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5 fatos que você não sabia sobre o livro It — A Coisa

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(Suma de Letras/Montagem sobre reprodução)

A história é rendeu uma adaptação indiana meio trash e foi escrita sob efeito de cocaína. Veja outras curiosidades sobre o livro que inspirou os filmes.

Maria Clara Rossini, na Superinteressante

t Capítulo 2 acabou de estrear nos cinemas. A continuação se passa 27 anos depois dos acontecimentos do primeiro filme, as crianças se tornaram adultas e o palhaço Pennywise voltou a assombrar a cidade de Derry.

Bem, os dois filmes, você bem sabe, são adaptações do romance It – A Coisa, escrito de Stephen King e publicado em 1986. E não faltam fatos inusitados – e bizarros – cercando a obra, ao longo dos 33 anos que ela passou tirando o sono dos fãs. Vamos a eles:

1. A história foi inspirada por um conto de fadas norueguês

É difícil imaginar como um conto de fadas infantil pode ter inspirado um dos maiores livros de terror de todos os tempos. Mas segundo o próprio Stephen King em seu blog oficial, foi esse o primeiro estalo que resultou na ideia do livro.

O conto “Os três cabritos rudes” fala sobre os três animais que precisam cruzar uma ponte para encontrar comida. Embaixo da ponte, no entanto, existe um troll que ameaça devorar os cabritos. King imaginou o que ele faria se um monstro debaixo da ponte ameaçasse devorá-lo, e imediatamente sentiu vontade de escrever um romance sobre isso.

A ponte se transformou na cidade de Derry e o monstro viveria literalmente debaixo dela, usando todo o sistema de esgoto como seu reino particular. Em vez de um troll, a criatura se transformou em um palhaço demoníaco que, de fato, devora suas vítimas.

2. A cidade de Derry existe “de verdade”

As aspas estão aí por um motivo: Derry é uma cidade fictícia no estado americano do Maine. Mas Stephen King revelou que ela é apenas uma versão mais assombrada de Bangor, localizada no mesmo estado. O mais legal é que Bangor é a cidade onde o próprio Stephen King mora, desde 1979.

Derry também é cenário de outros livros de King, como Insônia e 11/22/63. O autor tem algumas cidades fictícias registradas por onde as obras se passam, como Castle Rock — cenário de A Zona Morta e Doutor Sono — e Jerusalem’s Lot — que é citado em O Iluminado e O Cemitério.

3. O livro demorou 4 anos para ser escrito

Stephen King nem se compara a George R. R. Martin em velocidade de produção, mas também demorou um bom tempo para escrever It – A Coisa. Especialmente para King, que é conhecido por ser um escritor bastante veloz.

O tamanho da obra justifica a demora: o livro tem nada mais, nada menos que 1104 páginas. É o segundo livro mais longo que King já escreveu, perdendo apenas para A Dança da Morte, com 1248 páginas. Se não tiver tempo para ler esse tijolo, você pode ler um resumão das maiores bizarrices da obra aqui.

It – A Coisa foi publicado em conjunto com outros livros em um período muito curto de tempo. Em apenas 14 meses, Stephen King publicou Os Olhos do Dragão, Misery – Louca Obsessão, Os Estranhos e, é claro, It – A Coisa. Tudo isso aconteceu entre 1986 e 1987, e foi durante esse período que…

4. Stephen King escreveu o livro usando (muita) cocaína

O autor passou por um período difícil entre 1978 e 1986, quando seu uso de álcool e cocaína aumentou bastante. Em entrevista à Rolling Stone, ele diz que a qualidade de sua escrita caiu nessa época, mas isso não impediu suas publicações – ele continuava escrevendo mesmo enquanto estava sob efeito das drogas.

It – A Coisa foi um dos filhos dessa época. Outro deles foi Cujo – livro que autor afirma nem lembrar de ter escrito. A fase se encerrou com a publicação de Os Estranhos, que veio logo depois de It chegar às livrarias. Foi o último romance que King escreveu antes de abandonar a cocaína – e ele permanece sóbrio desde então.

5. Existe uma adaptação de It para a TV indiana

E ela é tão estranha quanto parece. Woh é uma série de TV indiana que foi ao ar em 1998. A ideia era fazer algo parecido com a minissérie americana de 1990, dividida em dois episódios, mas ela acabou saindo muito mais bizarra.

A premissa é a mesma: um palhaço aparece de tempos em tempos em uma cidade do interior para raptar e matar crianças. Sete adolescentes lutam contra a criatura e prometem derrotá-la se algum dia ela retornar.

Agora vamos às diferenças: a trama se passa na cidade de Panchgani, na Índia, e também retrata todas as características do país. A origem da Coisa também é muito diferente: na série indiana, Woh era um homem que não se encaixava na sociedade e decide cometer suicídio – mas acaba se tornando uma entidade do mal.

Apesar de tudo isso, o que mais torna a série bizarra é o estilo da produção. São poucas câmeras e cenários caricatos, que acabam deixando a série com uma cara mais amadora e bem menos assustadora do que a original.

Todos os episódios estão disponíveis no youtube, mas só em hindi e sem legendas. Mesmo assim, vale a pena conferir pelo menos a abertura do primeiro episódio:

A Hora do Vampiro: Filme será fiel ao livro de Stephen King

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Filipe Salomão, no Combo Infinito

A Hora do Vampiro é uma obra do escritor Stephen King de 1975. Certamente umas de suas obras mais amadas pelos fãs do escritor. Curiosidade, também é o livro preferido do próprio Stephen King.

Sobretudo, temos apenas boas notícias, uma vez que a obra será adaptada aos cinemas por James Wan. O diretor certamente é lembrado por Jogos Mortais, porém ele também dirigiu Invocação do Mal, Aquaman entre outros.

A outra boa notícia é que ele prometeu deixar a obra fiel ao que está no livro, afinal, isso se torna um terror para muitos fãs quando se trata de adaptações. Assim, quem confirmou a adaptação foi Gary Dauberman, o roteirista responsável pelo filme:

Gostaria de ser o mais fiel possível à história original, sem que isto complique a adaptação da obra. Estou muito entusiasmado por fazer parte deste projeto. É muito divertido brincar com vampiros e fazer algo realmente assustador com eles.”

Ambientado na cidade de Jerusalem’s Lot, na Nova Inglaterra, o romance conta a história de três forasteiros. Ben Mears, um escritor que viveu alguns anos na cidade quando criança e está disposto a acertar contas com o próprio passado; Mark Petrie, um menino obcecado por monstros e filmes de terror; e o Senhor Barlow, uma figura misteriosa que decide abrir uma loja na cidade.

Stephen King é um monstro

Stephen King é um monstro da literatura e cada vez mais está presente nas telinhas a nossa volta, seja filmes ou seriados. São mais de 70 livros publicados e dezenas de adaptações para o cinema e a TV.

Em seguida, veja alguns de seus livros mais famosos:

Carrie, a Estranha
Salem/A Hora do Vampiro
O Iluminado
O Cemitério
It – A Coisa
Jogo Perigoso
À Espera de um Milagre
Sob a Redoma

E o cara não para de escrever, segundo ele próprio, ele escreve todos os dias e têm uma meta de lançar dois livros por ano. Por fim, uma outra curiosidade, King disse que lê 80 livros por ano!

Fiquem com a gente para saber mais novidades sobre filmes, livros, games e tudo mais.

Fonte: IGN Portugal

Little Women | Novo longa de Greta Gerwig ganha novas imagens

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Meryl Streep, Saoirse Ronan, Emma Watson e Timothée Chalamet estão no elenco da adaptação

Bruna Dolores, no Poltrona Nerd

A Vanity Fair divulgou as primeiras imagens de Little Women, adaptação cinematográfica do livro Mulherzinhas de Louisa May Alcott.

Mulherzinhas é um dos livros mais populares da história da literatura americana. O livro conta a história de quatro irmãs crescendo entre 1861 e 1865, durante a Guerra Civil Americana. Ele já foi adaptado dezenas de vezes e teve desde filmes silenciosos até uma ópera e um musical na Broadway.

Agora, com roteiro e direção de Greta Gerwig (Lady Bird: A Hora de Voar), Little Women chegará aos cinemas mais uma vez, com Saoirse Ronan (Duas Rainhas) no papel da protagonista Jo March.

As irmãs de Jo são Florence Pugh (Lutando Pela Família) como Amy, Emma Watson (A Bela e a Fera) como Meg e Eliza Scanlen (Objetos Cortantes) como Beth. O elenco ainda conta com Laura Dern (Big Little Lies), Meryl Streep (Big Little Lies) e Timothée Chalamet (Querido Menino).

Little Women está previsto para chegar aos cinemas americanos no dia 25 de dezembro, mas ainda não tem data definida para o Brasil.

Sequência de “Bird Box” vai retomar ideia deixada de lado no primeiro livro

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Lello Lopes, no UOL

Josh Malerman é um escritor prolífico. Desde que lançou “Bird Box” (que ganhou o nome de “Caixa de Pássaros” no Brasil) em 2014 ele já publicou outros sete livros. Em outubro chega mais um: “Malorie”, sequência da história que virou sucesso na Netflix em filme lançado no final do ano passado.

Josh Malerman, autor de “Bird Box” Imagem: Chris Stranad Photography

Em entrevista ao UOL, por email, Malerman contou um pouco de “Malorie” e falou sobre o sucesso de “Bird Box”, visto por mais de 80 milhões de pessoas segundo a Netflix.

O escritor, que esteve no Brasil em 2015, voltará ao país para a Bienal do Rio, entre o final de agosto e o começo da setembro, para divulgar um outro livro lançado em 2019, “Inspection”.

Veja a entrevista:

Você esperava o enorme sucesso de “Bird Box” na Netflix?

Eu acho que ninguém poderia prever que o filme faria o que fez. Não estou dizendo que eu não tinha confiança ou esperança, mas ele explodiu de uma maneira que nenhum de nós previu. Que jornada, hein? Incrível.

O que você acha sobre o Desafio Bird Box (com as pessoas fazendo atividades cotidianas de olhos vendados) que muita gente fez após ver o filme?
Bem, no começo eu amei. Até pensei em eu mesmo fazer um. Então isso ficou esquisito quando uma garota dirigiu daquele jeito e bateu o carro. Graças a Deus ela ficou bem, mas a partir daquilo nós tivemos que dizer, tipo, ‘hey, em vez disso tente fazer um sanduíche de olhos vendados. É tão emocionante!'”.

Por que escrever uma sequência de “Bird Box”? Que tipo de história você vai nos contar?

O rascunho de “Bird Box” era duas vezes maior que a versão que acabou sendo publicada e lá tinha uma trama que eu tirei, uma trama que eu realmente gostava. Eu pensava nela frequentemente e imaginei que algum dia a faria.

O sucesso do filme, e consequentemente o do livro, meio que definiu que, se eu fosse escrever “Malorie”, agora seria a hora certa. Então no final eu consegui incluir essa trama perdida nesse segundo livro e é ótimo porque essa foi uma ideia que nasceu praticamente ao mesmo tempo do livro original.

O que você sabe sobre a adaptação de “Piano Vermelho” para o cinema?

Eu sei que os produtores são pessoas incríveis. Scott Free e Atlas Industries têm grandes pensadores que estão procurando por histórias originais e empolgantes, e eu me sinto completamente em casa falando e trabalhando com eles. Também sei que o roteirista, Barnett Brettler, é um cara incrível e brilhante, e eu amo a sua visão para a história. Bom, vamos ver como isso se desenvolve, mas no momento eu me sinto ótimo sobre como está.

Capa de “Malorie” Imagem: Reprodução/Esquire… – Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/05/12/sequencia-de-bird-box-vai-retomar-ideia-deixada-de-lado-no-primeiro-livro.htm?cmpid=copiaecola

O seu novo livro, “Inspection”, promete uma discussão sobre gêneros. Como você vê o debate sobre o assunto nos dias de hoje?

Eu escrevi o rascunho de “Inspection” em 2007, então reescrevi completamente nos últimos anos. Meu publisher conhecia a ideia e meu editor achou que era o momento perfeito para lançar uma história como essa, com o tema de igualdade de gênero. Ela é intencionalmente fria, sem sexo e sombria. Mas, de alguma forma, apesar desses fatores, eu acho que o livro é quente ao dizer que você pode tentar empurrar a natureza dentro de uma caixa, mas ela achará um jeito de escapar, não importa o que você faça.

Você conhece alguma coisa da literatura brasileira? Tem algum autor favorito?

Eu amo o Rapahel Montes e a Janda Montenegro. Mentes brilhantes, pessoas brilhantes.

Sucesso de Ruth Rocha, ‘Marcelo, Marmelo, Martelo’ deve virar série

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Data da foto: 12/2002 Ruth Rocha, escritora infanto-juvenil. (Divulgação/Divulgação)

A direção da adaptação do livro que teve mais de 20 milhões de cópias vendidas será de Calvito Leal e Duda Vaisman

Publicado na Veja

Marcelo, Marmelo, Martelo pode virar série. A produtora Coiote conseguiu autorização de Ruth Rocha para a adaptação, e agora busca patrocínio ou parcerias com empresas do ramo para transformar o maior sucesso da escritora em uma produção de streaming.

“É sempre um desafio, mas acreditamos que já partimos com o interesse de um grande público, de várias gerações”, afirma Margarida Ribeiro, integrante da equipe que levará para as telas o livro de mais de 20 milhões de cópias vendidas. A direção será de Calvito Leal e Duda Vaisman.

“Estou na expectativa de ver o que vai sair, como vai ser. Naturalmente, estou feliz, porque televisão é importante, as crianças adoram”, diz Ruth Rocha. “Expande a história. O público de TV que não é leitor pode ganhar interesse em ler. E o público que é leitor vai ter interesse na série.”

Na maioria das vezes, a escritora não autoriza pedidos de adaptação de seus livros. “Vem muita bobagem, o livro vira outra história. Tem de ter a essência do original.”

Ruth Rocha não acredita que os produtos audiovisuais ‘roubam’ as crianças dos livros. “A TV, os tablets roubam um pouco de tempo, sim, mas também estimulam e podem remeter aos livros”, afirma ainda. “Não devemos demonizar nada”, acrescenta.

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