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“Animais Fantásticos”: Produtor explica escolha de Jude Law para papel de Dumbledore

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Texto de Hugo Gloss

Nesta semana, a Warner Bros liberou a primeira imagem do elenco de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, que trouxe, finalmente, Jude Law caracterizado como o jovem Dumbledore, o que deixou muitos fãs divididos sobre essa reimaginação de um personagem tão amado nos filmes “Harry Potter”.

Em entrevista à Entertainment Weekly, o produtor David Heyman falou sobre a escolha do ator para viver o poderoso bruxo e contou o que podemos esperar desse “jovem Dumbledore”, que se juntará a Newt Scamander (Eddie Redmayne) para ajudá-lo a caçar o bruxo das trevas Gellert Grindelwald (Johnny Depp).

Jude Law será Dumbledore em “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” (Foto: Warner Bros Pictures).

Jude Law será Dumbledore em “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” (Foto: Warner Bros Pictures).

Uma das razões pelas quais escolhemos Jude é que ele tem muitas das qualidades que encontramos em Dumbeldore nos filmes de Harry Potter. Ele tem autoridade, um brilho nos olhos e, às vezes, é um pouco elíptico. Mas também tem uma energia jovem e júbilo. Então, ele traz esse brilho, travessura, autoridade e poder, mas ao mesmo tempo traz muito vigor para o filme. Você entende por que ele seria seu professor favorito e alguém que você acreditaria ser um bruxo extraordinário“, explicou.

Elenco de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” (Foto: Warner Bros Pictures).

Elenco de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” (Foto: Warner Bros Pictures).

A sequência também teve sua sinopse oficial divulgada:

“No final do primeiro filme, o poderoso Bruxo das Trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria deles sem suspeitar de seu verdadeiro objetivo: elevar bruxos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os amigos e familiares mais verdadeiros, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” tem estreia marcada para 15 de novembro de 2018.

Estudo mostra que adolescentes populares também sofrem bullying

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Socióloga explica resultado: ‘Se o adolescente derruba alguém que constitui uma ameaça para seu status, o ganho é maior’

Pesquisa mostra que estudantes populares também são vítimas de bullying (Foto: Elisa Mendes / Agência O Globo)

Pesquisa mostra que estudantes populares também são vítimas de bullying (Foto: Elisa Mendes / Agência O Globo)

Publicado em O Globo

O bullying afeta não apenas as crianças e adolescentes marginalizados, de acordo com sociólogos. Pesquisadores descobriram recentemente que estudantes relativamente populares também são alvo e podem até sofrer mais com as agressões.

“Vimos que alunos que são isolados realmente sofrem bullying. No entanto, para a maior parte dos estudantes, a probabilidade de ser alvo de atos agressivos aumenta à medida que o aluno se torna mais popular, com exceção dos que estão no topo”, diz a professora de sociologia Diane Felmlee, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.

Durante o estudo que analisou alunos e sua redes de amizades em 19 escolas do estado americano da Carolina do Norte, pesquisadores perceberam que o risco de um adolescente sofrer bullying cai dramaticamente apenas para os 5% que estão no topo da cadeia social de um colégio.

Bullying pode ser uma forma estratégica de agressão, de acordo com os pesquisadores, que relatam suas descobertas na edição atual da revista acadêmica “American Sociological Review”. Os jovens que estão tentando subir na pirâmide social correm risco mais alto de se tornarem vítimas.

“Quando os jovens estão disputando status, eles provavelmente ganham pouco ao atacar os estudantes que já são marginalizados – na verdade, o tiro pode até sair pela culatra”, comenta Diane, que trabalhou em conjunto com Robert Faris, professor associado da Universidade da Califórnia, em Davis. “Mas, se o adolescente derruba alguém que está tentando se tornar um líder em seu grupo, ou que constitui uma ameaça para o seu status, então o ganho é muito maior”.

Faris e Diane também descobriram que as meninas estão mais propensas a serem vítimas de ambos os agressores: masculinos e femininos. As garotas que namoram estão ainda em maior risco de sofrerem violência física.

“Meninas podem representar ameaças específicas à posição social de outros estudantes do sexo feminino e são potenciais rivais quando se trata de proteger um namorado”, observa a pesquisadora. “Para os meninos, as meninas que namoram representam alvos recompensadores, muitas vezes populares e relativamente fáceis, que geralmente não revidam fisicamente”.

Os alunos que têm um amigo agressivo tendem a evitar serem vitimizados. E essa pode ser mais uma prova de que o bullying raramente é um ato individual, mas geralmente associado com a forma como os amigos estabelecem e mantêm as hierarquias, sempre protegendo seus semelhantes.

O assédio moral provocado pelo bullying têm consequências graves ao longo do tempo, segundo Daine. As vítimas sofrem com níveis de ansiedade elevados, depressão e raiva. Eles tendem a desenvolver sentimentos negativos sobre suas escolas também.

Os efeitos do bullying podem ser ainda mais acentuados entre os estudantes relativamente populares, de acordo com os pesquisadores. Estudantes de status mais alto dentro dos colégios experimentaram crises mais intensas de depressão, ansiedade e raiva do que os estudantes de baixo status. As amizades desses alunos também se deterioram.

“Os efeitos das agressões são ampliados pelo status do aluno”, comenta Diane. “Pode ser que os adolescentes que são extremamente populares e raramente vitimizados sofram uma queda maior do que aqueles mais acostumados a serem um alvo. Por isso, apesar de jovens socialmente vulneráveis ​​sofrerem assédio frequentemente, as vítimas mais centrais de bullying, aquelas que ficam camufladas a olho nu, encaram consequências muito sérias”.

Os pesquisadores examinaram dados do estudo Contexto do Uso de Substâncias por Adolescentes, que entrevistou cerca de 4.200 alunos do ensino fundamental e médio duas vezes durante o ano letivo. As pesquisas incluíram perguntas sobre assédios verbais e físicos graves, mas não sobre incidentes menores, como provocações. Os alunos foram convidados a fornecer informações sobre suas amizades, bem como informações sobre os alunos que eles acreditam ter perseguido ou que tenham agredido eles.

Escola dos EUA ameaça expulsar menina com cabelo crespo e armado

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Segundo família, escola de Orlando deu prazo de 1 semana para mudança.
Menina de 12 anos se negou a mudar mesmo com provocação de colegas.

Publicado por G1

Uma menina de 12 anos foi ameaçada de expulsão pela escola particular onde estuda na Flórida, nos Estados Unidos, caso não cortasse e mudasse o estilo de seu cabelo. Vanessa VanDyke tem os cabelos crespos e com volume, e segundo sua família, recebeu o prazo de uma semana para decidir se iria cortar os fios ou deixar a escola, de acordo com a emissora de TV “WKMG”.

O caso gerou muita repercussão nos EUA, e a escola Faith Christian Academy de Orlando disse nesta semana que não está exigindo que a menina corte os cabelos para continuar frequentando o estabelecimento – eles “apenas” querem que ela mude seu estilo.

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Vanessa VanDyke foi ameaçada de expulsão em escola de Orlando por causa de seu cabelo (Foto: Reprodução/YouTube/RippDemUp TV)

De acordo com a família de Vanessa Van Dyke, na última semana um conselheiro da escola advertiu a mãe da menina para que ela alisasse ou cortasse seu cabelo – ou a criança poderia ser expulsa.

A família não cogitou fazer as mudanças, pois o cabelo da menina faz parte de sua identidade. “Ele mostra que sou única. Eu gosto desta maneira. Eu sei que as pessoas vão me provocar porque ele não é liso, mas eu não ligo”, contou Vanessa.

A escola onde Vanessa estuda tem códigos de vestimentas e regras sobre como os alunos podem usar seus cabelos. “Os cabelos devem estar na cor natural e não devem ser uma distração”, dizem as regras, que citam como exemplos que não podem ser utilizados moicanos e raspados.

“Uma distração para uma pessoa não é distração para outra”, diz a mãe da menina, Sabrina Kent. “Você pode ter uma criança com espinhas no rosto. Você vai chamar isso de distração?”

Vanessa contou que usa seu cabelo longo e armado desde o início do ano, mas ele se tornou uma questão para a escola depois que sua família reclamou das provocações feitas pelas outras crianças.

“Houve pessoas que a provocaram por seu cabelo, e me parece que estão culpando-a por isso”, disse Sabrina. “Vou lutar pela minha filha. Se ela quer usar o cabelo assim, ela vai mantê-lo assim. Há pessoas que podem pensar que usar o cabelo natural não é apropriado. Mas ela é bonita assim.”

Responsáveis pela escola disseram em um comunicado que não estão pedindo que a menina use produtos ou corte seu cabelo, mas que ela o modele de acordo com as regras da escola.

Compra de livros cresce, mas pequenas livrarias, não

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O consumo de livros pelos brasileiros cresceu 7,2% em 2011 em comparação a 2010 (Foto: Dreamstime/Terra)

Publicado por Terra

Pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgada na Câmara Brasileira do Livro (CBL) aponta que no ano de 2011 foram vendidos 470 milhões de livros no País. Isso representou um crescimento de 7,2% no total de exemplares comercializados em relação ao ano anterior. As editoras atingiram a casa dos R$ 4,837 bilhões em faturamento – um crescimento de 7,36% sobre 2010.

Segundo dados da Associação Nacional das Livrarias (ANL), o Brasil tem cerca de 88,2 milhões de pessoas que leram um livro nos últimos três meses. Os dados mostram que o mercado como um todo está realmente aquecido, mas as livrarias não acompanham o mesmo ritmo. Elas fecharam o ano de 2011 com um aumento de faturamento de 5,26%, o que não chegou a recuperar a inflação do período, que foi de 6,5%. E o crescimento veio principalmente das grandes empresas do setor. As redes com mais de cinco lojas representavam 29,41% do mercado em 2010 e subiram para 34,88% em 2011. “E estão em plena expansão”, conta o presidente da ANL, Ednilson Xavier.

Vera Lúcia Souza, proprietária da Livraria BKS, com duas lojas no centro de São Paulo, acredita que o comercio de livros por grandes redes tem características que dificultam a vida das pequenas empresas. “Eles têm outros produtos, além dos títulos. Podem abaixar os preços e até vender ao valor de custo, embutindo isso em outras coisas, como televisores. E quem vende só livro não pode fazer o mesmo”, afirma.

A livreira, que está há 15 anos no mercado, conta que há sete anos resolveu segmentar o negócio na venda de livros de arquitetura, para competir com as grandes. Há um ano e meio, inaugurou uma loja na Vila Buarque, no centro de São Paulo. Com tudo isso, aumentou seu faturamento em 6% em 2011 em comparação ao ano anterior. “Sendo uma livraria especializada, conseguimos oferecer títulos e exclusividades que as grandes, por serem mais genéricas, não conseguem. É assim que sobrevivemos no mercado”, diz.

Vagner Chimenes, gerente da Capítulo 4, localizada no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo, afirma que as grandes são uma ameaça principalmente pela presença nos shopping centers. Para ele, a solução é apostar nas plataformas de comunicação e nas mídias sociais, visando conhecer melhor o público e criar interesse. Eventos, como palestras com autores ou encontros com contadores de histórias infantis, podem fazer das pequenas lojas um espaço mais visitado.

Venda online
Para Alexandre Martins Fontes, diretor e proprietário da Livraria Martins Fontes, que conta com três livrarias em São Paulo, a venda online é uma opção para reforçar a presença física. “Geralmente, o cliente entra no site olha o que lhe agrada, mas vem buscar na loja. Não vejo isso como um grande problema”, conta.

Segundo Alexandre, o que deve preocupar o mercado livreiro não são as novas formas de venda, mas a falta de leitores. “É excelente que o brasileiro esteja lendo mais. Quanto mais gente vendendo e divulgando, melhor. Afinal, o temor deve estar na falta de consumo do nosso produto”, pontua.

E-books
Vera afirma que os e-books ainda têm uma presença muito pequena no País e, por isso, até o momento não os vê como um concorrente forte. “Acredito que eles podem atrair os jovens para a leitura, mas não são uma ameaça aos livros”, diz.

A chegada da Amazon.com ao Brasil, no entanto, deve trazer mais movimentação a esse mercado. A empresa americana deve iniciar as atividades no País ainda neste ano. Vagner acredita que o impacto dos e-books na venda dos livros tradicionais é uma realidade distante. “Em outros países, eles já estão há algum tempo no mercado e não diminuíram as vendas”, avalia.

dica do Jarbas Aragão

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