Contando e Cantando (Volume 2)

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Amigas lançam livro e aplicativo com realidade aumentada para crianças a partir de 8 meses

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Com a tecnologia, criança pode interagir com os personagens

Publicado por Estadão

Érica e Marina são amigas há mais de 20 anos e lançaram projeto juntas (Divulgação)

Érica e Marina são amigas há mais de 20 anos e lançaram projeto juntas (Divulgação)

A dificuldade de encontrar ferramentas para educar e entreter sua filha motivou a educadora física Érica Quiroga a empreender. Com a ajuda da sua amiga, a administradora Marina Ghetler, elas foram em busca de alternativas aos DVD´s e livros infantis. A solução encontrada pela empresa Nana Pocket foi aliar a tecnologia de um aplicativo com a tradição de um livro.

O primeiro produto foi um aplicativo chamado Bebê Céu, para entreter crianças a partir de seis meses de idade com imagens e música e estimular a familiarização com as palavras. “A princípio o aplicativo era apenas para entreter o bebê, mas ele também tem seu lado educacional”, destaca Marina. O próximo passo é acrescentar novas palavras ao aplicativo.

O segundo projeto envolve um livro-brinquedo, que conta a história do cachorrinho Cacau e seus cinco amigos, o siri Tom, o pinguim Felipe, o sapo João, a borboleta Ana e a arara Rosinha. A empresa investiu R$ 1,5 milhão em tecnologia, embalagem, livro, arte e música para concretizar o projeto voltado para bebês a partir de 8 meses.

Quem baixar o aplicativo gratuito na Apple Store ou Google Play consegue tirar fotos com os personagens, ouvir músicas e acessar uma ferramenta para “soprar uma vela do bolo de aniversário”. Como o aplicativo Nana Pocket 3D funciona com a tecnologia de realidade aumentada, ao posicionar o celular na frente do site da empresa é acionada uma animação com os personagens. A brincadeira fica ainda mais completa com o livro – as imagens nas páginas ativam mais sete interações, como animações e coreografias.

A criança pode tocar na tela do celular para ativar os movimentos dos personagens, que podem jogar beijos e soltar flores, por exemplo. O aplicativo também permite a visualização dos personagens em um cenário real captado pela lente da câmera. O kit é composto por um livro grande, com os cenários e os personagens.

As amigas também pensaram em uma versão menor, do tamanho de um celular, para as mamães levaram na bolsa. “Pensamos na versão menor para que o livro não seja mais uma coisa para levar na bolsa”, conta Marina. O primeiro livro “O Cacau vai fazer aniversário” foi lançado nas versões português, inglês e espanhol. O plano da Nana Pocket é lançar sete livros.

Oficialmente, o produto foi lançado durante o GSMA Mobile World Congress, em fevereiro, em Barcelona. No Brasil, a dupla planeja ações em livrarias e lojas de brinquedos nos meses de abril e maio. Por enquanto, é possível comprar os livros apenas no site da empresa por R$ 62.

Planos. A expectativa da Nana Pocket é alcançar um faturamento anual de R$ 5 milhões em 2015 com a venda de livros e licenciamento de produtos, desde artigos de vestuário, calçados a brinquedos e material escolar. Outra alternativa é explorar a publicidade no aplicativo e recursos de interatividade. Só no primeiro mês, a empresa registrou 6 mil downloads do aplicativo. Com o lançamento nacional, as sócias esperam registrar uma média mensal de 4 mil downloads.

Livro ensina como largar a faculdade e aprender sozinho

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Tatiana Klix, no Último Segundo

Ir para a faculdade ainda é um plano quase unânime para jovens americanos, que se preocupam desde o início do ensino médio com suas notas – um dos critérios usados pelas instituições de ensino superior para selecionar estudantes – e em como vão pagar pelo curso mais tarde. Quase. Nos últimos anos, o aumento do desemprego e índices crescentes de graduados que passam dificuldades para honrar o crédito estudantil recebido antes da formatura fazem com que uma parcela deles questione a validade do curso superior. Para esses adolescentes, ou outros que ainda não pensaram nisso, um livro lançado este mês nos Estados Unidos – Hacking your Education (Hackear sua educação, em livre tradução) – incentiva a largar a faculdade e dá dicas de como aprender – e muito – fora das salas de aulas.

Dale Stephen largou a faculdade e fundou um movimento pelo auto-aprendizado nos EUA

Dale Stephen largou a faculdade e fundou um movimento pelo auto-aprendizado nos EUA

O autor da obra, Dale Stephen, de 21 anos, desistiu dos estudos formais quando estava no segundo semestre e recomenda a experiência. Ele é líder do movimento sem fins lucrativos Uncollege (sem faculdade), cujo site foi lançado em 2011 para difundir a ideia de que é possível ter sucesso sem colocar os pés em uma universidade.À época, descontente com o ambiente e o conhecimento que estava adquirindo no curso superior, decidiu que iria se desenvolver sozinho e transformar isso numa causa para revolucionar a educação. Para botar o projeto em prática, contou com a ajuda de US$ 100 mil (cerca de R$ 200 mil) do Thiel Fellowship , um programa que escolhe 20 jovens com menos de 20 anos por ano para abandonar a faculdade e se dedicar a algum projeto fora dela.

Dois anos depois, Stephen já concedeu inúmeras entrevistas, escreveu artigos, deu palestras, promoveu seminários e agora lançou seu livro pela editora Penguin. Em todos esses meios, o conceito essencial repetido por ele é o mesmo, de que o investimento realizado para cursar uma graduação nem sempre traz o melhor retorno e aprender sozinho fica cada vez mais fácil, através das informações disponíveis na internet.

“As pessoas aprendem de formas diferentes, em velocidade e tempo diferentes. E hackear a educação permite que você aprenda o que, quando, como e onde quiser”, explica Stephen em seu blog. Segundo ele, não é preciso ser um gênio para se sair bem fora da escola, mas ter criatividade e confiança.

Livro ensina como a aprender sozinho

Livro ensina como a aprender sozinho

No site Uncollege há uma sessão com recursos de educação online, como o Coursera (de uma universidade tradicional) e outros independentes, como o creativeLIVE (de aulas ao vivo gratuitas com experts em vários temas), dicas de como planejar a educação informal, leituras sobre o tema e entrevistas com profissionais bem sucedidos que desistiram da faculdade. O livro apresenta o mesmo tipo de conteúdo, aprofunda as razões pelas quais Stephen acredita tanto no que chama de auto-aprendizagem e ensina como encontrar mentores, construir redes de contatos, onde achar conteúdos e como reuni-los de forma a desenvolver a própria educação.

Curso

Além do livro, para quem quer seguir esse caminho, o defensor do ensino informal, também oferece um curso. O programa especial chamado Gap Year conduz 10 pessoas ao longo de um ano no processo de auto-aprendizado. No treinamento, os aprendizes recebem aulas para desenvolver um plano de aprendizado individual durante três meses em São Francisco, viajam para o exterior por mais três meses e entram em contato com pessoas e empresas inovadoras, desenvolvem um projeto pessoal nos três meses seguintes e terminam o programa trabalhando no que ele chama de “mundo real”, durante mais três meses. Tudo isso, por US$ 12 mil (R$ 24 mil). Mas Stephen garante que dá para chegar ao mesmo objetivo por bem menos, apenas transformando a vida em educação e vice-versa.

dica do Chicco Sal

Educação brasileira ganha academia para o cérebro

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Publicado por SuperCérebro

O método estimula exercitar, de maneira lúdica e eficaz, cinco competências: raciocínio lógico, leitura crítica, cálculo mental, memória e concentração

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Foto: Divulgação

Professores brasileiros que enfrentam o desafio diário de atrair a atenção dos seus alunos em sala de aula e buscam uma maneira eficaz para estimular a concentração e a memória dos educandos contam, hoje, com a ajuda do SuperCérebro, método inovador de desenvolvimento cognitivo que combina o ensino do Soroban (é o nome dado ao ábaco japonês, um instrumento para cálculo originalmente chinês), a Matemática e a Interpretação de Texto com o uso de jogos educativos exclusivos e desafios de lógica no processo de ensino-aprendizagem. A metodologia foi criada e desenvolvida pelo engenheiro e professor de Matemática, Ricardo Lamas. “Algo importante que falta hoje à educação são novos métodos de ensino. Criamos este sistema que pode ser facilmente aplicado como atividade complementar em escolas preocupadas em acompanhar as mudanças educacionais ou mesmo para professores que querem melhorar seu rendimento mensal”, explica.

Lamas participou de um curso sobre o futuro da educação, realizado na Universidade de Harvard (Estados Unidos) e ministrado pelo neurocientista Howard Gardner, autor da Teoria das Inteligências Múltiplas. Ele então aprimorou a ideia, colocou em prática e patenteou um modelo de “academia para o cérebro” para exercitar, de maneira lúdica e eficaz, as cinco competências do método: raciocínio lógico, leitura crítica, cálculo mental, memória e concentração. Desse modelo, nasceu um sistema de franquias para escolas e professores de todo o Brasil. “Percebeu-se um resultado significativamente bom, os alunos melhoraram no que diz respeito à concentração, à atenção e mostraram-se mais interessados por raciocínio lógico”, afirma o diretor-presidente do Grupo Stella Maris (Curitiba), Fernando Luiz Fruet Ribeiro.

O sistema pode ser aplicado dentro de escolas (como atividade extracurricular), em unidades externas ou até mesmo dentro de empresas que tenham interesse em capacitar seus funcionários. “Esse sistema de franquias é uma excelente oportunidade para um professor conseguir abrir seu negócio sem precisar sair da sala de aula”, comenta o professor franqueado, Júlio Haluszczak.

Para Lamas, existe pouco espaço no sistema escolar brasileiro para que as escolas trabalhem algumas competências essenciais para o futuro dos alunos, como por exemplo, o raciocínio lógico. “O mercado de trabalho está cada vez mais exigente em relação às competências dos profissionais e o nosso trabalho está focado exatamente nisso”, destaca.

COMO FUNCIONA O MÉTODO

O SuperCérebro é disponibilizado para o mercado através de três modelos de franquias: no primeiro, o professor pode comprar a franquia e aplicar o método em qualquer escola em que trabalha; o segundo modelo é quando a escola é a franqueada e escolhe um professor para aplicar o método dentro do colégio; o terceiro é quando uma pessoa abre uma unidade externa do SuperCérebro. Ao aderir ao sistema, o franqueado recebe dez tablets com um conteúdo completo de matemática e interpretação de texto, um kit com setenta jogos educativos e trinta sorobans. Além disso, o SuperCérebro criou um ambiente online no qual alunos e professores acessam desafios de lógica e conteúdo educacional complementar. O tempo médio estimado para o aluno finalizar todos os níveis do Soroban é de dois anos e meio, frequentando duas horas semanais de aula. Para saber mais acesse o site.

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Foto: Divulgação

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Foto: Divulgação

Estudar faz pessoas serem mais felizes e viverem mais, aponta estudo da OCDE

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Shin Shikuma/UOL

Shin Shikuma/UOL

Publicado por UOL

Um estudo recente sobre aspectos da educação mostra que quem estuda mais tende a ser mais feliz e ter uma expectativa de vida maior. O levantamento What are the social benefits of education? (Quais são os benefícios sociais da educação?, em tradução livre) foi produzido pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e realizado em 15 países membros da organização – do qual o Brasil não faz parte.

+ 18% de satisfação pessoal
de quem tem ensino superior em relação a quem parou no ensino médio

“A educação ajuda as pessoas a desenvolver habilidades, melhorar a sua condição social e ter acesso a redes que podem ajudá-las a terem mais conquistas sociais”, dizem os autores da pesquisa.

Segundo o estudo, as pessoas que estudam mais são mais felizes porque tem maior satisfação em diferentes esferas de sua vida. Esse nível de satisfação pessoal é de, em média, 18% a mais para que têm nível superior em relação àquelas que pararam no ensino médio.

Em relação ao aumento da expectativa de vida, o estudo mostra que um homem de 30 anos, por exemplo, pode viver mais 51 anos, caso tenha formação superior, enquanto aquele que cursou apenas o ensino médio viveria mais 43, ou seja, oito anos menos. Essa disparidade é mais acentuada na República Tcheca, onde os graduados podem viver 17 anos a mais. Já os portugueses, asseguraram a diferença mais baixa, apenas 3.

No caso das mulheres, a diferença não é tão acentuada: a expectativa média de vida é de quatro anos a mais para as universitárias. À frente desta tabela estão as nascidas na Letônia, que vivem quase nove anos mais do que as compatriotas que interromperam os estudos no antigo segundo grau.

Participação política
Em outro capítulo desse mesmo levantamento, realizado com um grupo de 27 países, a OCDE chegou à conclusão de que 80% dos jovens com ensino superior vão às urnas, enquanto o número cai para 54% entre aqueles que não têm formação superior. Os adultos mais escolarizados também são mais engajados quando o assunto é voluntariado, interesse político e confiança interpessoal.

“A educação tem o potencial de trazer benefícios para as pessoas e para as sociedades, e isso vai muito além da contribuição para a empregabilidade dos indivíduos ou de renda”, afirma os autores da pesquisa, que enfatiza ainda a importância do Estado.

“Os políticos devem ter em conta que a educação pode gerar benefícios sociais mais amplos desde que haja mais investindo em políticas públicas”.

Educação em foco
O estudo, divulgado no fim do mês passado, encerra a Education Indicators in Focus, série composta por 10 estudos, apresentados ao longo de janeiro de 2012 a janeiro de 2013, que destacam diferentes aspectos educacionais avaliados da educação básica ao ensino superior. Entre eles, como a crise global afeta as pessoas com diferentes níveis de escolarização, quais países estão dando suporte ao acesso ao ensino superior e qual a variação no número de alunos ao redor do mundo.

Os interessados em acompanhar as pesquisas podem acessá-las gratuitamente online em três versões: inglês, espanhol e francês.

Coloquem livros na cesta básica

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Gilberto Dimenstein, na Folha de S.Paulo

Essa é daquelas ideias simples e geniais. Não custa nada –e rigorosamente todos saem ganhando. Cestas básicas distribuídas a trabalhadores pelas empresas que misturam além de arroz, feijão e óleo um alimento para a alma: livros.

No projeto batizado de Leitura Alimenta, há uma parceria que dispensa dinheiro. Funciona assim:

1) Uma rede de livrarias, a Livraria da Vila, coleta livros usados. E muita gente tem livros em sua casa, que estão sem uso há muito tempo. Ali, seleciona-se o que vale ou não a pena.

2) Uma empresa de cestas básicas, Cesta Nobre, recolhe os livros, distribuindo-o aos trabalhadores das empresas que contratam seus serviços.

Resultado: as empresas aumentam seu benefício, já que, sem pagar nada, enriquece a cesta e satisfaz seus trabalhadores que, por sua vez, ganham um livro.

Sempre digo aqui e tento mostrar exemplos de que com um pouco de boa vontade e inventividade podemos fazer pequenos milagres.

Veja mais detalhes aqui.

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Dica digital para quem quer ler bons livros sem pagar nada: 15 sites para baixar livros gratuitamente. Clique aqui

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Uma alternativa interessante (e ecologicamente sustentável) é trocar livros. A internet ajuda. Uma dica é o Descolaaí

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Selecionei dez sites de trocas de produtos. Basta clicar aqui

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