-books ainda não emplacaram no Brasil.

O resultado, divulgado pela Folha de São Paulo, mostrou que os e-books representaram apenas 1,1% do faturamento das editoras em 2016, totalizando um montante de R$ 42,5 milhões. Por outro lado, os livros físicos totalizaram um valor de R$ 3,8 bilhões.

De acordo com Marcos Veiga Pereira, presidente do Snel, os e-books apenas aumentaram a taxa de leitura de quem já possui o hábito:

Descobrimos que o e-book é mais um canal de leitura. Acredito que para o leitor assíduo. Não vimos aumentar o número de leitores, mas o consumo per capita de quem já lê.

Além da recepção morna dos consumidores, a pesquisa apontou que as editoras também não estão apostando no formato: apenas 37% das casas editoriais do país comercializam livros no formato digital, o que resulta em um catálogo de apenas 49,6 mil títulos. Para efeitos comparativos, o catálogo da Amazon nos EUA possui 5,1 milhões de títulos publicados. Na França o número sobe para 5,5 milhões.

Alguns fatores são importantes para se contextualizar os dados da pesquisa: em pesquisa divulgada em maio de 2016, notou-se que apenas 56% da população do país possui o hábito de ler. Além disso, temos o custo de um e-reader em meio a uma crise econômica. A pouca familiaridade com o formato e o “preconceito” com a leitura de um livro digital também contribuem.

Em 2011, Duda Ernanny, pioneiro no mercado dos e-books no Brasil, disse: “Até 2015, o livro digital já vai ter ultrapassado o físico em volumes de vendas no Brasil”. Não foi dessa vez.

Fnac anuncia saída do Brasil

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Fnac no Shopping Morumbi (Foto: Divulgação Shopping Morumbi)

Fnac no Shopping Morumbi (Foto: Divulgação Shopping Morumbi)

 

Grupo francês busca um sócio para assumir operações brasileiras

Publicado na Época Negócios

O grupo francês Fnac anunciou nesta última terça-feira (28/02) que pretende vender suas lojas de livros e eletrônicos no Brasil. O comunicado, que integra o balanço de resultados de 2016, afirma que o grupo busca um sócio para assumir as operações brasileiras.

“Iniciamos um processo ativo de busca por um parceiro o que pode levar a um desligamento do grupo do país”, diz o comunicado.

A Fnac chegou ao Brasil nos anos 1990 e, até o final de dezembro, possuía 12 lojas no país.

Recentemente a Fnac uniu-se à concorrente Darty formando uma nova varejista de livros e eletroeletrônicos. A empresa anunciou um lucro líquido das operações continuadas de 22 milhões de euros no ano passado – frente a um prejuízo de também 22 milhões de euros das chamadas “operações descontinuadas”. O balanço de 2016 já considera o Brasil como uma “operação descontinuada”.

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