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Oficina sobre masturbação feminina acaba em confusão na UFMG

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Publicado em UOL
Uma oficina voltada para a discussão da masturbação e da sexualidade feminina resultou em uma confusão entre alunos na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no campus da Pampulha, em Belo Horizonte.

Segundo a Polícia Militar, duas estudantes disseram que foram agredidas por um estudante de medicina nesta quinta-feira (1º) durante a oficina. Já o homem negou a versão apresentada por elas e afirmou ter sido ele a vítima de agressões feitas por elas. As identidades dos envolvidos não foram divulgadas.

O debate fazia parte de atividade de evento intitulado “1º Bota a Cara no Sol” que, segundo os organizadores, foi promovido para discutir questões sobre a diversidade sexual e de gêneros. O encontro foi iniciado na quarta-feira (30) e se encerra nesta sexta-feira (2).

Conforme o coletivo LGBT Arara, da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich), o acusado forçou a entrada no local onde estava acontecendo a oficina, no Centro de Atividades Didáticas, e teria passado a filmar, com o uso de um celular, o debate que era realizado. Conforme uma fonte que não quis ser identificada, ele fez comentários durante a gravação sobre o que classificou de “ditadura comunista feminista”.

Ainda conforme texto publicado na página do coletivo no Facebook, ao ser confrontado pelas participantes, o homem se recusou a apagar a filmagem, com registrado do rosto delas, e a sair do local. Ele ainda foi acusado de ter xingado as pessoas que estavam no recinto e agredido ao menos duas estudantes.

Em seguida, de acordo com informações do coletivo, ele saiu correndo do local e se escondeu em outra sala. Ele teria repassado a gravação do vídeo a um grupo no aplicativo Whatsapp. A segurança da universidade e a Polícia Militar foram acionadas e, segundo o coletivo, o homem saiu escoltado do local.

De acordo com o boletim de ocorrência da PM, o estudante negou a versão e contou os policiais que foi ao local após a informação de que poderia ter acesso ao evento. Ao chegar à porta do local, ele disse ter sido alertado que o ato era somente para mulheres. Ele alegou ter iniciado as filmagens para somente registrar a proibição de entrar na sala.

Segundo sua versão, ao perceberem a filmagem, duas participantes saíram da sala e tentaram tomar o aparelho dele. Ele disse ter sido vítima de enforcamento pelas mulheres, que ainda tentaram torcer o seu braço.

Em seguida, ele contou que se desvencilhou dos ataques se escondeu em uma sala até a chegada dos seguranças. Ele afirmou ainda ter repassado o material para dois colegas como forma de assegurar o registro das imagens das supostas agressões que teria sofrido. Ele disse ainda que muitas participantes da oficina cercaram a porta de onde estava e passaram a lhe ameaçar.

Segundo a PM, os envolvidos foram levados para a sede do Juizado Especial Criminal Central, na avenida Teresa Cristina, na região noroeste da capital mineira.

O UOL tentou falar com algum integrante do coletivo, mas não obteve resposta. A assessoria de imprensa da universidade foi procurada, mas ainda não se posicionou sobre o assunto.

Autor de ‘Diário de uma Paixão’ é acusado de homofobia e racismo

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Nicholas Sparks

O autor Nicholas Sparks, famoso por obras como “Diário de uma Paixão” e “Querido John. Evan Agostini – 1º.fev.2012/Associated Press

Publicado no Folha de S.Paulo

O autor de best-sellers açucarados, como “Diário de uma Paixão” e “Querido John”, e produtor americano Nicholas Sparks está sendo processado pelo ex-diretor de uma escola particular da qual é dono.

Saul Hillel Benjamin acusa o escritor de racismo, homofobia e anti-semitismo. Ele afirma que Sparks o demitiu por tentar contratar funcionários e matricular alunos negros e que teria dito que deveria “utilizar métodos menos visíveis e públicos se quiser se encontrar com afro-americanos”.

No processo, o ex-funcionário afirma que saiu do cargo temendo por sua segurança e que era obrigado a aguentar comentários do chefe sobre sua origem judaica. Diz ainda que foi penalizado por apoiar um grupo de alunos gays que sofria bullying.

“Aparentemente, apesar dos esforços que nossa sociedade tem feito, o senhor Sparks quer voltar no tempo e difamar aqueles que querem a igualdade independente de raça ou orientação sexual”, afirmou Douglas Wigdor, advogado de Benjamin, segundo informa a agência Associated Press.

Administradores da escola teriam pressionado o ex-diretor a não apoiar um clube criado por alunos para discutir suas identidades sexuais porque isso seria “promover uma cultura e agenda homossexual”.

Segundo Benjamin, o escritor havia dito que ele “deveria parar de falar sobre o Islã, o judaísmo e qualquer religião não-cristã” em eventos da escola, porque “não é o que os pais querem ouvir.”

O advogado de Sparks, Scott Schwimer, afirmou em comunicado que “como homem gay e judeu que representa Nick há quase 20 anos, eu acho essas acusações absurdas e ofensivas”.

O ex-diretor está processando ainda três outros membros do conselho escolar e a Fundação Nicholas Sparks.

Nicholas Sparks é conhecido por sua prolífica produção de dramas românticos que são adaptados para o cinema, como é o caso de “Um Amor para Recordar”, de 2002, “Diário de uma Paixão,” de 2006, “A Última Música”, de 2010 e, mais recentemente, “Um Porto Seguro”, de 2013.

Dois novos filmes estão programados para lançamento em 2014 e 2015: “O Melhor de Mim”, com James Marsden (o Scott de “X-Men”) e Michelle Monaghan (True Detective) como o casal de protagonistas e “Uma Longa Jornada”, com Scott Eastwood —filho do veterano de Hollywood Clint Eastwood— e Britt Robertson (“Sob a Redoma”).

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