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Diego Santos, no Literatortura

Antes das redes sociais da internet, a vida dos escritores só aparecia em jornais, na TV ou quem sabe em alguma biografia.

Hoje, os fãs não apenas podem saber do dia-a-dia de seus ídolos, como também tem uma facilidade muito maior pra poder conversar e interagir com seus escritores favoritos.

Pena que alguns grandes gênios da literatura já se foram. Mas…

Como seria se alguns deles estivessem nas redes sociais?

Ou melhor, como seria se alguns escritores estivessem no Instagram.

O site Dito pelo Maldito fez algumas montagens e imaginou o caso.

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John Fante

Um cara que passou grande parte da vida preocupado com as possíveis críticas a sua obra, mesmo que desnecessário. Pelo seu estilo recluso, provavelmente passaria a maior parte do tempo postando fotos caseiras com seu animal de estimação.

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Bukowski

Ha! O velho Buk com certeza, e com cerveja, iria revolucionar as jocosas fotos de pratos de comida. Em vez de fazer publicidade grátis de restaurantes, o perfil desse cara daria é prejuízo pra revista Playboy!

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Hilda Hilst

Hildinha para os íntimos. A nada comportada dama da literatura nacional sempre cultivou um estilo blasé, e não creio que perderia muito tempo conectada. Suas postagens seriam poucas, espaçadas entre si, mas super aguardada pelos seus fiéis seguidores.

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Jack Kerouac

Para um escritor que baseou a maior parte de sua obra em suas viagens e loucuras com o pé na estrada, nada mais justo do que incluir a hashtag#partiu em suas postagens sempre que ele sair em busca de uma nova aventura literária.

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Jean Paul Sartre

Para um Nobel de literatura, um perfil mais requintado e cheio de registros de encontros com personalidades históricas na mais pacata intimidade. Como é o caso da foto acima.

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Nelson Rodrigues

O anjo pornográfico era mestre nas frases de efeito e respostas mal criadas, gostaria muito que ele tivesse vivido tempo suficiente para ter chegado até a facilidade de associar imagens com suas palavras polêmicas.

*As imagens e os comentários foram extraídas do site “Dito pelo Maldito”.