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Posts tagged Amazonas

Biblioteca Virtual do AM disponibiliza novas obras para consulta online

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Objetivo é lançar livros na versão eletrônica a cada 15 dias.
Site pode ser acessado via computadores, smartphones e tablets.

Publicado no G1

Livro com história do boi verde está entre as obras disponíveis (Foto: Divulgação/SEC)

Livro com história do boi verde está entre as obras disponíveis (Foto: Divulgação/SEC)

Obras da literatura amazônica poderão ser lidas gratuitamente na internet. Os livros serão disponibilizados a partir desta quinta-feira (8) pela Biblioteca Virtual, disponível no endereço: http://bv.cultura.am.gov.br/

Segundo a Secretaria de Estado de Cultura (SEC), o objetivo é lançar livros na versão eletrônica a cada 15 dias, permitindo que os usuários façam o download das obras gratuitamente, sem precisar de cadastro prévio.

Entre os títulos estão: “Cinzeiro de cristal”, de Catarina Lemes Pereira; “Hemetério Cabrinha”, de Anísio Mello e Roberto Mendonça; “De Camarote: recordando, reavivando”, de Lúcio Cavalcanti; “Histórias e Vocabulários dos Índios Uioto”, de Nunes Pereira; “Aspectos Antropossociais da Alimentação na Amazônia”, de Armando Borlado da Silva; “Alexandre Rodrigues Ferreira e a Introdução do Metódo Científico nos Estudos Sociais do Brasil”, de Almir de Andrade; “Memórias do Município de Maués”, de Alcinei Pimentel Carneiro; e “Boi Campineiro”, de Jonas Santos.

Segundo a SEC, o site pode ser acessado via computadores, smartphones e tablets. As versões completas dos arquivos digitais dos livros também podem ser solicitadas pelo e-mail [email protected]

Ideias de universitários amazonenses são premiadas nos Estados Unidos

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Como prêmio, os melhores alunos das Instituições de Ensino Superior (IES) receberam uma viagem à Califórnia (EUA). Foto: Divulgação

Como prêmio, os melhores alunos das Instituições de Ensino Superior (IES) receberam uma viagem à Califórnia (EUA). Foto: Divulgação

 

Do Amazonas, três estudantes foram selecionados com projetos e alcançaram as premiações máximas

Publicado no A Crítica

Imagine um “uber” do ensino onde quem precisa aprender consegue se conectar com quem pode ensinar – um monitor, um universitário ou mesmo um professor. Ou ainda um quiz educacional on line para crianças e adolescentes cuja pontuação permite descontos e benefícios em lojas parceiras. E se para ajudar a diminuir o analfabetismo houvesse um aplicativo que, de forma lúdica, oferecesse um aprendizado ilustrado e interativo de livros? Sim, estas ideias existem e foram premiadas em uma competição de empreendedorismo na Califórnia (EUA). Todas são de universitários amazonenses.

Os projetos citados ficaram em primeiro, segundo e terceiro lugares, respectivamente, em um universo de seis ideias relacionadas à Educação, que foram desenvolvidas no Vale do Silício por alunos do programa Academic Awards, do grupo DeVry. Ao todo, 29 estudantes do Brasil participaram de uma imersão, durante uma semana, em empresas como Google e Intel, além de assistirem palestras e realizarem projetos de empreendedorismo no setor educacional. Do Amazonas, três estudantes foram selecionados, cujos projetos alcançaram as premiações máximas.

“Minha ideia foi facilitar a vida de quem quer aprender e ampliar a o universo de explicações que ele pode ter”, explica o recém-graduado em psicologia, Cássio Peres Fernandes, um dos autores da ideia do ‘uber educacional’. A plataforma seria vantajosa ainda para quem precisa melhorar sua didática ou simplesmente para quem quiser contribuir com o conhecimento que possui.

Projeto baseado na sociedade colaborativa

O projeto baseia-se no conceito de sociedade colaborativa cuja participação é cada vez mais valiosa dentro de um currículo no atual mercado de trabalho. “A ideia veio da contribuição de cada um do grupo que observou como poderíamos fazer com que os alunos buscassem aprendessem mais tendo um benefício prático em troca”, afirmou Igor Cansanção Pereira, recém-formado em direito e um dos idealizadores do quiz interativo.

Experiência permitiu ampliar horizontes

Para a estudante de direito da Faculdade DeVry/ Martha Falcão, Letícia Sant’Anna Xavier, 22, a experiência permitiu ampliar horizontes e convergir ideias. “Para desenvolver nosso projeto, fomos buscar qual era o maior problema educacional do Brasil e chegamos até o analfabetismo e o analfabetismo funcional, cujas maiores causas são a dificuldade de acesso aos livros e a falta de bibliotecas nas escolas”, explicou. “Foi aí que criamos esse aplicativo que funciona como uma biblioteca interativa”, afirmou.

Premiação resultou na viagem

A viagem, ocorrida no final do mês de julho, é oferecida como prêmio aos melhores alunos das Instituições de Ensino Superior (IES) que integram o grupo DeVry e que possuem engajamento em projetos sociais de voluntariado. O primeiro e segundo lugares foram convidados a dar continuidade ao projeto por meio do Centro de Empreendedorismo e Internacionalização da DeVry Brasil (CEI), um núcleo de experimentação formado por um conjunto de células empreendedoras, geridas pelos próprios alunos das IES que compõem o grupo. O objetivo é propor ações de consultoria e empreendedorismo para empresas, organizações governamentais e não-governamentais, além de desenvolver uma mentalidade crítica e empreendedora nos alunos.

Apostilas da rede municipal do Rio erram capitais de PE e PB

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Caderno de matemática da rede municipal do Rio designa Belém como capital de Pernambuco

Caderno de matemática da rede municipal do Rio designa Belém como capital de Pernambuco

Publicado no UOL

Qual a capital de Pernambuco? Belém ou Recife? Para quem tem o mínimo conhecimento da geografia brasileira, a resposta é fácil, afinal de contas a primeira opção se refere à capital do Pará, na região Norte do país. No entanto, o caderno pedagógico de matemática distribuído pela Prefeitura do Rio de Janeiro aos alunos do 5º ano da rede municipal de ensino redesenhou a geografia do Nordeste ao designar Belém como capital de Pernambuco e Manaus, capital da Amazonas, como a principal cidade da Paraíba.

Segundo a SME (Secretaria Municipal de Educação), a confusão na confecção do material didático foi corrigida por um errata encaminhada para todas as escolas da rede. Mas este não é o único erro.

Na apostila de história utilizada no 1º bimestre letivo de 2013 pelos alunos do 7º ano da rede municipal, um texto que explica o fim do Império Romano do Ocidente apresenta outra inverdade. A cidade de Milão aparece como sede do império em vez de Roma.

A SME afirmou que este erro também foi identificado e corrigido nas salas de aula.

A cidade de Milão aparece como sede do Império Romano em vez de Roma

A cidade de Milão aparece como sede do Império Romano em vez de Roma

Erros de geografia no caderno de matemática

De acordo com a SME, os erros, encontrados na página 11 caderno pedagógico de matemática que está sendo utilizado no 2° bimestre letivo de 2013 – de maio a julho -, foram identificados e retificados por um comunicado divulgado no último dia 11.

“A utilização dos cadernos pedagógicos relativos ao 2° bimestre estava prevista para a segunda semana de maio e os mesmos foram distribuídos no início do mês”, informou a secretaria. “Quando erros são identificados, a determinação dada aos professores é para que eles façam as correções tão logo o material começar a ser utilizado”, completou a SME, via nota oficial.

Os cadernos pedagógicos utilizados pelos 56.420 estudantes que cursam o 5º ano na rede municipal foram elaborados pelos professores da SME.

No caso dos cadernos de matemática, as apostilas foram supervisionadas pela professora doutora Sueli Druck, do Instituto de Matemática da UFF (Universidade Federal Fluminense). A reportagem tentou entrar em contato com a docente, por meio da assessoria de comunicação da UFF, mas foi informada de que a professora é aposentada da universidade. Tentamos conseguir o seu contato, mas infelizmente foi em vão”, explicou a assessoria.

Os erros com relação às capitais do Nordeste estão em uma tabela que subsidia quatro questões e apresenta as medidas em quilômetros quadrados das capitais dos nove estados que integram a região. Além de trocar as capitais de Pernambuco e Paraíba pelas capitais de Pará e Amazonas, respectivamente, a relação ainda credita incorretamente a sigla da Paraíba: “PA” em vez de “PB”. A abreviação que está na apostila se refere ao estado do Pará.

Secretaria tirou caderno do site

No site da SME, o caderno de matemática para o 5º ano é o único que não está disponível para consulta. A secretaria explicou que a ausência se deve às retificações feitas, segundo a assessoria, na semana passada, que ainda não foram atualizadas na página.

Segundo Regina Célia Pimenta, diretora da Escola Municipal Alberto Barth, localizada no Flamengo, zona sul do Rio, a errata foi recebida pela escola e repassada aos alunos antes da utilização do material com problemas. A professora disse, no entanto, não ter autorização para mostrar o documento e a apostila.

A reportagem procurou ouvir pais e responsáveis de alunos da escola no fim da tarde desta sexta, mas alguns deles informaram que hoje não é dia de aula de matemática. Outros até reclamaram dos erros, mas não informaram seus nomes.

Reação

Em reação à veiculação dos erros nas apostilas na imprensa, nesta sexta-feira, o Sepe (Sindicato dos Profissionais de Educação) informou, por meio de nota oficial, que vai pedir esclarecimentos à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro.

“Um caso como esse demostra a falta de autonomia dada aos professores, que não têm liberdade de escolher o material didático mais adequado para exercer seu trabalho pedagógico. Agora, a Secretaria informa que os professores das escolas municipais terão que revisar os erros da apostila, quando existe toda uma equipe técnica, paga pela prefeitura, para a elaboração do material, contando inclusive com quatro revisores”, reclamou o sindicato, que prometeu ainda pedir à SME que informe o valor da confecção do material.

O UOL tentou, sem sucesso, falar com representantes do Sepe no final da tarde desta sexta.

Sem saber escrever próprio nome, aluno será aprovado em escola do AM

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Publicado no G1

Preocupado com o futuro do neto, o comerciante Antônio Marques, de 55 anos, tenta reforçar os estudos do neto em casa. Aos nove anos, o garoto não sabe escrever o próprio nome e tem dificuldades de fazer operações básicas de Matemática. Segundo o comerciante, o aluno será aprovado em uma escola pública de Manaus para o terceiro ano do Ensino Fundamental.

Sob o olhar atento do avô, o garoto procura aprender em casa os ensinamentos repassados na escola. No boletim, ele apresenta boas notas, mas na prática o resultado é diferente: contas de somar e subtrair ainda são desafios para o menino. A situação gera preocupação no avô.

Menino não consegue escrever o próprio nome, segundo avô (Foto: Reprodução/TV Amazonas)

“Um prédio não pode começar a ser construído do quinto andar, tem que ter a base. Esse menino não tem base alguma. Ele não sabe nem assinar o nome. Não dá para ser ninguém assim”, disse.

Em 2010, o Ministério da Educação (MEC) decidiu que o processo de alfabetização seria contínuo. Nos três primeiros anos, nenhum aluno pode ser reprovado. Para o neto de Antônio Marques e muitas outras crianças, o resultado disso é ‘prejuízo na certa’. É o pensa a psicopedagoga Ivone dos Reis, que há 30 anos lida com crianças que possuem déficit de atenção.

Segundo a profissional, há males irreparáveis se a criança não conseguir aprender o assunto da escola. “Muitos professores em sala de aula, pouca estrutura para se trabalhar. Os pais deveriam exigir a reprovação se constatassem que as crianças não estão aptas a seguir na escola”, explicou.

Esse é o medo de Antônio Marques. O sonho de ver o neto, órfão de pai, se tornar um adulto bem sucedido, não pode parar. Ele contou que a família não teve muitas oportunidades. “Eu sonho em vê-lo concluir o Ensino Médio e entrar na faculdade”, afirmou.

Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) informou que conforme estabelece a resolução do MEC, por meio do Conselho Nacional de Educação Básica, nº 7, de 14 de dezembro de 2010, o processo de alfabetização é contínuo e que deve ser concluído ao final dos três anos iniciais do Ensino Fundamental.

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