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Gosta de ciências? Confira alguns livros que vão aguçar sua imaginação no assunto

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Jovens podem turbinar o conhecimento com obras científicas durante o período de férias

Publicado na Secretaria de Educação do estado de São Paulo

Que tal aguçar a curiosidade e começar 2016 antenado em tudo que acontece no mundo científico? A Educação preparou uma lista com cinco livros que vão te dar um empurrãozinho no aprendizado das ciências durante as férias escolares.

Os interessados podem encontrar os livros nas diversas bibliotecas de São Paulo e, ao mesmo tempo, ver os atrativos que elas oferecem, e que vão além dos livros. Para ajudar os estudantes, a Biblioteca Pública preparou um guia completo com todos os dados das bibliotecas de São Paulo com localização, contato e temática do ambiente procurado.

 

1) Albert Einstein e seu universo inflável: um dos maiores gênios de todos os tempos, Albert Einstein descobriu inúmeras teorias que nos ajudam a entender como funciona o mundo em que habitamos. Por isso, Mike Goldsmith desvenda traz ‘Albert Einstein e seu Universo Inflável’, um diário repleto de curiosidades da vida do cientista, como quando Einstein foi expulso da escola até a sua morte, quando seu cérebro foi reutilizado para estudos. Vale a pena conferir!

2) O Guia do Mochileiro das Galáxias: clássico da literatura de ficção científica, ‘O Guia do Mochileiro das Galáxias’ foi o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que narra as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado.

3) O Homem que Calculava – aventuras de um singular calculista persa: romance fictício do escritor Malba Tahan, o livro narra as aventuras e descobertas matemáticas do calculista persa Beremiz Samir, na Bagdá do século XII.

Inserido dentro do mundo islâmico medieval, a narrativa trata dos acontecimentos matemáticas do protagonista, que resolve e explica, de modo extraordinário, diversos problemas, quebra-cabeças e curiosidades da matemática. Inclui, ainda, lendas e histórias pitorescas, como, por exemplo, a lenda da origem do jogo de xadrez e a história da filósofa e matemática Hipátia de Alexandria.

4) Vinte Mil Léguas Submarinas: obra do escritor Júlio Verne, o livro traz a história do submarino Náutilus, movido a eletricidade e completamente autónomo do meio terrestre. O engenheiro, dono e capitão de tal feito, é o capitão Nemo, que com sua tripulação cortaram todas as relações com os continentes e com a humanidade. Vivem somente do que o mar lhes dá, a comida, a matéria prima que necessitam para a produção de eletricidade, tudo vem do mar.

5) George e o segredo do Universo: escrito por Stephen Hawking, um dos principais cientistas da atualidade, junto com sua filha, a jornalista e escritora Lucy Hawking, a publicação traz diversas aventuras com explicações científicas sobre o universo e os planetas.

5 Livros clássicos que influenciaram pessoas famosas

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Fábio Mourão, no Dito pelo Maldito

Reza a lenda que, quando alguém lê o livro certo, no lugar certo, e no momento certo da sua vida, ele pode gerar um efeito profundo capaz de ressoar para o resto do mundo. Parece que esse é o caso de todas as pessoas notórias relacionadas abaixo. Além de serem considerados extremamente bem sucedidos em suas carreiras, um outro fator em comum é que todos afirmam que leram algum livro em determinado momento de suas vidas, que provocaram mudanças significativas em sua existência.

E se essas pessoas um dia foram influenciados por livros, por sua vez, consequentemente produziram um trabalho que acabou influenciando o mundo como um todo, na ciência, política, tecnologia e até mesmo na cultura pop.

James Dean (O Pequeno Príncipe)

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Durante a curta vida de James Dean, o ator participou de apenas três filmes. Todos considerados clássicos, tanto que ele foi postumamente nomeado para dois prêmios. Seu breve estrelato ainda é lembrado 60 anos após ele ter morrido em um trágico acidente de carro com apenas 24 anos, em 30 de setembro de 1955.

O livro era tão importante para Dean que seu melhor amigo e biógrafo William Bast, escreveu sobre isso em uma inscrição no seu memorial construído perto do local do acidente. A inscrição começa com o trecho favorito de Dean, dizendo: “O que é essencial é invisível aos olhos.”, e segue explicando que “Esta citação de ‘O Pequeno Príncipe’ foi provavelmente a favorita de James Dean . Ela parecia ter um significado profundo e pessoal para ele, e ele a leu diversas vezes, especialmente com aqueles quem amava “.

J. K. Rowling (Emma)

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Em plena era moderna dominada pela tecnologia, JK Rowling conseguiu executar a difícil proeza de levar milhões de crianças até as páginas de um livro. Indo além disso, suas obras transcenderam as fronteiras da literatura infantil e hoje são amados por pessoas de todas as idades.

O livro que influenciou Rowling é mais um trabalho da sua escritora favorita: Emma, de Jane Austen, publicado em 1815. Uma comédia de costumes sobre uma jovem mulher inteligente, rica e bonita. Emma é solteira e não tem qualquer pretensão em se casar, mas adora se envolver com o ‘amor da vida’ de outras pessoas. Rowling afirma que o que mais a impressionava na história era o misterioso relacionamento envolvendo dois dos personagens, Frank Churchill e Jane Fairfax. Além de amar a obra cor causa do seu desenvolvimento e identificar-se com a protagonista, ela completa dizendo que não importa o quanto escreva, nunca será capaz de produzir uma trama tão boa quanto o de Emma.

Kurt Cobain (Perfume: A História de um Assassino)

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Homem de frente da banda Nirvana, Kurt Cobain é frequentemente citado como a voz de sua geração. Para muitos fãs, ele foi capaz de articular o desencanto e a raiva que sentiam na época. O Nirvana mudou para sempre a cultura americana, e sua morte em 20 de abril de 1994 foi um dos momentos mais marcantes da década de 1990.

O livro que teve a maior influência sobre Cobain foi um romance alemão de 1985 intitulado ‘Perfume: A História de um Assassino’, de Patrick Suskind. O livro é lembrado por sua percepção sensorial transcender a natureza, tornando-se uma leitura muito envolvente ao trabalhar com odores. Perfume se passa em uma Paris suja do século 18, e é sobre um órfão chamado Jean-Baptiste Grenouille que tem uma relação única com os aromas. O garoto tem um nariz incrivelmente sensível, capaz de dissecar cheiros como um chef sendo capaz de quebrar o gosto individual de ingredientes em uma receita. Ele pode cheirar o mundo da mesma forma que o Demolidor da Marvel “vê” o seu.

Os paralelos entre Perfume e vida de Cobain são bastante óbvios, especialmente pelo final de ambos. Cobain disse que leu o romance pelo menos umas 10 vezes, e sempre mantinha um exemplar do livro com ele. A história é também a base para a música “Scentless Apprentice” do álbum In Utero do Nirvana.

Mark Zuckerberg (Eneida)

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Quando Mark Zuckerberg adicionou as suas preferencias em seu perfil no Facebook, ele relatou a obra Ender’s Game: O Jogo Do Exterminador, de Orson Scott Card, como o seu livro favorito. Mais tarde, em uma entrevista para o The New Yorker, Zuckerberg esclareceu que o clássico sci-fi é uma história que gostava muito, mas que o seu livro favorito era mesmo o Eneida, de Virgílio.

O Eneida é um poema latino épico que foi escrito em algum momento entre 29-19 AC. É sobre um grupo de sobreviventes de Tróia, liderados por Eneias, que deixam a cidade após ela ser destruída pelos gregos. Até que ele descobre que o seu destino é alcançar os pilares de Roma. Enéias e seus companheiros sobreviventes se lançam em uma viagem longa e difícil que, apesar das dificuldades, seguem em frente porque sentem que o seu destino é construir o reino mais magnífico que o mundo já viu.

Zuckerberg explica que leu o livro quando estava no colégio durante as aulas de latim. Existe claros paralelos entre a vida de Zuckerberg e do personagem. O criador do Facebook teve sua própria jornada para criar a maior rede social do mundo, e ele mesmo afirma que a história de Enéias serviu para ele seguir com o seu destino e construir uma cidade que “não conhece fronteiras de tempo ou grandeza.”

Albert Einstein (Tratado da natureza Humana)

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Albert Einstein foi uma das maiores mentes de todos os tempos. Seu nome é sinônimo de genialidade até os dias hoje. Tanto, que fica até difícil imaginar um livro que tenha sido capaz de influenciar um cérebro dessa grandeza. Mas isso ocorreu com ‘Tratado da natureza Humana’, de David Hume, publicado em 1738.

Hume foi um filósofo escocês conhecido por suas contribuições para o ceticismo filosófico. O ‘Tratado da Natureza Humana’, que na verdade é dividido em três volumes, foi a tentativa de Hume de olhar para a filosofia de uma maneira diferente. É um livro bem complicado que só pode mesmo ser explicado por alguém como Einstein. Nessa obra, Hume argumentou sobre praticamente tudo, desde a vida por ser descoberta a partir de suas experiências, até seu ceticismo sobre o espaço, tempo, conhecimento e probabilidade, incluindo a natureza da causa e efeito. No Livro II, “Das paixões”, ele fala sobre primeiras e segundas impressões, e como nossas ações são afetados pela razão e paixão. E no terceiro livro sobre “moral”, ele argumenta que a moralidade não é baseada na lógica, mas é nos sentimentos.

Einstein mencionou algumas vezes que este livro teve uma grande influência sobre sua vida. Ele o leu pouco antes de surgir com a sua famosa teoria da relatividade. Em uma carta, Einstein disse que a obra o ajudou a formular suas idéias, era como se ele já as tivesse incubadas em seu cérebro, e Hume ajudou a organizá-las.

Garota de 12 anos ‘supera’ Einstein e tira nota máxima em teste de QI

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Lydia aprendeu a falar aos seis meses e toca violino desde os 4 anos.
Ela obteve 162 pontos em teste realizado pela sociedade Mensa.

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Publicado no G1

Uma adolescente de 12 anos obteve a maior nota possível em um teste de QI (quociente de inteligência). A estudante Lydia Sebastian, moradora de Essex, na Inglaterra, estuda em um colégio feminino chamado Birkbeck College.

De acordo com reportagem do jornal The Guardian, Lydia fez 162 pontos no teste supervisionado pela sociedade Mensa. De acordo com a Mensa, apenas 1% da população é capaz de atingir a nota máxima no teste.

O teste é dividido em duas partes, com 150 questões. A nota máxima para adultos é 161.

Candidatos de até 18 anos podem chegar ao máximo de 162 pontos. Albert Einstein, Stephen Hawking e Bill Gates têm QI de 160. A marca de 140 pontos é o mínimo exigido para entrar na sociedade.

Preparação
Lydia se preparou durante um ano para o teste, que tem entre os principais objetivos medir a habilidade de raciocínio verbal. A adolescente disse ter ficado nervosa, mas que depois de ter começado o exame se tranquilizou. “Foi mais fácil do que eu esperava e então eu relaxei”, disse em entrevista ao Gardian.

Os pais da garota afirmam que ela mesmo fez buscas na internet para se aprofundar sobre como fazer o teste de QI e que acabaram por autorizar a tentativa. Segundo o pai, Arun Sebastian, ela começou a falar aos seis meses, toca violino desde os quatro anos e já leu os sete livros da saga Harry Potter três vezes.

Com apenas 12 anos, menina tem QI maior do que Einstein e Hawking

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Reprodução

Reprodução

Publicado no Yahoo

Nem Albert Einstein e nem Stephen Hawking. Nenhum desses dois gênios modernos conseguiu o feito de uma menina de apenas 12 anos. Nicole Barr, que vive em uma comunidade nômade, superou os dois em um teste de QI e entrou para a lista de pessoas mais inteligentes do planeta.

Nicole conseguiu chegar a uma pontuação de 162 no teste de QI, dois pontos acima dos gênios citados e de Steve Jobs, que também atingiu os 160 pontos. Segundo a família da menina, desde muito nova ela se destacava corrigindo erros em livros e revistas e pedindo lição de casa extra.

“Quando soube que, no final das contas, tive uma nota tão alta foi muito inesperado. Eu fiquei em choque. Lembro de quando eu estava no primário e eu interpretava um anjo em uma peça que apresentávamos na escola, mas a outra garota, que fazia outro anjo, não apareceu e eu decorei suas falas também”, conta Nicole.

O resultado deixou a família da menina extremamente orgulhosa, é claro. O pai dela, por exemplo, acredita que a conquista mostra que “não importa de onde você vem, qualquer um pode ser brilhante”, se referindo ao fato da família ser cigana. Atualmente, apenas 8% dos membros da Mensa, organização que aceita pessoas com alto QI em todo o mundo, são menores de 16 anos.

Escola encontra carta escrita por Einstein para alunos há quase 65 anos

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Colégio Anchieta contratou perita, que garantiu a veracidade do documento.
Texto e foto assinados estavam guardados em cofre, diz diretor da escola.

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Publicado no G1

Uma carta escrita há quase 65 anos pelo físico alemão Albert Einstein foi encontrada dentro de um cofre no Colégio Anchieta, na Zona Norte de Porto Alegre. O documento datilografado, assinado à mão pelo cientista, contém uma mensagem aos alunos.

A direção da escola contratou a perita judicial e grafologista Liane Pereira, que garantiu a autenticidade do documento.

Junto com a carta havia uma foto do cientista, também assinada. Réplicas das relíquias estão expostas no museu da escola, dentro de uma redoma de vidro.

A tradução do texto escrito em alemão é a seguinte: “Quem conheceu a alegria da compreensão conquistou um amigo infalível para a vida. O pensar é para o homem, o que é voar para os pássaros. Não toma como exemplo a galinha quando podes ser uma cotovia [pássaro da família das aludídeas]”

O diretor-geral da escola, João Claudio Rhoden, explica que, desde quando começou a trabalhar na instituição, há cerca de 40 anos, ouvia falar sobre o documento. Sabia que ele estava guardado em um cofre e que a chave estava em seu próprio gabinete.

No entanto, a atribulada rotina de quem coordena um colégio com cerca de 3 mil alunos não permitia que ele se dedicasse à busca pela relíquia.

“A chave [do cofre] estava no gabinete da direção, mas não havia um momento para ir ver se estava lá, até que surgiu a oportunidade, em uma feira científica, de aproveitarmos essa mensagem. É importantíssima”, disse o diretor.

Rhoden destacou a “beleza” da mensagem e do gesto do físico. “O homem preocupado com Teoria da Relatividade e outras coisas pensou em escrever para jovens de uma cidade que ele talvez nem imaginava existir”, diz.

Pedido de padre
O professor Dário Schneider conta que a carta foi dedicada à escola a pedido do padre jesuíta Gaspar Dutra, que vivia nos Estados Unidos e, em 1951, encontrou-se com Einstein em Nova York. Dutra levou a carta a Porto Alegre e ela ficou guardada dentro de um cofre da escola.

“Esta realmente é a mensagem que ele deixa para os anchietanos, no sentido de motivá-los a buscar conhecimento, porque é uma pessoa marcante na área da ciência. E nós, como educadores, queremos promover isso”, diz o professor.

Perícia
A perícia para verificar se a carta é autêntica foi feita por meio da comparação da assinatura na carta e na foto com imagens oficialmente reconhecidas. “O Instituto Oswaldo Cruz nos disponibilizou uma assinatura de quando Einstein esteve no Brasil, em 1925”, conta Liane, a grafologista responsável pelo estudo.

“A assinatura partiu do punho de Einstein. O documento é legítimo tanto na fotografia quanto na carta. Todas as características analisadas apresentaram convergência”, afirma.

A descoberta teve um significado especial para Liane. Habituada a lidar com falsificações, desta vez ela participou de uma importante descoberta.

“Na minha profissão, quando se faz análise de falsificações, é por causas às vezes não muito nobres. E aqui nós estamos diante de um fato histórico”, festeja.

Ainda mais animado ficou o diretor da escola. “Este documento tem um valor muito grande, além de qualquer valor histórico ou comercial, na mensagem que está ali, esta lembrança que ele fez aos alunos”, diz Rhoden, que finalmente pode manusear a carta da qual ouvia falar há quase quatro décadas.

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