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8ª edição da Bienal do Livro de Alagoas começa nesta sexta

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Crédito: Secom Maceió

Crédito: Secom Maceió

Publicado no Alagoas 24Horas

Contagem regressiva para o início da 8ª edição da Bienal Internacional do Livro de Alagoas. Faltam apenas três dias para o grande evento literário que acontece de 29 de setembro a 08 de outubro, no Centro de Cultural e de Exposições Ruth Cardoso.

Nesta 8ª edição, a Prefeitura de Maceió levará a tradicional Praça do Conhecimento, uma das principais atrações da Secretaria Municipal de Educação nas edições da Bienais. A Semed estima a participação de mais de 1.200 alunos por dia da rede municipal. A novidades deste ano é que o ônibus Estação Saber será uma das atrações da Praça do Conhecimento.

Os alunos da rede visitarão a Bienal durante toda a semana, nos três turnos. Tanto os alunos quanto o público visitante poderão usufruir de várias atividades realizadas pelas coordenações das etapas de ensino da Semed, a exemplo de oficinas de arte, pintura de rosto, apresentação de poemas, jogo de pedras, canto de leitura, exposição de material pedagógico (cartilhas, livros paradidáticos), contação de histórias, exposição de materiais utilizados em salas de recursos multifuncionais, lançamentos de livros, além de jogos de raciocínio lógico entre outras atividades.

A secretária municipal de Educação, Ana Dayse Dorea, frisou que a Prefeitura de Maceió e a Semed vêm participando da Bienal de uma maneira muito efetiva. “Esse ano estamos levando seis mil e oitocentas crianças para visitação diária”, afirmou Ana Dayse.

Para garantir o sucesso de Bienal, a Semed tem feito um investimento significativo que é o grande marco da Bienal na gestão do prefeito Rui Palmeira, que é o Vale Livro. ” O Vale livro é uma marca das bienais de Alagoas. A Prefeitura e a Semed garantiram às crianças que vão à Bienal a aquisição de livros para a leitura, nenhuma criança deve crescer sem incentivo à leitura”, destacou a secretária.

Para a secretária, a Bienal é a maior festa literária do estado de Alagoas e a Semed vai se fazer presente. “Além do marco do Vale Livro, vamos ter nosso ônibus da Estação Saber e espaços para fazer debates, discussão, formação de professores e outras atividades”, afirma.

Vale Livro

As escolas que foram selecionadas e estão incluídas dentro da programação da visitação receberão o Vale-Livro na próxima sexta-feira (29), em reunião que acontece na Secretaria Municipal de Educação (Semed). As diretoras das unidades receberão o Vale-Livro de acordo com o número de alunos que vão à Bienal.

Durante a reunião, a comissão da Bienal na Semed vai passar todas as informações sobre a visita das escolas ao evento. Para recebimento do cartão que dará ao aluno um crédito de R$ 15,00, a diretora assinará um termo de recebimento.

As reuniões serão divididas por regiões administrativas:
Pela manhã se reúnem diretores da 1ª à 5ª região, e à tarde, da 6ª à 8ª região.
Fonte: Secom Maceió

Falta de estrutura ameaça educação de crianças indígenas em Alagoas

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Alunos estudam em casas cedidas, centro comunitários e até sob árvores.
Estado diz ‘conhecer as demandas’ e está revendo planejamento de obras.

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Publicado no G1

Abandono. Esta é a realidade das escolas indígenas de Alagoas. O Estado possui 12 povos espalhados por 10 municípios, mas apenas em metade deles há um local físico que pode ser chamado de escola indígena. Nos demais, as crianças têm que estudar em escolas públicas regulares, em espaços improvisados cedidos pela comunidade ou até sob árvores.

A reportagem do G1 visitou municípios onde vivem tribos indígenas e constatou a precariedade da educação oferecida às crianças (veja no vídeo acima).

“Essas crianças são verdadeiras guerreiras. Elas enfrentam o forte calor, a chuva e todo o desconforto dos locais improvisados para estudar na escola indígena, ou pelo menos no que podemos chamar de escola”, afirma Francisco João da Silva, diretor da Escola Estadual Indígena Ancelmo Bispo de Souza, em Inhapi, no Sertão alagoano.

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De acordo com a Constituição Federal de 1988, a União deveria oferecer educação específica e diferenciada aos índios, que inclui práticas tradicionais dos povos indígenas e calendários e materiais escolares adaptados às atividades das tribos. A coordenação dessas ações é do Ministério da Educação (MEC) e a execução, dos Estados.

O Estado deveria ter construído escolas indígenas, mas nenhuma obra teve início e, aos poucos, os povos vão perdendo a chance de levar a sua cultura para as salas de aula.

A secretária-adjunta da Secretaria de Estado da Educação (SEE), Laura Souza, diz que toda a parte de obras da secretaria está sendo revista, uma vez que alguns dos recursos foram liberados através do Plano de Ações Articuladas (PAR), do MEC.

“A atual gestão conhece as demandas da população indígena e é sensível às suas necessidades. Já nos reunimos com algumas tribos e participamos de audiência com o MPF [Ministério Público Federal] em Arapiraca. Estamos estabelecendo políticas para melhoria da estrutura física das unidades escolares da Rede e as escolas indígenas serão contempladas”, diz a adjunta.

Procurada pela reportagem do G1, a Fundação Nacional do Índio (Funai) afirmou que o órgão não tem o poder de fiscalizar as ações de benefícios para os povos indígenas e que apenas acompanha as questões que envolvem os índios.

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Enquanto isso, os índios se viram como podem. Na cidade de São Sebastião, região Agreste, o povo Karapotó Terra Nova tem apenas uma unidade de ensino regular para educar suas crianças de acordo com a cultura deles.

“O pessoal do Estado vem aqui, faz o levantamento do terreno, novos projetos, e a nossa escola ficou apenas no papel. É muito triste, nossas crianças vão perdendo a nossa cultura, a nossa essência”, diz o índio José Antônio dos Santos.

Em Inhapi, a escola do povo Koiupanká funciona em um Centro Comunitário, em ocas e em casas cedidas. Uma delas era a do diretor da escola Francisco João da Silva, que não suportou ver as crianças estudando de forma precária.

“Passei três meses morando de aluguel [depois que cedeu a casa para a escola]. Mas hoje, graças a Deus, construí uma casa menor e consigo me virar. Acredito na educação do meu povo e faço de tudo para que as crianças não percam a sua essência”, afirma da Silva.

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O índio Agnos Santos Souza, que trabalha como monitor na escola Tingui-Botó, diz que tem que adaptar o material escolar, que não é direcionado para a educação indígena. Um trabalho que, segundo a Constituição, deveria ser feito por indígenas com formação superior.

“Nós adaptamos, mas não sabemos se é da forma correta porque não tem ninguém para dizer como temos que fazer. Os professores, que na verdade são contratados como monitores, trabalham porque realmente gostam, porque não há uma carreira para professor indígena e nem concurso”, reforça.

Questionada sobre a contratação de monitores, a Secretaria da Educação não explicou por que eles fazem o trabalho que deveria ser feito por profissionais formados e se limitou a dizer que se reuniu com algumas tribos para tentar resolver a situação.

Em Porto Real do Colégio, a diretora da Escola Pajé Francisco Queiroz Suíra, do povo Kariri-Xocó, reclama que a escola não tem muros, os ventiladores não funcionam e a fiação é exposta. A escola também enfrenta a falta de água e problemas no telhado.

“Falta tudo aqui na escola. Nós até isolamos uma parte por causa da fiação exposta. Teve uma reforma recente, mas só maquiaram os problemas. Teve um curto circuito e uma das salas pegou fogo, por sorte ninguém ficou ferido. E o governo não faz nada para mudar essa triste realidade e cumprir de fato a lei”, diz Lucicleide de Oliveira.

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Em situação ainda mais precária estudam as crianças indígenas da tribo Aconã, em Traipu, município do Baixo São Francisco alagoano. Os alunos estudam em garagens e embaixo de árvores. Há mais de 4 anos não chega merenda para as crianças, segundo a comunidade.

O cacique Saraiva diz que há um documento no governo no qual consta que a escola no município foi construída há dois anos. “Só tem paredes aqui. Os materiais que vieram para os alunos ainda estão embalados, porque não há condições deles terem aulas assim”, lamenta o cacique.

Educação para integrar o índio

No Brasil, a questão da educação indígena sempre foi tratada como um problema. Nos períodos colonial, imperial e republicano, a educação sempre foi voltada para integrar o índio na sociedade nacional, ou seja, os índios aprendiam a ser brancos.

Entre os anos de 1910 e 1967, foi criado o Serviço de Proteção ao Índio (SPI). Quem ministrava as aulas eram as mulheres dos chefes do posto do SPI. O modelo continuou sendo integrar o índio à sociedade.

“Em 1967, foi criada a Fundação Nacional do Índio, mas a concepção não mudou. Logo no artigo 1º fala-se em integrar o índio à sociedade. O índio se tornou mão de obra barata e sem direitos”, afirma o antropólogo Jorge Vieira.

Ainda segundo ele, a teoria sobre a educação dos povos indígenas só mudou em 1988 com a Constituição Federal, quando a responsabilidade da educação passou para a União e, na década seguinte, para os estados.

“Todos os estados assumiram esse compromisso, mesmo sem ter capacitação técnica e pedagógica. Se a educação já não prestava, imagina com os estados assumindo. Ficou ainda pior aqui em Alagoas. Os índios estão perdendo a sua essência porque não há um ensino diferenciado e específico, como defende a Constituição”, lamenta o antropólogo.

VI Bienal do Livro de Alagoas supera expectativas, diz organizadores

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Produtora expõe que número de visitantes foi maior que outras edições.
Evento reuniu grandes nomes da literatura durante 10 dias.

Bienal do Livro de Alagoas reuniu milhares de pessoas. (Foto: Carolina Sanches/ G1)

Bienal do Livro de Alagoas reuniu milhares de pessoas. (Foto: Carolina Sanches/ G1)

Carolina Sanches, no G1

O Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, localizado no bairro de Jaraguá, em Maceió, foi o ponto de encontro de estudantes, acadêmicos, professores e comunidade em geral durante 10 dias. A VI Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que começou no dia 25 e encerrou neste domingo (3), ofereceu mais de 22 mil de livros e reuniu grandes nomes da literatura nacional e estrangeira. Segundo a organização, o evento superou as expectativas em público e vendas.

A sexta edição ofereceu uma vasta programação cultural com espaços temáticos, lançamentos de livros, oficinas, sessões de debates, bate-papos e exposições. O tema deste ano “Descobrir nas palavras a magia dos sentidos” norteou as ações do evento, que teve ações do projeto Leitura para Todos.

O evento contou com grandes nomes da na literatura nacional como Frei Beto, Jessier Quirino, Emir Sader, entre outros. E nomes conhecidos na mídia nacional como Tico Santa Cruz, Humberto Gessinger, Maitê Proença e Laura Müller. Autores estrangeiros também participaram da Bienal, como Boaventura Santos, Luís Serguilha, Catherine Dumas, Rumen Stoyanov e Alberto Filipe Araújo.

A produtora cultural do evento, Caroline Almeida, disse que, apesar dos números oficiais ainda não terem sido divulgados, a organização já adianta que a quantidade de visitantes e o volume de vendas superou as expectativas. “Comparado a anos anteriores a Bienal deste ano teve um movimento bem maior. Também tivemos muitas novidades e atrações no período da noite, o que deixou o espaço mais visitado”, falou.

Feira literária atraiu muitas pessoas ao Centro de Convenções de Maceió. (Foto: Carolina Sanches/G1)

Feira literária atraiu muitas pessoas ao Centro de Convenções de Maceió. (Foto: Carolina Sanches/G1)

A diretora da Editora da Universidade Federal de Alagoas (Edufal), Stela Lameiras, também confirmou que o evento superou as expectativas. Ela disse que, somente em relação ao público infanto-juvenil, a expectativa era de que mais de 70 mil estudantes de escolas públicas e privadas circulassem pelo evento. Segundo a diretora, até sexta-feira (1), mais de 76 mil já haviam visitado o local.

Stela falou ainda das oficinas que foram ministradas na Bienal. Ela disse que 800 pessoas foram capacitadas em diversas áreas nos 10 dias do evento. “Os eventos que aconteceram durante a Bienal, como os fóruns e seminários, também fortaleceram as atividades. E ainda contamos com a parceria do Instituto Lumiere que trouxe novidades para a feira”, disse.

Espaços temáticos atraíram público para a Bienal. (Foto: Carolina Sanches/G1)

Espaços temáticos atraíram público para a Bienal. (Foto: Carolina Sanches/G1)

Afegão transforma consertos de caminhões em poesia e música

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Matiullah Turab fala das ferramentas e da sua ‘dor’ durante o dia. ‘O trabalho de um poeta não é escrever sobre o amor’, disse

Publicado no Extra Alagoas

Afegão transforma consertos de caminhões em poesia e música

Afegão transforma consertos de caminhões em poesia e música

Um afegão está “transformando” o conceito conhecido por poesia. Em vez de falar de natureza e romance, Matiullah Turab retrata o seu trabalho e a sua dor em um estilo poético e musical no país.

O rapaz, filho de um agricultor, faz a sua poesia baseado nos consertos que faz na sua oficina, principalmente caminhões, segundo o jornal “The New York Times”.

“O trabalho de um poeta não é escrever sobre o amor”, declarou. “O trabalho de um poeta não é escrever sobre flores. Um poeta deve escrever sobre o sofrimento e a dor das pessoas”, disse ao jornal.

Matiullah Turab, de 44 anos, diz que oferece em sua poesia uma voz para os afegãos crescidos sobre a guerra e seus autores cínicos, como os norte-americanos, o Talibã, o governo do Afeganistão e do Paquistão.

Versões gravadas de poemas do Sr. Turab se espalharam no país, especialmente entre seus companheiros étnicos, a quem ele chama de campeões. O homem também tem uma estreita ligação com Hezb-i-Islami – parte islâmico do partido político, que faz parte do grupo militante.

Apesar de suas “aflições” sociais serem “estreitas e divisionistas”, a sua poesia tem apelo de massa, de acordo com o “The New York Times”. Mr. Turab reserva sua caridade para os afegãos comuns, abatidos pela corrupção e decepção que vivem nesta última década.

“Não há nenhum político genuíno no Afeganistão”, disse ele, quebrando brevemente um raro sorriso. “Até onde eu sei, os políticos precisam do apoio do povo, e nenhum desses políticos têm isso. Para mim, eles são como os acionistas de uma empresa. Eles só pensam em si mesmos e os seus lucros”, relatou ao jornal.

Mesmo com seu desprezo pela política, Mr. Turab manteve-se popular nos “cantos influentes” do governo. O presidente Hamid Karzai até o convidou recentemente para o palácio presidencial em Cabul. “O presidente gostou da minha poesia e me disse que eu tinha uma excelente voz, mas eu não sei por que isso”, disse ele. “Eu critico ele”.

O poeta afegão, apesar de conseguir difundir sua “poesia” pelo país, é quase analfabeto. Embora ele possa, com dificuldade, ler cópias impressas, ele não consegue nem escrever nem ler a escrita dos outros, revelou. Ele disse que constrói sua poesia em sua cabeça e que confia na memória para lembrá-la.

Do G1, em São Paulo

Filha de agricultor de Jequiá da Praia representa AL no quadro Soletrando

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Nathálya Regina venceu a seletiva regional e disputa etapa nacional no RJ.
Estudante se preparou para disputa com ajuda de professores.

Waldson Costa, no G1

No dia 2 julho a estudante do 6º ano do ensino médio, Nathálya Regina da Silva Passos, 11, da Escola Municipal José Cursino dos Santos, de Jequiá da Praia, município que fica a 66 km de Maceió, fará sua primeira viagem de avião. Vencedora da seletiva regional da competição Soletrando, ele representará Alagoas na etapa nacional, que acontecerá no Rio de Janeiro.

Nathálya Regina continua estudando para a etapa nacional do Soletrando (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

Nathálya Regina continua estudando para a etapa nacional do Soletrando (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

Filha de um agricultor, que trabalha no plantio e colheira da cana-de-açúcar, e de uma dona de casa, Nathálya Regina se preparou para a competição com ajuda de professores e de uma tia, que também é educadora; fazendo leitura de textos, palavras do dicionário e ditados.

“Estudei muito e me preparei bastante para competição. Como a classificação era algo que eu queria muito, fiquei nervosa, mas estava confiante”, conta Nathálya, ao lembrar que a mãe chorou de felicidade com a conquista, que foi comemorada por toda família.

Para a educadora e tia da estudante, Fernanda Passos, a classificação de Nathálya para etapa nacional representa o avanço da educação pública municipal e serve de incentivo para que outras crianças se empenhem no estudo.

“Para os educadores é o reconhecimento do nosso trabalho, da qualidade do ensino. Para os estudantes, uma motivação a mais para os estudos. Tanto, que ela se espelhou em um outro aluno do município que foi finalista no ano anterior”, expôs.

Ao enfatizar que Nathálya Regina é bastante estudiosa e curiosa, Fernanda Passos, que já acompanhou outro aluno na competição, diz que além do conhecimento, o equilíbrio psicológico conta muito neste tipo de competição. “Ela está preparada e já é um orgulho para a família. A preparação com leitura e jogos de palavras devem continuar, e esperamos que ela consiga controlar o nervosismo na próxima etapa para se sair bem”, completa a professora.

Feliz com a conquista, Nathalya Regina, que tem como objetivo futuro se formar em Direito, e sonho em ganhar um computador, diz que vem estudando todos os dias para vencer a etapa nacional do Soletrando 2013, que acontecerá durante as gravações do programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo.

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Etapa Regional
Nathálya Regina da Silva Passos, da Escola Municipal José Cursino dos Santos, de Jequiá da Praia, disputou a final da etapa regional do Soletrando, em Alagoas, com outros cinco estudantes.

Na final regional, participaram da disputa os estudantes: Aleksandro Vicente Da Silva Junior, da Escola Municipal de Educação Básica Benedito Coutinho (Jequiá da Praia), Gabrielle Ramalho Leite de Sousa, da Escola Municipal de Educação Básica Messias João Coelho (Jequiá da Praia), Mariana Bispo da Silva, da Escola Municipal de Educação Básica Maria Lopes Bertoldo (Jequiá da Praia), Rosângela de Lima da Silva, da Escola Municipal de Educação Básica Eutíquio Quintela Cavalcante (Jequiá da Praia) e Sabrina Rodrigues, do município de Canapi, cidade do Sertão alagoano.

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