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Posts tagged Administradores

8 livros pouco conhecidos que todo administrador deve ler

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Acrescente essas indicações à lista de leitura e aproveite as dicas

Marcela Agra, no Administradores

Livros são instrumentos valiosos para o nosso crescimento pessoal e profissional. Todo empreendedor busca histórias inspiradoras ou biografias de pessoas que admira para se manter motivado. Além desses, obras de estudiosos e pensadores como Peter Drucker, por exemplo, sempre serão relevantes para a formação educacional e profissional de qualquer administrador.

A questão é que, muitas vezes, os mesmos livros são continuamente indicados nas universidades, MBAs e rodas de conversas entre empreendedores. É difícil encontrar obras não tão conhecidas e que ainda assim tenham o que acrescentar. Pensando em fugir das indicações batidas, agrupamos aqui oito livros pouco conhecidos que trazem lições práticas e que todo administrador deve ler.

Confira a lista abaixo, anote as dicas e boa leitura!

Google – A Biografia

Steven Levy, autor desse livro, é um jornalista que escreve sobre computadores, tecnologia, segurança de dados, criptografia, Internet, cibersegurança etc. É o principal contribuidor em tecnologia do Newsweek, atuando como editor sênior do jornal. Como sempre escreveu sobre o tema, Levy oferece oferece insight diferenciado sobre o Google neste livro. Ele teve acesso sem precedentes à empresa, e, de dentro do escritório batizado como Googleplex, conta com detalhes como funciona uma das gigantes mundiais da tecnologia.

A loja de tudo – Jeff Bezos e a era da Amazon

A Amazon foi pioneira na comercialização de livros na internet. Mas não parou por aí. Hoje, a empresa é de fato “a loja de tudo”, como diz o título desse livro e, mesmo sendo um dos maiores e-commerces do mundo, é conhecida também pela incomparável forma de atender o cliente. O jornalista Brad Stone conta nesse livro o que aprendeu acompanhando funcionários e executivos da empresa de perto, bem como também amigos e familiares de Jeff Bezos, fundador da Amazon.

Nelson Mandela: Uma entrevista com ensinamentos

É inegável que a vida de Mandela é exemplar. Lições de sua história são utéis a qualquer pessoa que deseja exercer papel de liderança. Esse livro simula uma entrevista com Nelson Mandela, depois de sua morte. As questões colocadas na obra são respondidas com falas e escritos verídicos do ativista, e são categorizadas por temas, para facilitar a vida do leitor.
Briga de cachorro grande: como a Apple e o Google foram à guerra e começaram uma revolução

Duas empresas “rivais” impulsionaram o mundo a mudar. A busca de Google e Apple por bater a competição no campo dos dispositivos móveis levou cada uma das marcas a investir em formas de se tornarem as melhores do mercado. O jornalista Fred Vogelstein acompanhou essa “briga de titãs” desde o início, lá nos primeiros anos do milênio. Nesse livro ele relata histórias sobre espionagem corporativa, acusações de plágio, acordos controversos e processos judiciais que envolvem as duas empresas e a forma como elas vêm se confrontando para dominar a forma como consumimos informação.

Minhas Invenções – A autobiografia de Nikola Tesla

Tesla foi um dos inventores de maior relevância para a evolução da eletricidade. Essa autobiografia breve do engenheiro eletricista mostra como suas obras – experimentos e teoria – revolucionaram a história, influenciando grandemente nossos sistemas contemporâneos de eletricidade.
Criatividade S.A.: Superando as forças invisíveis que ficam no caminho da verdadeira inspiração

Escrita por Ed Catmull, um dos fundadores da Pixar Animation Studios – e seu atual CEO -, a obra é um relato da trajetória de sucesso (e fracassos) do estúdio de animação mais relevante de sua área atualmente. No livro ele leva o leitor para as salas de reuniões da empresa, onde acontecessem as sessões de brainstorm, e fornece insights poderosos sobre criatividade, como reconhecer boas ideias e desenvolvê-las e outros aspectos. Como CEO, Catmull compartilha também os desafios e estratégias para gerir uma das empresas criativas de maior sucesso no mundo.

Como o Google funciona

Mais um sobre o Google. Nesse livro, Eric Schmidt e Jonathan Rosenberg elencam lições de negócios que consideram valiosas quanto ao funcionamento do Google e a forma como a empresa é gerenciada. Temas como estratégia, cultura corporativa, tomada de decisões, contratação de funcionários e capacidade de adaptação e inovação são abordados na obra. O que fez dessa marca a gigante global que ela é hoje? Os relatos dos bastidores mostram como o Google manteve o espírito de inovação ao longo dos anos, alcançando a posição de lider de mercado que ocupa hoje.

Eu, S.A.: Construa um exército de um homem só, liberte seu deus interior (do rock) e vença na vida e nos negócios

O astro da banda Kiss é um mestre do branding. Com mais de 100 milhões de álbuns vendidos, a banda de rock manteve sua identidade ao longo dos anos e construiu de fato uma marca. São bonecos, quadrinhos, itens de vestuário, jogos, filmes, todos originados nas personas criadas para sustentar a imagem da banda. No livro, Simmons oferece a empreendedores e aspirantes algumas ferramentas que considera essenciais para se chegar no topo, os seus “13 passos para o sucesso”.

Hábito de leitura… na Europa

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A surpresa maior aconteceu quando vi um vendedor de livros, com uma pilha deles nos braços caminhando entre os banhistas

Milton Assumpção no Administradores

Durante o mês de Julho viajei com a família para a Toscana na Itália. Um região linda, cheia pequenas cidades medievais, e com histórias maravilhosas de Etruscos, Romanos e do Renascimento.

Como já conheciamos várias delas, concentramos nossa viagem em cidades menores e que não havíamos ainda visitado.

E foi por isso que resolvemos passar alguns dias na Ilha de Elba, hoje sob a responsabilidade e controle da cidade de Livorno.

A principio, de Elba, eu só sabia do exilio de 10 meses de Napoleão Bonaparte, e das praias maravilhosas no Mediterrâneo.

Mas como sempre que visito algum lugar, eu procuro saber da sua história, da formação do seu povo, da economia , de atrações turísticas especiais, a Ilha de Elba foi uma grata surpresa.

1.500 AC os etruscos já extraiam, exploravam o minério ferro, e comercializavam para todo mediterrâneo. A ilha é citada em textos gregos da época. Posteriormente dominada pelos romanos, a ilha floresceu proporcionando matéria prima para confecções de armamentos, que lhes deu uma vantagem competitiva contra povos que lutavam com armamentos de cobre.

A cidade de Capoliveri, construída 1.000AC é uma pequena cidade no interior da ilha, próximo das minas de ferro e que apesar de ter hoje uma arquitetura mais medieval, guarda a historia daqueles tempos.

As minas, hoje estão desativadas, bombardeadas que foram durante a 2ª guerra mundial, mas podem ser visitadas.

Hoje a ilha vive totalmente do turismo, principalmente alemães, austríacos, nórdicos, e claro, italianos.

O que me chamou a atenção e que me levou a escrever este texto foi encontrar nas praias um numero muito grande, mas muito grande mesmo de pessoas lendo livros, de papel.

Jovens de 16, 17 anos, sentados na areia com livros na mão. Mulheres e homens de todas as idades curtindo e apreciando uma boa leitura.

A surpresa maior aconteceu quando vi um vendedor de livros, com uma pilha deles nos braços caminhando entre os banhistas.

Não tive dúvidas, chamei-o , comprei um livro e tirei uma foto.

Fiquei encantado. Não cansava de comentar com a minha família a satisfação de tudo isto.

Ah, não vi ninguém lendo um e-book.

 

Personagem Artemis Fowl saltará dos livros para as telas

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Os oito volumes com o personagem Artemis Fowl, de autoria do irlandês Eoin Colfer, foram publicados entre 2001 e 2012 e venderam mais de 21 milhões de exemplares no mundo todo

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artemisfowlArtemis Fowl, um gênio do crime milionário de apenas 12 anos que faz sucesso em uma série literária juvenil, vai virar personagem de cinema, disseram as produtoras Walt Disney Studios e Weinstein Company.

O filme abrangerá os dois primeiros livros da série e será adaptado por Michael Goldenberg, roteirista de “Harry Potter e a Ordem da Fênix”. A filmagem ainda não começou, e a data de lançamento não foi anunciada.

Os oito volumes com o personagem Artemis Fowl, de autoria do irlandês Eoin Colfer, foram publicados entre 2001 e 2012 e venderam mais de 21 milhões de exemplares no mundo todo.

A produção marca uma retomada na parceria entre a Disney e os fundadores da Weinstein Company, os irmãos Harvey e Bob Weinstein. Eles também foram os criadores da produtora Miramax, que pertenceu à Disney até 2010.

Os irmãos deixaram a Miramax em 2005, por causa de desentendimentos com a Disney, e então fundaram a Weinstein Company, conhecida por suas produções baratas e aclamadas pela crítica, como “O Discurso do Rei”.

“Se vocês me dissessem há cinco anos que eu estaria produzindo um projeto com a Disney, eu diria que vocês são loucos”, disse Harvey Weinstein em nota.

Manuscrito do 1º romance de Beckett é vendido por quase US$ 1,5 milhão

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A Universidade de Reading foi quem arrematou o manuscrito, que contém observações escritas à mão e difere de maneira substancial do romance final, publicado em 1938

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LONDRES, 10 Jul (Reuters) – Um manuscrito de “Murphy”, o primeiro romance do escritor irlandês Samuel Beckett, foi vendido em um leilão em Londres nesta quarta-feira por quase 1 milhão de libras (1,5 milhão de dólares), conforme estimativas pré-leilão, segundo a casa de leilão Sotheby’s.

Pages from Samuel Beckett’s jotter

 

A Universidade de Reading foi quem arrematou o manuscrito, que contém observações escritas à mão e difere de maneira substancial do romance final, publicado em 1938.

A universidade pagou 962.500 libras pelo manuscrito do irlandês premiado com o Nobel. A venda estava estimada entre 800.000 e 1,2 milhão de libras.

“Esse é sem dúvida o manuscrito mais importante de um romance completo de um escritor britânico ou irlandês moderno a aparecer em um leilão em muitas décadas”, disse em um comunicado Peter Selley, especialista-sênior em livros de manuscritos da Sotheby’s.

“O manuscrito é capaz de redefinir os estudos de Beckett por muitos anos”.

Espalhado por seis cadernos, o manuscrito contem múltiplas revisões, rabiscos e esboços do escritor colega do irlandês James Joyce e do ator britânico Charlie Chaplin, ambos influências na obra de Beckett.

Foi escrito entre agosto de 1935 e junho de 1936, enquanto Beckett era submetido à psicanálise.

Nascido em Dublin em 1906, Beckett viveu e trabalhou a maior parte da vida em Paris, escrevendo em francês e em inglês, e ganhou o Nobel de Literatura em 1969. Ele morreu em 1989.

 Fonte da imagem: The Times

Adoção de cotas enfrenta resistência de professores da USP

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Fábio Takahashi e Talita Bedinelli, na Folha de S.Paulo

Professores de diferentes segmentos da USP divulgaram nos últimos dias posições contrárias ao projeto de cotas para alunos de escolas públicas, desenhado pelos reitores das universidades e pelo governo do Estado.

Entre os críticos estão, por exemplo, docentes de destaque da área de humanas, o diretor interino da Faculdade de Medicina e a associação de professores –as argumentações são diferentes.

Apesar de ter sido pensado pelos administradores das escolas, a proposta, que tem o aval do governador Geraldo Alckmin (PSDB), só entrará em vigor se for aprovada internamente nos conselhos da USP, Unesp e Unicamp.

Uma das inovações é a adoção de um curso intermediário, de dois anos, para os melhores estudantes de escolas públicas. Após essa etapa, os formados poderiam escolher as vagas oferecidas em cada curso das universidades, sem a necessidade do vestibular.

Em carta aberta enviada a professores e alunos, as professoras titulares (topo da carreira) Lilia Schwarcz, da antropologia, e Maria Helena Machado, da história, criticam o formato do programa.

Elas veem problemas no curso intermediário, que será, em parte, a distância.

“Não é difícil imaginar que teríamos uma USP predominantemente branca e notavelmente elitista contraposta a uma USP virtual, onde alunos de escola pública, de baixa renda e pretos, pardos e indígenas, ficariam em espaços separados”, afirmam.

A Adusp (sindicato docente) criticou o cronograma proposto por reitores e pelo governo. O projeto foi divulgado oficialmente em dezembro. E deve ser aprovado até junho para que possa entrar em vigor já em 2014 (último ano do mandato de Alckmin).

Já a Frente Pró-Cotas Raciais da USP, que reúne professores, alunos e servidores, diz que “dois anos de espera [no curso] atrasarão o desenvolvimento educacional e profissional dos cotistas”.

Reservadamente, docentes que acompanham o processo dizem que o programa não avançará se houver resistências no Conselho Universitário, que se reúne em abril.

Editoria de Arte/Folhapress

Editoria de Arte/Folhapress

MÉRITO

Diretor interino da Faculdade de Medicina, José Otávio Costa Auller Júnior também se mostrou contrário, em artigo publicado pela Folha.

A argumentação é diferente dos demais. “Acreditamos que a nova política tenha impacto negativo na qualidade dos alunos selecionados.”

Segundo ele, o problema é que as universidades terão de destinar recursos para dar reforço a alunos, em vez de investir em pesquisa.

O reitor da USP, João Grandino Rodas, afirmou que se buscou um projeto que visasse uma maior inclusão de alunos excluídos, sem que houvesse perda do mérito acadêmico. “Agora cabe à nossa comunidade decidir. E arcar com as consequências.”

O projeto estadual foi idealizado pelos reitores num momento em que o governo estava pressionado pela adoção das cotas nas universidades federais, que reservarão 50% das suas vagas a estudantes de escolas públicas.

Os idealizadores afirmam que a proposta é um modo de garantir a autonomia das instituições, que podem optar por modelo pensado por elas.

Caso seja rejeitado, dizem, há a possibilidade de a Assembleia Legislativa impor um modelo. Já há projetos tramitando que determinam a adoção de cotas semelhantes à das escolas federais (reserva direta de vagas)

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