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5 livros escritos em período de exílio

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Conheça as obras memoráveis que foram censuradas ao longo da História, juntamente com seus escritores

Publicado na Aventuras na História

1. O cavaleiro da esperança, de Jorge Amado (1942)

A obra foi escrita por Jorge Amado enquanto ele estave exilado em Buenos Aires e foi publicada originalmente na Argentina, em 1942, até que foi proibida e queimada por ordem do governo de Juan Domingo Perón.

O cavaleiro da esperança chegou no Brasil apenas em 1945, mas durante a ditadura militar voltou a ser censurado. A obra narra a trajetória de Luís Carlos Prestes.

2. Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões (1572)

Camões escreveu o clássico Os Lusíadas enquanto esteve excluso no Oriente, por conta de uma série de adversidades. Nesse período foi preso várias vezes e serviu ao lado das forças portuguesas. Na obra, o escritor enaltece a coragem dos portugueses ao explorarem o oceano Atlântico, em busca de encontrar uma nova rota para as Índias. Em Os Lusíadas, os navegadores enfrentam também deuses mitológicos, como Baco e Netuno.

3. Educação como prática da liberdade, de Paulo Freire (1967)

A obra foi escrita enquanto o autor esteve exilado no Chile, entre 1964 a 1969. O pensador aborda diversos temas como: liberdade, democracia e justiça. Para ele essas três palavras expressam um grande poder libertador e são um instrumento de transformação global do ser humano diante à sociedade. Além disso, estabelece ideais de coletivo e nacional de desenvolvimento para ativar a democracia.

4. Dentro da Noite Veloz, de Ferreira Gullar (1975)

Este volume de poemas apresenta uma grande carga política. A obra foi escrita enquanto o escritor esteve exilado por conta do regime militar no Brasil. O autor denuncia a desigualdade social eminente no país. Seus poemas apresentam aventura, perigo e mistério.

5. Convívio, de Dante Alighieri (1304 – 1307)

A obra foi escrita entre 1304 e 1307, enquanto o autor esteve exilado. O Convívio é composto por uma série de poemas sobre amor e filosofia, que podem ser interpretados como explicações filosóficas, literárias, morais e políticas desta época. O autor escolheu a língua italiana para que todos tivessem acesso ao conhecimento, não somente os letrados em latim.

Criança escreve livros e doa para campanha O Natal de Todos Nós

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Renata, de 10 anos, publicou seu segundo livro e doou cem exemplares.
Mãe conta que criança já tem cinco livros escritos.

Criança doou cem exemplares para campanha. (Foto: Gabriela Jimenes/TV Diário)

Criança doou cem exemplares para campanha. (Foto: Gabriela Jimenes/TV Diário)

Jenifer Carpani, no G1

“Para ajudar as crianças e fazer elas felizes” a autora Renata Aparecida Fernandes, de apenas 10 anos, doou cem exemplares do livro ‘Um novo bom amigo’ para a campanha O Natal de Todos Nós.

Esta é uma iniciativa da TV Diário em parceria com uma empresa de transporte público de Mogi das Cruzes. Livros e brinquedos novos são arrecadados e distribuídos para crianças de bairros carentes da cidade. Somente no ano passado foram arrecadados mais de 8 mil livros e, para este ano, a expectativa é superar o número. Neste ano, a arrecadação terminou no domingo (14) e a distruibuição começa na terça-feira (15).

Para Renata, a maior alegria é ver o que escreveu impresso nas páginas de um livro. “Fico muito alegre, é legal ver a história publicada”, diz. Além de ter uma filha autora de livros, a instrutora Irecilma Fernandes, de 42 anos, tem também uma filha solidária. “É um orgulho para a gente, a gente fica feliz em saber que ela tem o coraçãozinho bom e que vai ajudar as pessoas a serem melhores. Ela começou a escrever com 8 anos, é o segundo ano que ela está doando cem livros para as crianças”, destaca a mãe orgulhosa.

Segundo Irecilma, foram feitos mil exemplares da história do sapinho. Renata diz que a ideia de escrever livros surgiu depois de um apagão em sua casa. “Teve um apagão em casa e minha mãe falou que os sapos enxergam no escuro. E aí eu tive a ideia”, se lembra. “O livro fala que o sapinho acha que é melhor que todo mundo. Daí depois quando ele vê que ninguém é mais amigo dele porque ninguém conversa com ele, ele fica triste. Aí ele convida outros sapinhos para fazer um campeonato para pular na vitória-régia, e depois disso todos ficam felizes e voltam a ser amigos”, resume.

Renata diz que já tem outros livros escritos e que o livro lançado neste ano é continuação do ano passado, quando ela doou outros 100 exemplares para a Campanha. “Tenho cinco livros prontos e dois publicados”, diz. A mãe completa: “no ano que vem ela publicará mais um livro, o Macaquices em Família”, diz, orgulhosa.

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