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Stephen Chbosky dirigirá cinebiografia sobre a vida do Dr. Seuss

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Célebre autor de livros infantis está em alta, havendo a adaptação de algumas de suas obras para os cinemas atualmente.

Boo Mesquita, no Cinema com Rapadura

De acordo com a Deadline, o célebre autor de obras infantis, Theodor Geisel, mais conhecido como Dr. Seuss, ganhará uma cinebiografia intitulada “Seuss”, que será dirigida por Stephen Chbosky (“Extraordinário“). O longa acompanhará Geisel em 1920 e contará a história de quando ele lutava para encontrar sua voz como escritor, antes de conhecer sua musa e futura esposa, Helen Palmer, que o impulsionaria a se tornar o Dr. Seuss.

Trinta anos mais tarde, uma doença súbita paralisa Helen e a carreira de Dr. Seuss passa por um percalço, até que Helen o inspira a criar o icônico livro infantil “O Gato do Chapéu”. Dr. Seuss criou mais de 60 obras infantis até a sua morte, em 1991, anos 87 anos.

O roteiro do longa ficara a cargo da dupla Jonathan Stewart e Eval Podell (“Carros 3”), e a produção será de Carla Hacken, por meio de sua produtora Paper Pictures. Ainda não há mais detalhes sobre a produção.

Outras obras do famoso autor serão readaptadas em breve para o cinema, como “O Gato do Chapéu“, que já havia ganhado um live-action em 2003, e “O Grinch“, adaptado em 2000.

Gayle Forman fala sobre os 3 próximos livros e vinda ao Brasil

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A autora já escreveu vários best-sellers (Gayle Forman/Divulgação)

A autora já escreveu vários best-sellers (Gayle Forman/Divulgação)

 

A autora vem ao país para a Bienal do Livro 2017.

Bruna Nobrega, na Capricho

Talvez você não conheça diretamente Gayle Forman pelo nome, mas, com certeza, já ouviu falar de um dos livros dela. Se Eu Ficar bombou tanto que virou um filme estrelado pela Chloe Grace Moretz e depois rendeu a sequência literária Para Onde Ela Foi.

Mas não são só esses dois livros que fazem parte do repertório da autora, não, viu? Ela também tem os sucessos Apenas Um Dia, Eu Estive Aqui, Quando Eu Parti, entre outros. E, para falar sobre eles em uma conversa com a brasileira Paula Pimenta (de Fazendo Meu Filme e Minha Vida Fora de Série), Gayle desembarca no Brasil em setembro na Bienal do Livro.

Gayle Forman na premiere de Se Eu Ficar, em Los Angeles. (Alberto E. Rodriguez//Getty Images)

Gayle Forman na premiere de Se Eu Ficar, em Los Angeles. (Alberto E. Rodriguez//Getty Images)

Para dar um gostinho do que vem aí, a autora conversou com a CAPRICHO e ainda contou uma novidade, ou melhor, 3. É que tem 3 livros já semi prontos para o lançamento. Quer ver?

CH: Você tem uma base de fãs muito grande no Brasil e agora você está vindo para o país! Está animada?

Gayle: Eu estou MUITO animada. Eu nunca estive no Brasil antes e está no topo da minha lista de desejo há anos, então poder ir como autora, ver (um pouquinho) do país e conhecer os leitores!? Eu não poderia amar mais.

CH: Como é ver o seu livro traduzido para tantas línguas diferentes e poder viajar pelo mundo por causa deles?

Gayle: Nós estamos vivendo no que parece um momento divisivo agora, então quando um livro atinge um nível universal é pessoalmente gratificante e reconfortante. Acaba me lembrando que o coração humano é constante. Amor, perda, desejo, são universais. Então é um remédio para tempos como esse. Por um lado mais leve, é emocionante ver seu trabalho alcançar uma audiência tão grande ao redor do mundo. Eu me lembro de quando Se Eu Ficar começou a fazer sucesso internacionalmente. Eu fiquei espantada que um livro que eu escrevi na mesa de canto da sala da casa minha família estava chegando tão longe.

CH: O último livro que você lançou foi Quando Eu Parti e é diferente dos outros livros porque é sobre uma mãe adulta. O que fez você mudar a perspectiva? É uma mudança definitiva?

Gayle: Eu sentei para escrever um novo romance adolescente, mas eu descobri que a história que eu realmente precisava contar era sobre casamento e maternidade. Como muitas outras mães que trabalham, eu me prendi em ser uma profissional e uma mãe, tentando redefinir os papeis, mas nem sempre tendo sucesso, e tentando pedir ajuda, definitivamente sem sucesso. Eu amei poder escrever uma personagem como a Maribeth, um pouco chata, mas muito parecida comigo, e eu particularmente amei escrever sobre as crianças. Apesar disso, eu não acho que a experiência de escrever um livro adulto foi diferente de um adolescente. Foi a mesma jornada emocional, descobrindo as camadas dos personagens.

CH: Falando sobre isso, você já está planejando seu próximo livro? Vai ser sobre o quê?

Gayle: Eu acabei de entregar o meu próximo livro, que vai ser um romance adolascente. Os personagens são mais velhos, 19 anos, o que tem sido recorrente nos meus livros. É sobre três estranhos totais, cada um em seu próprio caminho, mas perdidos, e o que acontece é que eles acabam se encontrando. Eu também tenho meu próximo romance escrito pela metade e eu escrevi um sobre jovens do Ensino Médio. Então muita coisa pela frente.

CH: Se Eu Ficar e Apenas Um Dia tiveram sequências. Você está planejando escrever mais livros da série Eu Estive Aqui e Quando Eu Parti?

Gayle: O único livro que eu planejei uma sequência foi Apenas Um Dia. Os dois livros foram concebidos como um dueto. Eu pensei que Se Eu Ficar fosse ficar sozinho, mas então os personagens ficavam me deixando acordada à noite, querendo saber por que eu os deixei naquele lugar. Eles não ficavam quietos então eu comecei a pensar no futuro deles e virou a história do Adam. Eu não acho que tem uma sequência para Eu Estive Aqui e Quando Eu Parti. Esses personagens estão quietos. A história deles está completa.

Gayle Forman com Chloe Grace Moretz e Jamie Blackley na premiere de Se Eu Ficar, em Nova York. (Brad Barket//Getty Images)

Gayle Forman com Chloe Grace Moretz e Jamie Blackley na premiere de Se Eu Ficar, em Nova York. (Brad Barket//Getty Images)

CH: Se Eu Ficar ficou muito conhecido depois que foi adaptado para o cinema. Como é ver seus personagens ganharem vida? Você tem algum outro livro que vai ganhar adaptação?

Gayle: É muito gratificante ver os personagens passarem tão bem das páginas para as telas. Eu realmente senti como se tivesse capturado a essência deles. O filme foi incrível, uma experiência muito intensa. Se Eu Ficar é vagamente baseado em uma tragédia real, a morte dos meus amigos. Quando o diretor RJ Cutler estava trabalhando no roteiro, ele me perguntou como a casa da família da Mia deveria ser, e eu me lembro do primeiro dia que eu vi a casa pronta no set e chorei. Parecia muito com a casa antiga dos meus amigos. Foi uma forma estranha de imortalidade, como meus amigos, que haviam falecido há tanto tempo, ainda viviam ali.

Sobre os outros livros, é dois passos para frente, um para trás. Há algumas coisas no forno, mas nada em produção ainda.

A Torre Negra | Diretor confirma que filme será uma sequência dos livros

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Diretor também afirma que Stephen King aprovou a adaptação.

Robinson Samulak Alves, no Cinema com Rapadura

Há muitos anos os fãs de Stephen King aguardam por uma adaptação de “A Torre Negra”. A principal obra do autor finalmente chegará aos cinemas pelas mãos do diretor Nikolaj Arcel (“O Amante da Rainha”), porém não da forma como muitos estavam aguardando. Depois do primeiro trailer algumas teorias começaram a surgir pela forma como elementos de vários livros apareciam juntos, ao mesmo tempo que personagens dos primeiros livros não eram citados. Agora, Arcel confirmou que uma das teorias estava correta. Durante uma entrevista à IGN, o diretor confirmou que o filme será uma sequência dos livros, mas que conta com a aprovação do diretor. Confira o que disse Nikolaj Arcel:

“É, de fato, uma continuação. É uma continuação do cânone. É exatamente isso que pretendemos e o que Stephen King assinou. Em um determinado ponto ele [Stephen King] disse: ‘Tenho algumas anotações para o script’. E ele nos enviou uma cópia impressa do roteiro, com notas feitas à mão. Ele foi muito educado e muito respeitoso. Era sempre como, ‘Talvez Roland não deva falar muito aqui’… ele era como o dono da casa dos personagens. Depois de ver o filme pela primeira vez, King me escreveu:’Este não é exatamente o meu romance, mas tem muito do espírito e do tom, e eu estou muito feliz’.”

Um pistoleiro chamado Roland Deschain (Idris Elba) percorre o mundo em busca da famosa Torre Negra, prédio mágico que está prestes a desaparecer. Essa busca envolve uma intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto (Matthew McConaughey), passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. Baseado na obra literária homônima de Stephen King.

No elenco, vemos ainda Tom Taylor (da série “The Last Kingdom”) como Jake Chambers, Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como Tirana e Jackie Earle Haley (“Invasão a Londres”) como Sayre.

“A Torre Negra” tem estreia prevista para 04 de agosto de 2017.

ONU lança cartilha de ensino de português para refugiados no Brasil

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Material gratuito ensina a língua a partir do cotidiano de pessoas refugiadas.
Contexto ajuda no aprendizado e na adaptação, diz editora da cartilha.

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Ana Carolina Moreno, em G1

A Agência da ONU para Refugiados (Acnur) lançou uma cartilha de ensino de português especificamente para os refugiados no Brasil. Batizado de “Pode entrar: Português do Brasil para refugiadas e refugiados”, o material didático foi lançado no fim de novembro e pode ser baixado gratuitamente pela internet.

Segundo Talita Amaro de Oliveira, a editora responsável pela cartilha, o processo de elaboração do material durou cerca de dez meses e foi feito em parceria com a Cáritas e o Cursinho Popular Mafalda, do qual ela é coordenadora, e tem como objetivo atender a uma demanda já antiga entre as entidades que acolhem refugiados no Brasil.

“Todo mundo que trabalha com português para refugiados estava precisando do material. O que a gente encontra é um mercado com material didático, mas é para um público específico. Ele é voltado para imigrantes comuns, para turistas, ensina exemplos do tipo ‘como pedir um táxi da Paulista’. Então, não é algo que se encaixava na realidade da vivência dos refugiados e das refugiadas”, afirmou ela ao G1.

Adaptação ao cotidiano
O conteúdo da língua portuguesa ensinado na cartilha foi dividido em 12 capítulos e 139 páginas que seguem temas importantes do cotidiano de pessoas que foram forçadas a sair de seus países, para não sofrer represálias por motivos políticos e religiosos ou por causa da violência.

“A gente fez uma avaliação com refugiados e refugiadas antes, para levantar quais eram as principais demandas deles, as principais dificuldades deles no Brasil, e fomos tentando criar uma ordem de prioridade nos conteúdos, eles vão se elevando de complexidade conforme o vocabulário vai aumentando, vão conseguindo ter um acesso melhor à língua”, explicou Talita.

O primeiro capítulo, por exemplo, ensina os estrangeiros e estrangeiras os termos básicos de saudações e o vocabulário de pronomes pessoais, nacionalidades e verbos comuns para o interlocutor se apresentar e a informar seus dados pessoais em português. Para isso, a cartilha ensina os e as estudantes a preencher um formulário.

“A gente sabe que, no Brasil, em todas as instituições você preenche um formulário. Algo que aqui parece super simples para a gente se transforma em algo astronômico para eles, significaria não entrar em uma vaga de emprego, ou não conseguir determinado benefício.”

Os demais capítulos abordam as questões socias brasileiras que serão de uso prático de quem chega para viver no país, como a educação, o Sistema Único de Saúde (SUS), os transportes, a tolerância religiosa, os direitos das crianças e como conseguir trabalho. Dentro dos capítulos, os conteúdos como pronomes interrogativos, números e conjunções, entre outros, são ensinados em meio ao contexto dos temas abordados.

A cartilha também tem dados sobre a evolução no número de pessoas refugiadas no Brasil e informações sobre a história e a demografia do país.

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Procura cada vez maior
Talita explica que o número de pessoas buscando refúgio no Brasil tem aumentado. Em setembro, o governo brasileiro prorrogou por dois anos a emissão de vistos especiais a refugiados da guerra da Síria, com regras mais simples. Na época, o país tinha 2.097 sírios nessa condição.

Em novembro, o Brasil também autorizou a permanência definitiva de quase 44 mil haitianos, que começaram a chegar ao país em maior número depois do terremoto de 2010, que deixou cerca de 300 mil mortos.

Só em fevereiro deste ano, o número de haitianos que entraram no Brasil chegou a 2 mil.

Inclusão de mulheres
Só no Cursinho Popular Mafalda, que atende a região da Zona Leste de São Paulo, há três turmas semestrais de português, de acordo com a coordenadora. Em cada uma, entre 30 e 35 alunos finalizam o semestre letivo. “A gente separa por falantes de determinado idioma. Temos sala para falantes de árabe, francês e inglês, e quem dá aula fala os idiomas. É uma facilidade para irem acompanhando todos os conteúdos.”

As aulas acontecem aos sábados e, para garantir que as mulheres também pudessem partcipar, o cursinho abriu também uma turma para crianças. Os filhos de refugiados em idade escolar frequentam o colégio como as demais crianças brasileiras, mas, aos sábados, muitas mães deixavam de estudar para poder cuidar dos menores.

O cursinho oferece reforço escolar para os estudantes maiores e atividades recreativas paras as crianças mais novas.

“Às vezes essas mulheres vinham de realidade de exclusão no país natal, e aqui a gente acaba reproduzindo a exclusão, porque elas não tinham acesso ao curso de línguas”, explicou Talita.

5 habilidades profissionais aprendidas durante a escola

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Entenda o que você aprendeu durante o período acadêmico que é útil no ambiente profissional

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Publicado em Universia Brasil

O universo acadêmico faz com que os estudantes adquiram uma série de conhecimentos e habilidades que serão úteis durante toda vida. Várias delas são desenvolvidas durante a escola e aprimoradas no universo acadêmico. Confira quais são elas a seguir:

1 – Pensamento crítico

Essa habilidade é desenvolvida durante a escola porque é o primeiro momento da vida em que os estudantes são expostos a problemas que precisam resolver. Assim, quanto mais desenvolvido o senso crítico, maior as chances de o estudante conseguir lidar bem com as situações complicadas que precisar enfrentar na vida profissional e pessoal.

2 – Agilidade e capacidade de adaptação

Independentemente do local em que a pessoa trabalhe, é importante saber se adaptar a todos os cenários que surgirem, como uma transição de cargo, por exemplo. Além disso, na escola os alunos aprendem a serem ágeis, para conseguirem terminar uma prova a tempo, por exemplo, e usam essa habilidade no momento de entregar resultados.

3 – Boa comunicação

Por mais que muitas pessoas não consigam desenvolver bem essa habilidade, as que conseguem iniciam esse processo durante a escola. As apresentações de trabalhos são os maiores exemplos de como melhorar e, no mundo corporativo, saber se comunicar bem é um grande diferencial. Além disso, a expressão escrita também é muito importante, já que, independentemente da carreira que o aluno irá seguir, precisará escrever, nem que sejam e-mails.

4 – Imaginação e curiosidade

Essas duas habilidades são muito conectadas e amplamente desenvolvidas durante a vida acadêmica. Os estudantes são instigados a buscar sempre mais conhecimento e, por isso, são estimulados a serem curiosos. A partir do contato com novas histórias, podem despertar a imaginação. Dentro do ambiente profissional, ser curioso e imaginativo são grandes diferenciais.

5 – Analisar bem informações

A maior parte das vezes que os professores pedem que os estudantes realizem algum trabalho, enfatizam a importância de não confiar em todas as informações disponíveis na internet. Assim, ao crescerem e ingressarem no mercado de trabalho, essas pessoas tendem a ser mais cautelosas e não acreditarem em todos os dados que são fornecidos a elas, dobrando o cuidado que têm com a veracidade.

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