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Como seria abertura da série Game of Thrones se fosse produzida nos anos 80-90?

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Publicado no Canal do Youtube RPGBH

Achei esse Video no youtube. O cara criou uma abertura de GoT como eram feitas nos nos 80-90…

Achei hilário que ele inclusive botou aquelas barras que ficavam passando na tela quando a fita de VHS era velha e/ou muito usada…

dica do Francisco Thiago Almeida

Brincadeiras com texto acima dos 3 anos melhoram capacidade de leitura

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Cristiane Capuchinho, no UOL

Incluir exercícios com letras e números na educação de crianças a partir dos três anos melhora o desenvolvimento na alfabetização, afirmam especialistas. A prática, conhecida como letramento, não é novidade em escolas particulares. No entanto, na rede pública, a educação infantil ainda se resume ao cuidado e a brincadeiras sem intenção didática.

A proposta não é a de transformar creches em escolas, mas a de colocar as crianças em contato com textos, letras e conceitos como preparação para a alfabetização, explica a psicóloga Tarciana de Almeida, especialista em psicologia cognitiva.

DESIGUALDADE

As crianças que moram em casas em que os pais têm o hábito de leitura já saem na vantagem e a escola pública não ajuda a mudar esse quadro

ANGELA DANNEMANN, diretora da Fundação Victor Civita

“Assim as crianças podem chegar ao final do 3º ano [do ensino fundamental] como leitoras, escritoras e falantes de sua língua cada vez mais competentes”, afirma a pedagoga Patrícia Moura Pinho, professora da Universidade Federal do Pampa.

“É a escola pública que não faz isso com a alegação de que se está ‘escolarizando’ a educação infantil. Isso só aumenta a desigualdade, estamos reduzindo as chances dos alunos de escola pública”, pontua Angela Dannemann, diretora executiva da Fundação Victor Civita.

Para as especialistas, as críticas ao letramento infantil não são pertinentes. “Desde sempre a criança está inserida no mundo da escrita. Tudo depende de como a questão for trabalhada, podemos, por exemplo, trabalhar textos de forma muito rica, sem que a criança seja necessariamente alfabetizada”, considera Tarciana.

Confira nove brincadeiras que melhoram a capacidade de leitura

Especialistas afirmam que o estímulo de brincadeiras com palavras, textos e histórias contribui com a capacidade de leitura das crianças a partir dos três anos de idade. Os enredos inventados e as brincadeiras dão liberdade ao pensamento infantil e motivam seus processos criativos, possibilitando o aprendizado efetivo da leitura e da escrita. Confira nove atividades, retiradas e adaptadas do livro "Corpo, atividades criadoras e letramento", da editora Summus Editorial, escrito por Marina Teixeira Mendes de Souza Costa, Daniele Nunes Henrique Silva e Flavia Faissal de Souza iStockphoto

Especialistas afirmam que o estímulo de brincadeiras com palavras, textos e histórias contribui com a capacidade de leitura das crianças a partir dos três anos de idade. Os enredos inventados e as brincadeiras dão liberdade ao pensamento infantil e motivam seus processos criativos, possibilitando o aprendizado efetivo da leitura e da escrita. Confira nove atividades, retiradas e adaptadas do livro “Corpo, atividades criadoras e letramento”, da editora Summus Editorial, escrito por Marina Teixeira Mendes de Souza Costa, Daniele Nunes Henrique Silva e Flavia Faissal de Souza iStockphoto

1Ampliando horizontes
De maneira lúdica, os professores podem tornar familiar as letras, diferentes formas de apresentação de texto ou conceitos. “A comparação entre tamanhos de sapatos ou alturas pode ajudá-las a entender o sistema métrico e até mesmo a compreender dezenas e centenas”, exemplifica Angela.

A leitura de diferentes tipos de textos, como livros, cartas e jornais, apresenta a diversidade de registros possíveis para a escrita. “Esta é uma forma de trabalhar linguagem em uso real e não descontextualizada e sem sentido, como a escola costuma fazer” acrescenta Tarciana.

Os pais têm importante papel na introdução das crianças ao mundo das letras, lendo histórias e apresentando os diferentes mundos da escrita. No entanto, é também aí que mora o problema. “As crianças que moram em casas em que os pais têm o hábito de leitura já saem na vantagem e a escola pública não ajuda a mudar esse quadro”, critica Angela.

Educação infantil no país
Em 2012, a educação infantil reunia 7,3 milhões de crianças matriculadas no Brasil, segundo o Censo da Educação Básica. Dessas, 4,7 milhões estavam na pré-escola e os outros 2,5 milhões em creches.

Para inserir o letramento nesse período escolar, no entanto, é necessária a capacitação dos professores, que “não têm conhecimento didático”, afirma Angela. Segundo o Censo Escolar de 2012, 35% dos professores da educação infantil têm apenas o ensino médio.

DESEMPENHO

53,4% dos alunos do 3° ano do fundamental apresentaram conhecimento adequado de escrita
56,1% dos estudantes do 3° ano liam de maneira adequada para sua fase escolar
Fonte: Prova ABC 2011/Todos pela Educação

Idade certa
O Senado aprovou o Pnaic (Pacto Nacional para a Alfabetização na Idade Certa), que prevê uma série de ações envolvendo União, Estados e municípios para garantir a alfabetização dos alunos da rede pública de ensino até os 8 anos de idade até 2022.

O Pnaic prevê o apoio do governo federal para financiar a formação continuada dos professores; as bolsas oferecidas aos profissionais e outras atividades voltadas ao cumprimento dos objetivos do pacto. A estimativa é que sejam investidos cerca de R$ 3 bilhões até 2014.

Dica do Chicco Sal

Professora da rede estadual de SP dá aula vestida de palhaça

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Lucas Rodrigues, no UOL

Professores da rede estadual de SP fazem manifestação na avenida Paulista

A docente da rede estadual de São Paulo Nancy Almeida Silva, 37, compareceu, caracterizada de palhaça, à assembleia da categoria, que aconteceu nesta sexta-feira (3), no vão do Masp (Museu de Arte de São Paulo), na avenida Paulista. Os professores estão em greve e vão decidir se a paralisação continua.

De acordo com a Polícia Militar, cerca de 2 mil pessoas interditaram as faixas no sentido Consolação. O sindicato dos docentes contesta o número e acredita que mais de 10 mil pessoas compareceram ao ato.

Formada em letras e há cinco anos trabalhando na sala de aula, Nancy conta que veio à assembleia vestida de palhaça porque é como se sente tratada pelo governo. “Eu sinto como se as autoridades me tratassem dessa forma, mas eu já cansei de dar aula assim. Não como protesto, mas por gosto”, conta.

Ela trabalha na escola Amélia Kerr, na zona sul da capital paulista, e conta que já se vestiu na sala de aula como Gasolina Blue Blue, uma esteticista que fala sobre aplicações de botox e até de Michael Jackson – tudo para que suas aulas ficassem mais divertidas para os alunos.

“Hoje eu dou aula de português assim para incentivar a leitura e fazer brincadeira com os estudantes”, diz Nancy. “As aulas ficaram maravilhosas, tudo que eu dizia os alunos assimilavam, participavam da aula e o conteúdo não ficava chato”.

A ideia começou quando a professora, hoje efetiva, era eventual. “Eu estava decidida a parar de dar aula, por desrespeito dos alunos e dos colegas, mas resolvi fazer uma revolução e ser como eu sou, me vestir do jeito que eu gosto e mostrar quem sou na sala de aula”, conta.

“Luto agora pelo piso, pela redução da jornada, pela não privatização do nosso hospital e também em prol dos colegas da categoria O”, afirma a docente. “Eu já fui professora temporária e foi horrível. Só duas faltas por ano, e eu estava no período de efetivação, então tinha que faltar para ir ao curso de formação”.

Jovens improvisam ‘bibliotecas’ em pontos de ônibus no Rio

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Passageiros podem pegar e trocar livros em estantes espalhadas na cidade.
Projeto ‘Troque 1 livro’ está espalhado por 10 locais da Zona Sul.

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Bibliotecas improvisadas no Rio pelo projeto “Troca 1 livro” (Foto: Divulgação)

Publicado por G1

Por iniciativa de um grupo de cinco jovens, alguns pontos de ônibus da Zona Sul do Rio de Janeiro se transformaram em bibliotecas itinerantes. Os caixotes usados nas feiras livres viraram estantes de livros, que abrigam obras de Vladimir Nabokov a Jorge Amado, passando por contos infantis e escolares, que podem ser trocados e lidos gratuitamente pelos passageiros nos longos engarrafamentos da cidade.

O designer Vitor Sento Sé, um dos autores do projeto intitulado “Troque 1 livro”, explica que o objetivo da ação é desenvolver o potencial criativo da cidade. “Queremos melhorias e ideias inovadoras para o Rio. Nesse início, 100 livros foram doados por amigos. Queremos expandir para outros locais, como a Zona Norte e o Subúrbio”, conta o jovem de 30 anos.

Projeto começou em 10 pontos de ônibus (Foto: Divulgação)

Projeto começou em 10 pontos de ônibus
(Foto: Divulgação)

No primeiro dia do projeto, que teve início na quarta-feira (3), dez pontos de ônibus receberam as bibliotecas improvisadas. Os livros podem ser retirados e entregues na Rua Cosme Velho, na altura do Colégio São Vicente, na Praça Santos Dumont, na Gávea, na Rua da Passagem, em Botafogo, na Rua Jardim Botânico, na altura do Parque Lage, e em Ipanema, na esquina das ruas Garcia d´Ávila e Joana Angélica.

“Sabemos que na França e na Alemanha existe esse conceito de livros nos pontos de ônibus, mas lá não tem essa ideia de trocar, que é o mais legal do projeto”, diz o arquiteto e urbanista Hugo Rapizo, 28, um dos autores da iniciativa.

Além de Vitor e Hugo, integram o projeto o arquiteto André Almeida, o fotógrafo Marcelo Braga e o designer Jonas Dihel. Os jovens também são os criadores do programa “Simplicidades”, que promove exposições e atividades na cidade através do financiamento coletivo na internet.

dica do João Marcos

Incêndio destrói depósito de maior rede de livrarias do Sul do Brasil

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Rafael Moro Martins, no UOL

Um incêndio destruiu um barracão que pertence às Livrarias Curitiba na Vila Hauer, região leste de Curitiba. O fogo começou por volta das 22h de domingo (3). Alertados por vizinhos, os bombeiros chegaram ao local cerca de 15 minutos depois e controlaram as chamas durante a madrugada desta segunda (4).

O trabalho de rescaldo prossegue, para evitar a formação de novos focos de incêndio, e só deve terminar no fim da tarde. Um bombeiro que trabalhou no combate às chamas foi o único ferido – ele foi atingido por uma estante de livros que desabou. Encaminhado a um hospital com escoriações, ele passa bem.

A livraria informou que o depósito, de cerca de mil metros quadrados, era utilizado para abrigar livros infanto-juvenis da Editora Libris, que pertence ao grupo. Segundo os bombeiros, todo o material abrigado no galpão foi queimado.

“Usamos aproximadamente 20 homens e até cinco carros. Conseguimos controlar o fogo, evitando que as chamas atingissem barracões vizinhos”, disse ao UOL o tenente Rafael Busatto, do Corpo de Bombeiros.

A causa do incêndio só será conhecida após perícia. Ainda não há informações sobre quantos volumes estavam no depósito nem sobre prejuízos. Tanto o prédio quanto o estoque estavam cobertos por seguro.

Fundada em 1963 em Curitiba, a rede tem 20 lojas em quatro Estados – Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – onde opera sob as marcas Livrarias Catarinense e Livrarias Porto, respectivamente. Atualmente, é líder de mercado no Sul do Brasil nos segmentos de livros e papelaria.

dica da Judith Almeida

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