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Prêmio Oceanos de literatura abre inscrições para edição 2018

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Obras em língua portuguesa publicadas em qualquer lugar do mundo podem participar do prêmio – Divulgação

 

Concurso abrange escritores lusófonos do mundo inteiro

Publicado em O Globo

RIO — Autores de língua portuguesa de qualquer lugar do mundo poderão inscrever suas obras na edição de 2018 do Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa, parceria entre o Itaú e o Oceanos, a partir do dia 9 de fevereiro.

Obras nos gêneros de poesia, romance, conto, crônica e dramaturgia, que tenham sido publicadas pela primeira vez em 2017, podem participar da premiação.

As inscrições serão feitas a partir do preenchimento dos dados da ficha presente no site www.itaucultural.org.br/oceanos/2018 que estará disponível a partir das 10h do dia 9 de fevereiro até 18 de março. Tanto o as editoras quanto os autores podem inscrever as obras.

O livro deve ser anexado em formato PDF, mesmo que tenha sido publicado apenas em versão impressa, permitindo, assim, que os concorrentes sejam avaliados por um júri internacional, composto por escritores, críticos, professores e jornalistas do Brasil, de Portugal e de países da África lusófona.

A composição da curadoria traz dois novos nomes do universo literário em língua portuguesa, a escritora e jornalista Isabel Lucas, de Portugal, e a editora Mirna Queiroz, do Brasil. As duas se juntam à gestora e idealizadora do prêmio Selma Caetano e ao jornalista Manuel da Costa Pinto, ambos brasileiros.

Premiação

Obras de diferentes gêneros concorrem entre si pelas quatro premiações do Oceanos, que correspondem a um valor total de 230 mil reais – R$ 100 mil para o primeiro colocado, R$ 60 mil para o segundo, R$ 40 mil para o terceiro e R$ 30 mil para o quarto.

O processo de avaliação e atribuição final do Oceanos ocorrerá em três etapas. Na primeira fase, um Júri de Avaliação formado por jurados convidados pela curadoria do prêmio elegerá 50 obras semifinalistas entre os livros inscritos validados pela curadoria e escolherá, por votação, os membros dos júris subsequentes (Júri Intermediário e Júri Final).

Ao Júri Intermediário caberá selecionar dentre os 50 semifinalistas os 10 finalistas, dentre os quais serão escolhidos, pelo Júri Final, os premiados de 2018. Estes serão anunciados no dia 29 de novembro, em local e horário a confirmar.

Tribunal dos EUA mantém aventuras de Sherlock Holmes em domínio público

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Decisão encerra, dez vez, briga pelos direitos autorais sobre as histórias do personagem

Jonny Lee Miller, Benedict Cumberbatch e Robert Downey Jr como Sherlock Holmes - Reprodução

Jonny Lee Miller, Benedict Cumberbatch e Robert Downey Jr como Sherlock Holmes – Reprodução

Publicado por Reuters [via O Globo]

O caso da briga pelos direitos autorais das histórias de Sherlock Holmes está encerrado, agora que a Suprema Corte dos Estados Unidos manteve intacto um veredicto que determina que 50 obras com o famoso detetive ficcional são de domínio público.

Os juízes da alta instância, que assim como o excêntrico investigador escolhem que casos aceitam, recusaram-se a ouvir o apelo apresentado pelo espólio do autor Arthur Conan Doyle, morto em 1930.

O espólio pedia que o escritor Leslie Klinger pagasse uma licença de US$ 5 mil antes que um volume de novas histórias baseadas no personagem, conhecido por sua genialidade, pudesse ser publicado.

A medida do tribunal significa que o veredicto de junho da Sétima Corte de Apelações dos EUA a favor de Klinger é a palavra final sobre o assunto. A corte argumenta que as 50 obras de Sherlock Holmes publicadas antes de 1923 são de domínio público, já que as proteções dos direitos autorais expiraram.

O tribunal de apelações afirmou que só as dez últimas obras protagonizadas pelo detetive, que foram publicadas entre 1923 e 1927 e cujos direitos autorais só vencem depois de 95 anos, exigem proteção.

Klinger é o editor de “The New Annotated Sherlock Holmes” e outros livros com o personagem. Ele havia pago uma licença ao espólio por um trabalho anterior, mas o processou depois de se recusar a pagar outra taxa por um compêndio de novas histórias de Holmes que ele e a co-editora Laurie King estavam editando, “In the Company of Sherlock Holmes”.

Sua editora, a Pegasus Books, recusou-se a publicar a obra depois que o espólio de Conan Doyle ameaçou suspender as vendas no site Amazon.com e na livraria Barnes & Noble a menos que recebesse mais uma taxa.

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