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Animação de “O Pequeno Príncipe” chega aos cinemas em 2015 e o trailer já é emocionante

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Publicado por Hypeness

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.” A famosa frase é do livro O Pequeno Príncipe, do francês Antoine de Sanint-Exupéry, uma das obras mais vendidas em todo o mundo e que, até o fim de 2015, será lançada em forma de animação. A adaptação será dirigida por Mark Osborne, diretor de do longa animado “Kung Fu Panda” e traz vozes de famosos como James Franco (raposa), Marion Corillard (a rosa) e Benicio Del Toro (a cobra).

O trailer do filme, liberado esta semana pela Paramount Pictures, traz como trilha sonora o belíssimo cover de Lily Allen da música Somewhere Only We Know e é em francês, sem legendas. Para quem não entender o que é dito durante os 1 minuto e 26 segundos de vídeo, a gente dá uma mãozinha no final.

Confira o vídeo:

Trailer Le Petit Prince

Segue o diálogo em tradução livre:

Piloto: Oh! Oh! Eu estou aqui em cima! Boa noite!

Menina: Era uma vez em que um pequeno príncipe… que precisava de um amigo?

Piloto: Eu viajei para quase todos os lugares do mundo, até que um milagre aconteceu…

Pequeno Príncipe: Por favor, desenhe para mim uma ovelha

Piloto: Eu sempre quis encontrar alguém com quem eu pudesse compartilhar minha história, mas eu acho que o mundo se tornou adulto demais. (…) Este é apenas o começo da história.

Lily Allen – Somewhere Only We Know (Keane)

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‘Grande sertão: veredas’ ganha adaptação em quadrinhos com edição de luxo

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Cena do pacto de Riobaldo com o diabo, no romance de Guimarães Rosa - Reprodução

Cena do pacto de Riobaldo com o diabo, no romance de Guimarães Rosa – Reprodução

Com tiragem de 7 mil exemplares, versão em HQ tenta expressar em imagens a ambiguidade do clássico da literatura brasileira

Mauricio Meireles, em O Globo

RIO – O diabo na casa, no meio da escrivaninha. O Cão, o Sete Peles, o Cramulhão, o Pé de Bode, o Coisa Ruim, o Capiroto — pausa para respirar, porque são muitos os nomes do Tinhoso — quis que o artista plástico e cineasta Eloar Guazzelli caísse em tentação. A tentação era, diante da devoção a “Grande sertão: veredas”, não conseguir cortar o texto do romance para que ele coubesse na adaptação em quadrinhos do clássico de Guimarães Rosa. Guazzelli precisou pegar o Capeta pelos chifres

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/livros/grande-sertao-veredas-ganha-adaptacao-em-quadrinhos-com-edicao-de-luxo-14687193#ixzz3KO9k7Pcm
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O artista é responsável pelo roteiro da versão em HQ de “Grande sertão: veredas”, ilustrada por Rodrigo Rosa, que a Globo Livros lança em edição de colecionador e numerada (são 7 mil exemplares de tiragem). O livro, que começa a chegar às prateleiras hoje, será vendido pela Livraria Cultura, por conta de um acordo de exclusividade entre a rede livreira e a editora. A ideia é que em algum momento, porém, uma edição comercial seja lançada.

— É um inferno. A narrativa de um roteiro é baseada no gesto brutal do corte. Fui tentado pelo demo a não cortar, mas me orgulho de ter feito essa travessia — ri Guazzelli. — Quando a gente se refere a cortar um texto como “Grande sertão: veredas”, a coisa fica mais difícil.

O pecado capital, diz ele, seria não alcançar a fidelidade à obra de Rosa. Mas a linguagem dos quadrinhos é diferente. Por isso, Guazelli, que fez roteiro e storyboard da adaptação, precisou trabalhar sobre a história do jagunço Riobaldo, protagonista do livro.

Na obra original — famosa por sua prosa poética, de sintaxe inovadora —, a narrativa é pontuada por idas e vindas no tempo, além de pausas nas quais Riobaldo reflete sobre questões que lhe interessam: a existência ou não do diabo, a religião, o mal, a guerra, o amor, a vingança, entre outros. Na adaptação, porém, o leitor vai encontrar a cronologia em ordem. Por isso, a cena famosa, em que Riobaldo e Diadorim se conhecem, ainda crianças, está quase no começo do livro.

— “Grande sertão…” tem uma estrutura que lembra romances como “Dom Quixote”, com uma história dentro da história dentro da história… Li e reli várias vezes, foi um trabalho braçal grande. Mas quis manter o poeta Guimarães Rosa. Não à toa, a versão em quadrinhos usa o próprio texto do romance — diz Guazzelli, que já adaptou também obras como “O pagador de promessas”, “Escrava Isaura” e “O bem amado”.

Quem teve também teve de lidar com um desafio grande foi Rodrigo Rosa, o ilustrador. Como representar em imagem um livro que usa a ambivalência como recurso literário, num jogo de ocultamento? O exemplo mais famoso dessa ambiguidade é o “jagunço” Diadorim, que na verdade é mulher. Riobaldo se apaixona por ela, mas não segue adiante porque acredita ser ela homem. Tudo bem que a essa altura do campeonato muita gente já conhece o mistério da personagem, mas Rodrigo buscou um traço andrógino para ela — sem revelar de cara seu segredo.

— Foi uma das coisas mais difíceis de desenhar, acho que fizemos seis versões. Tive cuidado para não ficar a cara da Bruna Lombardi — diz Rodrigo, em referência à atriz que interpretou Diadorim na versão televisiva do romance, em 1985.

Outro momento difícil de transformar em imagem é o suposto pacto que Riobaldo faz com o diabo. Afinal, o personagem conta sua história de vida a um interlocutor a fim de convencê-lo — e convencer a si mesmo — de que o demônio não existe. Assim, nem ele tem certeza se o pacto foi feito.

— Como no livro o pacto não é claro, tentei passar essa dúvida. Mostro Riobaldo na encruzilhada e o desenho vai ficando com um traço mais surrealista, como se fosse um estado de loucura — observa Rodrigo, que trabalhou na adaptação de “Os sertões”.

Perguntado se a ideia é criar um jeito de introduzir novos leitores à obra de Guimarães Rosa, Eloar Guazzelli diz não gostar dessa definição. A ideia, diz, não é reproduzir “Grande sertão: veredas”, mas representá-lo.

— Poderíamos usar 600 a mil páginas e não ficaria bom. O mapa não reproduz a terra, mas a representa — diz Guazzelli. — O livro é pontuado pela ideia de travessia, que tem muito a ver com o fazer artístico. O sertão é também a página em branco.

SERVIÇO

“‘Grande sertão: veredas’ em quadrinhos'”

Autor: João Guimarães Rosa

Roteiro: Eloar Guazzelli

Publicidade

Arte: Rodrigo Rosa

Editora: Biblioteca Azul (Globo Livros)

Quanto: R$ 199,90

5 poemas que se tornaram belas canções

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Diego Santos, no Literatortura

Existem obras tão sensacionais que não cabem numa única arte.

O casamento entre a música e a poesia sempre foi inspirador!

Nesta lista, veremos alguns poemas nos quais a rima, o ritmo e a métrica acabaram ultrapassando os limites dos livros e alcançaram belos acordes musicais, tornando-as obras ainda mais completas!

Aproveite pra comentar qual adaptação você mais curtiu e indicar novas poesias que se tornaram belas canções!

Funeral de um lavrador

Funeral de um Lavrador foi escrita por João Cabral de Molo Neto e cantada por Chico Buarque.

Trem de Ferro

Trem De Ferro é de Manuel Bandeira e foi musicada por Olivia Hime e Tom Jobim.

Circuladô de Fulô

Circuladô de Fulô não é um poema na integra. A música foi inspirada e contêm versos de “Galáxias”, de Haroldo de Campos.

Rosa de Hiroshima

Rosa de Hiroshima brotou de um poema de Vinícius de Moraes, escrito na década de 1950, e floresceu com os Secos e Molhados, em 1970.

Canção Amiga

Canção Amiga, de Carlos Drummond de Andrade, ganhou a voz de Milton Nascimento.

Conto romântico de John Green, autor de A Culpa é das Estrelas, será adaptado para os cinemas

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Trama faz parte do livro Deixe A Neve Cair, que também traz histórias de dois outros escritores, todas ambientadas na véspera de Natal.

Publicado no Boa Informação [via  Adoro Cinema]

O estúdio Universal Pictures comprou os direitos de adaptação para os cinemas do livro Deixe A Neve Cair. Lançado em 2008, o romance traz três histórias amorosas distintas envolvendo adolescentes durante a véspera de Natal, enquanto uma forte nevasca castiga a cidade de Gracetown.

John Green

John Green

O conto “O Milagre da Torcida de Natal” é da autoria de John Green, famoso por seus livros voltados para o público juvenil. Esse segmento acompanha o personagem Tobin e seus amigos, que estão prontos para passar o Natal assistindo filmes do James Bond quando decidem sair da zona de conforto para ir se encontrar com belas líderes de torcida que estão na região. Deixe A Neve Cair traz ainda os contos “O Expresso Jubileu”, de Maureen Johnson, e “O Santo Padroeiro dos Porcos”, de Lauren Myracle.

Esta será a terceira vez que uma obra de John Green será adaptada para os cinemas. A Culpa é das Estrelas, seu livro de maior sucesso, ganhou um elogiado e rentável filme estrelado por Shailene Woodley e Ansel Elgort. Atualmente, está sendo desenvolvida a versão para as telonas do livro Cidades de Papel, que terá Nat Wolff e Cara Delevingne como protagonistas e tem estreia prevista para o dia 30 de julho de 2015.

Ainda não há previsão para início de produção, nem informações sobre o diretor do filme e o elenco de Deixe A Neve Cair.

James Franco pretende adaptar mais duas histórias de William Faulkner para o cinema

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James Franco

Foto: Getty Images

O ator confessou adorar o trabalho do escritor modernista

Publicado em O Fuxico

James Franco quer dirigir mais dois filmes baseados em romances de William Faulkner. O ator e diretor de 36 anos admitiu que gostaria de adaptar mais dois romances do autor modernista depois de estrelar em The Sound and the Fury, que é baseado no livro de 1929 do escritor americano.

“Há mais dois textos do Faulkner que queremos fazer: The Hamlet e o The Bear. O The Bear vai ser difícil, porque você precisa de um urso treinado, mas hoje em dia você poderia provavelmente fazer um CGI ou uma motion capture, como em Planeta dos Macacos”, disse James ao jornal The Guardian.

Quando perguntado o motivo dessa conexão com o autor, que morreu em 1962, o belo ator respondeu: “Ele é o avô dos escritores do sul. Ele é o nosso grande escritor modernista. Ele anda de mãos dadas com James Joyce e Virginia Woolf e Marcel Proust. Ele é como a nossa versão de tudo isso. Eu acho que os melhores livros dele são As I Lay Dying e The Sound and the Fury, os dois livros que eu adaptei. O mundo dentro do filme se passa na década de 20 ou anterior, mas sua escrita é tão complexa e incomum que me permite usar muitas técnicas cinematográficas contemporâneas e estilos de edição”.

James acrescentou que o estilo de escrita modernista de William não torna seu trabalho como diretor mais complicado, mas foi rápido em apontar que não gostou deste aspecto da adaptação dos romances. “Essa é uma das razões pelas quais eu faço isso. Ele me empurra como um cineasta a encontrar soluções e técnicas cinematográficas que eu normalmente não usaria. Eu tenho que pensar, ‘como você consegue ter essa consciência?’ ou ‘como é que vamos contar essa história não-linear ?'”, disse Franco.

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