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16 dramas que todo universitário enfrenta fazendo o TCC

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AVISO: Neste 1 ano é capaz que você perca um pouco (ou muito) da sua sanidade física e mental

Luisa Celiberto, no Terra

Você achava que entrar na faculdade era difícil – até que você descobriu como é muito mais difícil sair! Afinal, para se formar você só precisa (entre outras coisas) desenvolver um super projeto científico, diferente de tudo que já foi produzido na área! Fácil, né? Pois é, estamos falando aqui do TCC – o terror da vida de todo universitário !

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Ah, o TCC…
Foto: Reprodução / ObaOba

Quem já está fazendo, entende a dimensão do terror de que estamos falando aqui. Quem já fez, arrepia só de lembrar! E quem ainda vai fazer, se prepare porque não é tranquilo, nem favorável. Dá uma olhada nesses 16 dramas que todo universitário enfrenta fazendo o TCC pra você se identificar:

1. Tudo começa com a escolha do seu tema: só precisa pensar em algo que nunca se foi pensado antes, básico.

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Foto: ObaOba

2. E isso com a leve pressão de que esse é o trabalho mais importante da sua graduação, que deve resumir todos os seus conhecimentos.

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Foto: ObaOba

Ainda muito básico.

3. Sabe aquela piadinha de que TCC na faculdade é: Truco, Cerveja e Churrasco?

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Foto: ObaOba

Então… A realidade é um pouquinho nada a ver com isso.

4. Aí você consegue escolher um tema e agora precisa escolher seu orientador ♥

5. Mas é lógico que o professor que você quer já está cheio de projetos – e, eventualmente, você pode cair com um orientador nada a ver.

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Foto: ObaOba

6. Ou com aquele professor que, no fundo, você sabe que te odeia .

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Foto: ObaOba

7. Aí vem a dúvida: projeto individual (onde você faz tudo sozinho) ou em grupo (onde você faz quase tudo sozinho, porque muita gente acaba não fazendo nada)?

8. Você pode até ter um trabalho bom, mas (óbvio) que tem que complicar – aí criaram a ABNT !

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Foto: ObaOba (mais…)

Namore um bibliotecário de referência

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Publicado por Mundo Bibliotecário

Sabe aquele cara que fica atrás do balcão, 8 horas por dia na frente de um computador, e que vez ou outra você vai até ele perguntar se não tem mais nenhum exemplar de cálculo do Swokowski? O cara para quem você jura que não tem nenhum exemplar de Dinâmica do Hibbeler e que te responde que no sistema tem cinco disponíveis para empréstimo? Aquele que, as vezes, você quase quase derruba na corrida até as estantes para pegar o último exemplar de Circuitos Elétricos do Johnson? (Ah, da próxima vez, derrube-o, porque esse cara precisa sorrir mais, surpreender-se mais e coisa e tal). Pois é, esse cara é o bibliotecário de referência.

Problemas com alguma norma da ABNT? Com paginação do Word? Não consegue achar aquele artigo que seu orientador falou que é indispensável para seu TCC, sua dissertação ou tese? Aquele programa que joga as referências automaticamente no Word… qual é mesmo? Só o bibliotecário de referência saberá, portanto, corra até ele, afinal o prazo do seu trabalho já está acabando! Não que ele vá resolver todos os seus problemas, mas certamente vai jogar uma luz sobre as trevas, pois se não te der uma resposta, no mínimo vai te encurtar o caminho até ela. Sim, vai. Pode confiar. O caminho pode ser mais curto do que a distância da mesa dele e aquela mesa de estudo que você sempre senta.

O bibliotecário de referência é um navegante nesse mar informacional chamado Web, deixa o Google no chinelo! É muito mais refinado porque conhece os atalhos para chegar até a informação de que você precisa, muito mais perspicaz porque se desdobra para entender sua questão, muito menos máquina porque muito mais humano. É o cara capaz de entender aquilo que você realmente precisa, aquilo de mais imaterial que reside no fundo da sua mente, no âmago da sua dúvida. Resumindo, um poço de sabedoria, mas também um eterno e humilde aprendiz, pois as bases de dados sempre mudam, a quantidade de informação conhecimento cresce assustadoramente a cada ano, ou seja, é impossível aprender tudo sozinho, por isso, precisa de você para ensiná-lo. Sua única certeza é a de que o ciclo da informação gera uma dúvida, que gera uma questão, que gera a busca para a solução. Claro que o bibliotecário de referência está nesse ciclo (existem vários modelos, não se fruste se não encontrar este no Google, ok?) mas como ele trabalha com o público, é seu dever sempre esclarecer tudo.

Portanto, procure-o, consulte-o, faça-o perder horas procurando uma coisa só para você. Isso mesmo: só para você! Deixe-o louco com as suas interrogações: morrer com a dúvida pode ser muito mais doloroso do que ter desperdiçado a chance de solucioná-la. Ou melhor, ter desperdiçado a chance de solucioná-la a dois, pois todos sabemos que duas cabeças pensam melhor do que uma.

Peça e será atendida. Sempre.

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