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Stella Maris Rezende e Miriam Leitão vencem Jabuti 2012

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Miriam Leitão (esq.) e Stella Maris Rezende ganham os dois prêmios mais importantes da noite

Marco Rodrigo Almeida, na Folha de S.Paulo

Stella Maris Rezende e Miriam Leitão foram as grandes vencedoras do Prêmio Jabuti 2012, em cerimônia realizada na noite desta quarta-feira (28) na Sala São Paulo.

A primeira ganhou Livro do Ano de Ficção por “A Mocinha do Mercado Central” (ed. Globo). Foi o terceiro Jabuti que Rezende recebeu na noite de ontem. Ela também venceu os dois primeiros lugares da categoria juvenil.

“Obrigada. A literatura é a arte que fala por silêncios e cala por palavras. Está difícil continuar falando, estou muito emocionada. Como diz minha protagonista: ‘Imagina, isso é mágico’, disse a autora.

A jornalista Miriam Leitão, colunista de economia do jornal “O Globo”, recebeu o Livro do Ano de Não Ficção pela obra “Saga Brasileira: A Longa Luta de um Povo por sua Moeda” (ed. Record).

“Estou transbordando de alegria, não cabe em mim. Queria agradecer à CBL, à [editora] Record, a Deus, a meus pais, que me ensinaram a amar os livros. Eu sonho em escrever um livro desde os dez anos. E só realizo agora.”

“Quis escrever um livro sobre um país buscando seu caminho. Às vezes, escrevia chorando, era um momento muito dramático. Só eu para chorar com um livro de economia. Isto aqui está além dos meus sonhos e da minha imaginação”, completou.

Ambas as obras foram selecionadas entre os primeiros colocados das 29 categorias do Jabuti. Cada autora levou R$ 35 mil pelo prêmio Livro do Ano. Os primeiros colocados de cada categoria recebem R$ 3.500.

POLÊMICA

Esta edição do Jabuti foi marcada pela polêmica envolvendo as notas de Rodrigo Gurgel, um dos três jurados da categoria romance.

Gurgel favoreceu autores estreantes ou com poucos livros publicados em detrimento de nomes consagrados, além de reduzir notas que ele mesmo havia atribuído em fases anteriores do prêmio.

foto: Avener Prado/Folhapress

J.J. Benítez prepara livros sobre um Jesus contraditório

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MARCO RODRIGO ALMEIDA, na Folha de S. Paulo

Nem mesmo as mais de mil páginas do nono e último volume de “Cavalo de Troia”, publicado no Brasil pela Planeta no final de 2011, foram suficientes para destrinchar todos os mistérios da série.

Depois de concluir sua principal obra, o escritor espanhol J.J. Benítez, 66, prepara mais dois livros sobre Jesus Cristo.

O primeiro deles, “Jesus de Nazaré: Nada É o que Parece”, sai no próximo dia 20, na Espanha, e mostra um Cristo humano e contraditório, diferente da imagem difundida pela Bíblia.

No final de outubro, Benítez veio ao Brasil participar da Feira do Livro de Porto Alegre (RS) e de sessões de autógrafo em cidades brasileiras.

Durante a passagem por São Paulo, ele comentou que vai retomar personagens da série “Cavalo de Troia” no novo livro, “O Dia do Relâmpago”, previsto para 2013.

SÉRIE “VERÍDICA”

Iniciada em 1984, a série conta a história de dois pilotos da Força Aérea Norte-Americana que viajam no tempo e acompanham a vida de Jesus.

Parece ficção, mas Benítez jura que tudo é verdade. Conta que, em 1980, foi procurado por um major que dizia ter em seu poder um documento supersecreto em que narrava a experiência.

A partir desses textos, Benítez afirma ter construído os nove títulos da série.

O novo livro vai retratar a participação do major na Guerra de Yom Kippur (1973), conflito entre Israel e países árabes. Isso é praticamente tudo o que Benítez revela do novo projeto.

Ele é uma espécie de “caçador de mistérios” e sabe muito bem preservar os seus.

Resume em um lema a essência de sua carreira: “Estamos cercados de mentiras. Confia apenas em ti mesmo, e pouco”.

O primeiro livro dele, “Existiu Outra Humanidade” (1975), relançado em março pela Planeta, defende que, há milhões de anos, o planeta foi habitado por uma civilização que desenvolveu técnicas de voo e transplante de órgãos.

EXTRATERRESTRES

Benítez começou a carreira aos 20 anos, como jornalista. Durante uma reportagem no Peru, em 1974, diz ter visto dois objetos em forma de discos voadores.

A partir de então, tornou-se um obstinado pesquisador de fenômenos extraterrestres. Afirma que teve mais uns quatro ou cinco contatos com óvnis, inclusive em São Paulo, nos anos 1980.

“Era uma noite nublada. Então o céu se abriu e apareceu um objeto branco, redondo”, relembra.

Em 1996, visitou Varginha, sul de Minas Gerais, para investigar o suposto caso de aparição de ETs.

“Acredito que as criaturas que pousaram ali foram levadas para bases militares dos norte-americanos.

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