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‘Viciada em estudar’, britânica de 90 anos está em busca do sexto diploma

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Joy Gibson - Britânica de 90 anos diz que aposentaria a levou a estudar (Foto: BBC)

Joy Gibson – Britânica de 90 anos diz que aposentaria a levou a estudar (Foto: BBC)

 

Joy Gibson não tinha ido à faculdade até os 59 anos, quando se aposentou e percebeu que ‘não tinha mais nada para fazer’; foi quando ela decidiu entrar na universidade.

Publicado no G1 [via BBC]

Aos 90 anos, Joy Gibson é a prova de que nunca é tarde para se aprender algo novo.

A idosa de Stratford-upon-Avon, no interior da Inglaterra, tem cinco diplomas e, agora, está em busca do sexto.

Ela já cursou uma faculdade e um mestrado em Filosofia. Fez dois outros mestrados em Artes e mais um em Literatura.

Agora, está terminando um doutorado sobre Teatro no Instituto Shakespeare, na Universidade de Birmingham.

Isso é ainda mais impressionante porque ela nunca tinha estudado em uma universidade até os 59 anos.

Joy faz graça ao dizer que tornou-se “viciada em estudar”.

“Eu tenho uma personalidade que tende para isso. Se você me der uma caixa de bombons, eu como ela inteira.”

Joy tem cinco diplomas e está está perto de obter o sexto (Foto: BBC)

Joy tem cinco diplomas e está está perto de obter o sexto (Foto: BBC)

‘Por que não?’

Joy não chegou a cursar uma faculdade antes de começar a trabalhar – e diz que isso sempre a incomodou um pouco.

Fez carreira como jornalista e professora de teatro. Não se casou ou teve filhos. Quando se aposentou, há 30 anos, percebeu que, “de repente, não tinha mais nada para fazer”.

“Eu pensei: ‘Por que não (estudar)?'”, conta ela sentada na sala de casa.

Atualmente, Joy está tirando uma folga de um ano do doutorado enquanto se recupera de uma cirurgia no quadril.

Mas planeja a voltar a se dedicar à escrever sua tese nos próximos meses.

A britânica nunca tinha feito faculdade até os 59 anos (Foto: BBC)

A britânica nunca tinha feito faculdade até os 59 anos (Foto: BBC)

 

Com quase seis diplomas no currículo, ela cogitaria tentar um sétimo?

“Depende de quanto tempo eu viver, não é mesmo?”, ela responde.

“Eu levaria mais seis anos, e já estaria com 100 anos. Não seria divertido se eu conseguisse mais um diploma no meu 100º aniversário?”

Se você tem mais de 30 anos, não é tarde para uma primeira graduação

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Mercado de trabalho tem caminhado para ser cada vez mais flexível em relação à idade, afirma coach de carreira

Publicado no Administradores

O mercado de trabalho vem se tornando cada vez mais competitivo. Para ter alguma chance de manter ou conseguir um emprego, o profissional precisa estar em constante aprimoramento e aprendizado. Porém, enganam-se quem acredita que o mercado apenas encontra força de vontade e disposição nos profissionais com 20 e poucos anos. Muito pelo contrário. As qualidades necessárias para preencher os pré-requisitos de uma vaga de emprego, muitas vezes, só são adquiridos com a maturidade da prática e experiência de vida, que os profissionais mais velhos têm de sobra.

Madalena Feliciano, coach de carreiras e diretora da Outliers Careers e do Instituto Profissional de Coaching, diz que o mercado de trabalho tem caminhado para ser cada vez mais flexível em relação à idade. “Embora essa nova mentalidade se desenvolva lentamente, a cultura dos profissionais de Recursos Humanos está cada vez mais pautada em competências, isto é, o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que devem estar congruentes ao que as empresas pedem. Profissionais mais velhos já trazem essa experiência na prática, por isso se enquadram às buscas de candidatos”, explica.

A coach acrescenta que a formação superior nunca é tardia. “Os profissionais que já tem experiência em sua área de atuação, mas não tem formação acadêmica (graduação ou pós-graduação), são beneficiados com novos pontos de vista, novas ferramentas e metodologias que não conseguiram desenvolver na atuação prática”, comenta.

Madalena ainda ressalta que a qualidade mais procurada no mercado de trabalho, hoje em dia, é a força de vontade e aprimoramento pessoal. “Principalmente em tempos de crise econômica, o profissional que não acrescenta nada de novo, é facilmente descartado, pois o empregador vê isso como um investimento alto e arriscado. Uma graduação, não importa a idade, é, com certeza, um aprimoramento e vontade de crescer. Isso é muito bem visto no mercado”, afirma a coach.

De acordo com a especialista, esta é uma regra que se aplica a todos, tanto aos já formados, quanto aos que ainda estão buscando a primeira graduação, em qualquer idade. “Profissionais que estão sempre em busca de novos aprendizados, são sempre melhores vistos no mercado. Pois são os que estão completamente fora de suas zonas de conforto, trazendo inovação e pensamentos diferentes dos que as empresas estão acostumadas. O perfil deste profissional inquieto está entre os mais procurados no mercado de trabalho”, complementa Madalena.

Aos profissionais que já são formados, mas estão buscando a transição de carreira, Madalena diz que uma segunda graduação só tem a acrescentar. “Estes profissionais têm a oportunidade de agregar ao seu currículo um perfil mais versátil, maximizando os seus resultados em função da integração entre Experiência Corporativa e conhecimentos acadêmicos, de comprovada eficiência”, afirma.

A coach de carreiras comenta que, às vezes, o maior obstáculo desse profissional é a visão pessimista, comumente vinda de familiares e amigos, sobre a pessoa estar “muito velha” para uma reinvenção profissional. “É importante sempre lembrar, que muitas das grandes mentes do mundo são pessoas que quebraram as barreiras do preconceito e superaram a si mesmas, se reinventando com idades mais avançadas e quando ninguém mais acreditava”, diz.

E conclui: “Nunca deixe que alguém diga o que você pode ou não fazer, afinal, você é o único representante do seus sonhos e ninguém pode parar uma pessoa que está determinada em ser cada vez melhor”, finaliza Madalena.

Em seu primeiro semestre, estudante resolve equação de 30 anos

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Ufot Ekong está no primeiro semestre na Universidade de Takai, em Tóquio. (Foto: Reprodução/Likedin)

Ufot Ekong está no primeiro semestre na Universidade de Takai, em Tóquio. (Foto: Reprodução/Likedin)

Ufot Ekong cursa Engenharia Elétrica em universidade japonesa.
Estudante atingiu as maiores notas dos últimos anos da instituição.

Publicado no G1

Um estudante nigeriano vem quebrando recordes em sua universidade no Japão. Após atingir as melhores notas registradas pela instituição desde 1965, Ufot Ekong, que ainda está no primeiro semestre, resolveu uma equação matemática que estava há 30 anos sem solução.

Ekong é estudante de Engenharia Elétrica na Universidade de Tokai, em Tóquio, no Japão. Em sua carreira acadêmica, o aluno já ganhou seis prêmios. As informações são do The Independent.

O estudante também fala inglês, francês, japonês e iorubá (um dos idiomas falado na Nigéria) e ganhou um prêmio de língua japonesa para estrangeiros.

Para pagar a faculdade, o aluno já teve que conciliar dois empregos com os estudos. Atualmente, ele trabalha na Nissan e já tem duas patentes de carro em seu nome.

A Universidade de Tokai é uma renomada instituição de ensino superior do Japão. Fundada em 1924, seu maior foco é para as áreas de Ciências e Tecnologia.

Casal dedica 30 anos de suas vidas a ensinar crianças em escola por falta de professores

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Casal chinês dedicou 30 anos de suas vidas ao ensino de crianças em escola rural de vilarejo que não possuía professores.

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Mateus Pires Iasbik, no Techmestre

Um homem e sua esposa, em um vilarejo na província de Sichuan, na China, ganharam a admiração da comunidade depois de dedicarem mais de 30 anos para o ensino em uma escola primária local, devido à falta de professores.

Ao saber sobre a falta de professores em sua cidade natal, o marido, Chen Hongquan, começou a ensinar chinês na escola primária depois de se formar em outra instituição de ensino politécnica. Ele disse que já faz 32 anos desde que começou seu trabalho.

Sua esposa, Ming Hongyan, seguiu os passos do marido e começou a ensinar matemática na mesma escola.

Ming disse a jornalistas que, enquanto houver um aluno, eles vão sempre ensinar na vila rural.

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