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Posts tagged adaptação literária

Veja as primeiras fotos do mistério juvenil O Escaravelho do Diabo

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Marcel Plasse, no Pipoca Moderna

A adaptação do clássico da literatura de mistério juvenil “O Escaravelho do Diabo” teve suas primeiras fotos divulgadas, que incluem o elenco e o terrível inseto do título, que as vítimas de um serial killer obcecado por ruivos recebem antes de morrer.

Baseado no livro de Lúcia Machado de Almeida, da coleção Vaga-Lume, o filme acompanha a investigação do menino Alberto (Thiago Rosseti) para desvendar uma série de crimes contra pessoas ruivas que vem assombrando a cidade em que ele vive. Com a ajuda do Inspetor Pimentel (Marcos Caruso, de “O Diário de Tati”), ele promete não descansar enquanto não encontrar o culpado, principalmente após a morte de seu irmão, Foguinho.

No livro original, o protagonista é adulto, mas o diretor Carlo Milani (novela “Além do Horizonte”), que faz sua estreia no cinema, optou por transformá-lo em um menino de 13 anos.

Segundo a produtora Sara Silveira, as filmagens já foram finalizadas. “O Escaravelho do Diabo” tem estreia prevista para 17 de dezembro.

 

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Série baseada no livro ‘Os Instrumentos Mortais’ é aprovada

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Diego Almeida, no CinePop

O canal americano ABC Family aprovou a produção da primeira temporada de ‘Shadowhunters’, série de TV baseada na franquia literária ‘Os Instrumentos Mortais’. A atração foi encomendada sem passar por avaliação de episódio piloto.

A trama vai recomeçar a história do filme de 2013, acompanhando Clary Fray em seus 18 anos. No seu aniversário, a jovem descobre ser uma descendente dos shadowhunters (caçadores de sombras), híbridos de anjos com seres humanos.

Quando sua mãe, Jocelyn, é sequestrada, Clary então se une a Jace, outro shadowhunter, e seu melhor amigo Simon para caçar demônios. Vivendo entre as fadas, bruxos, vampiros e lobisomens, Clary começa a desvendar sua própria história.

Mesmo sem elenco definido, a série produzida por Ed Decter (‘Helix’, ‘The Client List’) iniciará suas filmagens em maio, no Canadá. ‘Shadowhunters’ não tem previsão de estreia.

Inspirado nos livros de Cassandra Clare, ‘Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos’ teve orçamento de US$ 60 milhões e arrecadou míseros US$ 31 milhões nos EUA. Com o fraco desempenho, a Constantin Films adiou o início das filmagens da sequência, ‘Os Instrumentos Mortais: Cidade das Cinzas’, que aconteceriam no final do ano passado, mas agora o projeto está definitivamente cancelado, já que migrou para a TV.

’50 Tons’: após briga com autora, diretora deixa franquia

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Sam Taylor-Johnson é a diretora escolhida para o filme Cinquenta Tons de Cinza(Divulgação/VEJA)

Sam Taylor-Johnson é a diretora escolhida para o filme Cinquenta Tons de Cinza(Divulgação/VEJA)

Publicado na Veja

Depois de uma série de desentendimentos com a escritora E. L. James, a diretora britânica Sam Taylor-Johnson, responsável por transformar em filme o primeiro livro da série best-seller de James, a erótica Cinquenta Tons de Cinza, pediu para sair da franquia. Controladora, a autora da trilogia não teria dado liberdade suficiente para que Sam Taylor-Johnson fizesse do seu livro um filme decente — no sentido da qualidade, não moral. Alguns diálogos, por exemplo, foram fiéis aos do livro — e provocaram risos na plateia do Festival de Berlim.

“Ter dirigido Cinquenta Tons de Cinza foi uma viagem intensa e incrível pela qual sou muito grata. Gostaria de agradecer ao estúdio Universal por isso”, declarou Taylor-Johnson em comunicado enviado ao site americano Deadline, na noite desta quarta-feira. “Fiz amizades próximas e duradouras com o elenco, os produtores, a equipe e, especialmente, com Dakota (Johnson) e Jamie (Dornan) e, embora não esteja mais ligada à série, não desejo nada se não sucesso às sequências.”

De acordo com o jornal britânico The Guardian, a roteirista do primeiro filme, Kelly Marcel, também está de saída, e pelo mesmo motivo — desentendimento com E. L. James, que agora terá ainda mais controle sobre a produção. Embora não se sabia por enquanto quem tomará as rédeas do projeto, está confirmado que Dakota Johnson voltará a encarnar a jovem Anastasia Steele e que Jamie Dornan interpretará outra vez o multimilionário Christian Grey. A adaptação cinematográfica do primeiro dos livros de E.L. James arrecadou cerca de 560 milhões de dólares no mundo todo.

Para Sempre Alice: por que você deve ler este livro

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Daniela Schwanke, no Brasil Post

Mais uma vez, como sempre acontece quando termino de ler um livro inesquecível, me vi com aquela sensação angustiante de garganta engasgada e com aquela vontade enorme de sair gritando aos quatro ventos: “leiam este livro!”. Afinal, apesar de ser uma história fictícia, ela pode muito bem ser a minha, a sua, ou a de alguém que você ame incondicionalmente. E sinceramente, me aflige pensar que um assunto tão mal discutido possa ser o futuro de muita gente – e o presente de outras 35,6 milhões de pessoas ao redor do mundo que sofrem da doença de Alzheimer.

“Enunciada precisamente nas palavras que ela havia temido, e que só recentemente se atrevera a considerar, essa simples opinião profissional destroçou sua explicação bem-arrumada e segura. Havia algo errado com ela.” (pág. 45)

Para Sempre Alice foi publicado originalmente no ano de 2007, intitulado Still Alice e sempre esteve na lista dos melhores livros. Trata-se do primeiro título da escritora Lisa Genova, que além de ser uma escrita das boas, também é ph.D em neurociência pela Universidade de Harvard. Ou seja, pelo seu amplo conhecimento no assunto, Lisa nos mostra um lado muito científico da doença – mostrando quais são os tratamentos existentes, como este mal vai afetando o cérebro (e o porquê disso), além de disponibilizar o nome de diversos medicamentos utilizados. Tudo isso de uma forma extremamente clara e de fácil compreensão, o que deixa o leitor mais a vontade com o tema e, consequentemente, mais tocado pela história da personagem.

“Ali estava ela, a prova absoluta, servida pura, sem açúcar nem sal nem água que a diluísse. E desceu queimando.” (pág. 87)

O enredo do livro é quase poético. Na medida em que conhecemos a história de Alice Howland, uma mulher na faixa dos 50 anos, professora titular de Psicologia Cognitivada da Universidade de Harvard e extremamente bem sucedida, vamos conhecendo o lado íntimo da personagem. Alice é casada, mãe de três filhos, e acredita ter a vida que sempre sonhou. Até que todo o seu mundo de reconhecimento começa a se desmoronar, pouco a pouco, a medida que suas lembranças vão se esvaindo. De início são pequenas coisas, como “onde deixei as chaves do carro?” e “por que anotei este nome na minha lista de afazeres?”. Mas, obviamente, a doença não respeita o tempo. Sendo assim, Alice vai tomando consciência de que seus esquecimentos banais estão se tornando cada vez mais rotineiros. E vão se transformando em esquecimentos completos, de coisas fundamentais, como por exemplo, onde fica a sua casa.

“Fico apavorada ao pensar no que ando esquecendo sem sequer perceber.” (pág. 81)

A partir disso, surge o nome: mal de Alzheimer de instalação precoce (que acomete cerca de 10% dos portadores da doença). E o que todos nós, leigos no assunto, a princípio pensamos sobre este tema, vai por água abaixo. Afinal, a doença é sim caracterizada pela perda progressiva da memória. Porém, com o tempo, tudo acaba se deteriorando. A orientação espaço-visual se acaba, a linguagem torna-se vazia e desprovida de significado, vestir-se se torna cada vez mais complicado, e a dependência total de outra pessoa é fator fundamental. Sabe o que mais? Dos primeiros sintomas ao óbito, a sobrevida média é de 6 a 9 anos. Cruel. Muito cruel.

“O simples fato de ela ter o mal de Alzheimer não significava que ela já não fosse capaz de pensar analiticamente. O fato de ter Alzheimer não significava que não merecesse sentar-se naquela sala, entre eles. O fato de ter Alzheimer não significava que já não merecesse ser ouvida.” (pág. 177)

A história de Alice, que ilustra a de muitas outras pessoas, deve ser contada e, principalmente, lida. Seja para conhecer mais sobre a doença ou seja para ler uma história que jamais vai sair da sua cabeça.

Felizmente este ano o livro ganhou a versão cinematográfica, com a ganhadora do Oscar, Julianne Moore. Mas não poderia deixar de publicar aqui um trecho inesquecível do livro, onde a personagem faz seu último discurso público em uma conferência (pouco antes de perder quase totalmente sua memória):

“Nós, nos primeiros estágios da doença de Alzheimer, ainda não somos completamente incompetentes. Não somos desprovidos de linguagem nem de opiniões importantes, nem de períodos extensos de lucidez. Mas já não temos competência suficiente para que nos sejam confiadas muitas demandas e responsabilidades de nossa vida anterior. Temos a sensação de não estar nem cá nem lá, como um personagem numa terra bizarra. É um lugar muito solitário e frustrante para se estar (…) E não tenho nenhum controle sobre os ‘ontens’ que conservo e os que são apagados. Não há como negociar com esta doença. Não posso oferecer a ela os nomes dos presidentes dos Estados Unidos em troca dos nomes dos meus filhos. Não posso lhe dar os nomes das capitais dos estados e conservar as lembranças de meu marido (…) Meus ‘ontens’ estão desaparecendo e meus amanhãs são incertos. Então, para que eu vivo? Vivo para cada dia. Vivo o presente. Num amanhã próximo, esquecerei que estive aqui diante de vocês e que fiz este discurso. Mas o simples fato de eu vir a esquecê-lo num amanhã qualquer não significa que hoje eu não tenha vivido cada segundo dele. Esquecerei o hoje, mas isso não significa que o hoje não tem importância.”

Efeito “50 Tons de Cinza”: veja outros romances eróticos que vão virar filme

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Publicado na Tribuna da Bahia

Depois do sucesso de bilheteria da versão para o cinema de “Cinquenta Tons de Cinza”, outros romances eróticos serão adaptados para a telona. Três produções já estão em andamento – todas baseadas em livros lançados no Brasil.

“After”, de Anna Todd

Lançado no Brasil no ano passado pela editora Paralela, o romance começou como uma fan-fiction publicada na comunidade online Wattpad, tendo 1 bilhão de leitores.

O sucesso chamou a atenção da Gallery Books, que publicou a obra no mercado internacional, e das empresas Offspring e Paramount, que compraram os direitos de adaptação para o cinema.

O primeiro dos três livros conta a história de Tessa, universitária virgem e certinha que se envolve com Hardin, colega de classe rude e tatuado.

O personagem de Hardin foi inspirado em Harry Styles, do “One Direction”

“Cretino Irresistível”, de Christina Lauren

Primeiro de uma série de seis títulos, foi publicado no Brasil em 2013 pela editora Universo dos Livros.

O título original é “Beautiful Bastard” e as autoras são Christina Hobbs e Lauren Billings, que assinam com o pseudônimo Christina Lauren.

A obra começou como fan-fiction inspirada na série “Crepúsculo”, foi publicada pela Gallery Books com mais de 1,5 milhão de cópias vendidas. Será levada ao cinema pelo produtor Jeremy Bolt.

A protagonista é Chloe Mills, estagiária ambiciosa que começa um tórrido romance com o chefe exigente e insensível.

“Na Praia”, de Tracey Garvis Graves

Originalmente intitulado “On the Island”, foi publicado no Brasil em 2013 pela Intrínseca.

No mercado internacional, foi lançado pela Plume, e a versão para o cinema será produzida pela MGM.

“Na Praia” tem conteúdo menos erótico dos que os outros livros citados, mas seu par romântico é mais polêmico: o casal é formado por uma professora de 30 anos e seu aluno de 16.

Os dois começam um romance quando ficam presos em uma ilha deserta, após um acidente de avião.

A história ganhou continuação no livro “Uncharted”, também escrito por Graves.

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