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A menina que roubava livros chega aos cinemas em 2014

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Andreia Santana no Cine in Blog

Sophie Nélisse viverá Liesel. Enquanto Emily Watson e Geoffrey Rush serão o casal que adota a menina

A adaptação do livro de Markus  Zusak, A menina que roubava livros, finalmente chegará aos cinemas em janeiro de 2014. As filmagens já estão acontecendo e o elenco traz gente da categoria de Geoffrey Rush (Piratas do Caribe, O Discurso do Rei) e Emily Watson (Anna Karenina). Quem viverá a protagonista Liesel Meminger é a atriz franco-canadense Sophie Nélisse e a direção do longa é de Brian Percival (Downton Abbey). As informações são do site IMDb.

O projeto de adaptar A menina que roubava livros é antigo, a obra é de 2008 e em 2009, quando foi lançada aqui no Brasil, sites como o Movie Database já especulavam que Dakota Fanning estava cotada para viver Liesel. O projeto, no entanto, demorou de sair do papel e Dakota ficou adulta demais para o papel da garotinha.

A menina que roubava livros foi inspirado nas histórias que a avó e a mãe do australiano de origem alemã Markus Zusak contavam da vida cotidiana na Alemanha durante a vigência do III Reich. Narra a vida de Liesel Meminger, uma garota analfabeta e magricela que perde a família e vai morar com um pintor de paredes e uma dona-de-casa, na cidadezinha de Molching, nos arredores de Munique.

A história de Liesel é contada pela Morte, essa mesma, a ceifadora, que impressionada com o fato da menina sobreviver à fome e todo tipo de misérias em um país em guerra, resolve contar aos mundo sobre essa criatura peculiar que não sabe ler, mas tem obsessão por livros. 

A saga de Liesel começa com a morte do irmão caçula, de tuberculose e desnutrição. Durante o enterro do garoto, ela rouba seu primeiro livro, O Manual do Coveiro. A partir daí, as aventuras e desventuras da menina são narradas pela Morte, ao mesmo tempo em que Markus Zusak traça um panorama preciso do cotidiano dos alemães pobres durante a II Guerra, que eram, por exemplo, obrigados a se filiar ao partido Nazista ou não conseguiriam empregos para sustentar suas famílias. O autor mostra ainda o drama dos pais que perdiam seus filhos no front, pois alistar-se também era obrigação.

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“O Pequeno Príncipe”, de Saint-Exupéry, completa 70 anos

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Obra, uma das mais populares do mundo, foi lançada inicialmente nos Estados Unidos

Publicado por Terra

Capa do livro Foto: Reprodução

Capa do livro
Foto: Reprodução

Um livro de encontros. É assim que a professora de literatura Verónica Galíndez Jorge, da Universidade de São Paulo (USP), define o livro O Pequeno Príncipe, do francês Antoine de Saint-Exupéry. Com temática existencialista, a obra segue uma das mais populares do mundo, mesmo 70 anos após seu lançamento – no Brasil, ela chegou somente em 1945, pela Agir, mas a estreia mundial ocorreu dois anos antes, em 6 de abril de 1943, nos Estados Unidos.

“Exupéry traz o reencontro do adulto com olhar perdido de criança e também o encontro da criança com questões da vida adulta”, analisa Verónica. A temática a um só tempo densa e acessível, que encontra identificação em diferentes faixas etárias, é um dos pontos indicados pela professora para explicar o sucesso persistente da obra. “Também não podemos deixar de lado o fenômeno editorial dos anos 1980, quando o livro chegou a ser lido como autoajuda”, acrescenta.

Definida pelo filósofo alemão Martin Heidegger como uma das maiores obras existencialistas do século 20, O Pequeno Príncipe é um dos livros mais traduzidos do mundo, mas não há consenso sobre o número exato: no site oficial da obra, Le Petit Prince, fala-se em 257 idiomas e dialetos, e há edições no Camboja e no Japão, por exemplo. No país nipônico, o sucesso foi tanto que há um museu dedicado ao Pequeno Príncipe na cidade de Hakone.

Desde a publicação, a trama já foi contada em diversas plataformas, como na série de desenho animado As Aventuras do Pequeno Príncipe, lançada no final da década de 1970. Mais recentemente, o livro inspirou uma animação computadorizada homônima, exibida no Brasil pelo canal de TV por assinatura Discovery Kids, e uma série em quadrinhos publicada pela Editora Amarilys.

O autor

Assim como um dos personagens do livro, Exupéry era piloto de avião Foto: Getty Images

Assim como um dos personagens do livro, Exupéry era piloto de avião
Foto: Getty Images

Exupéry, assim como um dos personagens do livro, também foi piloto. No final da década de 1920, o francês, que ficou conhecido como “o poeta da aviação”, foi designado para trabalhar em Buenos Aires e chegou a pousar algumas vezes no Brasil. Um dos pontos de abastecimento estabelecidos pela empresa francesa de correio aéreo Latécoère, onde ele trabalhava, localizava-se na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina. Ali, ele ficou conhecido entre os habitantes como “Zeperri”, e passou a fazer parte da história da cidade – hoje, a capital catarinense conta com uma avenida nomeada em homenagem à principal obra do autor, Pequeno Príncipe, na praia do Campeche.

Além da América do Sul, Exupéry participou de missões em diversas localidades, da América do Norte à Europa. Ele foi visto pela última vez em 1944, quando decolou de uma base aérea no Mar Mediterrâneo e não retornou. Um bracelete com seu nome foi resgatado do Mar de Marselha, na década de 1990, e conduziu aos destroços do avião pilotado pelo francês. As circunstâncias da sua morte, contudo, não foram esclarecidas.

Na sala de aula
O Colégio Mater Amabilis, em Guarulhos (SP), ainda hoje adota a leitura de O Pequeno Príncipe. O livro foi trabalhado na escola entre 2007 e 2010, e voltou à sala de aula em 2013. A obra, que conta a história de um piloto que se perde no deserto e encontra um “pedacinho de gente” vindo do asteroide B612, é apresentada aos alunos do 7º ano do ensino fundamental, que têm, em média, 12 anos.

De acordo com a instituição, o livro é escolhido por abordar aspectos da relação humana e do próprio ser humano, o que faz com que os alunos pensem nas suas atitudes através das metáforas. Além disso, o colégio aproveita para fazer uma relação com o nome de sua escola de educação infantil, Pequeno Príncipe, que mantém esse nome desde sua fundação, há 44 anos.

Para André Valente, professor de literatura do Cursinho da Poli, O Pequeno Príncipe não deve aparecer em grandes vestibulares como os da Fuvest, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) ou da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), pois as instituições tendem a trabalhar mais sua própria lista de livros. “No Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) é mais provável, mas também é difícil. Se cair, é possível que a questão esteja mais voltada à filosofia do que para a literatura”, explica, ao mencionar que o exame costuma trabalhar com questões humanísticas.

Citações
Algumas das célebres frases proferidas pelos personagens de O Pequeno Príncipe – muito difundidas por misses e aplicativos nas redes sociais – também ajudam a manter a obra viva. Confira, abaixo, algumas citações da obra:

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.

Os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração.

O essencial é invisível aos olhos.

Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração… É preciso ritos.

Enquadrado pelo site PublishNews na categoria infanto-juvenil (categorização questionada por alguns críticos literários), foi o segundo livro mais vendido em fevereiro de 2013 e o quinto no segmento em todo o ano de 2012, segundo o ranking. Desde 2002, quando a editora Agir foi incorporada pela Ediouro, o livro vende uma média de 300 mil exemplares por ano, e está na 48ª edição no País.

dica do Jarbas Aragão

Promoção: “Sete necessidades básicas da criança”

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Boa alimentação, educação de qualidade, plano de saúde, roupas, brinquedos, passeios, todas essas coisas têm o seu valor no desenvolvimento de uma criança, e pais e mães amorosos jamais negligenciam esses cuidados.

No entanto, para que a criança se torne um adulto feliz e responsável, você também precisa se concentrar nas necessidades de sua alma.

É isto o que o autor deste livro propõe a você: ajudar a desenvolver o caráter da criança e prepará-la para a vida adulta, tornando-a mais segura, disciplinada e, acima de tudo, temente a Deus.

Vamos sortear 3 exemplares de “Sete necessidades básicas da criança”, um superlançamento da Mundo Cristão. O sorteio será realizado no dia 14/3 às 17:30h.

Complete esta frase para concorrer: “Quero ganhar este livro para…”

O resultado será divulgado no perfil do twitter @livrosepessoas e os ganhadores terão 48 horas para enviar seus dados completos para o e-mail [email protected].

O prazo de entrega é de 30 dias e o envio é de responsabilidade da editora.

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Parabéns aos ganhadores: Elaine Negreiros, Abnério Mello Cabral e Ieda Thomé. =)

 

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