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Posts tagged 2016

Fuvest libera lista de livros obrigatórios em 2016

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Os aprovados no vestibular 2015 da USP serão divulgados no dia 31 / Divulgação

Os aprovados no vestibular 2015 da USP serão divulgados no dia 31 / Divulgação

Unicamp também divulgou os novos livros que pedirá na prova, já que não dividirá mais a lista da USP

Publicado no Diário de S.Paulo

A Fuvest divulgou nesta quinta-feira (22) a lista de livros obrigatórios para o vestibular 2016 da Universidade de São Paulo (USP).

O Conselho de Graduação (CoG) da USP se reuniu no último dia 20 e decidiram manter a lista de livros obrigatórios nos últimos dois vetibulares.
São nove obras:
– Viagens na minha terra, Almeida Garrett
– Tim, José de Alencar
– Memórias de um sargento de milícias, Manuel Antônio de Almeida
– Memórias póstumas de Brás Cubas, Machado de Assis
– O cortiço, Aluísio Azevedo
– A cidade e as serras, Eça de Queirós
– Vidas secas, Graciliano Ramos
– Capitão da areia, Jorge Amado
-Sentimento do mundo, Carlos Drummond de Andrade

Para quem ainda está esperando o resultado da segunda fase do vestibular 2015, basta esperar até o dia 31, quando a lista da primeira chamada será divulgada.

Unicamp/ Até o vestibular 2015, a USP e a Unicamp utilizavam a mesma lista para elaborar as provas. A lista do vestibular 2016 conta com 12 obras, sendo seis delas mantidas da lista antiga.

A cada ano, a organização promete divulgar a lista exclusiva de livros que serão exigidos na prova, que contará com diversos gêneros literários e extensões. As obras poderão ter textos grandes ou curtos, como contos, e também poderá variar entre coletâneas de poemas e romances.

Contos:
– “Amor”, do livro Laços de Família, Clarice Lispector
– “A hora e a vez de Augusto Matraga”, do livro Sagarana, Guimarães Rosa
– “Negrinha”, do livro Negrinha, Monteiro Lobato.

Poesia:
– Sentimento do mundo, Carlos Drummond de Andrade
– Sonetos, Luís de Camões

Romance:
– Viagens na minha terra, Almeida Garrett
– O cortiço, Aluísio Azevedo
– Til, José de Alencar
– Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado de Assis
– Terra Sonâmbula, Mia Couto

Teatro:
– Lisbela e o prisioneiro, Osman Lins

Edição ilustrada de ‘Harry Potter’ chega ao Brasil em 2016

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Hermione Granger e Rubeus Hagrid por Jim Kay

Hermione Granger e Rubeus Hagrid por Jim Kay

Publicado por Veja

Prevista para ser lançada na Inglaterra e nos Estados Unidos em outubro deste ano, a edição ilustrada de Harry Potter e A Pedra Filosofal, a cargo de Jim Kay, ganhador da Kate Greenaway Medal, sairá no Brasil pela editora Rocco em 2016.

Imagens de quatro personagens — Rubeus Hagrid, Hermione Granger, Draco Malfoy e Ron Weasley — foram divulgadas nesta quarta-feira pela editora britânica Bloomsbury, que publica a série sobre o bruxinho. No total, mais de 450 milhões de exemplares de toda a coleção já foram vendidos no mundo todo.

Outra edição ilustrada sobre o universo dos personagens foi lançada no Brasil recentemente. O Livro das Criaturas de Harry Potter, publicado pela Record no Natal, mostra em detalhes a criação dos seres presentes nos filmes baseados na obra best-seller de J. K. Rowling.

Rony Weasley

Rony Weasley

Draco Malfoy

Draco Malfoy

País deve descumprir meta de matricular todos os jovens até 2016

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Publicado na Folha de S.Paulo

O país deverá descumprir a lei federal de 2009 que determina a matrícula na escola de toda a população de 4 a 17 anos até o ano que vem.

O dado mais recente aponta que o atendimento era de 94% em 2013. Entre os jovens de 15 e 17 anos, de 83%.

Reservadamente, representantes de secretários municipais de Educação e técnicos do Ministério da Educação afirmam que a exigência não será cumprida –a lei não impõe sanções diretas.

Com base em dados do IBGE, projeções da ONG Todos pela Educação e da Folha reforçam a avaliação e indicam que cerca de 5% da população abrangida não deverá estar na escola até 2016. Isso significaria mais de dois milhões de jovens e crianças.

O percentual pode chegar a 14% se considerada só a faixa de 15 a 17 anos, onde há mais dificuldade de evolução.

O próprio ministro da Educação, Cid Gomes, em entrevista à TV Globo, indiretamente reconheceu que o prazo não será cumprido. Ele disse ser “razoável” que a universalização do atendimento para crianças de 4 e 5 anos seja feita “no médio prazo”, o que “significa um mandato [que acaba em 2018].” Gomes não citou a faixa de 15 a 17 anos.

Estados e municípios são responsáveis pelas matrículas. À União cabe o apoio.

ENSINO MÉDIO

A novidade que a lei implementou foi estender o ensino obrigatório, antes restrito à população de 6 a 14 anos.

Os dados e os próprios gestores reconhecem que é na faixa de 15 a 17 anos, etapa do ensino médio, onde há mais problemas. Praticamente não há crescimento desde 2008.

O atendimento à faixa de 4 e 5 anos cresce fortemente desde ao menos 2007.

Vice-presidente do Consed (que representa os secretários estaduais de Educação), Eduardo Deschamps diz que governos têm feito esforços, como construção de escolas.

Os Estados são responsáveis pelo ensino médio. “Mas o problema não é só vaga. O jovem não vê incentivo em ficar nesse ensino médio, cheio de matérias, em que ele não vê conexão com o mundo.”

O novo ministro prometeu alterar o currículo dessa etapa, mas ele mesmo prevê que deve ser apenas em 2017.

Em nota, a pasta disse que “pretende se empenhar para ajudar as redes a cumprir o prazo”. Como o Consed, a Undime (que representa secretários municipais) diz que trabalha para cumprir o prazo.

Tornar ensino obrigatório significa que o poder público deve oferecer vaga, e pais devem matricular os filhos.

Advogado da ONG Ação Educação, Salomão Ximenes diz que não há punição clara aos gestores caso a lei não seja cumprida. Já a família pode sofrer medidas punitivas dos conselhos tutelares. “Mas só em 2016 será possível saber como será aplicado.”

As projeções de atendimento do Todos pela Educação e da Folha se baseiam na tendência de crescimento das matrículas de anos anteriores. A ONG destaca que países do continente já atingiram a meta “no século passado”.

Harry Potter continua rendendo livros fantásticos

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Carol Botelho, no Portal It

As criaturas fantásticas dos livros e dos filmes do bruxinho inglês Harry Potter ainda estão rendendo pano pra manga, ou melhor, páginas de livros. E não somente para J.K. Rowling, a criadora do bruxo mais famoso do cinema e da literatura, mas também para outros escritores que, de tão aficcionados pelas histórias, acabaram resolvendo eles mesmos escrever seus próprios livros inspirados em Harry.

Harry Potter continua rendendo livros fantásticos

O Livro das Criaturas de Harry Potter, de Jody Revensen (208 páginas, R$ 65,84, Editora Galera Record), lançado mês passado, sem dúvida deve atiçar a curiosidade dos fãs do bruxinho que aprendeu truques de magia na Escola Hogwarts.

Elfos domésticos, assustadores dementadores, dragões, lobisomens, sereias nada convencionais, corujas, hipogrifos (seres metade cavalo, metade pássaros). Impossível esquecer desses personagens, criaturas mágicas que, principalmente nos filmes, onde foram materializadas em terceira dimensão, faziam das aventuras de Harry, Hermione e Rony algo muito mais fantástico.

Harry Potter continua rendendo livros fantásticos

A obra traz perfis detalhados de várias criaturas, ilustrações, fotografias de bastidores e segredos cinematográficos para tornar possível retirar do papel as criações de Rowling. Com capa dura e belas fotografias e ilustrações, o livro ainda traz um pôster com todas as criaturas, além de um catálogo interativo do Empório das Corujas. Publicação indispensável para qualquer fã que se preze, e ainda uma leitura relax para os dias de dolce far niente da galera geek.

Na telona, está sendo esperado para 2016 o próximo filme inspirado no universo do bruxinho: Animais Fantásticos e Onde Habitam. Que bom que vem mais por aí. Esperamos que chegue ao Brasil com a velocidade de uma potente vassoura Nimbus!

Escolas primárias na Finlândia vão trocar escrita a mão por digitação a partir de 2016

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Publicado por Hypeness

Lembra-se de quando você precisava entregar extensos trabalhos escolares escritos em papel almaço? E quando ganhava zero na questão da prova porque a letra estava horrível? Momentos como este fizeram parte da vida escolar de muitas crianças no mundo, mas estão prestes a serem extintos. Pelo menos na Finlândia, país que já anunciou o fim da disciplina obrigatória de caligrafia nas escolas primárias a partir de 2016. As aulas de escrita a mão serão trocadas por algo mais prático e condizente com as necessidades de hoje: a digitação.

“Habilidades fluentes de digitação são uma importante competência“, afirma Minna Harmanen, da Secretaria Nacional de Educação da Finlândia, nação dona de um dos sistemas educacionais mais bem-conceituados do mundo. Embora a polêmica decisão esteja, indiscutivelmente, de acordo com as tendências mundiais de comunicação, argumenta-se que a capacidade de se comunicar usando tinta e papel ainda é fundamental. Afinal, como deixar um recado para alguém quando o celular ficar sem bateria ou o computador pifar?

Segundo professores finlandeses, não se trata de acabar com a escrita, mas de dar a ela menos importância dentro do currículo escolar. A disciplina ainda estará disponível como optativa. Sabe-se ainda que a caligrafia é uma das atividades responsáveis por estimular o cérebro e a coordenação motora durante a idade escolar. Para que isso não seja afetado, discute-se complementar as disciplinas com atividades manuais, que teriam o mesmo efeito.

Uma mudança como essa pode arrancar uma grande exclamação em um primeiro momento. Mas cá entre nós, qual foi a última vez que você usou lápis e caneta para escrever algo que não um recado rápido ou uma lista de compras?

Foto © Tuire Punkki

Foto © Tuire Punkki

Foto © Liisa Kukkola

Foto © Liisa Kukkola

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