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J.K. Rowling nega rumores sobre trilogia de Harry Potter

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Foto: REX Shutterstock / AdoroCinema

Foto: REX Shutterstock / AdoroCinema

 

Balde de água fria.

Bruno Carmelo, no Terra

Sabe a possível adaptação de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada aos cinemas? Pois é, parece que o projeto realmente não vai acontecer.

Os rumores existem há muitos meses. Em agosto de 2016, fontes indicavam negociações iniciais da Warner com Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint para voltarem aos papéis principais, algo que a própria Warner negou categoricamente. Em setembro, Radcliffe também disse que provavelmente não interpretaria mais o personagem.

Mesmo assim, o jornalista Jim Hill voltou a anunciar o projeto este mês, dizendo que se trataria de uma trilogia. Novamente, a ideia foi desmentida, desta vez pela própria autora, J.K. Rowling:

I know a lot of people are looking for reasons to be cheerful today, but there is NO TRUTH to the rumour about a #CursedChild movie trilogy! — J.K. Rowling (@jk_rowling) 20 de janeiro de 2017

É interessante que a mensagem da escritora negue especificamente a trilogia, o que poderia deixar brechas para a possibilidade de um filme único. Mas é improvável que Rowling se dedique ao projeto agora, pois está preparando dois novos livros, além de trabalhar na franquia Animais Fantásticos e Onde Habitam.

Além disso, os próprios atores tomaram rumos diferentes em suas carreiras, especialmente Daniel Radcliffe e Emma Watson, provando que não dependem desta franquia para conseguirem bons papéis em Hollywood.

Mas Harry Potter e a Criança Amaldiçoada ainda estará à disposição dos fãs em formato livro e peça de teatro… Já é um começo.

Livro ‘bebível’ consegue transformar água suja em potável

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A próxima fase é fazer testes maiores com os livros com moradores de várias regiões (Foto: Waterislife/Kristine Bender/BBC)

A próxima fase é fazer testes maiores com os livros com moradores de várias regiões (Foto: Waterislife/Kristine Bender/BBC)

Páginas com instruções de uso podem ser arrancadas e conseguem matar quase todas as bactérias; efeito sobre vírus e protozoários ainda é incerto.

Jonathan Webb, no G1

Pesquisadores americanos fizeram os primeiros testes bem-sucedidos de um livro cujas páginas podem ser arrancadas e transformadas em filtro para limpar água.

O “livro bebível” é feito de papel tratado e traz informações impressas nas páginas sobre como e por que a água deve ser filtrada.

Para filtrar a água adequadamente, as páginas têm nanopartículas de prata ou cobre, que matam bactérias à medida que a água passa pelas páginas.

Os cientistas fizeram testes em 25 fontes de água contaminadas espalhadas por África do Sul, Gana e Bangladesh. Nos testes, o papel conseguiu remover mais de 99% das bactérias.

Após as filtragens, a água ficou com um nível de contaminação parecido ao da água que sai das torneiras nos Estados Unidos, segundo os cientistas. Também foram detectados níveis minúsculos de prata ou cobre na água filtrada, mas dentro do considerado seguro.

Os resultados da experiência foram apresentados no 250º Encontro da Sociedade Americana de Química, em Boston, nos Estados Unidos.

Teri Dankovich, pesquisadora em pós-doutorado da Universidade Carnegie Mellon em Pittsburgh, desenvolveu e testou a tecnologia durante vários anos, trabalhando com a Universidade McGill, no Canadá, e, depois, com a Universidade da Virgínia.

“(O livro) É voltado às comunidades de países em desenvolvimento”, disse Dankovich à BBC, acrescentando que 663 milhões de pessoas no mundo todo não têm acesso a água potável.

“Tudo o que você precisa fazer é arrancar uma folha, colocar em um suporte para filtro comum e despejar água de rios, riachos, poços etc, e, do outro lado, vai sair água limpa – e bactérias mortas também.”

Isso porque as bactérias absorvem os íons de prata ou cobre enquanto atravessam o papel.

100 litros

As instruções de uso do filtro estão impressas nas páginas do livro, em inglês e no idioma local (Foto: BBC)

As instruções de uso do filtro estão impressas nas páginas do livro, em inglês e no idioma local (Foto: BBC)

Segundo os testes realizados pela cientista, uma página pode limpar até 100 litros de água. Um livro inteiro pode fornecer água limpa por quatro anos.

A pesquisadora já testou o papel em laboratório usando água contaminada artificialmente e, depois disso, fez exames em campo em países em desenvolvimento, com ONGs como Water is Live e a iDE.

Nos testes em países africanos e em Bangladesh, a contagem de bactéria nas amostras de água filtrada caiu em média mais de 99% e, na maioria das amostras, caiu para zero.

“Depois que filtramos a água com o papel, mais do que 90% das amostras não tinham bactérias viáveis”, afirmou.

“É muito animador ver que este papel não funciona apenas no laboratório, mas também demonstrou sucesso em fontes de água reais que as pessoas estão usando.”

Desafio
Alguns locais de testes se tornaram grandes desafios para o papel criado por Dankovich: por exemplo, um córrego que recebia diretamente esgoto não tratado com alto nível de bactérias.

“Mas ficamos muito impressionados com o desempenho do papel, que conseguiu matar quase completamente as bactérias naquelas amostras. E elas eram bem nojentas, então pensamos – se (o material) conseguir fazer isso, provavelmente vai conseguir fazer muito.”

Agora, Dankovich espera aumentar a produção do papel. Atualmente, a cientista e os estudantes que participam da pesquisa fazem tudo à mão.

O próximo passo seria também distribuir os livros para que moradores de áreas problemáticas usem os filtros sozinhos.

“Precisamos colocar isso nas mãos das pessoas para ver quais serão os efeitos. Não dá para fazer muito quando você é uma cientista trabalhando sozinha”, afirmou.

Daniele Lantagne, engenheira ambiental da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, afirmou que os dados coletados nos testes são promissores.

“Há muito interesse no desenvolvimento de novos produtos para tratamento de água”, disse a engenheira à BBC.

Depois desses dois primeiros estágios de testes – no laboratório e em países da África e Ásia -, a equipe terá de desenvolver um “projeto de produto que possa ser comercializado” para um dispositivo no qual as páginas do “livro bebível” possam ser encaixadas.

Mas, há um problema, segundo Lantagne: o papel parece matar bactérias, mas ainda não se sabe se pode matar outros microorganismos perigosos.

“Quero ver os resultados para protozoários e vírus. É promissor, mas não vai salvar o mundo amanhã. Eles completaram uma fase importante e há mais (fases) para enfrentar”, disse.

Para Kyle Doudrick, da Universidade de Notre Dame, no Estado americano de Indiana, é importante fazer com que as pessoas compreendam como usar os filtros e com que frequência eles precisam ser trocados. Mas o resultados dos testes são animadores.

“Em geral, de todas as tecnologias disponíveis – filtros de cerâmica, esterelização com raios UV e assim por diante – esta é promissora, pois é barata e é uma ideia cativante”, disse.

Brasileira cria app que poupa água e ganha bolsa em universidade na Nasa

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Mineira de 23 anos criou aplicativo para tornar plantações ‘inteligentes’.
Tecnologia reduz em até 60% consumo de água na irrigação.

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Publicado no G1

Um aplicativo que conecta o agricultor à sua plantação, reduzindo o consumo de água na irrigação, rendeu a uma brasileira de 23 anos uma bolsa para estudar em uma universidade na Califórnia ligada à Nasa (a agência espacial americana).

A administradora Mariana Vasconcelos, que mora em Itajubá (MG), foi selecionada entre mais de 500 pessoas para representar o Brasil como bolsista na Singularity University. A instituição, que funciona em um centro de pesquisa da Nasa no Vale do Silício, na Califórnia, selecionou empreendedores de 19 países para seu programa de imersão “Call to Innovation”.

Criada na fazenda do pai, Mariana desenvolveu em 2014 o Agrosmart, um aplicativo que promete tornar as plantações “mais inteligentes”.

A tecnologia utiliza sensores espalhados pelo campo, que avaliam a umidade do solo e a presença de pragas, entre outros parâmetros. Esses dados são interpretados pelo aplicativo, que indica ao agricultor os intervalos de irrigação e outras variáveis em tempo real.

Segundo Mariana, a tecnologia proporciona uma economia de água de até 60%. “A gente entende exatamente a necessidade hídrica da planta e calcula todo dia quanto deve irrigar. Às vezes, por desconhecimento, o agricultor utiliza uma quantidade de água muito acima do necessário”, explica.

No Brasil, cerca de 70% da água é utilizada na agricultura, segunda a Agência Nacional de Águas (ANA).

Economia de energia

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Mariana afirma que, além da economia de água, o app também gera economia de energia elétrica e aumento da produtividade. Diz ainda que seu uso é simples. “Queria algo que falasse a linguagem do agricultor. Tenho contato constante com eles, sei de suas dificuldades diárias”, afirma ela, que tem mais três sócios no empreendimento e outros cinco funcionários.

Por enquanto, o Agrosmart está sendo usado em duas fazendas de Minas Gerais, como teste. Em maio deve começar sua comercialização, afirma Mariana. Sua meta é atingir outras dez fazendas até julho e 35 até o fim do ano.

Mariana vai para os EUA em junho. A bolsa custeia suas despesas com passagem, hospedagem e alimentação. Na volta, ela terá direito a fazer um MBA na faculdade de tecnologia Fiap, que representa o programa da Singularity no Brasil.

Livro reúne fotos de bebês debaixo d’água

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Eduardo Vanini, no Catavento

Depois de fazer sucesso no mundo inteiro com as séries em que clicou cães e filhotes debaixo d’água, o fotógrafo americano Seth Casteel volta a pipocar na web com um trabalho irresistível: bebês submersos. Assim como as produções anteriores, as fotos foram reunidas em um livro. “Underwater Babies”, inclusive, será lançado no Brasil no segundo semestre deste ano pela editora Intrínseca.

Para produzir o ensaio, ele fotografou 750 bebês e produziu mais de 10 mil imagens, das quais cerca de 70 foram publicadas no livro. Alguns “modelos” ganharam acessórios, como equipamentos de mergulho e até uma cauda de sereia, que deixam o clima ainda mais divertido.

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(mais…)

Para economizar água, escolas proíbem alunos de escovar os dentes em SP

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Fabiana Marchezi, no UOL

A crise hídrica que assola o Estado de São Paulo mudou a rotina nas escolas municipais de Mairinque (a 71 km de São Paulo). Nas 20 unidades da rede infantil, cerca de 2.000 alunos foram proibidos de escovar os dentes por cinco dias. Em outras quatro escolas, as aulas chegaram a ser suspensas por causa da falta de água.

De acordo com a secretária de Educação e Cultura de Mairique, Michele Palma, a suspensão da escovação fez parte de um pacote de medidas emergenciais adotadas nas escolas municipais para evitar o desperdício.

“Muitas vezes, as crianças acabam usando a atividade para brincar, o que causa desperdício. Além da higiene bucal, que ficou suspensa por cinco dias, mas já voltou ao normal, também proibimos a lavagem dos pátios e orientamos o pessoal da cozinha para que economizasse ao máximo”, explicou.

A Escola Municipal Thereza Cristina Whitaker Ribeiro de Lima, que fica no bairro Cruzeiro, foi uma das que proibiram seus 170 alunos de escovar os dentes. A diretoria da instituição, que atende crianças desde o maternal até a pré-escola, enviou uma carta aos pais comunicando a suspensão da atividade, que faz parte do dia a dia das crianças.

Na mensagem enviada aos responsáveis, a unidade informou que estava devolvendo os kits para escovação — canecas e escovas – por causa do problema no abastecimento, e pediu para que os pais realizassem o “procedimento de escovação em casa”.

A prefeitura informou que a medida foi emergencial e que com a melhora no abastecimento após as chuvas, a escovação já voltou ao normal.

Em nota, informou ainda que a interrupção da escovação, ocorrida na semana passada, foi avaliada como “excesso de zelo” pela própria Secretaria Municipal de Educação, que cancelou a determinação. A escovação foi retomada nesta segunda-feira (10).

A suspensão da medida levou em conta os argumentos dos pais dos alunos, que imediatamente procuraram os diretores de escola para manifestar seu descontentamento com a interrupção da higienização bucal.

Ainda segundo a prefeitura, os níveis dos reservatórios que abastecem a cidade estão muito baixos e, enquanto o abastecimento de água não for normalizado plenamente, campanhas de conscientização continuarão a ser realizadas na cidade.

A concessionária Saneaqua está notificando moradores flagrados lavando calçadas, carros e ruas com a utilização de mangueiras abertas, diz o Executivo. “Caso as notificações não inibam o desperdício, a prefeitura pode utilizar um novo decreto, desta vez com força de multar o cidadão que esbanjar o precioso líquido”.

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