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Posts tagged adaptação literária

A Série Divergente: Insurgente chegará aos cinemas nacionais antes do previsto

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Publicado no Cinema 10

Notícia boa para os fãs da trilogia baseada nos livros de Veronica Roth, que começou em 2014 com Divergente e se encerrá em 2017 com Convergente – Parte 2. A Série Divergente: Insurgente, segundo longa da franquia, chegará aos cinemas nacionais três dias antes do previsto.

O filme estará disponível no Brasil à partir de 18 de março de 2015 e os ingressos para esta pré-estreia já estão à venda. Confira o anúncio oficial:

A franquia é estrelada por Shailene Woodley como Tris e Theo James como Quatro. Acompanha uma sociedade dividida em facções desmoronando. Os divergentes agora são perseguidos e os protagonistas precisam saber em quem realmente podem confiar. A jovem Tris vai sair pelas ruínas de uma Chicago futurista em busca de respostas e seu grupo terá que correr com todas as forças para fugir da ambiciosa Jeanine (Kate Winslet), líder da facção Erudição.

No elenco ainda vamos encontrar Ansel Elgort, Miles Teller, Naomi Watts, Zoë Kravitz, Jai Courtney, Octavia Spencer, Daniel Dae Kim, Ray Stevenson, Mekhi Phifer, Suki Waterhouse e Jonny Weston. Já a direção é de Robert Schwentke (RED – Aposentados e Perigosos), enquanto o roteiro foi assinado por Akiva Goldsman (Uma Mente Brilhante).

Aproveite e assista ao trailer final legendado:

Trilogia erótica de Anne Rice baseada em A Bela Adormecida será adaptada para a televisão e já tem roteirista

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Livros da década de 1980 voltaram à moda por causa de Cinquenta Tons de Cinza.

Taiani Mendes, no Adoro Cinema

Bem antes de Cinquenta Tons de Cinza, lá em 1983, Anne Rice publicou – sob o codinome A. N. Roquelaure – Os Desejos da Bela Adormecida. O livro subvertia o conto da Bela Adormecida apresentando uma Bela que era acordada do sono profundo por muito mais que um singelo beijo e, entregue ao Príncipe, tornava-se sua escrava sexual. A história continuou em A Punição da Bela e A Libertação da Bela e agora a controversa trilogia será adaptada para a televisão pela roteirista Thania St. John, que produziu e escreveu episódios de Covert Affairs, Grimm e Drop Dead Diva.

Os direitos televisivos são da Televisa USA e Rachel Winter, que desde 2012 negociava com a autora, será produtora executiva junto com Rice, Charlie Corwin e Jessica Matthews.

Com BDSM e minuciosos detalhes, a série de livros foi reeditada e voltou a ser comentada recentemente por conta do sucesso dos Tons de E.L. James, de temática semelhante. A série ainda não foi negociada com nenhum canal, mas Anne está animada com o desenvolvimento:

“A voz de Thania se encaixa perfeitamente e certamente manterá a história fiel à minha visão desse conto erótico, romântico e cômico sobre dominação e submissão.”

De “50 Tons de Cinza”: Autora E.L. James deve escrever os próximos roteiros da franquia

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Depois de discordar com a diretora Sam Taylor-Johnson, a escritora parece querer ter mais poder sobre as produções. Eita!

Publicado no PureBreak

A galera não perde tempo, né? Depois da estreia de “Cinquenta Tons de Cinza”, em 12 de fevereiro, e da confirmação das sequências “50 Tons Mais Escuros e “50 Tons de Liberdade”, os boatos sobre a franquia já começaram a rolar! Segundo a Variety, os roteiros dos próximos filmes da história devem ser escritos por E.L. James, autora da trilogia de livros.

Ou seja, provavelmente a roteirista Kelly Marcel e a diretora Sam Taylor-Johnson estão fora do páreo. Pra quem não se lembra, a cineasta e a escritora já tretaram algumas vezes, inclusive sobre o final do primeiro longa-metragem da história. Salve-se quem puder! Para os fãs, o importante mesmo é não perder nenhum detalhe do romance entre Christian Grey e Anastasia Steele.

“Cinquenta Tons de Cinza” tá arrasando nas bilheterias e já é considerado o maior lançamento de fevereiro de todos os tempos. Isso é que é poder! Com Jamie Dornan e Dakota Johnson como os protagonistas, a produção já superou expectativas e ainda promete levar muita gente para as salas de cinema.

Diretora de ’50 Tons de Cinza’ briga com autora dos livros e pode abandonar sequências

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Diretora de ’50 Tons de Cinza’ briga com autora dos livros e pode abandonar sequências

Sam Taylor-Johnson e E.L. James não tem bom relacionamento.

Publicado no Almanaque

A diretora do filme “Cinquenta Tons de Cinza” e a autora dos livros, E.L. James, não têm um bom relacionamento. Assim, a cineasta Sam Taylor-Johnson quer se afastar das sequências cinematográficas da saga erótica.

De acordo com o jornal britânico “The Sun”, as duas se desprezam “e culpam uma a outra pelos problemas do longa-metragem”.

Sam revelou à revista “Variety” que ficou bastante desapontada com a autora, principalmente porque E.L. queria que a adaptação do primeiro livro da série tivesse cenas de sexo mais explícitas.

‘O escaravelho do diabo’, clássico da literatura brasileira, vai ganhar os cinemas

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Cena do longa 'O escaravelho do diabo' - Aline Arruda / Divulgação

Cena do longa ‘O escaravelho do diabo’ – Aline Arruda / Divulgação

Adaptação da obra está sendo rodada em São Paulo e tem Marcos Caruso no elenco

André Miranda, em O Globo

RIO – Há algumas passagens que marcam absurdamente o período entre o fim da infância e o começo da adolescência. Como o primeiro beijo, a primeira viagem à Disney, a primeira vez que se pegou um ônibus sem a companhia dos pais ou a primeira leitura de “O escaravelho do diabo”. Escrito pela mineira Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), o livro de suspense juvenil foi lançado pela coleção Vaga-Lume, da editora Ática, em 1972, e tem sido tão popular entre os jovens de várias gerações que já chegou à 27ª edição. O que ainda faltava ao romance, contudo, era uma adaptação ao cinema — lacuna que está sendo preenchida neste exato momento, com as filmagens do longa-metragem “O escaravelho do diabo” no interior de São Paulo.

o escaravelho do diaboPara a adaptação, atores e equipe estão desde 12 de janeiro e ficarão até 26 de fevereiro entre os municípios de Amparo, Holambra, Campinas e Jaguariúna, tudo para recriar o clima de mistério da trama em que vítimas ruivas recebem um escaravelho antes de serem assassinadas. A direção é de Carlo Milani, com produção da Dezenove Som e Imagens e coprodução da Globo Filmes.

— Eu li o livro quando tinha uns 13 anos, na escola. Eu estudava no Marista São José, e não era um moleque muito ligado em leitura. Mas, com “O escaravelho”, eu li tudo de uma vez — conta Milani, hoje com 42 anos. — Mais tarde, o que me chamou a atenção foi ter chegado em casa e ver minha filha com o livro. Aí resolvi preparar um projeto para a adaptação.

Filho do ator Francisco Milani (1936-2005), Carlo Milani é diretor na TV Globo, onde trabalhou em novelas como “Terra Nostra”, “América” e “Bang bang”. Ele também tem experiência em teatro, com a direção das peças “A comédia dos erros”, de Shakespeare, “Bodas de papel”, de Maria Adelaide Amaral, e “Estranhos casais”, de Chico Anysio, mas “O escaravelho do diabo” é seu primeiro longa-metragem.

Para essa estreia, ele foi pedir ajuda a Sara Silveira, produtora premiada e conhecida no Brasil por dar chance a jovens diretores em seus primeiros filmes e também por trabalhos mais autorais — por exemplo, são produções dela “Trabalhar cansa”, de Marco Dutra e Juliana Rojas, “Durval discos”, de Anna Muylaert, “Bicho de sete cabeças”, de Laís Bodanzsky, e “Falsa loura”, de Carlos Reichenbach.

O primeiro encontro de Sara e Milani foi inusitado: em 2007, numa churrascaria do Rio, ela foi abordada por um “mala”, que disse que um dia eles trabalhariam juntos. Um ano depois, Sara foi convidada para uma reunião na Globo Filmes, para discutir a proposta de um filme.

— Os executivos estavam lá, mas o diretor estava atrasado. Quando ele apareceu, olhei para aquele menino e vi que era o mala de um ano antes. Ele me disse: “Eu não falei que você iria fazer um filme comigo?” — conta Sara. — Achei tudo isso tão curioso que resolvi aceitar. O orçamento de produção e distribuição é de R$ 5,8 milhões, é o filme mais caro que eu já fiz. Então é um desafio novo lidar com um projeto desse tamanho e com a expectativa de público. O que a gente quer provar, unindo as forças da Dezenove com a Globo Filmes, é que é possível fazer um cinema de entretenimento com reflexão no Brasil.

Na adaptação do texto de Lúcia Machado de Almeida, algumas situações foram modificadas para que a trama fosse mais bem compreendida no cinema. Na obra original, o protagonista Alberto, rapaz que tem o irmão assassinado com uma espada atravessada no peito e sai em busca de pistas do criminoso, é um estudante de medicina de 20 e poucos anos. Agora, na nova versão, Alberto será um menino de 11 anos, vivido pelo jovem ator Thiago Rosseti.

O que não muda é a presença de Pimentel, policial que auxilia Alberto na investigação dos assassinatos. Para o papel, Milani convidou Marcos Caruso.

— Meu personagem tem síndrome de Lewy e passa por momentos de esquecimento. A união dele com o garoto funciona de forma quase inconsciente. Enquanto um está na descendente, o outro é um menino que precisa ascender — explica Caruso. — A gente está contando a história de um ponto de vista adulto. É um drama sob a ótica madura, mas que pretende atingir um público jovem. Eu acho que essa garotada de hoje é tão bem informada, assiste a tantas coisas, que não dá para fazer um filme bobinho e infantil.

O elenco é composto, ainda, por Jonas Bloch, Selma Egrei, Lourenço Mutarelli, Augusto Madeira e Thogum Teixeira, entre outros. O roteiro foi escrito por Melanie Dimantas e Ronaldo Santos, a fotografia é de Pedro Farkas e a direção de arte, de Valdy Lopes Jr..

Na última terça-feira, dentro de um casarão de época em Amparo, foi rodada a cena em que Pimentel aborda Alberto com a notícia trágica. “Infelizmente seu irmão não resistiu, eu sinto muito”, disse o delegado para depois se esquecer de que estava tratando com uma criança que acabara de perder um parente e começar a interrogá-lo como se ele fosse suspeito do crime.

SELEÇÃO COM CEM CRIANÇAS

Thiago Rosseti, então, tem uma das cenas mais difíceis rodadas até então no filme, quando precisa chorar e vomitar pela sensação de desconforto de seu personagem em falar sobre a morte do irmão. Assim como o diretor Carlo Milani, o garoto faz sua estreia em longas-metragens com “O escaravelho do diabo”, o que não quer dizer que ele não seja experiente. Antes, ele já havia participado de novelas, como “Carrossel”, e comerciais. Com dez meses de idade, fez seu primeiro trabalho na TV numa propaganda de um supermercado.

Na seleção para o filme, Thiago teve que superar outras cem crianças que fizeram o teste para viver Alberto.

— É um pouco complicado ter que transformar a ficção numa coisa real e natural. Eu fico olhando para as coisas e imaginando que elas são verdade — explica o menino, numa das poucas vezes em que tirou os olhos do jogo “Candy Crush” de seu telefone celular. — Para conseguir vomitar, eles me deram uma coisa com um gosto nojento para colocar na boca. Não quero nem lembrar disso.

O lançamento de “O escaravelho do diabo” está previsto para o meio do ano, época de férias, com o objetivo de atrair um público jovem — além dos pais que se recordam afetivamente da leitura do livro. Se o filme der certo, pode ajudar a abrir um caminho pouco explorado pelo cinema brasileiro, o de produções voltadas para adolescentes. Nos últimos anos, são pouco os exemplos do tipo, como “Houve uma vez dois verões” (2002), de Jorge Furtado, “Antes que o mundo acabe” (2009), de Ana Luiza Azevedo, e “As melhores coisas do mundo” (2010), de Laís Bodanzky.

— Essa garotada adora o suspense do cinema americano. Então acho que podemos acertar nesse caminho — diz Carlo Milani. — Se eu tenho uma expectativa com o filme, é deixar os cinco herdeiros da Lúcia Machado de Almeida felizes. O livro foi muito importante para a minha formação.

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