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Sucesso no Instagram, fotos com cão ‘escondido’ em paisagens ganham livro

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O fotógrafo canadense Andrew Knapp resolveu aproveitar o comportamento agitado de seu border collie Momo e fez fotos em que o cachorro se esconde em paisagens e ruas dos EUA e Canadá. Acima, Momo em Sudbury, Ontario, Canadá.(Foto: Andrew Knapp)

O fotógrafo canadense Andrew Knapp resolveu aproveitar o comportamento agitado de seu border collie Momo e fez fotos em que o cachorro se esconde em paisagens e ruas dos EUA e Canadá. Acima, Momo em Sudbury, Ontario, Canadá.(Foto: Andrew Knapp)

Publicado por BBC

O fotógrafo canadense Andrew Knapp teve uma ideia simples para sua conta no Instagram a partir de um comportamento de seu cachorro de estimação, um border collie chamado Momo.

A ideia era aproveitar o comportamento agitado do cachorro e fazer fotos onde Momo “se escondia” em belas paisagens ou ruas comuns dos Estados Unidos e Canadá, criando assim um jogo onde as pessoas teriam que encontrar o cachorro.

O fotógrafo e ilustrador disse à BBC Brasil que a inspiração para registrar as aventuras de Momo foram “a fotografia, meu ótimo cachorro e meus ótimos amigos. Isto nunca teria acontecido se não fosse por estes ingredientes, devo tudo a eles e meus seguidores”.

Hoje Knapp conta com mais de 142 mil seguidores no Instagram. A partir do sucesso na rede, ele resolveu lançar um livro com as melhores fotos, chamado Find Momo (“Encontre Momo”, em tradução livre).

A ideia de Knapp já foi comparada com a série de livros Onde Está o Wally?, mas o fotógrafo afirma que são projetos diferentes.

“Meu projeto é sobre explorar o que está à sua volta, sobre a aventura em todas as coisas e sobre garantir que você está observando o que cerca, pois frequentemente há tanta beleza nisto!”

Viagens

De acordo com o fotógrafo, o cachorro adora as brincadeiras, pois “como qualquer border collie, ele precisa de um trabalho”.

“Em algumas destas fotos, ele está esperando que eu atire algo (um graveto ou brinquedo), mas, na maioria, ele está apenas sentado e esperando, ‘se escondendo’! Ele sabe que este é seu trabalho e é muito feliz em realizá-lo”, afirmou.

Knapp disse que, geralmente, o trabalho com Momo é “muito orgânico”.

“Às vezes ele já está escondido, às vezes eu grito ‘vai esconder’! e ele não faz muita coisa, então eu caminho com ele para um esconderijo e o posiciono. Ele é superobediente e é uma experiência incrível que tenhamos conseguido fazer tanta coisa – ele responde a (comandos como) ‘mais perto’, ou ‘recue’, ‘mais alto’ e, algumas vezes, ‘volta'”, disse.

Mais detalhes do projeto Find Momo estão no website http://gofindmomo.com/

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Hoje Knapp conta com mais de 142 mil seguidores no Instagram. A partir do sucesso na rede, ele resolveu lançar um livro com as melhores fotos, chamado Find Momo (“Encontre Momo”, em tradução livre). Acima, Momo também em Sudbury, Ontario. (Foto: Andrew Knapp)

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O fotógrafo e ilustrador disse à BBC Brasil que a inspiração para registrar as aventuras de Momo foram ‘a fotografia, meu ótimo cachorro e meus ótimos amigos.’, Acima, Momo em Sudbury. (Foto: Andrew Knapp)

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A ideia de Knapp já foi comparada com a série de livros ‘Onde Está o Wally?’, mas o fotógrafo afirma que são projetos diferentes. Acima, Momo no sul de Vermont, Estados Unidos. (Foto: Andrew Knapp)

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‘Meu projeto é sobre explorar o que está à sua volta, sobre a aventura em todas as coisas e sobre garantir que você está observando o que cerca, pois frequentemente há tanta beleza nisto!’ Acima, Momo se esconde em New Haven, no Estado americano de Connecticut. (Foto: Andrew Knapp)

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Knapp e Momo viajam juntos em uma perua e, nestas viagens, as fotos são feitas. Acima, Momo em Endicott, Nova York. (Foto: Andrew Knapp)

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De acordo com o fotógrafo, o cachorro adora estas brincadeiras, pois ‘como qualquer border collie, ele precisa de um trabalho’. Na foto, Momo no norte de Ontario.(Foto: Andrew Knapp)

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‘Em algumas destas fotos, ele está esperando que eu atire algo (um graveto ou brinquedo), mas, na maioria, ele está apenas sentado e esperando, ‘se escondendo’, disse Knapp. Acima, Momo em Nova Jersey. (Foto: Andrew Knapp)

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Knapp disse que, geralmente, o trabalho com Momo durante as fotos é ‘muito orgânico’, parecido com uma brincadeira. Na foto, Momo se esconde em Toronto, Canadá. (Foto: Andrew Knapp)

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‘Às vezes ele já está escondido, às vezes eu grito ‘vai esconder’! e ele não faz muita coisa, então eu caminho com ele para um esconderijo e o posiciono’, disse. Acima, Momo em Burlington, Vermont, Estados Unidos. (Foto: Andrew Knapp)

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‘Ele é superobediente e é uma experiência incrível que tenhamos conseguido fazer tanta coisa’, afirmou Knapp que, em seu site se descreve como ‘o companheiro de aventuras’ do cachorro. Acima, Momo em Toronto, Canadá. (Foto: Andrew Knapp)

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Mais detalhes do projeto Find Momo estão no website http://gofindmomo.com/. Na foto, Momo. (Foto: Andrew Knapp)

Games em bibliotecas podem incentivar a leitura, diz pesquisa

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Conclusão é de um estudo realizado por uma associação de mídia dos Estados Unidos

João Gustavo Reva no TecMundo
Games em bibliotecas podem incentivar a leitura, diz pesquisa
                         (Fonte da imagem: Reprodução/The New York Times)

Nos Estados Unidos, já existem bibliotecas que oferecem não apenas livros e filmes, mas também jogos e consoles de última geração, conectados a televisores para serem utilizados no local. Uma pesquisa realizada pela organização de mídia NPR chegou à conclusão que esse tipo de oferta não só aumenta o tempo de permanência das pessoas, mas também a quantidade de livros emprestados por elas.

De acordo com Sandy Farmer, uma das diretoras da Biblioteca Pública de Houston, a circulação de publicações aumentou de 15% a 20% desde que a instituição adquiriu consoles portáteis e de mesa, além de algumas dezenas de games, para experimentação no local. O crescimento ocorreu, principalmente, entre as crianças e adolescentes, que passaram a emprestar mais quadrinhos e livros infantis.

Já a BiBlioteca Pública de Nova York criou um programa chamado NYPLarcade, que não apenas incentiva o consumo de games como também a discussão sobre os títulos. Os papos vão além de estratégias para jogar melhor e chegam até mesmo ao caráter de desenvolvimento deles, além dos temas que abordam e de que forma os títulos são capazes de ensinar lições. Aqui, também, crianças e adolescentes constituem boa parte do público.

Keri Adams, bibliotecária da BiBlioteca Pública de Nova Jersey Johnson, afirma que a criação de um espaço sadio e controlado para os pequenos terá grande influência na formação deles. Aqui, porém, vale uma regra: nenhum jogo com censura acima de 17 anos está permitido.

Via BJ

Apaixonada por livros e leitores

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Curitibana forma corrente de leitura com sua empresa de locação. É só telefonar que ela entrega o livro em casa

Adriana Czelusniak, na Gazeta do Povo

Lígia da Silva Maldonado, proprietária da Ligue Livros (Daniel Castellano/Gazeta do Povo)

Lígia da Silva Maldonado, proprietária da Ligue Livros (Daniel Castellano/Gazeta do Povo)

Depois de uma carreira como técnica de enfermagem e como assistente social em hospitais psiquiátricos, Lígia da Silva Maldonado, 54 anos, resolveu unir a vontade de ajudar as pessoas com a paixão que sempre teve pelos livros. Aproveitou a experiência de um período de trabalho em livrarias e criou o próprio negócio, a Ligue Livros, há 24 anos, com a missão de incentivar a leitura. Os clientes pagam uma taxa trimestral ou semestral, pedem os livros por telefone ou e-mail e os recebem em casa. Depois de lidos, são devolvidos e um novo pedido já pode ser feito.

Em um país onde as pessoas dedicam pouco tempo aos livros – em média, apenas dois são lidos por ano, segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro –, a Ligue Livros cumpre um papel importante como difusor de leitura. Lígia consegue fazer compras diárias de novos títulos e manter o acervo sempre atualizado.

Mas ela não se restringe apenas às operações de pedidos e trocas dos 18 mil livros que reuniu. Como lê o tempo todo e atende pessoalmente cada pedido, se tornou uma espécie de guia de leitura para os 1.760 clientes – mulheres acima dos 40 anos, em sua maioria. “Consigo divulgar autores e livros que não são tão divulgados pela mídia. E temos à disposição desde edições esgotadas de clássicos até todos os últimos lançamentos do mês”, diz.

Fidelidade

O atendimento próximo e frequente também acaba fidelizando o cliente, que se não quiser não precisa se preocupar nem em escolher qual livro vai ler entre tantas opções de romances em geral, romances históricos, policiais, espionagem, suspense, terror, ficção científica, esotéricos e em outros idiomas. “Se tenho sucesso nas indicações, o leitor fica estimulado e lê mais, o que garante a satisfação com o serviço. Perguntam-me como consegui indicar um livro que tem tudo a ver com o momento. Acho que essa sensibilidade de perceber o que faz bem para cada pessoa vem da minha formação de assistente social”, conta.

Outros “mimos” sem taxas adicionais que agradam a clientela são a possibilidade de pedir mais de um exemplar por vez em período de férias ou feriados e o envio de livros infantis para quem tem filhos. Há quatro anos Lígia resolveu experimentar a locação de DVDs, mas decidiu continuar somente com livros. “Não conseguíamos acompanhar a aquisição dos lançamentos no ritmo das grandes locadoras e com a expansão das tevês a cabo e da internet ficou inviável continuar”, explica.

Aprovado

Associados dão nota 10 para o serviço

A jornalista Roseli Abrão é cliente do Ligue Livros há 20 anos e é considerada pela própria Lígia como uma “leitora voraz”, pois a cada semana lê ao menos três livros. “Não tenho ideia de quantos títulos já li, mas se são uns cem por ano durante 20 anos, faça a conta”, provoca. Roseli diz que se não fosse pelo serviço não teria lido tanto, pois falta­-lhe tempo para ir a livrarias.

Outra cliente é a auxiliar financeira Regina Maria Prim, 58 anos. Ela conta que foi sócia da Best Sellers Club, a primeira locadora de livros de Curitiba. Ao saber que Lígia havia montado a própria livraria, Regina adotou o serviço, em 1998. “Ela promoveu a evolução na locação. É muito prático. Depois de tanto tempo, a Lígia já sabe o estilo e os autores que eu gosto e ela escolhe o que mandar. Se não gosto do livro, é só avisar que ela troca.”

Regina considera mais vantajoso ter um serviço assim, já que lê três livros por mês e desta forma não precisa nem de um lugar para armazená-los. Pela sua conta já foram quase 600 títulos alugados pela Ligue Livros. Mas as vantagens não estão apenas na grande variedade de obras disponíveis e na praticidade de retirada e entrega. “Tem também o fato de a Lígia ser muito simpática. Já aconteceu de ligar para pedir uma troca e a gente ficar um tempão batendo papo”, diz.

Em Curitiba é possível alugar livros pelo telefone e internet
Os clientes pagam uma taxa trimestral ou semestral, pedem os livros por telefone ou e-mail e os recebem em casa. Quanto mais rápido lerem, mais trocas são feitas. São 18 mil livros no acervo e cerca de 1.700 clientes cadastrados.

Serviço

Contato com a Ligue Livros pelos telefones (41) 3367-2466 e 3367-3544, e-mail: [email protected] e site www.liglivros.com.br.

dica do Chicco Sal

Literatura acima das nuvens e outros links

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Sérgio Rodrigues, no Todo Prosa

A Qantas, companhia aérea australiana, lançou um curioso programa (em inglês, acesso gratuito) de encomenda de livros de ficção e não-ficção para serem distribuídos em seus voos. Os tamanhos são variados como as rotas, mas a ideia é que o volume seja sempre lido entre a decolagem e o pouso. No cálculo, levou-se em conta que o leitor médio dá conta de algo entre duzentas e trezentas palavras por minuto. Os nomes dos autores ainda não foram divulgados.

Por alguma razão, não consigo imaginar Gol ou Tam fazendo isso.

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Há um ingrediente adicional que torna mais eficaz o recurso ao pensamento esotérico. Para deixá-lo doutrinariamente inofensivo, para despojá-lo de todo perigo satânico, Coelho o combina com doses adequadas de cristianismo tradicional: citações da Bíblia, quadros do Sagrado Coração de Jesus, rezas do Pai Nosso… O público majoritário não se sente em pecado por ler heresias, e o narrador, ao mesmo tempo que se faz passar por alguém dotado de poderes paranormais (capaz inclusive de telepatia), deixa saber que é também um bom cristão, apesar de seus flertes com a magia.

Por que Paulo Coelho é tão ruim, na avaliação de Héctor Abad Faciolince (em espanhol).

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A escrita é uma porta pequena. Algumas fantasias, como peças grandes demais de mobília, não passam por ela.

O blog de Maria Popova traz uma intrigante seleção (em inglês) de anotações de Susan Sontag sobre o ato de escrever, colhidas em seus diários (publicados no livro As consciousness is harnessed to flesh).

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Esta reportagem de Jones Lopes da Silva no jornal gaúcho “Zero Hora”, sobre as seringas compartilhadas que dizimaram quase toda uma geração de jogadores do Gaúcho de Passo Fundo, paga – no conteúdo e na forma – parte daquela dívida que, dizem, a literatura brasileira tem com o futebol.

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Dan Brown, que acaba de voltar ao primeiro lugar nas listas de best-sellers com seu “Inferno”, tem um método peculiar (em inglês) para combater o bloqueio criativo: pendura-se de cabeça para baixo.

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A ideia não é nova, mas nunca ganhou a sustentação de argumentos tão detalhados (em inglês, acesso gratuito): Humbert Humbert, o narrador pedófilo de “Lolita”, de Vladimir Nabokov, era judeu?

Brincadeiras com texto acima dos 3 anos melhoram capacidade de leitura

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Cristiane Capuchinho, no UOL

Incluir exercícios com letras e números na educação de crianças a partir dos três anos melhora o desenvolvimento na alfabetização, afirmam especialistas. A prática, conhecida como letramento, não é novidade em escolas particulares. No entanto, na rede pública, a educação infantil ainda se resume ao cuidado e a brincadeiras sem intenção didática.

A proposta não é a de transformar creches em escolas, mas a de colocar as crianças em contato com textos, letras e conceitos como preparação para a alfabetização, explica a psicóloga Tarciana de Almeida, especialista em psicologia cognitiva.

DESIGUALDADE

As crianças que moram em casas em que os pais têm o hábito de leitura já saem na vantagem e a escola pública não ajuda a mudar esse quadro

ANGELA DANNEMANN, diretora da Fundação Victor Civita

“Assim as crianças podem chegar ao final do 3º ano [do ensino fundamental] como leitoras, escritoras e falantes de sua língua cada vez mais competentes”, afirma a pedagoga Patrícia Moura Pinho, professora da Universidade Federal do Pampa.

“É a escola pública que não faz isso com a alegação de que se está ‘escolarizando’ a educação infantil. Isso só aumenta a desigualdade, estamos reduzindo as chances dos alunos de escola pública”, pontua Angela Dannemann, diretora executiva da Fundação Victor Civita.

Para as especialistas, as críticas ao letramento infantil não são pertinentes. “Desde sempre a criança está inserida no mundo da escrita. Tudo depende de como a questão for trabalhada, podemos, por exemplo, trabalhar textos de forma muito rica, sem que a criança seja necessariamente alfabetizada”, considera Tarciana.

Confira nove brincadeiras que melhoram a capacidade de leitura

Especialistas afirmam que o estímulo de brincadeiras com palavras, textos e histórias contribui com a capacidade de leitura das crianças a partir dos três anos de idade. Os enredos inventados e as brincadeiras dão liberdade ao pensamento infantil e motivam seus processos criativos, possibilitando o aprendizado efetivo da leitura e da escrita. Confira nove atividades, retiradas e adaptadas do livro "Corpo, atividades criadoras e letramento", da editora Summus Editorial, escrito por Marina Teixeira Mendes de Souza Costa, Daniele Nunes Henrique Silva e Flavia Faissal de Souza iStockphoto

Especialistas afirmam que o estímulo de brincadeiras com palavras, textos e histórias contribui com a capacidade de leitura das crianças a partir dos três anos de idade. Os enredos inventados e as brincadeiras dão liberdade ao pensamento infantil e motivam seus processos criativos, possibilitando o aprendizado efetivo da leitura e da escrita. Confira nove atividades, retiradas e adaptadas do livro “Corpo, atividades criadoras e letramento”, da editora Summus Editorial, escrito por Marina Teixeira Mendes de Souza Costa, Daniele Nunes Henrique Silva e Flavia Faissal de Souza iStockphoto

1Ampliando horizontes
De maneira lúdica, os professores podem tornar familiar as letras, diferentes formas de apresentação de texto ou conceitos. “A comparação entre tamanhos de sapatos ou alturas pode ajudá-las a entender o sistema métrico e até mesmo a compreender dezenas e centenas”, exemplifica Angela.

A leitura de diferentes tipos de textos, como livros, cartas e jornais, apresenta a diversidade de registros possíveis para a escrita. “Esta é uma forma de trabalhar linguagem em uso real e não descontextualizada e sem sentido, como a escola costuma fazer” acrescenta Tarciana.

Os pais têm importante papel na introdução das crianças ao mundo das letras, lendo histórias e apresentando os diferentes mundos da escrita. No entanto, é também aí que mora o problema. “As crianças que moram em casas em que os pais têm o hábito de leitura já saem na vantagem e a escola pública não ajuda a mudar esse quadro”, critica Angela.

Educação infantil no país
Em 2012, a educação infantil reunia 7,3 milhões de crianças matriculadas no Brasil, segundo o Censo da Educação Básica. Dessas, 4,7 milhões estavam na pré-escola e os outros 2,5 milhões em creches.

Para inserir o letramento nesse período escolar, no entanto, é necessária a capacitação dos professores, que “não têm conhecimento didático”, afirma Angela. Segundo o Censo Escolar de 2012, 35% dos professores da educação infantil têm apenas o ensino médio.

DESEMPENHO

53,4% dos alunos do 3° ano do fundamental apresentaram conhecimento adequado de escrita
56,1% dos estudantes do 3° ano liam de maneira adequada para sua fase escolar
Fonte: Prova ABC 2011/Todos pela Educação

Idade certa
O Senado aprovou o Pnaic (Pacto Nacional para a Alfabetização na Idade Certa), que prevê uma série de ações envolvendo União, Estados e municípios para garantir a alfabetização dos alunos da rede pública de ensino até os 8 anos de idade até 2022.

O Pnaic prevê o apoio do governo federal para financiar a formação continuada dos professores; as bolsas oferecidas aos profissionais e outras atividades voltadas ao cumprimento dos objetivos do pacto. A estimativa é que sejam investidos cerca de R$ 3 bilhões até 2014.

Dica do Chicco Sal

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